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Candidatos à Junta de Freguesia de Aradas: estes são os nomes mais falados

Com as eleições autárquicas a aproximarem-se, começam a ganhar forma os primeiros cenários sobre a corrida à Junta de Freguesia de Aradas, no concelho de Aveiro. A coligação 'Aliança Mais Aveiro' (PSD/CDS/PPM,) o movimento independente 'Sentir Aradas' e o Partido Socialista (PS) preparam, nos bastidores, as decisões que poderão definir o futuro político da freguesia.

Candidatos à Junta de Freguesia de Aradas: estes são os nomes mais falados
Redação

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22 mai 2025, 18:07

Nas últimas eleições, realizadas em 2021, a coligação 'Aliança com Aveiro' (PSD/CDS/PPM) venceu esta freguesia com 46,28% dos votos, elegendo sete mandatos. Seguiu-se o movimento independente 'Sentir Aradas', com 19,13% e três mandatos, e a coligação 'Viva Aveiro' (PS/PAN), com 17,87% e igualmente três mandatos. O Bloco de Esquerda (BE), o Chega e a CDU ficaram fora da representação na Assembleia de Freguesia.

A atual presidente da Junta, Catarina Barreto, deverá recandidatar-se pela coligação 'Aliança Mais Aveiro'. Em caso de vitória, este será o seu último mandato, uma vez que atinge o limite legal de mandatos consecutivos (é líder do Executivo desde 2017). Figura de destaque no seio social-democrata aveirense, Catarina Barreto é presidente da Mesa da Assembleia de Secção do PSD-Aveiro e foi a primeira militante do partido a declarar apoio público a Luís Souto de Miranda após o anúncio da sua candidatura à Câmara Municipal de Aveiro pela direção nacional do PSD.

Segundo apurou a Ria, o nome de Catarina Barreto chegou a ser considerado para integrar a lista de Luís Souto à Câmara Municipal. Contudo, o cabeça-de-lista da coligação preferiu que a autarca se mantivesse focada na freguesia de Aradas, que considera estratégica para o projeto político em construção.

Por outro lado, o movimento independente 'Sentir Aradas', segunda força mais votada em 2021, ainda não confirmou se voltará a apresentar uma candidatura. A decisão deverá ser tomada até ao final do mês de maio, numa reunião entre os elementos que integraram a lista anterior. Se a decisão for avançar novamente, não é garantido que Gilberto Ferreira volte a ser o líder da candidatura. Caso optem por não avançar, há a possibilidade de alguns elementos virem a integrar outras candidaturas autárquicas nas próximas eleições. Uma opção que agrada ao Partido Socialista (PS) que acredita que assim estaria mais próximo de vencer a eleição para a Assembleia de Freguesia de Aradas.

Já no campo socialista, há dois nomes que ganham destaque como possíveis cabeças de lista. Loraine Nazaré, que integrou a candidatura do PS em 2021 e é presidente da Assembleia Geral da Associação Escola de Música da Quinta do Picado. A par disso, é também filha de Helena Nazaré, ex-reitora da Universidade de Aveiro (UA) e membro da Comissão de Honra da candidatura de Alberto Souto à autarquia. Sónia Aires, também com participação na lista socialista anterior, é assistente social na Câmara Municipal de Aveiro e um dos nomes mais falados.

O PS tem reunião interna agendada para a próxima semana, onde deverá aprovar os nomes propostos por Alberto Souto. A oficialização das candidaturas socialistas às juntas de freguesia está marcada para o dia 1 de junho.

A agenda interna dos partidos promete acelerar as definições em Aradas. Catarina Barreto convocou o plenário de militantes do PSD-Aveiro para o dia 2 de junho, sendo um dos pontos centrais da ordem de trabalhos a auscultação dos militantes quanto às candidaturas autárquicas.

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Foi na Universidade de Aveiro que João Sarnadas, um dos elementos do grupo José Pinhal Post-Mortem Experience, esteve à conversa com a Rádio Universitária de Aveiro (Ria), na manhã desta quinta-feira, 12 de fevereiro. Para a ocasião, o músico confidenciou até que se vestiu a rigor com uma camisa ‘cor de vinho’, a mesma com que se costuma apresentar em palco. Natural de Aveiro e a dois dias de pisar o Teatro Aveirense, João Sarnadas começou por admitir que atuar na própria terra é “ótimo”, até porque não teve “assim tantas oportunidades para o fazer” depois de ter estado algum tempo fora, no Porto, a estudar. “Ainda estou a recuperar esse sentimento de pertença”, confessou. Curiosamente, foi também no Porto que o grupo teve origem, através da editora criada por alguns dos elementos da banda, a "Favela Discos". “Tínhamos uma residência em que realizávamos muitos projetos de bandas que partiam de uma ideia e aconteciam uma vez. (…) O José Pinhal surgiu neste contexto. Era o aniversário de um amigo nosso, também cá de Aveiro, que é o João Paulo Granada, (…) e o meu porque nós fazemos aniversário mais ou menos na mesma altura, dois dias seguidos. (…) Na altura, andávamos vidrados com a música do José Pinhal. (…) Era uma personagem bastante misteriosa e com uma maneira de cantar muito caraterística… (…) Também tínhamos algum interesse em explorar a música romântica, do baile (…) e surgiu essa ideia… Na verdade, era para ser uma coisa só de noite”, admitiu entre risos. A verdade é que não foi só uma atuação de uma noite e nas contas de cabeça do João Sarnadas, o grupo vai já a caminho dos “100 concertos”. No caso de Aveiro, embora sem certezas, recordou que esta será a segunda vez que a banda atua cá, depois do concerto, em 2017, no Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro (GrETUA). “Este concerto vai ser muito diferente em termos de sala, de público, do repertório que tocamos e da maneira como tocamos… Nessa altura, ainda não tínhamos o nosso baterista que temos agora, ou seja, é a primeira vez que nos vamos apresentar assim com uma banda formada”, exprimiu. Sobre a atuação marcada para o Dia dos Namorados, João Sarnadas revelou que houve uma preocupação especial na escolha do alinhamento. “ ‘Nós fomos tipo temos de escolher as músicas românticas’, depois começámos a ver e quase todas as músicas têm a ver com o amor. O José Pinhal também era uma pessoa, segundo o que nos contam, muito carinhoso [e romântico], e que tinha uma relação próxima com a mulher dele, que o acompanhava em todos os concertos que conseguia ir”, contou. “[A mulher] era assim uma fã número um, digamos”, comparou. Questionado sobre a música que não poderá faltar a 14 de fevereiro, João Sarnadas apontou a ‘El Amor El Amor’, ainda que, curiosamente, seja uma das menos tocadas pela banda. “Acho que é a balada mais romântica do José Pinhal que se calhar nós nem temos assim tantas oportunidades para tocar porque é uma balada e tudo mais. Não é assim uma música que dê para tirar da cartola num festival”, admitiu. A caminho dos dez anos do José Pinhal Post-Mortem Experience, o “projeto que levou JoséPinhale a música de baile ao país inteiro e que pôs todas as gerações a dançar”, conforme refere uma nota de imprensa enviada às redações, tem a sua despedida prevista dos palcos para este ano. “Para além de ser uma data redonda para nós também sentimos que se aproxima um ciclo a concluir-se com esta banda. Depois também há todas as outras questões em que temos outros projetos e outras coisas e também temos o lado pragmático da coisa… Se nós nos queremos profissionalizar com este projeto é uma coisa que exige muito de toda a gente e se calhar nem toda a gente tem o mesmo nível de disponibilidade para o projeto”, expôs o músico. “Nós preferimos sair numa altura em que nós consideramos sair em grande”, exprimiu com um sorriso. Segundo João Sarnadas, as derradeiras noites estão ainda marcadas para os Coliseus: no Porto, a 9 de outubro, e em Lisboa, a 7 de novembro. “São concertos especiais até pela carreira do José Pinhal… Ele já teve a oportunidade de tocar no Coliseu do Porto, mas nunca teve a oportunidade de tocar no Coliseu dos Recreios. É uma coisa até que ele menciona numa entrevista que era uma vontade de tocar, em Lisboa, e pareceu-nos ser uma altura correta”, afirmou. À exceção dos outros anos, João disse ainda que, este ano, não haverá apenas uma digressão de verão, mas sim concertos espalhados ao longo de todo o ano. “Se tudo correr bem, vamos tocar no Carnaval de Estarreja, em Vila Nova de Paia, em março, e vamos ter concertos ao longo de todo o ano e não só no verão”, revelou. Quanto a um eventual regresso no futuro, João Sarnadas deixa a porta entreaberta: “Quem sabe, quem sabe… É daquelas coisas que se calhar depois as pessoas ficam com saudades, e tudo mais, e há uma vontade de regressar, mas eu diria que, pronto, assim, pelo menos uma pausa larga vai ser…”. Entretanto, ainda que a incerteza paire no ar quanto ao futuro do projeto, uma coisa é já certa: o grupo ainda tem bilhetes disponíveis para o concerto no Teatro Aveirense que acontece já este sábado. Os bilhetes podem ser adquiridos aquie têm o custo de 12.50 euros.

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A Câmara Municipal de Aveiro está a coordenar o projeto europeu “Future STEAM Cities”, que se encontra em execução e decorre até agosto de 2026, financiado no âmbito do programa URBACT IV. É neste enquadramento que surgem estas duas atividades piloto. A primeira atividade será um workshop de stop motion para famílias, a realizar na Casa da Cidadania, nos dias 28 de fevereiro e 7 de março, entre as 14h30 e as 17h00. Cada família será desafiada a criar um pequeno vídeo através da técnica de stop motion, representando um passeio em família pela cidade de Aveiro, passando por monumentos, espaços públicos ou locais icónicos, integrando elementos tradicionais como personagens locais, festas, gastronomia ou símbolos identitários. A atividade destina-se a famílias com crianças a partir dos 7 anos, estando as inscrições limitadas a seis famílias. A segunda atividade consiste numa formação de iniciação à programação destinada a pessoas com mais de 40 anos, promovendo a aquisição de competências digitais fundamentais num contexto acessível e prático, contribuindo para uma maior inclusão digital.

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O José Pinhal também era uma pessoa, segundo o que nos contam, muito carinhoso [e romântico], e que tinha uma relação próxima com a mulher dele, que o acompanhava em todos os concertos que conseguia ir”, contou. “[A mulher] era assim uma fã número um, digamos”, comparou. Questionado sobre a música que não poderá faltar a 14 de fevereiro, João Sarnadas apontou a ‘El Amor El Amor’, ainda que, curiosamente, seja uma das menos tocadas pela banda. “Acho que é a balada mais romântica do José Pinhal que se calhar nós nem temos assim tantas oportunidades para tocar porque é uma balada e tudo mais. Não é assim uma música que dê para tirar da cartola num festival”, admitiu. 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Mau tempo: Distrito de Aveiro com 58 estradas interditas ou condicionadas
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Mau tempo: Distrito de Aveiro com 58 estradas interditas ou condicionadas

De acordo com a última atualização feita hoje, às 08:00, pela GNR sobre o estado das vias rodoviárias no distrito de Aveiro, há 58 estradas, entre nacionais, regionais e municipais, interditas ou condicionadas devido a inundação, desmoronamento e abatimento do piso. Em Águeda, a GNR dá hoje conta da interdição devido a inundação da Rua da Pateira (Fermentelos), da Estrada do Campo (na zona de Espinhel e Recardães), da Rua Arquiteto Filomeno Rocha Carneiro (Borralha), da Rua Professor Dinis Pires (Travassô), da Estrada Municipal (EM) 230 (Eirol), da Praceta da Carapeteira (Assequins), da Rua do Passal (Espinhel), da Rua 5 de Outubro (Águeda), da Rua da Carapeteira (Águeda), da Rua do Campo (Segadães), da Rua Ponte da Barca (Serém), da Rua Manuel Marques (Macinhata do Vouga), da Rua Parque Fluvial (Macinhata do Vouga), e da EM577 (Fontinha). Ainda neste concelho estão interditas a Rua do Covão (Aguiar da Beira) e a Rua do Vale do Grou (Aguada de Cima), devido a desmoronamento, mantendo-se condicionado o IC2, ao quilometro 239, em Lamas do Vouga. A circulação automóvel também está interrompidana EN16 (Pessegueiro do Vouga), devido a desmoronamento. Em Albergaria-a-Velha, segundo a GNR, estão cortadas a EN230-2 (Angeja), a EN 2-1 (São João de Loure), a Rua do Jogo (Vale Maior) e a Estrada da Cambeia (Angeja), a devido a inundação. Está ainda condicionada a M533 em Ribeira de Fráguas, devido ao abatimento do piso. Em Oliveira de Azeméis, indica que estão interditas a Rua de São Paio (Pinheiro da Bemposta) e a Rua do Cercal (Santiago Ruba-Ul), devido a inundação. Em Ovar, a GNR dá conta da interdição da Avenida da Praia (Maceda), devido a desmoronamento, e da Rua de Baixo (Maceda), da Rua Estrada Nova (Maceda), da Rua Rio (Cortegaça), da Rua do Bussaquinho (Esmoriz) e da Rua Francisco Farinhas (Válega), devido a inundação. Em Estarreja, há várias ruas inundadas em Canelas (Rua da Estação, Rua General Artur Beirão e Estrada paralela à linha férrea - BIORIA), estando ainda interditas a Rua do Vale (Fermelã), a Rua do Feiro (Salreu), a Rua Manuel Marques Figueira (Antuã), Rua do Mato, (Salreu), a Rua de Santo Bárbara (Beduído) e a Rua dos Moinhos (Avanca). Na Murtosa, mantêm-se cortadas ao trânsito a Rua Caminho das Remolhas (Bunheiro), a Travessa Arrais Francisco Faustino (Torreira) e a Rua Patronato São José (Bunheiro). Em Aveiro, estão cortadas devido a inundação a EN230 (Eixo), a Rua Direita e a Rua da Pateira, em Requeixo, a Rua da Valsa (Eixo), a Rua Marquês de Pombal (Cacia), a Estrada da CEE (Cacia), a Rua do Padrão (Cacia) e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém). Mais a sul, em Anadia, estão interditas a EN235 (Vila Nova de Monsarros), a Rua São Simão (São Lourenço do Bairro), a Rua Ponte do Casal (Avelãs de Caminho), a Avenida das Laranjeiras (Alféolas) e a Avenida dos Áceres (Curia), devido a inundação e, em Oliveira do Bairro, não é possível circular na Rua do Ortigal. Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas. O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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Aveiro sob aviso amarelo de chuva com a passagem da depressão Oriana
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De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), entre o final da tarde de quinta-feira e a manhã de sexta-feira, Portugal continental será atravessado por "um sistema frontal associado a uma região depressionária centrada a norte da Península Ibérica", que "no seu deslocamento para Espanha (…) que dará origem à depressão Oriana". "Esta depressão não irá afetar Portugal continental diretamente uma vez que o seu desenvolvimento já se fará em território espanhol", sublinhou. No entanto, este sistema frontal resultará em Portugal continental em períodos de chuva, por vezes forte, e vento com rajadas até 80 quilómetros por hora, pode ler-se no comunicado. Devido a esta previsão, o IPMA colocou, durante este período, Viseu, Évora, Porto, Guarda, Vila Real, Setúbal, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga sob aviso amarelo de chuva. Estes distritos, juntamente com Bragança, Faro e Beja, vão estar também sob aviso amarelo de vento.