PS Aveiro diz que CDS “reputa como mau o trabalho feito” pelos próprios vereadores
Em comunicado, a concelhia de Aveiro do Partido Socialista lamentou o ataque do CDS a um partido que não está no poder em Aveiro há 20 anos ao invés de “afirmar a sua solidariedade com o vereador da cultura”. Os socialistas reforçam ainda que o candidato Alberto Souto “não promete nada que não se possa cumprir”.
Redação
A Concelhia de Aveio do Partido Socialista saudou “a saída da Concelhia de Aveiro do CDS – Partido Popular, da sombra do PSD” com a emissão de um comunicado, lamentando, no entanto, o ataque a um partido que não está no poder em Aveiro há 20 anos. “Ao invés de afirmar a sua solidariedade com o vereador da cultura que há 20 anos é, na coligação PSD/CDS, indicado pelo CDS, decide atacar o PS que há duas décadas não está na posição no Município de Aveiro”, lê-se na nota enviada pelo partido aos órgãos de comunicação social.
O partido socialista refere ainda compreender “o desconforto do CDS com a violenta crítica desferida pelo atual Presidente da Câmara ao vereador da Cultura, responsável há anos pelos arquivos municipais, e o desnorte que a mesma causou”. “Se a má gestão do arquivo municipal se «iniciou há mais de 20 anos, com uma degradação progressiva ao longo do tempo», como refere no seu comunicado a Senhora Presidente da Concelhia de Aveiro do CDS/PP, isso significa que ela mesma reputa como mau o trabalho feito pelos vereadores do CDS/PP ao longo de 5 mandatos”, aponta a nota dos socialistas.
A concelhia do PS de Aveiro refere ainda que o candidato socialista terá baseado a sua crítica na gravação de áudio que terá passado na rádio. “Ou a rádio manipulou a gravação – o que não é de todo crível – ou a Senhora Presidente da Concelhia de Aveiro do CDS – Partido Popular e vereadora na CMA esteve distraída durante a sessão. Ou está ela mesma a mentir”, concluem os socialistas.
Os socialistas acusam ainda a presidente do CDS de transmitir “outra falsidade” quando refere que Alberto Souto “anda a prometer «mundos e fundos» aos aveirenses”. “Manifestamente, a Senhora Vereadora não tem lido as propostas muito concretas que o candidato Alberto Souto tem apresentado. Não promete nada que não se possa cumprir”, atentam os socialistas no comunicado.
A Concelhia Socialista aproveitou ainda a oportunidade para manifestar “solidariedade” tanto ao CDS-Partido Popular como aos vereadores da Cultura desde 2005, dando a garantia de que “o candidato Alberto Souto preservará o espólio municipal como este Executivo não soube fazer ao longo de 11 anos”.
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ADASCA assinala 19º aniversário amanhã e formaliza protocolos com AAUAv e CUFC
Segundo uma nota enviada às redações, um dos protocolos será assinado com a Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv), representada por Joana Regadas, presidente da direção da AAUAv, e um outro com o Centro Universitário Fé e Cultura (CUFC), representado pelo padre Rui Jorge, diretor da CUFC. O objetivo, segundo explica o comunicado, passa por proporcionar “mais condições para os alunos da UA aderirem à dádiva de sangue”. A ADASCA adianta que, “por motivos da mudança de instalações” em 2025 registou uma “quebra substancial da presença de dadores” face às “dificuldades de estacionamento e, consequentemente relacionadas com as multas pela Polícia Municipal”. “A ADASCA realizou em 2025 cerca de 108 brigadas, destas resultaram 4825 previsões, dadores inscritos 3832, dadores aprovados 3033, não aprovados 799, num total de 3832”, refere. Na cerimónia de aniversário estão ainda confirmadas outras presenças como Lúcia Borges, diretora da Imunohemoterapia do Hospital de Aveiro, Artur Silva, vice-Reitor da UA ou Bruno Ferreira, presidente da União das Freguesias de Glória e Vera Cruz. A iniciativa contará ainda com bolo de aniversário, um aveiro de honra, entre outros aperitivos.
PCP acusa Câmara de Aveiro de isolar São Jacinto durante depressão Kristin, mas AveiroBus rejeita
Numa nota de imprensa enviada às redações, o PCP Aveiro refere que, durante a passagem da depressão Kristin, São Jacinto ficou “completamente isolada em transportes coletivos por responsabilidade da Câmara Municipal de Aveiro”. Segundo o partido, “o Ferry não navegou, as lanchas estiveram inoperacionais e pior, não circulou o transporte rodoviário entre Aveiro-S. Jacinto-Aveiro, apesar dos 60Km-60Km de distância”. No mesmo comunicado, o PCP considera “particularmente inaceitável” a inexistência de “transporte alternativo rodoviário, denominado ‘13’”. Trata-se, segundo o partido, de “uma decisão particularmente questionável, quando todos as outras freguesia e concelhos mantiveram a circulação de transporte”. Contactada pela Ria esta sexta-feira, fonte da AveiroBus rejeitou as acusações, admitindo apenas que “houve constrangimentos” em alguns períodos do dia. A mesma fonte assegurou ainda que existiu “sempre alternativa” quando o ferry não navegou. Questionado também sobre este assunto, a Câmara remeteu para a resposta dada pelo presidente da autarquia, Luís Souto Miranda, a um munícipe durante o período de participação dos cidadãos na reunião pública do executivo municipal, realizada na quinta-feira, sobre o funcionamento do ferry-boat Salicórnia. Na altura, o autarca reconheceu que o ferry “tem tido alguns problemas”, lembrando que a embarcação “tem limitações por questões de segurança a manobrar” em alturas de mau tempo. Ainda assim, admitiu que tem de haver uma melhoria na parte da comunicação, adiantando que já avisou o concessionário no sentido de a comunicação “ser muito clara e eficiente e [para que] as alternativas para quando o ferry não puder funcionar sejam de acordo com as necessidades daquela população”. Na nota de imprensa, o PCP Aveiro denuncia ainda a “situação de caos nos transportes públicos em São Jacinto”, recordando que o tema já foi discutido em sede de Assembleia Municipal. “Recordando cronologicamente o passado recente, desde agosto de 2023, verificam-se nos transportes para os utentes e habitantes de São Jacinto, sucessivos atrasos e cancelamentos. Passados 6 meses, em fevereiro de 2024, a situação agravou-se com a entrada em funcionamento do ferry-boat ‘Salicórnia’”, descreve. Segundo o PCP, a situação agrava-se “principalmente nos meses de época baixa, com grandes transtornos para a população”. “Atualmente, e em pleno Inverno, os mesmos constrangimentos fazem-se sentir. Os transportes não funcionam, seja por condições meteorológicas adversas ou pelas sucessivas avarias”, atira. “Apesar das estruturas de transporte fluvial, como o Ferry-Boat ‘Salicórnia’ e as duas lanchas de transporte, a ‘Dunas’ que serviu de propaganda eleitoral há mais de quatro anos, com um custo de cerca de 80.000€, nunca navegou e a lancha ‘Transria’ que apesar construída e pensada para as más condições temporais do canal da ria, incompreensivelmente não navega por falta de investimento”, continua o PCP. Por fim, o PCP Aveiro sublinha o sentimento de “abandono e desigualdade” vivido pela população de São Jacinto. “Independentemente da sua localização geográfica, todos os munícipes aveirenses têm direito de fruir de serviços públicos, nomeadamente, ao caso, à mobilidade”, insiste. “A maioria PSD/CDS na Câmara Municipal de Aveiro tem de assumir as suas responsabilidades e resolver este grave problema, que periga coesão económica e social do Concelho. O PCP, com a população, exige uma solução célere para estes graves problemas, que tornam impossível a mobilidade em São Jacinto”, remata a nota.
IL Aveiro acusa presidente da Câmara de Aveiro de usar “rótulos ofensivos”
Numa nota de imprensa enviada às redações, a IL Aveiro considera que a afirmação do autarca foi “desproporcionada, despropositada e politicamente reveladora”. Segundo o partido, as declarações surgem na sequência de duas situações concretas relacionadas com um problema vivido por um munícipe do concelho. De acordo com a IL, o cidadão em causa tem água a entrar na sua habitação através dos cabos de comunicações, “uma situação grave, objetiva e tecnicamente identificável”. No entanto, tanto o “fornecedor do serviço de água como o fornecedor do serviço de telecomunicações” terão recusado assumir responsabilidades, remetendo o problema de “entidade em entidade”, sem que tenha sido apresentada uma “solução efetiva”. Face a isto, a Iniciativa Liberal afirma ter apoiado a “legítima reivindicação de um munícipe que exige apenas que o problema seja resolvido”. “Importa ainda sublinhar que o cidadão expôs esta situação de forma educada, fundamentada e plenamente legítima, exercendo a cidadania de forma elevada, na Assembleia Municipal de Aveiro do passado dia 30 de janeiro”, explica. O partido refere, por fim, que não aceita “rótulos ofensivos como substituto do debate político sério”. “Defender cidadãos quando o sistema falha não é anarquismo. É exatamente o contrário: é exigir que as entidades com responsabilidades públicas cumpram o seu dever e resolvam problemas concretos da vida das pessoas”, insiste.
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Mau tempo: Distrito de Aveiro com 63 estradas interditas ou condicionadas
De acordo com a última atualização feita hoje, às 08h30, pela GNR sobre o estado das vias rodoviárias no distrito de Aveiro, há 63 estradas, entre nacionais, regionais e municipais, interditas ou condicionadas devido a inundação, desmoronamento e abatimento do piso. Na terça-feira, na atualização da GNR feita às 16h00, o distrito de Aveiro tinha 65 estradas interditas ou condicionadas devido às condições meteorológicas adversas e aumento do caudal das linhas de água. Em Águeda, a GNR dá hoje conta da interdição devido a inundação da Rua da Pateira (Fermentelos), da Estrada do Campo (na zona de Espinhel e Recardães), da Rua Arquiteto Filomeno Rocha Carneiro (Borralha), da Rua Professor Dinis Pires (Travassô), da Estrada Municipal (EM) 230 (Eirol), da Praceta da Carapeteira (Assequins), da Rua Principal da Murta (Aguada de Baixo), da Rua do Passal (Espinhel), da Rua 5 de Outubro (Águeda), da Rua Caves (Aguada de Baixo), da Rua da Carapeteira (Águeda), da Rua do Campo (Segadães), a Rua Ponte da Barca (Serém), a Rua Manuel Marques (Macinhata do Vouga), a Rua do Carvalho (Trofa), e a EM577 (Fontinha). Ainda neste concelho estão interditas a Rua do Covão (Aguiar da Beira), e a Rua do Vale do Grou (Aguada de Cima), devido a desmoronamento. A circulação automóvel também está interrompida na EN16 (Pessegueiro do Vouga), devido a desmoronamento. Em Albergaria-a-Velha, segundo a GNR, estão cortadas a EN230-2 (Angeja) e a Rua do Jogo (Vale Maior), devido a inundação, e a M553 (Ribeira de Fráguas), devido a abatimento do piso. Em Oliveira de Azeméis, estão interditas a Rua de São Paio (Pinheiro da Bemposta), a Rua Ponte Medieval (Santiago Ribau-Ul) e a Rua do Cercal (Cucujães), devido a inundação. Em Ovar, a GNR dá conta da interdição da Avenida da Praia (Maceda), devido a desmoronamento, e da Rua de Baixo (Maceda), da Rua Estrada Nova (Maceda), da Rua Rio (Cortegaça) e da Rua do Bussaquinho (Esmoriz), devido a inundação. Em Estarreja, há várias ruas inundadas em Canelas (Rua da Estação, Rua General Artur Beirão e Estrada paralela à linha férrea - BIORIA) e em Avanca (Rua de Gonde, Rua da Várzea e a Rua dos Moinhos), estando ainda interditas a Rua do Vale (Fermelã), a Rua do Feiro (Salreu) e a Rua Manuel Marques Figueira (Antuã). Na Murtosa, mantêm-se cortadas ao trânsito a Rua Caminho das Remolhas (Bunheiro) e a Travessa Arrais Francisco Faustino (Torreira). Em Aveiro, estão cortadas devido a inundação a EN230 (Eixo), a Rua Direita e a Rua da Pateira, em Requeixo, a Rua da Valsa (Eixo) e a Rua Marquês de Pombal em Cacia e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém). Mais a sul, em Anadia, estão interditas a EN235 (Vila Nova de Monsarros), a Rua do Cértima (Mogofores), a Rua da Várzea (Arcos), a Avenida das Laranjeiras (Alféolas), a Rua São Simão (São Lourenço do Bairro), a Rua Costa do Casal (Avelãs de Caminho), a Estrada Real (São João da Azenha), a Rua de Sangalhos (São João da Azenha) e a Avenida dos Áceres (Curia), devido a inundação. Em Oliveira do Bairro, devido a inundação não é possível circular na Rua Escola C+S (Oiã), na Rua do Ortigal, na Rua da Passagem de Nível e na Rua da Bunheira de Vila Verde. A GNR refere ainda a existência de condicionamentos de trânsito no Itinerário Complementar (IC) 2, ao quilómetro 239, sentido norte/sul, em Águeda, devido a desmoronamento, e na EN109 ao quilómetro 45, em Estarreja, devido a inundação. Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas. O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
Mau tempo: Noite tranquila em Ovar onde mercado municipal está disponível para estacionamento
A medida foi implementada por essa autarquia do distrito de Aveiro para garantir um espaço de estacionamento mais seguro aos moradores que residem junto ao rio Cáster, para evitar situações como a que terça-feira levou à inundação de carros e garagens coletivas devido ao rápido extravasar desse curso de água no centro da cidade. “O Mercado Municipal estará aberto e disponível para estacionamento gratuito. Com esta medida, a autarquia procura colmatar os problemas resultantes das cheias verificadas no centro da cidade nas últimas horas”, disse fonte da Câmara. Com situação de calamidade decretada desde 01 de fevereiro, o Município de Ovar tem tido várias ruas cortadas temporariamente, devido a lençóis de água, estando a Comissão Municipal de Proteção Civil a fazer “um acompanhamento permanente no terreno da evolução das intempéries”. Mesmo assim, a Câmara apela a que a população antecipe situações de risco e adote “comportamentos preventivos”, como o de evitar a circulação e o estacionamento junto ao rio, em zonas de ria e em praias com grande agitação marítima, como as do Furadouro e Maceda. Em Portugal, desde o dia 28 de janeiro já várias pessoas morreram na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram ainda centenas de feridos e de desalojados. Inundações, cheias e a destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos públicos são as principais consequências do mau tempo, de que também vem resultando a queda de árvores e estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de eletricidade, água e telecomunicações. Com as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e Alentejo a serem as mais afetadas, o Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 de fevereiro para 68 concelhos.
PCP critica abate de árvores “sem adoção de medidas preventivas” em Albergaria-a-Velha
O impacto das sucessivas depressões que, nas últimas semanas, têm passado por Portugal levou a que a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha (CMAV) decidisse ao abate das das árvores na Rua Primeiro de Maio, junto ao Mercado Municipal. Para o PCP, “estas opções [...] justificadas com argumentos de “segurança de cidadãos” não foram devidamente fundamentadas, pelo que os comunistas acusam a autarquia de ter “decidido em contexto de gabinete e sem a prévia adoção de medidas preventivas devidamente esclarecidas à população” “Esta atuação célere [...] evidencia uma prática política que tem marcado os sucessivos executivos do CDS: decisões unilaterais, sem transparência e sem uma verdadeira preocupação com a preservação ambiental. O resultado tem sido uma progressiva descaracterização da cidade, com a redução de zonas verdes, de sombras naturais e com um claro desinvestimento na proteção do património ambiental”, afirmam. Na mesma senda, os responsáveis do PCP também considera que a “preocupação com a segurança parece não ter igual peso quando se analisam problemas persistentes como o estado das estradas do concelho ou a ausência de medidas preventivas eficazes no combate aos incêndios”. Tendo em conta este cenário, os comunistas questionam a autarquia se “foram realizadas todas as medidas preventivas e avaliações técnicas antes de se proceder ao abate das árvores”, se “as árvores que alegadamente serão plantadas irão compensar, em quantidade e qualidade, as funções ambientais perdidas naquela zona” e se “existiu algum estudo técnico rigoroso sobre o real estado do património arbóreo intervencionado”.