Aveiro Jovem Criador revela vencedores da 23.ª edição no próximo sábado
A Câmara Municipal de Aveiro (CMA) revela, no próximo sábado, dia 21, às 16h00, os vencedores da 23.ª edição do Concurso Aveiro Jovem Criador. De acordo com uma nota de imprensa enviada à Ria, a cerimónia de entrega de prémios terá lugar no Centro de Congressos de Aveiro, seguindo-se, pelas 18h00, a inauguração e uma visita guiada à exposição do concurso no Museu Santa Joana.
Redação
Nesta edição, o concurso registou a participação de “334” candidaturas oriundas de Portugal e de outros oito países, nomeadamente Angola, Brasil, Espanha, França, México, Moçambique, Filipinas e África do Sul. Após o processo de avaliação, a mostra final integra trabalhos de artistas de seis destas nacionalidades estrangeiras, o que, segundo a organização, evidencia o “alcance e a diversidade desta iniciativa”.
Ao todo, a exposição conta com “221” trabalhos de “150” artistas, que estarão patentes ao público até ao dia 21 de maio. O concurso abrange as áreas de Arte Digital, Audiovisual, Escrita, Fotografia, Ilustração, Música e Pintura, sendo destinado a jovens entre os 12 e os 35 anos, bem como a maiores de 65 anos.
Foram atribuídos “16” prémios e “13” menções honrosas. Na nota enviada à redação, a autarquia esclarece que, além do reconhecimento público, as distinções incluem “incentivos financeiros e a possibilidade de participação em residências artísticas”, visando contribuir para a projeção do percurso dos criadores.
O Concurso Aveiro Jovem Criador celebra este ano 25 anos de história. Para os responsáveis, o projeto continua a afirmar-se como uma referência na promoção da criatividade e na valorização de novos talentos, contribuindo para posicionar Aveiro como um território aberto à “inovação cultural e à expressão artística contemporânea”.
Recomendações
Movimento “Casa para Viver” sai à rua em Aveiro contra a crise na habitação
As ações “Casa para Viver – JÁ NÃO DÁ!” decorrem este sábado, dia 21, a 16 cidades de todo o país para reivindicar o direito à habitação e contestar as atuais políticas governamentais. Em Aveiro, a concentração arranca pelas 15h00, no Largo Dr. Jaime Magalhães Lima. De acordo com a nota de imprensa enviado à Ria, o movimento “Casa para Viver” critica as recentes medidas apresentadas pelo Governo, classificando-as como “pura propaganda” que insiste na “liberalização do mercado e na desproteção de quem precisa de casa para viver”.
Deputado municipal do PSD “não acredita” que Cais do Paraíso S.A. tenha solicitado reunião com a CMA
Joaquim Marques, deputado municipal do PSD, afirma que as declarações de Munir Asharaf Aly, presidente do Conselho de Administração da Cais do Paraíso S.A., à Ria “não parecem corresponder à verdade”. À Rádio Universitária de Aveiro, o autarca - que, antes de reunir com o grupo parlamentar, não quis falar em nome do partido - afirmou que não tinha conhecimento de qualquer pedido formal de reunião da Cais do Paraíso S.A. e sublinhou que “não acredita que essa informação tenha chegado à Câmara Municipal [de Aveiro] (CMA)” sem que a autarquia tenha “tomado uma atitude”.
PS acusa Luís Souto de “bloquear solução boa para o Cais do Paraíso e projeto de investimento”
Cláudia Cruz Santos, líder da bancada do Partido Socialista na Assembleia Municipal de Aveiro (AMA), reagiu esta tarde, dia 18, à suspensão do Plano de Pormenor do Cais do Paraíso. Em conversa com a Ria, a deputada aponta o dedo a Luís Souto, presidente da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), por não ter revogado o Plano de Pormenor e por não dialogar com o investidor. A representante do PS na AM diz ainda que é “absolutamente incompreensível” que o autarca não tenha apresentado oposição à providência cautelar.
Cais do Paraíso: IL-Aveiro reage às declarações de Munir Aly e diz que “plano nasceu condicionado”
O Núcleo Territorial de Aveiro da Iniciativa Liberal (IL) reagiu esta manhã, dia 18, à suspensão do Plano de Pormenor do Cais do Paraíso e às recentes declarações de Munir Asharaf Aly, presidente do Cais do Paraíso S.A., à Ria. Em nota de imprensa, os liberais afirmam que a decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Aveiro vem confirmar que o Plano “não servia o interesse público” e apontam de que as considerações do investidor confirmam que o documento “nasceu condicionado e orientado, e não como resultado de um processo de planeamento independente e equilibrado”.