Sever do Vouga lança concurso público para centro de recolha animal
A abertura de concurso público para a construção do Centro de Recolha Oficial de Animais (CROA) de Sever do Vouga foi hoje publicada em Diário da República, tendo como preço base 330 mil euros.
Redação
O concurso público tem como prazo de execução um ano.
O Centro de Recolha Oficial de Animais (CROA) tem como localização apontada a zona industrial de Cedrim, e deverá ser uma estrutura com capacidade para alojar cerca de 140 animais, dotada de gabinete veterinário, sala de tratamentos, celas para cães e celas para gatos.
A Câmara Municipal de Sever do Vouga resolveu avançar com a construção de um centro de recolha de animais próprio, aproveitando a oportunidade de financiamento através de uma comparticipação do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
Os municípios da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), de que Sever do Vouga faz parte, haviam decidido avançar com uma solução comum.
No entanto, a solução de gestão integrada à escala intermunicipal não chegou a avançar, pelo que a autarquia de Sever do Vouga decidiu criar o seu próprio canil, dadas as inúmeras queixas de insegurança e prejuízos provocados por animais errantes.
A empreitada tem assegurado um apoio financeiro de 200 mil euros do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
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Segundo escreve a Câmara Municipal de Ílhavo, o trabalho conjunto desenvolvido entre crianças, escolas e IPSS “merece ser vivido em pleno e em condições adequadas” e, por isso, foi decidido o adiamento do evento. A decisão, explicam, foi tomada “com sentido de responsabilidade e prioridade absoluta à segurança das crianças, da comunidade educativa e de todos os participantes”. A decisão surge no seguimento do prolongamento do estado de calamidade até ao próximo dia 15 de fevereiro. Antes de avançar, a CMI reuniu com as direções dos agrupamentos, estabelecimentos e IPSS.
Biblioteca da Feira foi a que em 2024 fez mais empréstimos e teve mais utentes ativos
A informação consta do relatório estatístico da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, que para o efeito considerou a atividade de 485 equipamentos em 257 municípios do território e, a par da já referida biblioteca do distrito de Aveiro e da Área Metropolitana do Porto, também destacou a performance, noutros parâmetros, das suas congéneres de Oeiras, Guimarães e Porto. O relatório permitiu concluir que, à semelhança do que já acontecera em 2023, a Biblioteca da Feira liderou em quatro aspetos, começando pelo que concerne à quantidade de documentos emprestados: em 2024 os seus utentes levaram para casa um total de 161.030 itens, entre os quais 68.633 livros para adultos, 86.528 títulos para crianças e 5.869 audiovisuais. Esses números representam um acréscimo relativamente a 2023, quando a mesma biblioteca emprestou um total de 129.719 artigos. Para esse desempenho terá contribuído o facto de, em 2024, o equipamento da Feira ter estado aberto ao público durante mais tempo – num total de 336 dias – e se manteve como o que integra mais bibliotecas itinerantes – em concreto uma carrinha para deslocação pelas zonas mais periféricas dos 231,4 quilómetros quadrados do concelho, outra para uso sazonal em zonas balneares e uma terceira para visitas a fábricas e instituições sociais. O quarto parâmetro em que a Biblioteca da Feira se destacou foi o dos utilizadores ativos, já que, num universo de 40.876 cidadãos inscritos (o que representa 29% da população do município), essa estrutura registou atividade concreta por parte de 15.222 utentes. O único segmento em que a Feira perdeu destaque comparativamente ao relatório de 2023 foi na aquisição de documentos, o que a direção da própria biblioteca atribuiu na altura a um investimento excecional. Em 2024, contudo, as estruturas que se destacaram na compra de novos títulos foram, embora de forma diferente, as bibliotecas municipais de Oeiras e de Guimarães. A DGLAB explica: “A Biblioteca Municipal de Oeiras foi a que mais investimento efetuou na aquisição de documentos” e a Biblioteca Municipal de Guimarães foi a que registou “maior número de documentos adquiridos por compra”. Isso significa, na prática, que Oeiras gastou uma verba maior, mas, com 123.637 euros, só comprou 2.357 itens, enquanto Guimarães, embora desembolsando apenas 27.236 euros, adquiriu 8.564 documentos. Nuances também há na análise ao desempenho da Biblioteca Municipal do Porto, que se salientou como o equipamento que mais utilizadores novos inscreveu em 2024, ficando nesse ano com mais 71.943 utentes. A DGLAB nota, no entanto, que o número de novas adesões nem sempre tem correspondência em atividade, como demonstra pelo comparativo entre Porto e Feira: a biblioteca da Invicta teve 71.843 novas inscrições no ano inteiro, mas só contou com 5.285 utilizadores ativos no serviço de empréstimo; já a estrutura da Feira recebeu apenas 1.413 novos inscritos, mas teve 15.222 pessoas durante o ano a requisitar livros, música e filmes. Mónica Gomes, diretora da Biblioteca da Feira, defende que para isso contribui a diversidade da oferta disponível. "Tentamos responder às necessidades da nossa comunidade através da atualidade e abrangência do nosso fundo documental, da diversidade e alcance das atividades que promovemos ao longo de todo o ano e dos serviços de proximidade oferecidos pelos nossos polos e bibliotecas itinerantes", justifica.
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O concurso apresenta um preço base de 1.603.780,00 euros, já com o imposto sobre o valor acrescentado (IVA) incluído, com um prazo de execução de 365 dias. A intervenção prevê a reabilitação dos edifícios existentes e a reformulação dos espaços exteriores envolventes, numa área total de cerca de dois mil metros quadrados. O centro cívico é composto pelos edifícios de duas antigas escolas, um dos quais acolhe atualmente a Escola de Artes de Valongo do Vouga, enquanto o outro será reabilitado e adaptado para integrar novas valências, como cafetaria, biblioteca e salas de atividades. Está ainda prevista a demolição de uma construção intermédia em madeira, dando lugar a novos espaços exteriores ajardinados e zonas de estacionamento. Nos espaços exteriores vão ser criadas zonas verdes, parque infantil, anfiteatro ao ar livre, equipamentos de ginásio exterior, áreas de convívio. A obra inclui a criação de circuitos pedonais e novas áreas de estacionamento, bem como a reorganização dos arruamentos envolventes, com novos passeios e soluções de acalmia de tráfego. “É uma obra que está plenamente alinhada com a estratégia do Município de qualificar e valorizar os centros urbanos das freguesias, criando espaços mais atrativos, funcionais e inclusivos, e reforçando o seu papel enquanto polos de cultura e de vida ativa, numa lógica de grande proximidade com as populações”, comentou o presidente da Câmara, Jorge Almeida.
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“O Município de Albergaria-a-Velha celebrou dois contratos programa de apoio ao investimento com duas instituições particulares de solidariedade social, no valor global de 1.140.000 euros para ampliação e qualificação” de edifícios, refere uma nota municipal. Um dos contratos foi celebrado com a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Albergaria-a-Velha, para uma comparticipação financeira no valor de 600 mil euros. A verba destina-se a apoiar as obras de ampliação do lar residencial e a construção do novo centro de atividades e capacitação para a inclusão (CACI). As respostas sociais daquela IPSS, através do CACI, lar residencial e serviço de apoio domiciliário, abrangem 54 utentes. O outro contrato diz respeito a uma comparticipação financeira de 540 mil euros ao Centro Social e Paroquial Santa Eulália de Valmaior, destinada à compra da “Quinta dos Meireles”. Com essa aquisição, a instituição pretende reorganizar as valências que atualmente estão dispersas por vários imóveis, através da construção de um novo edifício. Aquele centro social abrange um total de 216 utentes, repartidos por creche, jardim de infância, centro de atividades de tempos livres (CATL), centro de convívio e serviço de apoio domiciliário. A nota de imprensa esclarece que a transferência do apoio municipal será feita por tranches, ao longo de quatro anos, “mediante a apresentação de comprovativos de despesas não comparticipadas” no âmbito de outros apoios públicos.
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