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31 jan 2026
Ílhavo já tem Gabinete Municipal de Apoio ao Associativismo e às pessoas com deficiência a funcionar
Entrou esta sexta-feira, 30 de janeiro, em funcionamento o Gabinete Municipal de Apoio ao Associativismo e às pessoas com deficiência e suas famílias, promovido pelo Município de Ílhavo, nos Paços do Concelho.
Segundo uma nota
de imprensa enviada às redações, o novo serviço iniciou, na tarde de ontem, com
o “atendimento à Associação Regional de Danças e Cantares da Gafanha do Carmo”.
O Gabinete
Municipal de Apoio ao Associativismo e às pessoas com deficiência e suas
famílias destina-se a “apoiar dirigentes associativos, bem como pessoas com
deficiência e/ou as suas famílias, disponibilizando acompanhamento técnico,
jurídico, administrativo e fiscal”. O objetivo, conforme explica a nota, passa
por “simplificar processos e reduzir encargos burocráticos, permitindo que
associações e cidadãos se concentrem no desenvolvimento das suas atividades e
projetos”. O atendimento está
ainda disponível através de “marcação prévia, através do número de telefone 234
329 600 ou do endereço de email <a href="mailto:[email protected]">[email protected]</a>”.
De acordo com o
Município, a iniciativa enfatiza o “compromisso” da autarquia “com o
associativismo local, reconhecendo o papel determinante dos clubes e
associações na promoção da coesão social, na dinamização do território e na
melhoria da qualidade de vida da comunidade”. “Paralelamente,
o Gabinete traduz uma aposta clara no apoio às pessoas com deficiência, doença
incapacitante e respetivas famílias, promovendo uma resposta mais próxima,
integrada e inclusiva às suas necessidades”, remata a nota.
30 jan 2026
Hospital de Aveiro com urgência de Ginecologia e Obstetrícia condicionada no fim de semana
O serviço de urgência de Ginecologia e Obstetrícia no Hospital de Aveiro vai funcionar de forma referenciada durante este fim de semana, segundo as escalas publicadas no Portal do SNS.
No sábado, 31 de
janeiro, o serviço estará condicionado no Hospital Infante Dom Pedro, em
Aveiro, entre as 08:30 e as 24:00; no Hospital Santo André, em Leiria, entre as
00:00 e as 24:00; no Hospital São Francisco Xavier todo o dia; no Hospital
Distrital de Santarém, entre as 00:00 e as 08:30, e no Hospital de Vila Franca
de Xira, entre as 09:00 e as 21:00. Ainda no sábado
três urgências de Pediatria vão funcionar de forma referenciada, atendendo
apenas casos encaminhados pelo CODU/INEM. No Hospital Beatriz Ângelo, em
Loures, o serviço estará condicionado entre as 21:00 e as 24:00, no Hospital de
Vila Franca de Xira, a urgência pediátrica funcionará de forma referenciada
durante 24 horas, e no Hospital de Santa Maria Maior, em Barcelos, o serviço
estará limitado entre as 00:00 e as 08:00 e novamente entre as 22:00 e as
24:00. Por sua vez, no
domingo, 1 de fevereiro, as urgências de Obstetrícia e Ginecologia vão operar de forma
referenciada no Hospital Santo André, em Leiria, durante 24 horas, no Hospital
Infante Dom Pedro, em Aveiro, entre as 00:00 e as 08:30, e no Hospital São
Francisco Xavier, em Lisboa, ao longo de todo o dia. No mesmo dia, os
serviços de urgência pediátrica vão estar condicionados no Hospital Beatriz
Ângelo, em Loures, entre as 00:00 e as 09:00 e entre as 21:00 e as 24:00, no
Hospital de Vila Franca de Xira, durante 24 horas, e no Hospital de Santa Maria
Maior, em Barcelos, entre as 00:00 e as 08:00 e entre as 22:00 e as 24:00. De acordo com as
escalas, estarão ainda encerradas as urgências de Ginecologia e Obstetrícia, no
sábado, no Hospital São Bernardo, em Setúbal, e também a urgência básica do
Hospital São Pedro Gonçalves Telmo, em Peniche, no distrito de Leiria. No domingo,
prevê‑se o encerramento das urgências de Ginecologia e Obstetrícia dos
hospitais de Setúbal e do Barreiro, bem como do Hospital São Francisco Xavier,
em Lisboa. Nesse dia, também estará fechada a urgência básica do Hospital São
Pedro Gonçalves Telmo, em Peniche. As escalas
disponibilizadas no portal do SNS indicam ainda que cerca de 127 serviços de
urgência estarão abertos em todo o país durante o fim de semana, aos quais se
juntam 33 urgências de Ginecologia e Obstetrícia a funcionar no âmbito do
projeto piloto no sábado e 34 no domingo, implicando contacto prévio com a
linha SNS 24. As autoridades
de saúde recomendam que, antes de recorrer a uma urgência, a população contacte
a Linha SNS 24 (808 24 24 24) para obter orientação adequada.
30 jan 2026
DGS alerta para cuidados com água e alimentos após tempestade Kristin
A Direção-Geral da Saúde alerta para riscos na segurança da água e dos alimentos após a tempestade Kristin e os cortes de energia, recomendando cuidados no consumo, na alimentação e no saneamento para proteger a saúde da população.
A DGS emitiu um conjunto de recomendações na quinta-feira à noite na sequência da tempestade que afetou várias regiões do país na madrugada que quarta-feira, provocando falhas no fornecimento de energia elétrica que ainda se mantêm em algumas localidades, o que pode comprometer a qualidade da água para consumo e a segurança dos alimentos. “Situações como esta têm impacto na segurança dos alimentos conservados no frigorífico e no congelador, assim como na qualidade da água, especialmente em áreas onde o abastecimento depende de sistemas elétricos”, alerta em comunicado. Para reduzir estes riscos, a autoridade de saúde apela à adoção de medidas preventivas e comportamentos seguros, como evitar o consumo de água de fontes que não estão ligadas à rede pública de abastecimento, como poços ou minas, por poderem estar contaminadas. A DGS aconselha a população a não beber água da torneira, lavar alimentos ou escovar os dentes com essa água, a menos que exista confirmação oficial da sua segurança, devendo, sempre que possível, utilizar água engarrafada. Entretanto, a DGS esclareceu que estes cuidados com o consumo de água dizem respeito à água da torneira que não esteja ligada à rede pública. “Se não tiver água engarrafada, ferver a água durante 10 minutos antes de usar ou desinfetar com lixívia sem corantes, detergentes ou perfumes (cerca de 2 gotas por litro de água)”, recomenda, aconselhando ainda a população a lavar bem as mãos antes de manusear água tratada ou alimentos. Relativamente ao saneamento, a autoridade recomenda que, sempre que possível, se continue a utilizar a sanita, mas evitar deitar água usada se a rede estiver inoperacional. As águas residuais, como as provenientes da lavagem, não devem ser despejadas em solos ou ribeiros, devendo também o lixo doméstico e resíduos sanitários ser mantidos afastados de quaisquer fontes de água. Quanto à alimentação, a DGS esclarece que, se a interrupção de energia no frigorífico não tiver ultrapassado as 12 horas, os alimentos poderão ter-se mantido em condições de segurança para consumo. No caso dos hortícolas e fruta, como cenoura, tomate, couve, laranja ou limão, estes podem permanecer seguros mesmo para além desse período. Já os congeladores conseguem manter os alimentos congelados até 48 horas, ou 24 horas se estiverem apenas meio cheios, desde que a porta permaneça fechada. Segundo a DGS, alimentos que, após o restabelecimento da energia, ainda apresentem cristais de gelo ou se mantenham frios como se estivessem refrigerados poderão, na maioria dos casos, ser cozinhados ou voltarem a ser congelados. “Os alimentos que estivam armazenados no frigorífico ou congelador, durante a interrupção de energia, devem ser consumidos ou confecionados o mais rapidamente possível e confecionados através de métodos que atinjam temperaturas elevadas (maiores que 75 °C)”, sublinha. A DGS aconselha a população a avaliar os sinais de degradação dos alimentos, a não provar alimentos para verificar se estão bons e deitar fora qualquer alimento com cheiro, cor ou textura invulgar. Deixa ainda conselhos para a segurança da população durante tempestades como “não atravessar áreas inundadas a pé ou de carro”, porque as águas podem ser mais profundas e perigosas do que aparentam, e evitar contacto direto com águas das cheias. Limpar e desinfetar superfícies que tenham estado em contacto com água da cheia, usar luvas e botas impermeáveis durante limpezas, não manusear aparelhos elétricos enquanto houver água acumulada no interior da casa, remover, sempre que possível, água acumulada e materiais húmidos para reduzir o risco de bolor, são outros conselhos da DGS. Apela ainda à população para evitar zonas com árvores instáveis ou estruturas danificadas, ter lanternas e pilhas acessíveis, seguir as instruções das autoridades e manter-se abrigado em locais seguros.
30 jan 2026
Combate a incêndios em Albergaria-a-Velha reforçado com tanques de água
De acordo com a agência Lusa, o Município de Albergaria-a-Velha vai instalar dez tanques de água em zonas de contacto de áreas urbanas e florestais para reforçar a proteção civil e o combate aos incêndios no concelho, revelou hoje fonte municipal.
“A medida visa garantir maior rapidez de resposta no terreno
e apoio direto aos bombeiros e às Unidades Locais de Proteção Civil (ULPC)”,
justifica a Câmara de Albergaria-a-Velha em nota de imprensa. A autarquia definiu, numa primeira fase, seis locais para a
colocação dos depósitos de água: Angeja, Branca, Ribeira de Fráguas, São João
de Loure, Valmaior e Zona Industrial. “As localizações situam-se em zonas de contacto entre áreas
urbanas e florestais consideradas críticas em cenários de incêndio” pelas
autoridades. “Para além de funcionarem como pontos estratégicos de
reabastecimento, estes equipamentos têm ainda a vantagem de poderem ser
deslocados rapidamente para outras áreas do concelho”, acrescenta a nota. Cada novo tanque terá capacidade para 100 metros cúbicos e o
abastecimento será assegurado “através de mães de água estratégicas”, podendo
os equipamentos ser deslocados conforme as necessidades operacionais de
combate. “O projeto pretende garantir uma cobertura equilibrada do
território para abranger progressivamente todas as freguesias e o investimento
municipal foca-se na prevenção e proximidade de recursos, para proteger as
populações e evitar a repetição de catástrofes”, explica o texto. Albergaria-a-Velha viveu, em setembro de 2024, um dos piores
incêndios dos últimos anos, que causou quatro mortos e 36 feridos,
e consumiu quase nove mil hectares de floresta. As chamas atingiram 60 habitações e 53 empresas, com
prejuízos estimados em 30 milhões de euros.
30 jan 2026
Universidade de Aveiro vai preservar discos de goma-laca de 78 rotações
Segundo a agência Lusa, a Universidade de Aveiro (UA) vai digitalizar e preservar 400 discos históricos de goma-laca, da coleção José Moças, que incluem registos de Fado e Canto Alentejano, revelou hoje, dia 30, fonte universitária.
A intervenção compreende a componente visual de discos de 78
rotações, através da captura em alta resolução de rótulos e inscrições de
fábrica, que contêm metadados cruciais sobre a indústria fonográfica nacional. “A equipa técnica dos serviços de biblioteca da Universidade
de Aveiro utilizará normas internacionais de imagem para criar substitutos
digitais, que evitem o manuseamento físico da goma-laca, por se tratar de um
material quimicamente instável”, descreve uma nota de imprensa da Universidade. A execução do projeto está prevista para o mês de fevereiro
e inclui o acondicionamento dos originais em materiais de conservação, bem como
a criação de uma galeria digital pública, no repositório da Universidade. O projeto obteve financiamento através do Fundo para o
Desenvolvimento Internacional dos Arquivos e foca-se na recuperação de
património anterior a 1925, classificado pela UNESCO como Património Cultural
Imaterial. O trabalho conta com a consultoria científica de Susana
Sardo e os novos dados “servirão para a produção de conhecimento nas áreas da
etnomusicologia e da sociologia histórica do início do século XX”.
30 jan 2026
Governo vai continuar com capitais da cultura e abrir candidaturas para 2028 e 2029
A ministra da Cultura, Juventude e Desporto anunciou esta quinta-feira, na abertura da PDL26, que o Governo vai dar continuidade ao projeto das capitais portuguesas da cultura e abrir candidaturas para 2028 e 2029.
“Vamos dar continuidade e este ano vamos abrir candidaturas para que possamos ter em 2028 e 2029 as capitais portuguesas da cultura. Nós acreditámos que este projeto tem capacidade de durante o ano dinamizar os territórios e levar a cultura a todos os públicos”, revelou a ministra Margarida Balseiro Lopes, em Ponta Delgada. A ministra, que falava à comunicação social antes da abertura oficial da PDL26, garantiu que o Governo “acredita muito no projeto das capitais portuguesas da cultura”, lembrando os exemplos de “sucesso” de Aveiro e Braga, que foram capitais da cultura em 2024 e 2025, respetivamente. Depois de Aveiro, em 2024, e Braga, em 2025, Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, será Capital Portuguesa da Cultura, um ano antes de Évora ser Capital Europeia da Cultura. A titular da pasta da Cultura lembrou que o Governo majorou o financiamento da PDL26 por reconhecer os custos acrescidos da insularidade. “Sabemos que Ponta Delgada tem desafios pela circunstância de ser uma região ultraperiférica. Foi essa a razão que levou a que o Governo fizesse uma majoração de 30% precisamente para apoiar nesses custos da insularidade”, afirmou. Margarida Balseiro Lopes destacou o impacto das capitais portuguesas da cultura na mobilização dos agentes e na promoção da acessibilidade da cultura, em particular junto de públicos mais jovens. “Um dos maiores de investimentos que podemos fazer é despertar o amor pela cultura o mais precocemente possível junto de crianças e jovens”, vincou. A ministra adiantou, também, que a terceira iniciativa do Fórum Cultura, que já passou por Lisboa e Porto, vai acontecer em Ponta Delgada a 27 e 28 de abril. Já o presidente do Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), José Manuel Bolieiro, expressou orgulho por Ponta Delgada ser Capital Portuguesa da Cultura e disse ter “plena confiança” na riqueza cultural da região. Bolieiro assegurou, também, que o financiamento regional à PDL26 vai acontecer durante este ano, mostrando-se “tranquilo quanto ao sucesso” da candidatura aos fundos comunitários. “Há um compromisso do Governo Regional em garantir o acesso dessa candidatura ao sucesso e ao pagamento do valor estimado”, afirmou. Na terça-feira, na apresentação da programação, a comissária da PDL26 adiantou que a organização está a trabalhar com um orçamento de 4,3 milhões de euros, proveniente do município (três milhões) e do Governo da República (1,3 milhões), estando a aguardar um milhão de euros do Governo Regional com origem em fundos comunitários. A criação da figura da Capital Portuguesa da Cultura foi anunciada pelo ex-ministro da Cultura Pedro Adão e Silva, em Lisboa, em dezembro de 2022, onde deu a conhecer a cidade vencedora da candidatura a Capital Europeia da Cultura.