Mau tempo: Mantêm-se suspensos comboios de longo curso que ligam Lisboa e Porto
A circulação nas linhas ferroviárias do Norte, da Beira Baixa, Beira Alta, do Douro, Oeste e Urbanos de Coimbra continuam hoje com constrangimentos ou suspensas em alguns troços na sequência do mau tempo das últimas semanas, segundo garante a Coimboios de Portugal (CP) à agência Lusa. Serviço regional Coimbra-Aveiro-Porto continua a realizar-se.
Redação
A circulação nas linhas ferroviárias do Norte, da Beira Baixa, Beira Alta, do Douro, Oeste e Urbanos de Coimbra continuam hoje com constrangimentos ou suspensas em alguns troços na sequência do mau tempo das últimas semanas, segundo garante a Coimboios de Portugal (CP) à agência Lusa. Serviço regional Coimbra-Aveiro-Porto continua a realizar-se.
Na linha do Norte, que assegura a ligação ferroviária entre Lisboa e o Porto, mantêm-se suspensos, “sem previsão de retoma”, os comboios de longo curso, de acordo com a transportadora, num balanço feito à agência Lusa, pelas 08h00.
Segundo a CP – Comboios de Portugal, na Linha do Norte, apenas se realizam os serviços Regionais entre Entroncamento e Soure, Coimbra-Aveiro-Porto e entre Tomar e Lisboa.
A circulação na Linha da Beira Baixa continua suspensa, realizando-se apenas os comboios Regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes.
Na Linha da Beira Alta, o serviço Intercidades entre Coimbra e Guarda realiza-se com recurso a material circulante diferente do habitual.
Mantém-se ainda suspensa a circulação na Linha do Douro, entre Régua e Pocinho, na Linha do Oeste e nos Urbanos de Coimbra.
Na Linha de Cascais, os comboios circulam com alterações nos horários, sendo que, a partir de hoje haverá um reforço das circulações na hora de ponta.
Prevê-se a realização do Comboio Internacional Celta, podendo ser usado material circulante diferente do habitual e sendo que o percurso Valença-Vigo-Valença será feito com recurso a transbordo rodoviário, segundo a transportadora.
Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.
A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.
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Marido suspeito de violar mulher em Vagos fica em prisão preventiva
Segundo comunicado citado pela agência Lusa, a PJ esclareceu que o suspeito foi detido por “fortes suspeitas da prática do crime de violação cometido contra a sua mulher”. “Os factos ocorreram no decurso deste mês, em dois dias distintos, no seio da casa de morada de família localizada no concelho de Vagos”, refere a mesma nota. Ainda segundo a Judiciária, o detido teria já anteriormente atuado num quadro de episódios compatíveis com o crime de violência doméstica. A PJ refere que o detido foi presente às autoridades judiciárias da Comarca de Aveiro para interrogatório judicial, tendo-lhe sido decretada a medida de coação mais gravosa de prisão preventiva.
Mau tempo: Distrito de Aveiro mantém 35 estradas interditas ou condicionadas
De acordo com a última atualização feita hoje, às 08h00, pela GNR sobre o estado das vias rodoviárias no distrito de Aveiro, há 35 vias interditas ou condicionadas, devido sobretudo a inundações. Em Águeda, a GNR dá conta da interdição da Rua da Pateira (Fermentelos), da Estrada do Campo (Espinhel), da Rua Manuel Marques (Macinhata do Vouga), da Rua Parque Fluvial (Macinhata do Vouga), e da EM577 (Fontinha),devido a inundação. Ainda neste concelho estão interditas a Rua do Covão (Aguiar da Beira) e a Rua do Vale do Grou (Aguada de Cima), devido a desmoronamento, mantendo-se condicionado o IC2, ao quilómetro 239, em Lamas do Vouga. Em Sever do Vouga, a circulação automóvel está interrompidana EN16 (Pessegueiro do Vouga), devido a desmoronamento, e na Rua Novelide de Baixo, devido à instabilidade de solo. Em Albergaria-a-Velha, segundo a GNR, estão cortadas a EN230-2 (Angeja e Frossos) e a Estrada da Cambeia (Angeja), devido a inundação, mantendo-se condicionadas a M553 (Ribeira de Fráguas) e a Estrada Real, devido a desmoronamento. Em Castelo de Paiva, a GNR indica que estão interditas a Rua Entre Pontes (Pedorido) a Rua da Praia Fluvial (Pedorido) e a Rua da Praia Fluvial do Castelo (Fornos), devido a inundação. Em Ovar, não se pode circular na Rua Estrada Nova (Maceda), devido a inundação, e na Avenida da Praia (Maceda), devido a desmoronamento. Em Estarreja, também há várias estradas inundadas, nomeadamentea Rua da Estação (Canelas), a Rua do Vale (Fermelã), a Estrada paralela à linha férrea – BIORIA (Canelas), e a Rua Manuel Marques Figueira (Antuã). Na Murtosa, a GNR dá conta da interdição da Rua Caminho das Remolhas (Bunheiro), da Rua Patronato São José (Bunheiro) e da Av. António Augusto V. Almeida (Torreira), devido a inundação. Em Aveiro, estão cortadas a Rua Direita (Requeixo), a Rua da Pateira (Requeixo), a Rua da Valsa (Eixo), a Rua Marquês de Pombal (Cacia), a Estrada da CEE (Cacia) e a Rua do Padrão (Cacia) e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém), devido a inundação. Mais a sul, em Oliveira do Bairro, não é possível circular na Rua do Ortigal. Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.
Murtosa abre candidaturas para apoio ao arrendamento até março
A iniciativa “visa eliminar situações de precariedade e introduzir um dinamismo acrescido no mercado local de arrendamento”, sendo que são aceites propostas de agregados familiares “que residam e estejam recenseados no concelho, há pelo menos três anos”. O programa, lançado em 2012, auxilia as famílias com menos recursos financeiros no acesso à habitação e em 2025 apoiou 45 agregados familiares, num investimento municipal superior a 46 mil euros. De acordo com o respetivo regulamento, os candidatos não podem ser proprietários, ou titulares de direito de uso, de qualquer outro prédio urbano ou fração, e o rendimento mensal per capita do agregado familiar não pode ser superior ao valor do salário mínimo nacional.
Arouca vai investir 400 mil euros para melhorar água e saneamento de 348 pessoas
A obra ainda vai ser sujeita a concurso público, mas em causa está a população dos lugares de Viso e Abelheira, que nesse concelho do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto verão assim prolongadas as suas atuais estruturas de saneamento e passarão a contar com um novo coletor de águas residuais. “Estão em curso em diversas freguesias do concelho empreitadas de saneamento que representam um investimento de aproximadamente três milhões de euros, com financiamento comunitário e comparticipação camarária. Assim, é com natural satisfação que vemos concretizada mais esta pretensão em Escariz, que é uma das freguesias mais populosas do concelho”, afirmou à Lusa a presidente da autarquia, Margarida Belém. Com conclusão prevista “até final de 2027”, a empreitada agora anunciada abrange a construção de redes de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais no lugar do Viso – a cargo da empresa Águas do Norte – e também a colocação em funcionamento do coletor existente entre a Abelheira e o cruzamento das Alagoas. Financiados em 85% pelas Águas do Norte e nos restantes 15% pela autarquia, esses trabalhos abrangerão o prolongamento das atuais estruturas com mais 1.579 metros de saneamento gravítico, a criação de 799 metros de conduta elevatória e a construção de uma estação elevatória para águas residuais. Quando estiverem concluídas essas intervenções, Escariz passará de uma taxa de cobertura de saneamento “de 44% para cerca de 60%”. Quanto à distribuição de água, uma vez que nesse caso se irá proceder apenas à substituição de estruturas, a rede permanecerá nos 96%. Segundo Margarida Belém, o território global de Arouca tem atualmente uma taxa de cobertura de saneamento de 60%, o que reflete “um aumento de 12% face a 2017”, ano em que a autarca socialista iniciou o seu primeiro mandato. “Em termos de água, há a registar um aumento de 21% face a 2017, situando-se a taxa atual de cobertura nos 93%”, acrescentou. Quanto a investimentos futuros no mesmo domínio, a presidente da Câmara adiantou que, “fruto de insistências várias do Município, iniciar-se-á em breve a requalificação da ETAR [estação de tratamento de águas residuais] da Ribeira, na freguesia de Tropeço, estando a empreitada, que ascende a dois milhões de euros, em fase de contratualização pela SimDouro” – que é a concessionária da rede de saneamento em alta, isto é, na componente que envolve as infraestruturas de maior dimensão. Em contexto idêntico, a semana passada a autarquia assinou um protocolo de colaboração com a Águas do Norte tendo em vista a implementação do que essa empresa definiu em comunicado como “projetos e intervenções que respondam às necessidades da população local”. Para o presidente do conselho de administração da concessionária, António Cardoso, essa parceria institucional contribuirá para “uma gestão mais coordenada dos recursos hídricos, facilitando a concretização de projetos que visam novos investimentos e a modernização das redes de água e saneamento no território de Arouca”.
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Estação Salva-Vidas auxilia tripulante de veleiro à deriva em São Jacinto
Em comunicado, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) esclareceu que o veleiro, com bandeira francesa, ficou sem propulsão, a cerca de 1,5 milhas náuticas (aproximadamente 2,8 quilómetros) da praia de São Jacinto. O alerta foi recebido pelas 18:45, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), tendo sido de imediato ativados tripulantes da Estação Salva-vidas de Aveiro e elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Aveiro. "À chegada junto da embarcação, os tripulantes da Estação Salva-vidas constataram que o homem se encontrava bem fisicamente, sem necessidade de assistência médica, e que uma embarcação de pesca costeira que se encontrava nas proximidades tinha prontamente encaminhado o veleiro para oeste", refere a mesma nota. A AMN refere ainda que o veleiro foi rebocado para o porto de Pesca Costeira, na Gafanha da Nazaré, por constituir perigo para a navegação e para as pessoas, adiantando que a embarcação só poderá voltar a navegar após ser alvo de uma vistoria, a fim de garantir as condições de navegação.
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Prisão preventiva para dois dos quatro detidos por tráfico de droga e armas em Aveiro
"Perante a quantidade e a solidez da prova apresentada, após terem sido presentes à Autoridade Judiciária competente, foram determinadas as medidas de coação de prisão preventiva para dois dos detidos e apresentação às autoridades policiais para os outros dois", refere um comunicado da PSP. Os suspeitos, com idades entre os 50 e 72 anos, foram detidos na quarta-feira nos concelhos de Estarreja, Ovar e Espinho, em cumprimento de mandados de detenção. A Polícia refere que os detidos estão “fortemente indiciados” pela prática dos crimes de tráfico de estupefacientes e tráfico e mediação de armas. Durante esta ação, foram realizadas 12 buscas, domiciliárias e não domiciliárias, que resultaram na apreensão de 23 armas de fogo, duas facas de abertura automática e seis reproduções de arma de fogo, por suspeita de proveniência ilícita ou de terem sido utilizados na prática de atos ilícitos. Foram ainda apreendidas 665 munições de diferentes calibres, diversas peças de armas de fogo e 3.225,30 em dinheiro. Esta operação, que contou com o apoio de várias valências de PSP e da GNR, resultou de uma investigação que durava há cerca de um ano e que deu origem a um outro processo relacionado com violência doméstica e tráfico de estupefacientes.