RÁDIO UNIVERSITÁRIA DE AVEIRO

Região

Constrangimentos no transporte de doentes não urgentes na ULS da Região de Aveiro

A Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro (ULS RA) justificou hoje perturbações no transporte de doentes não urgentes com problemas informáticos na plataforma nacional.

Constrangimentos no transporte de doentes não urgentes na ULS da Região de Aveiro
Redação

Redação

03 fev 2025, 19:33

Em comunicado, aquela entidade esclarece que “a atribuição do transporte de Doentes não Urgentes é gerida por uma plataforma nacional (SGTD) e não pela ULS RA”.

Segundo a ULS, “no final de novembro de 2024 houve uma atualização informática de dados que, por constrangimentos no sistema, não integrou os concelhos de Águeda, Albergaria e Murtosa”.

A anomalia “foi, de imediato, reportada superiormente e a sua resolução está em tramitação”, assegurou.

A ULS RA garante que “tem envidado todos os esforços, junto dos gestores da Plataforma Nacional SGTD, no sentido de ultrapassar os constrangimentos causados pela não passagem dos dados relativos aos concelhos de Águeda, Albergaria-a-Velha e Murtosa, aquando da migração informática realizada em novembro último”.

O comunicado da ULS surge na sequência da insatisfação manifestada nas redes sociais pelos Bombeiros Voluntários da Murtosa, por, “desde o dia 01 de dezembro, não lhe estarem a ser atribuídos transportes de doentes não urgentes”.

Aquela corporação queixou-se desse transporte estar a ser atribuído a empresas privadas, pedindo esclarecimentos à ULS RA que, no comunicado de hoje, garante que tem mantido o diálogo “entre os responsáveis pelos transportes no seio da ULS RA e o comandante da Corporação de Bombeiros da Murtosa”.

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Município de Ílhavo lança Orçamento Participativo 2026 com dotação global de 60 mil euros
Região

Município de Ílhavo lança Orçamento Participativo 2026 com dotação global de 60 mil euros

Os 60 mil euros destinados ao Orçamento Participativo vão ser repartidos por várias propostas, sendo que nenhuma proposta pode ultrapassar o valor máximo de 30 mil euros. Neste âmbito, a autarquia vai promover uma série de sessões de esclarecimento entre 20 de janeiro e 6 de fevereiro, a decorrer nas quatro Juntas de Freguesia do Município, nas escolas secundárias e nos espaços de Maior Idade. A primeira sessão realiza-se na Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré, no dia 20 de janeiro, seguindo-se a sessão na Junta de Freguesia da Gafanha da Encarnação, a 22 de janeiro. No dia 4 de fevereiro, a sessão decorre na Junta de Freguesia da Gafanha do Carmo e, no dia 6 de fevereiro, na Junta de Freguesia de São Salvador. Todas as sessões têm início às 19h00 e destinam-se à população em geral. As sessões a realizar na Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes e na Escola Secundária da Gafanha da Nazaré destinam-se exclusivamente à respetiva comunidade escolar. Serão ainda promovidas sessões no Laboratório do Envelhecimento, em Ílhavo, no Fórum Maior Idade, na Gafanha da Nazaré, e na Sala de Estar, na Gafanha da Encarnação, dirigidas à comunidade sénior. A fase de submissão de propostas e os Encontros de Participação decorrem de 9 de fevereiro a 3 de março. Seguem-se a análise técnica, a audiência dos interessados, a divulgação dos projetos finalistas e o período de votação, que terá lugar entre 25 de maio e 19 de junho. A apresentação pública do projeto ou dos projetos vencedores está agendada para 26 de junho. Podem participar cidadãos com idade igual ou superior a 16 anos, independentemente da nacionalidade, desde que residentes no Município de Ílhavo. A participação é individual, não sendo admitida a apresentação de propostas por associações, coletividades ou outras entidades coletivas. Cada participante pode apresentar apenas uma proposta, através da plataforma digital do Orçamento Participativo, sendo obrigatória a sua apresentação pública num dos Encontros de Participação. O Município assegura apoio presencial aos cidadãos que revelem dificuldades no acesso aos meios digitais. A votação será realizada por via online, por SMS ou presencialmente, sendo obrigatório votar em três projetos distintos. Os projetos vencedores serão os mais votados, até ao limite da dotação orçamental disponível, cabendo à Câmara Municipal a sua execução.

CCDR vai hoje a votos e Ribau Esteves é candidato único à presidência da Região Centro
Região

CCDR vai hoje a votos e Ribau Esteves é candidato único à presidência da Região Centro

Tal como avançado pela Ria, Ribau Esteves será esta segunda-feira eleito o próximo presidente da CCDR-Centro dado ser candidato único. A lista oficial de candidaturas aceites, publicada no Portal das Autarquias, confirmou que o ex-presidente da Câmara Municipal de Aveiro surge formalmente proposto pelo PSD e pelo PS, apesar de um comunicado recente da Federação de Aveiro dos socialistas ter garantido que o partido não apoiaria politicamente a sua candidatura. Recorde-se que, em declarações à Ria, Hugo Oliveira, presidente da Federação Distrital do PS de Aveiro, explicou que, na região Centro, o PSD detém a maioria das câmaras municipais, o que justifica que, numa lista conjunta, a presidência da CCDR-Centro seja indicada por esse partido. “Na região centro, o PSD tem mais Câmaras e o que acontece é que numa lista única a presidência pertence ao PSD e o PSD a indica [o nome]”, disse. Num comunicado enviado na passada quinta-feira, 8 de janeiro, às redações, Ribau Esteves apresentou ainda o seu plano de ação. No texto, compromete-se a “imprimir uma nova dinâmica de trabalho e de relevância institucional e política” do órgão e defende o “desenvolvimento de uma operação especial de gestão dos Fundos Comunitários do PRR e do Centro 2030”. A nível nacional, mais de 10.700 autarcas podem hoje votar na eleição dos presidentes e um dos vice-presidentes das cinco CCDR, nas segundas eleições indiretas realizadas para estas entidades. Apesar de ser formalmente uma eleição, à exceção da candidatura independente de António Cunha à CCDR-Norte, os restantes cinco candidatos resultaram de um acordo político entre o PSD e o PS, um sistema que tem sido criticado por diversos autarcas, sobretudo do PCP, mas também do Chega e alguns socialistas, que ameaçaram boicotar as eleições ou votar em branco por considerarem que o processo não é verdadeiramente democrático. As eleições dos presidentes das cinco CCDR decorrem através de colégios eleitorais de autarcas, constituídos pelos membros dos executivos e das assembleias municipais de cada câmara das regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo (LVT), Alentejo e Algarve. Colégios eleitorais constituídos pelos presidentes das 278 câmaras do continente elegem também hoje um vice-presidente para cada uma das estruturas regionais a que pertencem. São candidatos à presidência da CCDR-Norte Álvaro Santos (PSD), indicado pelo PSD e pelo PS, e António Cunha, o atual presidente, que se recandidata com o apoio de membros do colégio eleitoral. Além de Ribau Esteves para a CCDR-Centro é ainda candidato único para o Alentejo o engenheiro eletrotécnico Ricardo Pinheiro, ex-deputado do PS por Portalegre e antigo autarca de Campo Maior. Dois dos candidatos únicos já dirigem atualmente as CCDR a que se candidatam: são a arquiteta Teresa Almeida, recandidata a um segundo mandato na presidência da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo (LVT), e José Apolinário, que deverá manter-se no cargo no Algarve. Para a vice-presidência da CCDR-Norte foi proposto Ricardo Bento, pró-reitor para o Planeamento, Território e Património da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, para a do Centro Nuno Nascimento Almeida, vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Viseu, e para o Algarve foi escolhido Jorge Botelho, deputado e antigo secretário de Estado da Descentralização e da Administração Local socialista. Os socialistas Aníbal Costa, no Alentejo, e José Alho, em LVT, são candidatos a vice-presidentes nestas duas regiões, onde já desempenham este cargo no mandato que agora termina. As eleições indiretas decorrem em simultâneo entre as 16h00 e as 20h00. Cada CCDR é dirigida por um presidente e sete vice-presidentes: além do que será eleito hoje, um outro será eleito posteriormente pelos elementos não-autarcas do conselho regional (órgão consultivo das CCDR) e mais cinco serão nomeados pelo Governo para as áreas da Educação, Saúde, Cultura, Ambiente e Agricultura. Os mandatos dos presidentes e vice-presidentes das CCDR serão de quatro anos e, segundo a lei, a respetiva eleição decorre nos 90 dias seguintes às eleições para os órgãos das autarquias locais. Os dirigentes eleitos também estão sujeitos a uma limitação de três mandatos consecutivos. Até 2020, os presidentes das CCDR eram nomeados pelo Governo. As CCDR são institutos públicos que desconcentram serviços da Administração Central, dotados de autonomia administrativa e financeira, incumbidos de executar medidas para o desenvolvimento das respetivas regiões, como a gestão de fundos comunitários.

Distrito de Aveiro regista duas mortes entre sexta-feira e domingo
Região

Distrito de Aveiro regista duas mortes entre sexta-feira e domingo

Segundo os dados da Guarda, além das duas vítimas mortais, também o distrito de Aveiro registou na sexta-feira 35 acidentes. Em comparação, o Porto registou mais um incidente e Setúbal e Braga (ambos com 25). No sábado, dos 157 acidentes registados, a maioria ocorreu no Porto (28), Aveiro (24), Faro (13) e Santarém e Viseu (ambos com 12 cada). Também nesse dia, as vítimas mortais foram registadas em acidentes ocorridos nos distritos de Aveiro (dois), Portalegre (um) e Porto (dois). A nível nacional, entre sexta-feira e domingo foram registados nove mortos em 566 acidentes, que causaram também 13 feridos graves e 152 feridos ligeiros.

Município de Ílhavo com orçamento de 77,2 milhões de euros para 2026
Região

Município de Ílhavo com orçamento de 77,2 milhões de euros para 2026

O presidente da Câmara sublinhou que o documento “marca o início de um novo ciclo de governação local, numa gestão pautada pelo rigor financeiro”. O autarca referiu-se a “restrições financeiras herdadas do mandato anterior”, com compromissos de 11 milhões de euros, relativos a investimentos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Ao expor as prioridades par 2026 sublinhou o investimento de 17 milhões de euros na educação, destinados à requalificação da Secundária Celestino Gomes, e das escolas básicas Fernando Martins e Ferreira Pinto Basto. Na habitação estão inscritos 10 milhões de euros, afetos ao programa Primeiro Direito, e na saúde seis milhões de euros, para a requalificação dos Centros de Saúde de Ílhavo e da Gafanha de Nazaré.  “Alguns projetos não poderão arrancar já, em 2026”, assumiu Rui Dias, dando como exemplos a requalificação das instalações desportivas e a ampliação da zona industrial da Mota, entre outros. João Campolargo, do movimento “Unir para Fazer” (UPF), anunciou a abstenção, para não bloquear a gestão autárquica, mas reagiu à referência às “restrições financeiras herdadas”. “O executivo atual também herdou mais de 29 milhões de euros em fundos comunitários”, lembrou o anterior presidente da Câmara, que assumiu o lugar de vereador da oposição. João Semedo, do mesmo movimento, expressou “satisfação pela continuidade das grandes obras e o reconhecimento” do trabalho anterior, "apesar do discurso de campanha ter sido diferente”. Mariana Ramos, também do UPF, observou que as GOP e Orçamento não refletem compromissos relativos a candidaturas do Grupo de Ação Costeira (GAC), uma das quais liderada por Ílhavo. A vereadora do PS, Sónia Fernandes, justificou a abstenção “por responsabilidade institucional”, mas lamentou que propostas estruturantes apresentadas pelo PS tenham sido ignoradas. Conforme referiu, o PS propunha a criação de um gabinete de medicina dentária nos centros de saúde, em vez da opção pelos cheques-dentista da proposta do PSD, dotada apenas com 10 mil euros. Sónia Fernandes criticou também que a oferta de manuais de apoio seja apenas para alunos dos escalões de menores rendimentos, por entender que as crianças devem ter tratamento igual. Quanto ao pacote fiscal, já aprovado por maioria na Assembleia Municipal, com 12 abstenções, a taxa de IMI mantém-se no mínimo de 0,3%, e a derrama em 1,5%, sendo a participação variável no IRS agravada de 4% para 4,5%. A Câmara de Ílhavo é presidida por Rui Dias (PSD/CDS), tendo a coligação PSD/CDS três eleitos e o movimento independente UPF três vereadores, enquanto o PS possui apenas um vereador no executivo.

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Joaquim Marques acredita que eleitos da ‘Aliança’ vão todos votar em Ribau Esteves para a CCDRC
Cidade

Joaquim Marques acredita que eleitos da ‘Aliança’ vão todos votar em Ribau Esteves para a CCDRC

No dia em que os autarcas da região centro são hoje chamados a votar para a presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Centro (CCDRC), Joaquim Marques reafirma a posição do partido e garante que é “indiscutível” que Ribau Esteves tem perfil para o cargo: “a experiência dele fala por si”. Recorde-se que a Assembleia Municipal de Aveiro reúne hoje, dia 12, em sessão extraordinária, para a votação. José Ribau Esteves é o único candidato e conta com o apoio dos líderes do PS e do PSD, José Luís Carneiro e Luís Montenegro. Joaquim Maques acredita mesmo que deve haver poucos votos em branco ou votos nulos, uma vez que “Ribau Esteves é uma figura mais ou menos consensual”. “É uma figura conhecidíssima da região e não levantou muitos anticorpos junto dos colegas autarcas da região. É uma pessoa com muita experiência, não só como presidente da Câmara, mas também como presidente da CIRA e de várias comissões da ANMP”, acrescenta. Apesar de se dizer “convencido” de que todos os eleitos pela coligação ‘Aliança com Aveiro’ vão votar no nome do ex-presidente da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), o deputado garante que “não deu disciplina de voto a ninguém” e que “cada um votará de acordo com a sua consciência”.

Município de Ílhavo lança Orçamento Participativo 2026 com dotação global de 60 mil euros
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“RAPID ZEN” leva álbum de estreia ao VIC Aveiro Arts House este sábado
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“RAPID ZEN” leva álbum de estreia ao VIC Aveiro Arts House este sábado

Segundo uma nota de imprensa enviada à Ria, o projeto reúne Barbara Togander (turntables e voz), Gonçalo Almeida (contrabaixo) e Vasco Trilla (bateria e percussão), três músicos com percursos consolidados na música experimental e improvisada contemporânea. “Em RAPID ZEN, o som é construído em tempo real, a partir de escuta mútua, sobreposição de camadas e articulação precisa entre ritmo, textura e silêncio”, lê-se. O trio editou o seu álbum de estreia, em 2025, “Fried Brains”, pela Defkaz Records. Numa publicação da Free Jazz Collective o disco é descrito como uma proposta que “esquece estereótipos, estilos e movimentos inventados por mentes insensíveis às emoções da verdadeira liberdade musical”, sublinhando a fluidez com que o grupo transita entre diferentes linguagens sonoras. Outras leituras destacam ainda a diversidade interna das peças, observando que cada faixa “sugere uma paleta sonora distinta, complexa e nuançada”, onde convivem voz processada, sampling em tempo real, linhas de contrabaixo densas e uma abordagem percussiva detalhada e inventiva. O concerto deste sábado propõe uma “extensão natural desse trabalho discográfico para o contexto ao vivo, num formato próximo e concentrado, adequado à natureza experimental e relacional da proposta artística”. O espetáculo tem um custo de seis euros, sendo o valor integralmente destinado aos artistas. Na nota, a VIC recorda ainda que o concerto de RAPID ZENintegra a programação regular do espaço. Ainda em janeiro, o ciclo contará também com a presença de dUAS sEMIcOLCHEIAS iNVERTIDAS e Musgos, no sábado dia 24; bem como O Triunfo dos Acéfalos e Twisted Freak no sábado dia 31.

Livre-Aveiro critica modelo de eleição para as CCDR e assume “preocupação” pelas buscas na autarquia
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Livre-Aveiro critica modelo de eleição para as CCDR e assume “preocupação” pelas buscas na autarquia

No dia em que se realiza a Assembleia Municipal que serve para eleger o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR-C), o Livre-Aveiro emitiu um comunicado em que critica a forma de eleição para os órgãos. Nas suas palavras, “o LIVRE considera que esse processo volta a expor um défice democrático estrutural, assente em acordos de bastidores entre PS e PSD, que transforma cargos de enorme relevância pública em prémios de carreira política, afastados do escrutínio dos cidadãos e de uma verdadeira escolha da sociedade”. Recorde-se que, no caso da CCDR-C, José Ribau Esteves, ex-presidente da Câmara Municipal de Aveiro, é candidato único à liderança do órgão e conta com o apoio das estruturas dos principais responsáveis do PS e do PSD. Para os responsáveis do Livre, que apenas têm um deputado municipal eleito na AMA – recorde-se que Bruno Fonseca ainda não tomou posse por estar em “comissão de serviço oficial no estrangeiro” –, “a CCDR não pode ser tratada como uma extensão do sistema partidário, nem como um espaço de reciclagem de anteriores autarcas”. No comunicado, escrevem que é “essencial afirmar que a presidência da CCDR não deve replicar à escala regional o modelo político de “obras e betão […] As prioridades da região têm de ser outras: ferrovia, renaturalização das linhas de água, proteção ambiental, coesão territorial e uma transição energética justa”. O Livre deixa ainda farpas a Ribau Esteves e recorda as buscas feitas pela PJ na Câmara Municipal de Aveiro na passada sexta-feira: “sem prejuízo do princípio da presunção de inocência, preocupa-nos que a Câmara Municipal de Aveiro e a gestão urbanística anterior de Ribau Esteves […] tenham sido alvo de buscas pela Polícia Judiciária no âmbito de uma investigação sobre eventuais prevaricações e violações de regras urbanísticas”. Apesar de Bruno Fonseca ainda não ter tomado posse e, por isso, não votar nas eleições desta segunda-feira, o Livre afirma que “independentemente da previsível inevitabilidade do desfecho da votação e eleição do anterior presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Ribau Esteves, o LIVRE não se revê nesse processo nem nesse modelo de escolha, que representa mais do mesmo e votaria contra”. O partido deixa ainda nota de que o seu deputado municipal tomará posse na primeira Assembleia ordinária de 2025 e que, portanto, esta “esta será, felizmente, a última Assembleia Municipal de Aveiro em que o LIVRE não poderá intervir de maneira direta”.