Diogo Soares Machado acusa PS de “ressentimento político” após críticas socialistas no Dia da Cidade
Depois de o PS ter criticado o discurso de Luís Souto, presidente da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), durante a Sessão Solene do Dia da Cidade, a reação de Diogo Soares Machado surgiu hoje, dia 21, em reunião privada do executivo camarário. O vereador eleito pelo Chega aponta que o PS “tentou transformar um momento de elevação institucional e cívica num exercício mesquinho de intoxicação política”.
Redação
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Na reunião de hoje, o vereador do Chega fez uso da sua intervenção no Ponto Antes da Ordem do Dia para atirar sobre o Partido Socialista, devido à crítica dos socialistas ao discurso de Luís Souto na Sessão Solene do Dia da Cidade.
Recorde-se que, depois da sessão, os socialistas acusaram o presidente de “usar o momento solene de celebração do sentido de comunidade e de atribuição de distinções honoríficas para, mais uma vez, lançar discursos polarizadores assentes na sua perceção da realidade”. Na altura, a concelhia do PS-Aveiro apontou que o momento já não podia servir para “evocar o facto de não ter maioria no executivo”, uma vez que já tinha “comprado” o Chega para o governo municipal.
Ainda antes da sessão, os eleitos socialistas tinham colocado em causa a escolha dos homenageados na sessão do Dia de Santa Joana por não ter sido decidida por unanimidade.
Agora, Diogo Soares Machado aponta que os socialistas “falharam” ao “tentar transformar um momento de elevação institucional e cívica num exercício mesquinho de intoxicação política” e ao “tentar diminuir Homenageados, atacar decisões legítimas e contaminar a Cerimónia da Cidade com azedume partidário” – algo pelo que, diz o vereador, os eleitos do PS “regurgitaram”.
“Tentaram lançar a suspeita rasteira de que existe um partido e um vereador «comprados» pelo «poder». Também não conseguiram. Engoliram em seco o que antes regurgitaram!”, completa ainda Diogo Soares Machado.
Sobre essa consideração, o vereador do Chega volta a crítica contra o próprio PS e diz que “só alguém habituado desde sempre à lógica das dependências, das obediências internas e dos alinhamentos de aparelho consegue imaginar que um vereador democraticamente eleito age, comporta-se, atua, vota de determinada forma porque foi comprado, condicionado ou domesticado”.
Por outro lado, durante a sua intervenção, apontou ainda que o PS “não aceita” que “Aveiro mudou politicamente, sociologicamente e eleitoralmente”, pelo que “o tempo em que o Partido Socialista se comportava como dono moral e institucional do Município acabou”.
Nesse sentido, traça uma diferença entre “oposição democrática”, que “fiscaliza, propõe, debate”, e o “ressentimento político”, que “corrói, insinua e tenta destruir tudo aquilo que já não controla”. “Infelizmente, esse foi o caminho escolhido pelo PS Aveiro”, remata.
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