RÁDIO UNIVERSITÁRIA DE AVEIRO

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AAAUA institui Núcleo Alumni de Rugby

A Associação de Antigos Alunos da Universidade de Aveiro (AAAUA) oficializou o Núcleo Alumni de Rugby com o objetivo de contribuir para a disseminação da prática da modalidade pela comunidade dos antigos alunos. A iniciativa tem como meta a organização de um evento de rugby.

AAAUA institui Núcleo Alumni de Rugby
Redação

Redação

18 mar 2025, 12:05

Por ocasião da investidura do novo Núcleo, Pedro Oliveira, presidente da AAAUA, partilhou a “satisfação por ver nascer este Núcleo, ancorado numa enorme vontade da coordenação em congregar os antigos alunos. Tendo como mote a prática do rugby, uma modalidade em expansão no panorama nacional” razão pela qual desejou “um bom trabalho” à coordenação designada, a quem agradeceu a “disponibilidade e o voluntarismo para este desafio”.

O Núcleo é coordenado por Ivan Portela, ex-jogador de rugby da Universidade de Aveiro (UA). Paulo Fontes, antigo presidente da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv) e ex-jogador de rugby, foi designado responsável financeiro e Daniel Rainho, antigo coordenador do Núcleo de Rugby da AAUAv, é o vogal do novo núcleo. Ivan Portela partilhou que a ideia de criar o Núcleo Alumni de Rugby surgiu pela competição da modalidade “ter-se iniciado na nossa academia, precisamente, há 40 anos”.

“No entanto, a missão do Núcleo não passa unicamente por relembrar o passado, que é importante, mas principalmente para estimular a prática da modalidade entre os Alumni, estimular os jovens alunos que neste ano letivo 2024/2025 voltaram a praticar a modalidade no Campus da UA e estimular toda a academia a experimentar a prática da modalidade”, acrescentou Ivan. O coordenador do novo núcleo considera ainda que o estímulo para a prática da modalidade se faz “sobretudo na passagem de um legado, da partilha de vivências e de histórias do Rugby Universidade de Aveiro, no ensinamento dos valores do desporto e do rugby e também pela partilha de conhecimento técnico da modalidade, na prática desportiva entre os antigos alunos e novos alunos”.

A coordenação do Núcleo pretende realizar anualmente um evento da modalidade, onde haverá um conjunto de jogos de rugby, touch rugby e ‘walking rugby’, uma nova vertente da modalidade. A iniciativa pretende ainda fomentar o convívio entre todos os participantes, “na conhecida terceira parte do rugby”, referem. Além de Pedro Oliveira, presidente da Direção da AAAUA, estiveram presentes na sessão de tomada de posse do novo Núcleo Rui Semião, secretário e Manuela Nunes e Margarida Ferreira, vogais da associação.

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“O que consta do livro? Ele parte de um pressuposto que, no fundo, é a constatação da ineficácia, do ordenamento, do território e do urbanismo em Portugal. Há bastante esforço e investimento e depois há muito poucos resultados positivos. E isto deve-se um bocado ao sistema como ele está a funcionar”, começa por fundamentar Jorge Carvalho quando abordado pela Ria sobre o seu novo livro. Num exercício de “militância pessoal”, Jorge Carvalho pegou nos trabalhos que tem publicado ao longo dos anos - e que passam por cidades como Braga, Montijo, Loulé, Viseu, Porto, Matosinhos ou Abrantes - para mostrar “como é possível fazer muito melhor do que se tem feito em Portugal”. Apesar de o título indicar que o público-alvo são “urbanistas inquietos”, o professor inclui neste lote todos os interessados no tema, bem como técnicos e autarcas, a quem a mensagem também é dirigida. Feito este enquadramento, a próxima questão foi colocada pelo próprio Jorge Carvalho: “O que é que se devia fazer diferente?”. Segundo explica, muitas vezes o planeamento acaba por ser “reduzido a um plano”. Esse plano, quando não é seguido de programação e de uma monitorização cuidada, acaba por se revelar “uma burocracia inútil. “O que tem falhado em Portugal é a execução. Faz-se os planos, mas depois não se executa”, nota. A principal crítica do professor vai para a forma desregulada de execução que segue a aprovação do plano. Sendo que “o essencial do solo e dos imóveis é propriedade privada”, nas suas palavras, após o plano entrar em vigor, os responsáveis “ficam atrás do guiché” à espera da iniciativa de um privado. Basta abrir o “Google Maps” para perceber que, em consequência disso, “as cidades andam por aí e a gente não sabe o que é a cidade e deixa de ser”. De acordo com Jorge Carvalho, o que acontece na maioria das cidades é que “aqui constrói-se um prédio, ali faz-se um loteamento, ali deixa-se o terreno abandonado às silvas... não tem a continuidade que é preciso ter para que a cidade funcione”. Assim, o livro sustenta que “o planeamento é a oposição do casuísmo”, pelo que as intervenções devem ser coordenadas pelo próprio Município - não tirando espaço aos privados - de forma a garantir consistência no desenho urbanístico. O professor refere ainda que o direito de propriedade vem acompanhado de deveres, nomeadamente do de execução. A título de exemplo, o professor refere que os prédios têm de ser conservados e que “há mecanismos de substituição e de pressão para que se cumpra a lei”, apesar de muitas vezes os proprietários não os conservarem. No mesmo sentido, aponta que “um solo, quando é para urbanizar, não é para poder ser urbanizado. É para urbanizar”. “Isto é a política fundiária, é a intervenção pública sobre o solo e sobre os imóveis para que as coisas se articulem de forma harmoniosa. (...) O modelo que estou a propor é o cumprimento da lei, que não tem acontecido”, remata. Estas reflexões vão ser discutidas na próxima segunda-feira, no DCSPT, pelas 18h00, na sessão de lançamento do livro. Para além do próprio professor Jorge Carvalho, vão estar também presentes Teresa Andersen,presidente da direção da Associação Portuguesa de Jardins Históricos (AJH) membro do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS), Paulo Pinho,professor catedrático aposentado do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, José Carlos Mota,professor auxiliar da UA, e Marcelo Delgado,presidente da Associação de Trabalhadores da Administração Local.

UA: “Sala Fitness” do Pavilhão Aristides Hall encontra-se interdita face à queda “parcial” do teto
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Em entrevista à Ria, Tiago Lourenço explicou que a queda “parcial” do teto ocorreu na manhã da passada quarta-feira, tendo ainda nesse dia uma equipa dos Serviços de Gestão Técnica (SGT) dirigindo-se ao espaço para avaliar os danos. “Estão também a tentar detetar qual foi o problema e o que é que motivou a queda…. O que fizemos foi cancelar todas as atividades nessa sala e transferimos essas mesmas atividades desportivas para a Caixa UA”, contou. Segundo o coordenador do Núcleo de Desporto e Lazer da UA, é expectável que só “segunda ou terça-feira da próxima semana” haja um relatório “conclusivo” sobre os motivos que levaram à queda do teto. “Suspeitamos que possa ter sido alguma infiltração de água, mas nada garante que possa ter sido isso. Daí serem os nossos técnicos que estão habilitados a fazer a avaliação para depois tomarmos as decisões de reparação e de garantia de segurança para todos”, vincou. Em relação ao prejuízo monetário, Tiago Lourenço disse à Ria que dependerá da extensão do problema. “Aparentemente, tendo sido só naquele local aquilo requer a substituição do teto falso, mas é tudo muito prematuro… Pode não corresponder àquilo que era desejável que era que o prejuízo não se estendesse à restante sala, mas como disse terão de ser os nossos serviços a fazer a avaliação técnica e a tomar as decisões necessárias”, realçou. No seguimento, o coordenador do Núcleo de Desporto e Lazer da UA garantiu que a segurança das pessoas está acautelada. “A sala está interdita e as atividades irão decorrer dentro da normalidade, sem prejuízo para os nossos utilizadores, em novos espaços que improvisamos na Caixa UA”, vincou, salientando que não há data de previsão para a reabertura da “sala fitness”.

Investigadores da Universidade de Aveiro criam bioplástico com casca de cebola
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A solução tecnológica dispensa processos complexos de extração ou purificação e utiliza lamas derivadas do processamento de batata como base para o material bioplástico. “Esta abordagem permitiu desenvolver bioplásticos com propriedades mecânicas melhoradas, maior resistência à água, barreira a gases e atividade antioxidante, requisitos fundamentais para aplicações no setor das embalagens funcionais”, informou a universidade, em nota de imprensa. Segundo explicou, os novos materiais “apresentam atividade antioxidante e barreira a gases, características fundamentais para o setor das embalagens funcionais e para a conservação de alimentos”. A investigação do Instituto de Materiais de Aveiro (CICECO), uma das unidades de investigação da UA, “seguiu os princípios da economia circular ao substituir matérias-primas fósseis por subprodutos não comestíveis, reduzindo o impacte ambiental e a pressão sobre recursos primários”, salienta. A tecnologia encontra-se protegida por patente e utiliza métodos de processamento convencionais, como a extrusão ou a moldação por compressão, para facilitar a escala industrial. O trabalho de investigação teve a colaboração do Laboratório Associado para a Química Verde e decorreu em vários departamentos e na Escola Superior Aveiro-Norte. A equipa responsável pelo projeto contou com os investigadores Mariana Vallejo, Beatriz Esteves, Pedro Carvalho, Manuel Coimbra, Martinho Oliveira, Paula Ferreira e Idalina Gonçalves. A produção mundial de cebola ultrapassa os 98 milhões de toneladas anuais, estimando-se que 5% desse volume corresponda a cascas que resultam em resíduos. Segundo a mesma fonte, Portugal gera anualmente vários milhares de toneladas desses resíduos, principalmente nas indústrias de descasque, transformação e produção de refeições prontas.

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Mau tempo: Descida do caudal do rio Vouga permitiu famílias regressarem a casa em Albergaria
Região

Mau tempo: Descida do caudal do rio Vouga permitiu famílias regressarem a casa em Albergaria

“A maior parte das pessoas já regressaram às suas casas, em Angeja e Frossos”, informou João Oliveira, responsável do serviço municipal de proteção civil de Albergaria-a-Velha. Segundo especificou, “as pessoas que a frente das casas é virada para a Nacional 230-2 já puderam regressar, tal como os residentes da Rua da Pedreira”, não obstante aquela estrada continuar interdita ao trânsito. De acordo com aquele responsável, apenas duas famílias ainda não voltaram a casa e permanecem em casas de familiares, porque se trata de pessoas com mobilidade reduzida. O responsável da proteção civil deu conta de que, pelas 14:00, a água que transbordou do rio Vouga já havia descido cerca de dois metros, e que a perspetiva é que a situação continue a melhorar. “O caudal do rio baixou significativamente, cerca de dois metros, e não se preveem mais incidentes relacionados com o rio nas próximas horas”, explicou. A subida das águas do rio Vouga havia inundado as zonas ribeirinhas de Angeja, Frossos, São João de Loure e Alquerubim, no concelho de Albergaria-a-Velha. Na quarta-feira ao final da tarde, várias casas ficaram isoladas pela água e 20 pessoas tiveram de ser realojadas, optando por ir para casas de familiares. Segundo adiantou João Oliveira à Lusa, “estão a ser feitos trabalhos para a reposição da normalidade” nas zonas afetadas.

Setor da distribuição afasta problemas no abastecimento de produtos
País

Setor da distribuição afasta problemas no abastecimento de produtos

“Não há, neste momento, nenhum constrangimento no país no abastecimento da cadeia de valor dos produtos”, assegurou o diretor geral da APED, Gonçalo Lobo Xavier, em declarações à agência Lusa. Apesar de “alguns atrasos em chegadas às lojas”, face à necessidade de alterar rotas de transporte devido às várias estradas cortadas, em particular a autoestrada A1, a associação salientou que as empresas envolvidas, quer ao nível da distribuição, quer do transporte, assim como as autoridades, como a Proteção Civil, “têm sido inexcedíveis a encontrar rotas alternativas”. “Portanto, a verdade é que, mesmo com estes constrangimentos, há alternativas e não há nenhum problema logístico de abastecimento de lojas”, reiterou. Relativamente à disponibilidade de produtos, o dirigente da APED referiu que “não há peixe fresco” da costa portuguesa nas lojas “porque os pescadores não têm saído” devido à agitação do mar, mas salientou que não é por isso que “se deixa de ter peixe nas bancas”. “O que estamos é a ir buscá-lo a outras geografias, temos peixe congelado e temos peixe de viveiro de várias origens”, explicou, avançando que se está “a ir buscar bastante peixe ao norte da África”, por exemplo, mas tal “não vai ter impacto nenhum nos preços, porque já eram rotas de fornecedores habituais”. No que diz respeito a produtos agrícolas, sobretudo hortofrutícolas, Gonçalo Lobo Xavier manifestou “preocupação com os fornecedores” das regiões mais afetadas pelo mau tempo, “que viram as suas produções dizimadas e que é preciso ajudar para que recuperem rapidamente”. Já quanto à eventual escassez destes produtos nas lojas, lembrou que “Portugal não é autossuficiente, de maneira nenhuma, em produtos agrícolas, portanto cada retalhista já tem os seus fornecedores habituais de outras geografias”, podendo reforçar as encomendas do exterior em caso de necessidade. “O mercado está a funcionar, é preciso ter alguma serenidade”, enfatizou o dirigente associativo, garantindo ainda que “não há razão imediata para achar que os preços vão aumentar”. Explicando que “há muitas dinâmicas que estão a acontecer”, o diretor-geral da APED admitiu que “o mercado tem vindo, realmente, a pressionar alguns produtos, mas não é por causa destas situações” relacionadas com o mau tempo. Como exemplos, avançou o cacau e a carne, notando que esta última “tem vindo a aumentar consecutivamente de preço nos últimos tempos, ou por via de processos regulatórios ou de obrigações de legislação que obrigam a outro tipo de investimento ou porque as rações têm vindo a aumentar sucessivamente”.

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