RÁDIO UNIVERSITÁRIA DE AVEIRO

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Autárquicas: Carlos Coelho é candidato pelo CDS à Câmara de Albergaria-a-Velha

Carlos Coelho, atual presidente da Junta de Freguesia da Branca, é o cabeça de lista do CDS à Câmara de Albergaria-a-Velha, anunciou hoje o próprio.

Autárquicas: Carlos Coelho é candidato pelo CDS à Câmara de Albergaria-a-Velha
Redação

Redação

14 abr 2025, 16:22

A Câmara de Albergaria-a-Velha é atualmente presidida por António Loureiro, também do CDS, que não se pode recandidatar por ter atingido o limite de mandatos. “É com um profundo sentido de responsabilidade e compromisso que vos comunico a minha candidatura à Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha nas próximas eleições autárquicas de 2025, pelas listas do CDS-PP”, anunciou Carlos Coelho nas redes sociais.

José Carlos Estrela Coelho, um empresário de 51 anos, presidia até agora à Junta de Freguesia da Branca, tendo também já sido anunciadas as candidaturas à presidência da Câmara de Sara Quinta, pelo PSD, e de Firmino Mendes, do PS. O candidato pelo CDS apresenta-se “com a vontade firme de dar resposta aos problemas concretos das pessoas no seu dia-a-dia, de melhorar a qualidade de vida em todas as freguesias e de apoiar ativamente a comunidade nas suas iniciativas”.

“Acredito numa Albergaria ainda mais próxima e mais eficaz na sua resposta às necessidades da população”, escreve o candidato, defendendo “a continuidade do recente trajeto de crescimento, promovendo ainda melhores condições para que os jovens possam construir o seu futuro”.

Carlos Coelho afirma que a decisão de se candidatar é “movida pelo desejo de servir a população e o concelho”. “Trata-se de um enorme desafio, no qual conto com o apoio de todos, confiante na capacidade de trabalho e concretização que tenho demonstrado ao longo do meu percurso profissional, associativo e autárquico”, conclui.

Nas eleições autárquicas de 2021, o CDS foi o partido mais votado para a Câmara de Albergaria-a-Velha, com 59,70% dos votos, tendo obtido cinco mandatos, o PSD ficou em segundo com 24,23% e dois mandatos. PS, com 06,82%, Chega com 01,87%, PCP-PEV com 01,57% e BE com 01,34% não obtiveram qualquer mandato no executivo municipal.

As eleições autárquicas deverão ocorrer entre 22 de setembro e 14 de outubro deste ano.

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Ex-dirigente desportivo e três jogadores de futebol condenados por corrupção na Feira
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Ex-dirigente desportivo e três jogadores de futebol condenados por corrupção na Feira

O caso está relacionado com uma tentativa de aliciamento de jogadores da União Desportiva (UD) Mansores para que prejudicassem a sua equipa no jogo frente ao Lobão, de modo a que esta equipa saísse vitoriosa e garantisse o acesso à fase de subida ao Campeonato de Portugal. A sentença, datada de 19 de dezembro e consultada hoje pela Lusa, julgou procedente a acusação do Ministério Público, condenando os seis arguidos por um crime de corrupção ativa agravada. A ADC Lobão também estava acusada do mesmo crime, mas foi absolvida. A pena mais gravosa foi aplicada ao ex-dirigente da ADC Lobão, que foi condenado com uma pena de um ano e meio de prisão. O filho do então presidente do clube e três jogadores de futebol foram condenados a um ano e quatro meses de prisão e o empresário foi sancionado com uma pena de um ano e cinco meses de prisão, pelo mesmo crime. Todas as penas foram suspensas. Durante o julgamento, os arguidos confessaram integralmente e sem reservas os factos imputados, tendo o ex-dirigente e o filho do então presidente do clube esclarecido que agiram por sua própria iniciativa, sem serem movidos por ordens externas ou mandatos. Os factos ocorreram na época desportiva de 2022/2023, num jogo relativo à última jornada da primeira fase, Zona Norte, do campeonato SABSEG, da Associação de Futebol de Aveiro (AFA), realizado a 05 de fevereiro de 2023, em Arouca. O tribunal deu como provado que, na semana que antecedeu o jogo, os arguidos contactaram cinco jogadores do Mansores para que prejudicassem a sua equipa, tendo oferecido a três deles quantias entre 500 euros e 3.000 euros. Os outros dois jogadores contactados recusaram de imediato adotar tal conduta no jogo. A partida terminou com a vitória por 2-0 da equipa do Lobão, que garantiu o quarto lugar da classificação geral, a última vaga para a fase de apuramento de campeão e de subida ao Campeonato de Portugal. Poucos dias após a realização da partida, o Mansores apresentou uma participação na AFA, relacionada com uma alegada tentativa de corrupção, dando início a uma investigação que culminou com a detenção do então diretor desportivo do Lobão pela Polícia Judiciária. Na altura, o presidente do Lobão negou as acusações de corrupção e chegou mesmo a oferecer um prémio a quem denunciasse o autor da denúncia sobre a eventual tentativa de aliciamento de jogadores da equipa adversária.

Distrito de Aveiro sob aviso amarelo devido à queda de neve
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Distrito de Aveiro sob aviso amarelo devido à queda de neve

Os distritos de Bragança, Viseu, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso amarelo por causa da queda de neve entre as 09h00 e as 21h00 de hoje. Com o mesmo aviso e também devido à neve estão os distritos da Guarda e Castelo Branco, entre as 09h00 de hoje e as 03h00 de terça-feira. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu também aviso amarelo devido à agitação marítima para os distritos do Porto, Viana do Castelo, Aveiro, Braga, Coimbra, Lisboa, Leiria e Setúbal a partir das 21h00 de hoje e até terça-feira. Faro e Beja também vão estar sob aviso amarelo por causa da agitação marítima, mas entre as 03h00 e as 15h00 de terça-feira, prevendo-se ondas de noroeste com quatro a 4,5 metros. O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica. O IPMA prevê para hoje no continente, céu muito nublado, períodos de chuva, passando a aguaceiros, em especial no norte e centro, queda de neve, formação de gelo, descida da temperatura máxima e agitação marítima forte a norte do cabo Espichel. As temperaturas mínimas vão oscilar entre os -2 graus Celsius (na Guarda) e os 09 (em Faro) e as máximas entre os 05 (na Guarda) e os 17 (em Faro).

Criado em Sever do Vouga sistema de apoio à mobilidade para invisuais
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Criado em Sever do Vouga sistema de apoio à mobilidade para invisuais

O projeto combina óculos inteligentes e bengala eletrónica, desenvolvidos com recurso a uma placa Arduíno e sensores de ultrassons para detetar obstáculos. O sistema de baixo custo emite alertas sonoros e táteis sempre que identifica objetos a curta distância, através de tecnologia de apoio à mobilidade autónoma. A equipa realizou pesquisa sobre necessidades específicas do público-alvo e construiu o protótipo mediante a metodologia de aprendizagem, baseada em projetos para responder a problemas da comunidade. Os testes efetuados em ambiente simulado permitiram ajustar o código e os sensores para garantir maior precisão na deteção de obstáculos e fiabilidade dos alertas em tempo real. A iniciativa, integrada no concurso “escola alerta”, prevê a realização de novos testes em contexto real e a integração de funcionalidades adicionais no equipamento tecnológico de apoio. A validação do dispositivo incluiu uma apresentação em conselho pedagógico com a presença de entidades parceiras como a Navigator Company, PCI Advanced e a Associação Comercial de Aveiro. De acordo com uma nota de imprensa da Escola Profissional de Aveiro, o sistema foi também apresentado numa sessão na delegação da Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) que permitiu demonstrar o protótipo e recolher sugestões dos associados.

Incêndios: Cinco anos e meio de prisão para homem que ateou dois fogos em Castelo de Paiva
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Incêndios: Cinco anos e meio de prisão para homem que ateou dois fogos em Castelo de Paiva

O arguido, que se encontra em prisão preventiva, foi condenado a quatro anos de prisão por cada um dos dois crimes de incêndio florestal de que estava acusado, tendo-lhe sido aplicada uma pena única de cinco anos e meio de prisão, em cúmulo jurídico. Durante o julgamento, o arguido remeteu-se ao silêncio, mas o coletivo de juízes teve em conta as declarações prestadas pelo mesmo em primeiro interrogatório judicial, quando foi detido em 16 de julho de 2025. Na altura, perante a juíza de instrução criminal, o arguido começou por dizer que, após o jantar, esteve num café, com uns amigos, a beber umas cervejas, afirmando não se lembrar de nada, desde que saiu do café até chegar a casa. Após insistência da magistrada, acabou por admitir que praticou os factos descritos na acusação, agindo sob o efeito do álcool. “Já não bebia há dois anos e meio e nesse sábado exagerei (…). Estava muito calor e caí na tentação de beber cerveja”, declarou o arguido, afirmando não ter uma explicação para o sucedido. O arguido já foi condenado a quatro anos de prisão, suspensa por igual período, por um crime idêntico. Os incêndios ocorreram na madrugada de 13 de julho de 2025, na localidade de Raiva, Castelo de Paiva e terão sido provocados com recurso a um isqueiro. Os dois fogos consumiram uma área de cerca de 800 metros quadrados de mancha florestal e colocaram em perigo uma mancha florestal significativa, bem como várias habitações e indústrias instaladas na área das ocorrências. Em ambos os locais, a vegetação circundante à ateada pelo arguido encontrava-se seca e, naquele dia, registava-se um nível elevado de risco de incêndio.

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UA começa amanhã a debater o futuro da mobilidade no Campus de Santiago
Universidade

UA começa amanhã a debater o futuro da mobilidade no Campus de Santiago

A iniciativa pretende repensar a forma como estudantes, docentes e investigadores se deslocam e estacionam no campus, focando-se nos desafios da descarbonização e na requalificação dos espaços comuns. O objetivo passa por obter uma visão integrada que valorize os espaços verdes e a relação de proximidade com a ria de Aveiro, reforçando as zonas de encontro e convivência entre os membros da Universidade de Aveiro. Até ao momento, foi já desenvolvido um estudo urbanístico preliminar que assenta em dois pilares: a aplicação de Soluções Baseadas na Natureza (NBS) e os resultados de um inquérito à mobilidade realizado à comunidade académica entre fevereiro e março de 2025. Este estudo servirá de base para a “Sessão de Diagnóstico” de dia 10, onde serão identificados os principais constrangimentos e oportunidades para a criação de um campus mais acessível. O processo participativo será dividido em várias etapas ao longo dos próximos meses. Após o debate inicial, está agendado para o dia 25 de março um “Percurso Exploratório pelo campus de Santiago”, destinado a observar e mapear situações problemáticas no espaço público. Mais tarde, seguir-se-á uma sessão de apresentação de propostas colaborativas articulando o estacionamento com a sustentabilidade ambiental. A fase mais prática do projeto decorrerá entre 13 e 17 de abril, com a implementação temporária de soluções-piloto no campus. Estas ações experimentais permitirão testar ideias no terreno e recolher o feedback direto dos utilizadores antes da formulação de propostas definitivas.

Bloco apela à Universidade de Aveiro para abandonar VPN de empresa israelita
Universidade

Bloco apela à Universidade de Aveiro para abandonar VPN de empresa israelita

Num comunicado enviado aos jornalistas, o Bloco refere que a UA entregou a sua VPN a uma empresa israelita que "tem ligações às forças armadas, aos serviços secretos e aos produtores de armas de Israel”, apelando à instituição de ensino para abandonar os serviços desta empresa. “A UA tem história no desenvolvimento da internet em Portugal e tem obrigações éticas para com os direitos humanos que a devem levar ao abandono desta empresa”, defende o Bloco, lamentando que a instituição tenha recorrido a uma empresa que dizem ter ligações ao fabrico de armas, usadas contra o Direito Internacional e contra os direitos humanos. Os bloquistas alertam que esta VPN coloca em risco a segurança de toda a comunidade académica, sustentando que toda a atividade da rede da UA, incluindo dados de navegação e 'emails', está visível para o fornecedor da rede privada virtual, como refere o próprio aviso de ligação a esta ferramenta. “Ou seja, potencialmente, todo o tráfego de internet escoado através da VPN da UA passa por Israel, controlado por uma empresa com elos estreitos com o governo israelita, podendo os conteúdos serem analisados e armazenados, violando a privacidade e a segurança da instituição, dos seus funcionários e dos seus alunos”, refere o Bloco. Uma VPN (Virtual Private Network ou Rede Privada Virtual) é uma tecnologia que cria uma ligação entre o dispositivo do funcionário/aluno (computador ou telemóvel) e a rede interna da Universidade, através da internet, usada por exemplo para teletrabalho. Contactada pela Lusa, a UA escusou-se a reagir. Ainda na mesma nota, o Bloco recorda que a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) entregou os transportes públicos a uma outra empresa israelita, que dizem ter ligação ao exército daquele país. Em outubro de 2024, os Bloquistas exigiram a revogação da concessão dos transportes públicos à empresa em causa, justificando que esta tinha alegadamente uma participação ativa no esforço de guerra em curso em Gaza. Na altura, o presidente da CIRA, Joaquim Batista, considerou o comunicado do Bloco “ridículo e irresponsável”, porque o ordenamento jurídico português não contempla as razões evocadas para a rescisão.

Biblioteca da UA recebe exposição sobre especiarias que mudaram o mundo
Universidade

Biblioteca da UA recebe exposição sobre especiarias que mudaram o mundo

A exposição, com curadoria de Luís Manuel Mendonça Carvalho, docente do Instituto Politécnico de Beja e diretor do Museu Botânico da instituição, apresenta plantas e produtos que marcaram rotas comerciais e estimularam o contacto entre diferentes culturas. Entre as especiarias em destaque encontram-se a pimenta, o cardamomo, o gengibre, o cravinho ou a noz-moscada. As legendas “permitem compreender a diversidade botânica destas espécies, bem como as partes das plantas utilizadas como especiarias”, desde frutos e sementes a rizomas ou estigmas florais. Segundo a organização, a iniciativa constitui uma oportunidade para explorar o património etnobotânico e o impacto profundo destas espécies na história económica e científica, “evidenciando a sua origem botânica e os seus usos ao longo do tempo”. O projeto conta com a colaboração de estudantes e docentes Departamento de Ciências Médicas da Universidade de Aveiro (DCM-UA), contando com a participação dos docentes Maria de Lourdes Pereira e Marco Alves, e das investigadoras do CICECO Elsa Dias, Diana Mendonça e Sónia Oliveira. A mostra conta ainda com a parceria dos Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologia (SBIDM) e do American Corner, que se associa ao evento para promover o intercâmbio cultural e científico. A exposição ficará patente no Edifício da Biblioteca até ao dia 10 de abril de 2026, com entrada livre para toda a comunidade.

Ex-dirigente desportivo e três jogadores de futebol condenados por corrupção na Feira
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