Ílhavo promove concurso de hip hop em maio na Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré
A Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré vai acolher, no dia 23 de maio, pelas 21h00, um concurso de hip hop. A organização do Município de Ílhavo pretende “valorizar a expressão artística da juventude e promover a cultura urbana no município”.
Redação
As inscrições encontram-se abertas até ao próximo dia 2 de maio para todos os interessados, com idade superior a 6 anos, devendo ser formalizadas através do preenchimento do formulário disponível no website do Município.
Segundo uma nota de imprensa, a participação poderá ser feita na categoria solo ou pares ou na categoria grupo. “Cada projeto será avaliado por um júri composto por profissionais da área, tendo em conta critérios como originalidade, criatividade, performance e qualidade técnica”, lê-se. Os vencedores receberão um prémio monetário a atribuir aos três melhores.
Na categoria solo ou pares o primeiro prémio será de 200 euros; o segundo de 150 euros e o terceiro de 100 euros. Já na categoria grupo o primeiro prémio será de 500 euros; o segundo de 250 euros e o terceiro de 150 euros.
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Ribau Esteves apresentou plano de ação para a CCDR-C com promessa de “uma nova dinâmica de trabalho”
O documento a que a Ria teve acesso, intitulado “Linhas Gerais de Ação 2026/2029 da CCDRC”, foi enviado a todos os membros das Câmaras Municipais, Assembleias Municipais e Juntas de Freguesia da região abrangida pela comissão: as pessoas que escolhem o principal representante da CCDRC. Recorde-se que José Ribau Esteves, ex-presidente da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), é candidato único à presidência do órgão nas eleições do próximo dia 12 de janeiro, segunda-feira, e deve fazer-se acompanhar dos vice-presidentes Nuno Nascimento e Jorge Conde – o primeiro a ser eleito pelos presidentes de Câmara e o segundo a ser eleito no Conselho Regional. De acordo com a reorganização em curso, o Governo deve ainda designar outros cinco vice-presidentes. No texto enviado constam 14 pontos que constituem, cada um, prioridades para a ação da CCDRC. De acordo com Ribau Esteves, o objetivo é “imprimir uma nova dinâmica de trabalho e de relevância institucional e política da CCDRC”. De entre as propostas do ex-autarca, destaca-se a ideia do “desenvolvimento de uma operação especial de gestão dos Fundos Comunitários do PRR e do Centro 2030, com pressão na execução”. Da mesma forma, o candidato quer preparar o Quadro Pós-2027, “com o devido enquadramento no Quadro Financeiro Plurianual 2028/2034 da União Europeia”. Com a nova reorganização do órgão, Ribau Esteves prioriza também o “desenvolvimento dos processos conducentes à boa instalação das novas áreas de trabalho da CCDRC, nomeadamente Educação e Saúde”. Por outro lado, propõe ainda a “concretização de uma Agenda Especial sobre a Floresta da Região Centro” com “todas as entidades públicas e privadas relevantes” e defende a “criação de um Conselho de Aconselhamento e Reflexão, constituído pelo presidente e pelos ex-presidentes da CCDRC”. Noutros pontos, o candidato único à presidência da comissão propõe ainda estudos e projetos com a participação direta das Instituições de Ensino Superior da região, “realização de um ponto de situação de organização e atividades da CCDRC e de um Plano de Ação 2026, com partilha de resultados com o Conselho Regional, no primeiro trimestre de 2026” ou a “realização do Congresso da Região Centro de dois em dois anos”.
Centro de Artes de Vale de Cambra com Wim Mertens, Chico César e João Pedro Pais até março
A abertura oficial da temporada acontece no domingo, pelas 15:30, com a apresentação do musical “Johnny Johnson”, de Kurt Weill, numa produção do Teatro Nacional São Carlos, com direção do maestro João Paulo Santos. O cartaz dos próximos meses destaca nomes internacionais como Wim Mertens (01 de fevereiro) e Chico César (22 de março), a par de artistas nacionais como João Pedro Pais (14 de fevereiro) e o guitarrista Pedro Branco (28 de fevereiro), este último com o projeto “Branco Toca Marco Paulo”, com Benjamim como convidado. Na vertente das artes performativas o público poderá assistir a trabalhos do coreógrafo Paulo Ribeiro, que apresenta “Louis Lui” no dia 07 de fevereiro, e do artista de circo contemporâneo João Paulo Santos em “Une Partie de Soi”, dia 25 deste mês. Até março o público vai poder assistir no CAE de Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, espetáculos como “A Caminhada dos Elefantes”, pela Formiga Atómica, “Lições de Voo”, do Teatro de Marionetas do Porto ou “Duas Casas” pela Imaginar do Gigante, entre outros. As artes visuais estarão representadas pelos ilustradores António Jorge Gonçalves e Paula Delecave, que vão ter exposições a serem inauguradas no dia 17 de janeiro e patentes até 10 de abril. Nesse mesmo dia de abril vai ser apresentado o espetáculo “Desenhar os Sons com a Luz dos Dedos”, que junta os músicos Rodrigo Leão e Gabriel Gomes ao ilustrador António Jorge Gonçalves. Além dos espetáculos para o público em geral, o equipamento promove projetos participativos como “Anoitecer” e atividades para escolas, procurando “estreitar a ligação entre a arte e o território”. O trimestre de eventos antecede as celebrações do primeiro aniversário do CAE que serão assinaladas com uma programação especial durante o mês de abril, segundo adiantou fonte municipal.
Arouca distingue 201 bombeiros com medalha de ouro
A cerimónia decorre sexta-feira, pelas 20:45, com a entrega da medalha de mérito municipal de grau ouro aos bombeiros das corporações de Arouca, Fajões e Nespereira, e distingue o quadro de comando e o quadro ativo das três corporações. No total serão homenageados 201 operacionais pelo trabalho no combate aos grandes incêndios que atingiram o território de Arouca no mês de julho. A proposta de louvor foi apresentada em reunião de câmara pela presidente da autarquia, Margarida Belém, e mereceu a aprovação unânime. A autarca sublinha que a distinção pretende “expressar a gratidão da comunidade pelos operacionais que asseguram a segurança e tranquilidade dos cidadãos”. Segundo Margarida Belém, a homenagem “serve também para promover o voluntariado e inspirar as gerações mais jovens para a participação cívica e apoio aos vulneráveis”. No mês de julho, os fogos consumiram cerca de quatro mil hectares de área florestal, só no concelho de Arouca, e obrigaram ao encerramento dos Passadiços do Paiva. As chamas chegaram a ameaçar habitações em várias freguesias e mobilizaram um dispositivo recorde, que chegou a contar com cerca de 800 operacionais no terreno, além de diversos meios aéreos e terrestres. O incêndio, que começou a 28 de julho e se prolongou por vários dias, foi um dos maiores do país, obrigando à evacuação de algumas aldeias, numa altura em que a onda de calor e fortes ventos dificultavam o seu combate.
Venezuela: bandeiras em algumas janelas de Aveiro assinalam detenção de Maduro
As comunicações com os familiares que permanecem lá, feitas a medo “porque os telefones e telemóveis são escutados”, são estabelecidas usando as redes sociais consideradas, apesar de tudo, menos controladas. Vão sabendo que há intermináveis filas para os supermercados, onde falta quase tudo, mas também que está a ser reposto o abastecimento de combustível. Acompanham a informação dada pelos canais de televisão, a que prestam redobrada atenção desde a captura de Nicolas Maduro, e o diálogo com o jornalista, quando consentido, é feito com prudência. Mesmo por quem já veio da Venezuela em 2006, como C. Oliveira, que foi para lá com apenas cinco anos e conheceu o país antes do Chavismo, onde permaneceu por 40 anos. “O meu sentir é de muita esperança de que a Venezuela volte a ser o país que era”, diz, não escondendo a satisfação com a notícia da prisão de Maduro. Descreve a Venezuela como um "país dourado" antes de Chávez, rico em petróleo, “onde nada faltava” e recorda que “as empresas petrolíferas americanas tiveram um papel significativo na riqueza do país”. Ainda tem muitos familiares na Venezuela e deseja que o país “recupere a prosperidade”, mas reconhece que a saída de Maduro não garante uma mudança imediata. “Muitos generais e outros oficiais envolvidos no ‘cartel dos soles’ permanecem e não há certeza de que a situação vá melhorar rapidamente”, afirma Oliveira, com 40 anos de Venezuela e que é hoje considerado uma espécie de porta-voz da comunidade, em Estarreja, onde em 2019 a Câmara criou um gabinete de apoio, através de um protocolo com a Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas. Quanto ao futuro, acredita que “a recuperação será demorada, não apenas pela substituição dos líderes atuais, mas também pelo desafio de desarmar os grupos armados que operam no país”. Mais pessimista está Luís Brito, que antevê uma guerra civil. Regressado da Venezuela há quatro anos, estabeleceu-se em Aveiro com uma mercearia que é local de encontro de outros ex emigrantes, lusodescendentes e de imigrantes venezuelanos. “A maioria do apoio ao regime por quem lá está é por conveniência e por obrigação, não por convicção. Funcionários públicos e milícias são forçados a participar em manifestações, sob pena de retaliação, em troca de sacos de comida e subsídios”, avalia. Brito está convencido que “apenas 15 a 20% dos que se declaram apoiantes são verdadeiramente maduristas”, mas não augura nada de bom, no futuro próximo. “Os ‘coletivos’ [milícias armadas pelo Estado] formarão guerrilhas urbanas e de montanha, tornando inviável qualquer governo futuro”, antevê. Luís declara-se "anti-madurista", mas não concorda com as ações recentes, que vê como “motivadas por interesses económicos”, sem se alongar nas considerações. Vai dizendo que a história da crise venezuelana começa com a nacionalização do petróleo: Chávez transformou as concessões petrolíferas americanas em empresas estatais estratégicas, resultando na perda de maquinaria e infraestruturas valiosas para empresas como a Chevron e Texaco, pioneiras na exploração. “Os Estados Unidos não estão realmente interessados em entregar o poder à oposição venezuelana, mas sim em recuperar o controlo dos recursos petrolíferos”, comenta. Quando chegou à Venezuela há 42 anos, o país era "totalmente diferente", um "mundo de prosperidade, com um "boom" na produção petrolífera e uma moeda (Bolívar) estável", segundo as suas palavras. A degradação económica levou-o a deixar a Venezuela onde havia construído a sua vida, ligada à panificação. A segurança degradou-se "muito" antes de sair, com aumento de extorsão e sequestros, o que o levou a tomar a decisão: regressar a Portugal.
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Ribau Esteves apresentou plano de ação para a CCDR-C com promessa de “uma nova dinâmica de trabalho”
O documento a que a Ria teve acesso, intitulado “Linhas Gerais de Ação 2026/2029 da CCDRC”, foi enviado a todos os membros das Câmaras Municipais, Assembleias Municipais e Juntas de Freguesia da região abrangida pela comissão: as pessoas que escolhem o principal representante da CCDRC. Recorde-se que José Ribau Esteves, ex-presidente da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), é candidato único à presidência do órgão nas eleições do próximo dia 12 de janeiro, segunda-feira, e deve fazer-se acompanhar dos vice-presidentes Nuno Nascimento e Jorge Conde – o primeiro a ser eleito pelos presidentes de Câmara e o segundo a ser eleito no Conselho Regional. De acordo com a reorganização em curso, o Governo deve ainda designar outros cinco vice-presidentes. No texto enviado constam 14 pontos que constituem, cada um, prioridades para a ação da CCDRC. De acordo com Ribau Esteves, o objetivo é “imprimir uma nova dinâmica de trabalho e de relevância institucional e política da CCDRC”. De entre as propostas do ex-autarca, destaca-se a ideia do “desenvolvimento de uma operação especial de gestão dos Fundos Comunitários do PRR e do Centro 2030, com pressão na execução”. Da mesma forma, o candidato quer preparar o Quadro Pós-2027, “com o devido enquadramento no Quadro Financeiro Plurianual 2028/2034 da União Europeia”. Com a nova reorganização do órgão, Ribau Esteves prioriza também o “desenvolvimento dos processos conducentes à boa instalação das novas áreas de trabalho da CCDRC, nomeadamente Educação e Saúde”. Por outro lado, propõe ainda a “concretização de uma Agenda Especial sobre a Floresta da Região Centro” com “todas as entidades públicas e privadas relevantes” e defende a “criação de um Conselho de Aconselhamento e Reflexão, constituído pelo presidente e pelos ex-presidentes da CCDRC”. Noutros pontos, o candidato único à presidência da comissão propõe ainda estudos e projetos com a participação direta das Instituições de Ensino Superior da região, “realização de um ponto de situação de organização e atividades da CCDRC e de um Plano de Ação 2026, com partilha de resultados com o Conselho Regional, no primeiro trimestre de 2026” ou a “realização do Congresso da Região Centro de dois em dois anos”.
UA: DFis celebra 50 anos e diretor alerta para desinteresse na Física e a “lei do menor esforço”
No decorrer da intervenção de João Miguel Dias, o responsável fez notar que, apesar de “o número elevado de alunos [do Departamento] ser crescente nos últimos anos”, houve “problemas” no último ano. Recorde-se que, na 1ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao ensino superior, a quebra no número de candidatos afetou vários cursos da Universidade de Aveiro (UA), como é o caso da licenciatura em Meteorologia, Oceanografia e Clima, no DFis, em que apenas um estudante ficou colocado. À margem da sessão, a Ria esteve à conversa com o responsável do Departamento, que caracteriza a situação como “preocupante”. “Sentimos que há um desinteresse das camadas mais jovens pelas áreas da ciência. Os alunos mais novos não percebem a utilidade da ciência, não percebem a necessidade de se esforçarem e estão a enveredar por áreas que requerem menor esforço (…) Uma área como a Física requer fortes conhecimentos matemáticos, de física, de matemática… É impossível dominar estas áreas sem bastante trabalho”, sublinha. O desafio do DFis é “inverter a situação” para que as camadas mais jovens “percebam que o esforço compensa”. Identificada uma crescente procura pelas áreas da gestão, da economia ou das ciências sociais, que João Miguel Dias considera também “muito importantes”, é necessário “mostrar aos jovens a importância da diversificação e que o conhecimento em física é muito importante”. Não obstante, o diretor considera que os alunos “procuram cada vez mais o que é imediato” e que, por isso, “é difícil passar uma mensagem numa sociedade que está pela lei do menor esforço”. Por seu lado, Paulo Jorge Ferreira, reitor da UA, centrou o seu discurso no futuro do Departamento. Nas palavras do responsável, é consensual que “estamos num momento de extraordinária importância para a física e para a ciência em geral”. Parte disso, destaca, passa pela aposta na Inteligência Artificial. Dando nota do efeito que esta ferramenta tem na ciência, Paulo Jorge Ferreira mencionou o caso do ‘AlphaFold’, que valeu o prémio Nobel da Química 2024 a Demis Hassabis e John Jumper. O programa criado pelos investigadores da Google DeepMind permitiu prever a estrutura tridimensional de uma proteína a partir de uma determinada sequência de aminoácidos. Segundo refere, este foi “o primeiro grande problema a ser resolvido com a ajuda da Inteligência Artificial” e motivou um “acelerar enorme do progresso” na área. Como na Química, o reitor sublinha que “um Departamento de Física é uma peça-chave da nossa realidade”. “Estamos num momento de viragem e tenho a inteira certeza de que o Departamento se irá adaptar-se de forma exemplar, como fez nas últimas cinco décadas”, sublinha. À conversa com a Ria, João Miguel Dias foi cauteloso na forma como se exprimiu sobre o tema: “[A IA] veio para ficar, quem achar o contrário está redondamente enganado. Vai-nos permitir chegar mais longe, (…) mas não veio para nos substituir”. Para o diretor do Departamento, é necessário um “espírito muito crítico” sobre os resultados que se obtêm da Inteligência Artificial, algo que só é possível se houver conhecimento de base. Segundo avalia, “sem o conhecimento de base passaremos a ser meros recipientes do que a IA nos dá. Um mero recipiente não vai fazer avançar o conhecimento, (…) precisamos de somar em cima do que já sabemos”. Entre outros desafios para o futuro, o responsável do DFis referiu a necessidade de trazer de volta os estudantes para o ensino presencial: “Muitas vezes os alunos têm uma perceção de que basta estarem nas redes sociais, na Inteligência Artificial, no Google ou no YouTube e encontram informação. Esquecem-se de que é muito importante o convívio, a interação e que o conhecimento só se obtém de forma consolidada”. Para o campo da investigação, destaca a aposta em novos materiais e equipamentos de topo para os centros de investigação. Entre as áreas apontadas como prioritárias para o futuro, João Miguel Dias mencionou os semicondutores, a modulação, as redes, a ótica, a metodologia, a cinografia, a análise de riscos, a adaptação às alterações climáticas e a sustentabilidade. Quem também falou foi Helena Nazaré, professora emérita do Departamento e antiga reitora da Universidade de Aveiro. A docente recordou os primeiros tempos do Departamento e, à semelhança do diretor, aproveitou para deixar uma palavra a Manuel Fernandes Thomaz. Nas suas palavras, o já falecido ‘pai’ do DFis era uma “pessoa afável”, mas que, “quando franzia o sobrolho, punha em sentido”. A professora disse também ter sido convidada por João Miguel a participar com um artigo de opinião na coluna semanal de textos que será publicado no Diário de Aveiro. Com o título “Para que serve a Física?”, Helena Nazaré adianta escrever que “a física tem de ser entendida como parte da formação universitária”. Na sua ótica, a área vai além do trabalho realizado em laboratório, mas deve ser entendida como uma “experiência da mente” que mede impactos na sociedade. Como exemplo refere a Teoria da Relatividade ou a experiência do Gato de Schrödinger: “Ninguém meteu o gato na gaiola nem ninguém o tapou, mas alguém foi capaz de imaginar isso”. A sessão serviu ainda para apresentar Linha do Tempo do DFis, um projeto onde é apresentada toda a cronologia da atividade do Departamento de Física da Universidade de Aveiro desde o seu nascimento. No programa de aniversário, que se estende ao longo de todo ano, constam também iniciativas como o ciclo de debates “Física à Conversa”, o patrocínio às equipas desportivas do Núcleo de Estudantes de Engenharia Física (NEEF) e do Núcleo de Estudantes de Ciências do Mar (NECM) na Taça UA ou a inauguração de oito novos laboratórios de investigação no Complexo Interdisciplinar de Ciências Físicas Aplicadas à Nanotecnologia e à Oceanografia (CICFANO).
GrETUA recebe 7ª sessão do projeto artístico “Espantar o Caos”
Segundo uma nota enviada à Ria, a iniciativa foi guiada por João Garcia Neto, diretor artístico do GrETUA, que apresentou o espaço e o seu trabalho. “Espantar o Caos” é um projeto artístico e educativo que nasceu da parceria da Fundação de Serralves com a Câmara de Vagos, com o objetivo de “criar um novo espaço dedicado à cultura e à inclusão”. A ação dirige-se a pessoas que experienciam a doença mental grave. No total, o projeto propõe um conjunto de 12 sessões “para a criação de uma coleção de obras originais, reunida num catálogo final que dará visibilidade pública às criações e aos seus autores”. De acordo com o comunicado, para além do valor estético, o projeto afirma-se ainda como um “gesto de reconhecimento e de reflexão coletiva” através da conversão da experiência em expressão artística, da promoção da autoestima, do diálogo com a comunidade e de uma consciência renovada sobre a saúde mental e cidadania. “Espantar o Caos afirma a arte como espaço de encontro, espanto e reconstrução simbólica”, remata.
Estudantes de Medicina da UA passam a integrar a ANEM como membros observadores
Segundo a notícia publicada no site da UA, com esta adesão, os estudantes da MIM-UA passam a estar representados a “nível nacional e internacional, podendo, no futuro, após a passagem pelo estatuto de Membros Observadores, participar de forma mais direta nas discussões sobre políticas de ensino médico e nos processos de tomada de decisão que influenciam a experiência dos mesmos no ensino médico em Portugal”. Entre as vantagens estão a “integração numa rede nacional de estudantes de Medicina, bem como a possibilidade de participação em programas de intercâmbio e projetos de educação médica e saúde pública, que complementam a formação académica e promovem o desenvolvimento pessoal e profissional dos estudantes”. A entrada na ANEM permite ainda uma “maior visibilidade” do MIM-UA no contexto do ensino médico nacional. A UA destaca ainda que no último Congresso Nacional de Estudantes de Medicina, iniciativa promovida pela ANEM, os estudantes do 1º e 2º anos do MIM-UA já participaram. A ANEM é o órgão representativo dos estudantes de Medicina em Portugal. A associação congrega diferentes núcleos de estudantes dos cursos de Medicina do país e assume-se como um “papel ativo na defesa dos interesses dos alunos, na promoção da qualidade do ensino médico e no desenvolvimento de projetos de âmbito académico, científico e social”.