Aveirense Dinis Mota é o primeiro a subir a palco na meia-final do Festival da Canção deste sábado
Segundo nota de imprensa enviada às redações, Dinis Mota, artista aveirense, é quem dá início à primeira meia-final do Festival da Canção 2026, que decorre este sábado, dia 21, pelas 21h00. O artista compete com a música “Jurei” depois de ter sido o vencedor do voto popular.
Redação
O jovem natural de Aveiro, - que, recorde-se, é o primeiro a representar a cidade dos canais no Festival da Canção desde a atuação de mema., em 2021 - começa a sua participação no concurso já este sábado, dia 21, com a subida a palco na primeira meia-final da competição. O artista, que apresenta o tema “Jurei”, ocupa a posição nº 1 e é, por isso, o primeiro a atuar. De acordo com a nota de imprensa, a música “tem ocupado os lugares cimeiros nos rankings dos sites da especialidade”.
Dinis Mota chega ao Festival da Canção depois de ter sido escolhido como representante da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) para concorrer na “Prova de Acesso” – fase em que competiam alunos de cinco escolas de música do país -, tendo sido votado pelo público para estar na fase final do Festival da Canção. Em entrevista concedida à Ria após ter sido selecionado, o autor e intérprete de apenas 23 anos explicava que a presença na competição “foi sempre algo que quis ter no seu horizonte, mas que teria de trabalhar para isso e não que seria uma coisa do acaso”.
Entretanto, o aveirense já comunicou que não irá participar na Eurovisão se vencer o Festival e se Israel se mantiver enquanto participante do concurso europeu. Em comunicado enviado às redações no passado mês de dezembro, Dinis Mota garantiu que, “enquanto cidadão, músico, ser humano […], nunca poderia estar do lado do agressor” e associou-se aos outros 11 concorrentes que também já anunciaram o boicote à Eurovisão.
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São Jacinto: Luís Souto reitera que a melhoria da fiabilidade do ferry é prioritária
Quando tomou a palavra, o presidente da CMA enalteceu que, pela localização e especificidade de São Jacinto, a freguesia seráabrangida por uma “estratégia municipal de coesão territorial”. O caminho, esclarece, passa por uma “política de discriminação positiva para os territórios com maiores constrangimentos geográficos”. Entre as medidas defendidas para o território de São Jacinto, Luís Souto voltou, conforme já tinha feito em campanha eleitoral, a identificar algumas das suas prioridades. O autarca quer aintegração da Junta de Freguesia na Comissão de Cogestão da Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, pretende negociarcom o Governo para a transferência da frente-ria para gestão municipale entende que é necessária amelhoria da fiabilidade do ferry e a reestruturação da articulação de transportes. Para o presidente da Câmara Municipal, é ainda importante desenvolverdo projeto para o Centro Desportivo, apoiar o desernvolvimento do aeródromo de São Jacinto e reforçariniciativas de dinamização económica e investimento no território.
NBicla recebe Encontro Nacional de Oficinas Comunitárias para “fortalecer rede de cicloficinas”
Em comunicado, os responsáveis do NBicla dão nota de que o objetivo do encontro passa por “promover a mobilidade sustentável, debater soluções para infraestruturas cicláveis e fortalecer a rede de cicloficinas em Portugal”. A começar na sexta-feira, 27 de fevereiro, com a receção dos participantes, o encontro estende-se por todo o fim-de-semana. Estão previstos “workshops práticos sobre manutenção de bicicletas, estacionamentos seguros e upcycling de peças”, “debates com especialistas em mobilidade urbana e sustentabilidade” e “passeios coletivos para explorar Aveiro e discutir soluções de infraestrutura ciclável”. O encontro serve ainda para “networking entre cicloficinas e associações de todo o país”. A inscrição no evento tem o custo de dez euros e pode ser feita através do formulário disponível no site do ENOC 2026.
Estação Salva-Vidas auxilia tripulante de veleiro à deriva em São Jacinto
Em comunicado, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) esclareceu que o veleiro, com bandeira francesa, ficou sem propulsão, a cerca de 1,5 milhas náuticas (aproximadamente 2,8 quilómetros) da praia de São Jacinto. O alerta foi recebido pelas 18:45, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), tendo sido de imediato ativados tripulantes da Estação Salva-vidas de Aveiro e elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Aveiro. "À chegada junto da embarcação, os tripulantes da Estação Salva-vidas constataram que o homem se encontrava bem fisicamente, sem necessidade de assistência médica, e que uma embarcação de pesca costeira que se encontrava nas proximidades tinha prontamente encaminhado o veleiro para oeste", refere a mesma nota. A AMN refere ainda que o veleiro foi rebocado para o porto de Pesca Costeira, na Gafanha da Nazaré, por constituir perigo para a navegação e para as pessoas, adiantando que a embarcação só poderá voltar a navegar após ser alvo de uma vistoria, a fim de garantir as condições de navegação.
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Aprovado projeto de 10,5 milhões de euros para ampliação da Câmara Municipal de Arouca
A sede administrativa desse município do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto é um edifício datado de 1993 e já desde meados da década de 2010 que a autarquia vem idealizando um projeto que permita, por um lado, melhorar as condições de trabalho dos seus atuais 104 funcionários e garantir espaço a recursos humanos futuros, e, por outro, dar também mais qualidade ao atendimento ao munícipe. Ainda não há data para concretização efetiva da obra, mas Margarida Belém, presidente da Câmara de Arouca, realça que a ampliação é “há muito necessária” e adianta à Lusa que o projeto arquitetónico desenvolvido pela empresa Linhas Ímpares também permitirá concentrar no mesmo local os serviços autárquicos hoje dispersos pela vila e ainda “reforçar a acessibilidade para cidadãos com mobilidade condicionada”. “Teremos assim uns Paços do Concelho modernos e funcionais, valorizando o edifício original, que ficará mais dedicado ao Executivo Municipal. Com a reorganização do espaço envolvente e a criação de uma nova praça, a Câmara ganhará uma nova dignidade”, declara a autarca. Aprovado por unanimidade da maioria socialista e da vereação social-democrata, o projeto que custou 44.280 euros prevê a construção de um edifício novo atrás dos atuais Paços do Concelho, no terreno que há anos funciona como espaço de estacionamento dos funcionários da casa – que passarão a ter parque subterrâneo com capacidade para 60 viaturas. Devendo absorver 9,5 milhões de euros do valor total estimado para o projeto, o novo imóvel estará dimensionado para 150 trabalhadores – mais 55 do que atualmente – e vai acolher “todos os serviços municipais com atendimento ao público” – parte dos quais estão hoje dispersos por outros edifícios. No novo bloco ficará também o Arquivo Municipal, que aí passará a dispor de melhores condições para “atendimento a investigadores e público em geral”, e um futuro “Espaço Cidadão”, que no mesmo balcão reunirá serviços de diferentes entidades públicas. O edifício já existente, por sua vez, vai manter os gabinetes do executivo municipal e o Salão Nobre, mas, no que se refere aos restantes espaços, atualmente afetos a serviços municipais, deverá ser sujeito a “uma reorganização espacial e funcional”. Margarida Belém destaca ainda duas outras componentes do projeto arquitetónico: uma é que, na ligação entre os dois edifícios, está contemplada a criação de uma nova praça pedonal com capacidade para realização de alguns eventos; e a outra é que, em toda a empreitada, será dedicada “particular atenção às questões da eficiência energética e modernização” – o que a autarca considera particularmente necessário no edifício antigo, onde a problemática da falta de acessibilidade será solucionada “com elevadores que possibilitam o acesso de pessoas com mobilidade condicionada” aos diversos serviços da Câmara. “O Município encontra-se a aguardar a aprovação da candidatura apresentada ao programa Portugal 2030, que se refere ao aumento da eficiência energética no atual edifício dos Paços do Concelho e representa, só nesse domínio, um investimento na ordem dos 312.000 euros”, afirma a autarca, que espera obter a comparticipação máxima de 85%. Para o restante investimento, a autarquia está a procurar outras formas de financiamento, aguardando, nesse contexto, “reunião com o Secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado”. Entretanto, a presidente ainda não tem data prevista para o concurso púbico destinado a adjudicar o projeto da Linhas Ímpares, mas adianta que o objetivo do atual executivo é que a obra efetiva possa arrancar ainda “no atual mandato autárquico”. Uma vez no terreno, os trabalhos terão depois um prazo de execução de 24 meses.
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São Jacinto: Luís Souto reitera que a melhoria da fiabilidade do ferry é prioritária
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Câmara de Águeda aprova pacote de um milhão de euros para obras nas freguesias
O investimento total, superior a um milhão de euros e a realizar durante um ano, será canalizado mediante protocolos de colaboração e contratos interadministrativos com as juntas e uniões de freguesia, segundo uma nota de imprensa municipal. As verbas destinam-se a intervenções em edifícios públicos e espaços exteriores bem como à aquisição de terrenos e equipamentos em 11 das 15 freguesias e uniões de freguesia do Município. O presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida afirma que o apoio financeiro hoje aprovado vai permitir “dar uma resposta célere às necessidades das populações e reforçar a capacidade de intervenção das freguesias”. O pacote de investimentos contempla a requalificação de sedes de junta e auditórios, além de melhorias em parques infantis, infraestruturas desportivas, e cemitérios. As freguesias de Agadão e Aguada de Cima e Águeda e Belazaima do Chão e Borralha integram o primeiro volume de apoios juntamente com Fermentelos e Macinhata do Vouga. O apoio abrange ainda as freguesias de Valongo do Vouga e as uniões de freguesia de Préstimo e Macieira de Alcôba e Recardães e Espinhel e Travassô e Óis da Ribeira. A autarquia admite vir ainda a reforçar as verbas “à medida que as restantes freguesias apresentem as respetivas propostas de investimento para comparticipação financeira”. O avanço das aquisições e empreitadas está dependente ainda da aprovação dos protocolos pela Assembleia Municipal e nos órgãos das freguesias.