AAUAv/UA: Basquetebol masculino sagra-se campeão nacional universitário
A equipa de basquetebol masculino é a primeira equipa da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv/UA) a trazer para casa o ouro e o título de campeão nacional universitário nesta edição das Fases Finais dos CNU. Depois de vencer ontem, na meia-final, por quatro pontos a Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico (AEIST) de Lisboa, a equipa de estudantes-atletas aveirenses conseguiu pontuar mais do que a equipa da casa – a Associação Académica de Coimbra (AAC).
Ana Patrícia Novo
JornalistaA equipa aveirense voltou a vencer a AAC, num jogo que começou com uma AAC mais forte e terminou com uma diferença de 10 pontos (74-64) a favor da AAUAv/UA. Em declarações à Ria, Francisco Albergaria, estudante-atleta de Engenharia Informática e capitão da equipadá conta de uma equipa “muito feliz” e com a sensação de “dever cumprido”.
“Começamos por perder por 14 pontos (…), mas rapidamente conseguimos encontrar o nosso ritmo e voltar a estar dentro do jogo; depois na segunda parte conseguimos uma ligeira vantagem (…) e foi só conservar essa vantagem e acabamos por ganhar”, analisa Francisco. Com a vitória, a equipa aveirense vê o seu lugar garantido no Campeonato Europeu Universitário que decorrerá este ano de 6 a 13 de julho, em Bolonha, Itália. De notar que a última edição da competição, em 2023, decorreu na Universidade de Aveiro.
O estudante-atleta deu nota que os objetivos para a competição europeia serão pensados depois dos atletas descansarem e terem processado a vitória do dia de hoje. “Tem sido muito difícil gerir isso [o cansaço], porque nós estamos a ir e vir todos os dias e depois nós jogamos todos em clubes [federados] (…), portanto nós vimos de jogar e ainda vamos treinar aos nossos clubes no final do dia”, repara Francisco. O capitão da equipa aproveitou ainda a ocasião para agradecer “o apoio de todos”, em especial à Associação e à Universidade “porque nos permitem as condições necessárias para podermos estar aqui”, repara.
Miguel Tavares, antigo estudante-atleta da UA e atual treinador da equipa admite que o jogo começou mal para a equipa aveirense. “Passamos alguns momentos complicados, mas este campeonato foi todo uma prova de superação constante, parecia que começávamos sempre atrás nos jogos, mas depois acabávamos por dar a volta e acabar a vencer e este jogo foi o resumo perfeito daquilo que foi a competição em si”, aponta o técnico da equipa aveirense.
Para o futuro, o treinador aponta que a manter-se o grupo não tem dúvidas de que “vão com certeza marcar presença nas Fases Finais” e espera que o sucesso tenha vindo para ficar. “O ano passado a equipa ficou em segundo, este ano ficamos em primeiro, então acho que é uma prova de continuidade e sucesso duradouro”, entende. Para Miguel Tavares, a vitória e o ouro têm um gosto especial por ser o seu último do técnico desportivo no desporto universitário. “A nível pessoal foi o meu último ano no desporto universitário (…). Está feito o percurso e não podia pedir melhor maneira de acabar”, aponta o treinador.
As equipas da AAUAv voltam a disputar jogos na próxima semana. O basquetebol e futsal feminino disputam a fase de grupos já a partir da próxima segunda-feira, dia 14, e são as duas únicas equipas aveirenses ainda na luta pela conquista de títulos nas Fases Finais da competição da FADU.
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Universidade de Aveiro desenvolve substitutos ósseos a partir de impressão 3D
Segundo uma nota de imprensa da Universidade, os investigadores recorreram à técnica de fotopolimerização em cuba, para produzir peças à medida de cada paciente, utilizando uma resina líquida que solidifica com a ação da luz. O objetivo é criar “peças à medida de cada paciente, tendo em conta as características específicas do osso a substituir, com uma estrutura sólida que tenha uma forma muito próxima da prótese óssea necessária para cada caso clínico”. O projeto utilizou hidroxiapatite suspensa numa resina de base aquosa, para mimetizar o mineral do osso humano e permitir a produção de estruturas complexas, adaptadas a cada caso clínico. A utilização da base aquosa reduziu em cerca de 80% o uso de compostos orgânicos e diminuiu o tempo da fase final de produção em cerca de 60%. “Os próximos passos do processo envolvem a avaliação do comportamento biológico do material e a realização de testes avançados para garantir a segurança e eficácia das soluções antes da aplicação clínica”, explica a nota. O trabalho contou com a participação de Simão Santos e Manuel Alves, estudantes de doutoramento, e das professoras Susana Olhero e Georgina Miranda do Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica.
Antigos Alunos da UA empossam novas coordenações dos Núcleos Alumni esta sexta-feira
No total, vai ser dada posse a 96 dirigentes de 23 núcleos diferentes: três núcleos específicos (futebol – secção autónoma, rugby e business lab) e 20 núcleos por todas as unidades orgânicas da UA (16 departamentos e quatro escolas politécnicas). A coordenação mantém-se em apenas seis dos 23 núcleos, sendo eles o núcleo de Ambiente e Ordenamento, Ciências Sociais, Políticas e do Território, Educação e Psicologia, Línguas e Culturas, Matemática e Rugby. Segundo a nota de imprensa, entre os dirigentes que tomam posse esta sexta-feira na Sala do Senado da Universidade de Aveiro existe uma combinação entre docentes, funcionários e investigadores adstritos à própria Universidade de Aveiro, com quadros da administração pública e de várias empresas portuguesas e multinacionais.
Paulo Jorge Ferreira garante que a UA paga melhor, contrata mais e está preparada para o pós-PRR
Desde a centralização do atendimento aos estudantes no edifício da Reitoria até à revisão do quadro remuneratório dos trabalhadores, Paulo Jorge Ferreira assinala que a “estrutura de serviços, (…) não é nada semelhante ao que vigorava no passado”. A mesma visão também é subscrita por Mário Pelaio, para quem as mudanças na Universidade também justificam a evolução: “Os serviços de 2015, 2016, 2018, 2019… não respondem às necessidades de uma universidade de 2025”. O crescimento da UA e do investimento nos serviços não foi acompanhado, no entanto, pelo financiamento público à instituição, segundo o reitor. “As dificuldades de financiamento são permanentes. Se nós estamos à espera de um ano em que haja financiamento abundante para fazer investimentos, não fazemos coisa alguma”, sublinha. Paulo Jorge Ferreira diz que o ano de 2025 terminou com a Universidade a ter ainda “13,5” milhões de euros a receber do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o que “deixará um saldo negativo importante” nas contas da instituição. Não obstante, afirma que, apesar de “ficar sempre muito aquém do que gostaria de fazer”, a UA tem conseguido fazer os seus investimentos e seguido um plano “agressivo” de desenvolvimento e crescimento. Nesta manobra de crescimento, que se fez sentir nos vários setores da UA, destaca-se o aumento da aposta na investigação, cujo orçamento foi “dobrado” em relação a 2019. Mário Pelaio reflete que os efeitos desse aumento “têm de ser acompanhados por um aumento de recursos - não só recursos materiais, mas também recursos humanos”. Nesse sentido, explica, cerca de “2/3” das contratações efetuadas foram “para fazer face a necessidades transitórias e, portanto, com recurso a meios precários”. “Mas as preocupações com o pessoal não se circunscrevem às questões quantitativas”, assinala o administrador, que acrescenta que “houve necessidade de adaptar os recursos a essas novas necessidades”. Por isso, segundo aponta, a UA teve a preocupação também de “aumentar a formação” e a “criação de uma lógica que respondesse aos novos desafios”. Essa preocupação, “alinhada com os objetivos estratégicos da UA”, passou por “aumentar as condições de bem-estar dos trabalhadores”. De acordo com o administrador, uma parte significativa das contratações serviu para responder às exigências do PRR. Diz Paulo Jorge Ferreira que, “depois de terminado o programa, vai ser preciso manter a funcionar a máquina maior que montámos” e, por isso, “muitas das contratações que foram realizadas terão de se manter no futuro”. “Por exemplo, as residências, só no Crasto, têm cinco novos blocos. Isso determina uma dimensão para os Serviços de Ação Social diferente daquela que havia no passado. E quem diz ação social diz limpeza, segurança, jardinagem…”, explica o reitor. Com isto em mente, Paulo Jorge Ferreira garante que a instituição “está muito bem preparada para o futuro”. Os desafios, no entanto, como já tinha afiançado Mário Pelaio, não se colocam apenas no número de pessoas que trabalham nos serviços, mas também na qualidade. “A despesa com o pessoal é evidente que aumentou, porque houve mais contratações. Mas aumentou também porque pagamos melhor. (…) Há sinais óbvios de que nós estamos a manter a estrutura humana da Universidade de Aveiro, atendendo não só a novas pessoas, mas também a cuidar daqueles que já cá estão. E isso, para mim, dentro dos limites que a lei nos concede, é a principal prioridade”, assegura. De acordo com os dados indicados pelo reitor, “a mediana das remunerações do pessoal técnico subiu 50% nos últimos seis anos”. Da mesma forma, “baixou o tempo médio de permanência na mesma categoria, (…) de mais de uma década para quatro anos”, o que indica que a UA “está a fazer progressões de forma mais ágil”. Estas melhorias conduzem a que, de acordo com o reitor, a idade média e mediana não se tenha agravado. “Em seis anos cresceram, no pior dos casos, entre três e seis meses”, indica. No mesmo tema, o administrador da UA elencou algumas das medidas tomadas pela universidade para conseguir destacar-se. Mário Pelaio recorda que “temos mais de 64% dos trabalhadores em regime de direito privado. Portanto, ao abrigo do Código de Trabalho e da regulamentação, estão abrangidos pela regulamentação interna e já não são diretamente dependentes da função pública”. “Isso permite alguma flexibilidade na oferta do sistema remuneratório da Universidade”, acrescenta. O responsável adianta que a Universidade fez, em 2023, uma alteração ao regulamento de carreiras, “eliminando algumas posições remuneratórias de base e, portanto, passando a contratar em posições mais acima, no que toca aos técnicos superiores”. Entre outras notas, destaca ainda que a UA tem um sistema de avaliação de desempenho que “não é totalmente coincidente com o sistema de avaliação de desempenho na função pública” e que a instituição assumiu uma opção gestionária que vai resultar numa “progressão atípica na carreira de mais de 270 trabalhadores”. O facto de pagar melhor é uma forma de atrair “os melhores” para a instituição, mas não chega, diz o reitor: “Pagamos melhor e por isso temos mais facilidade em reter talento, mas também se paga melhor noutros lados e, por isso, não ganhamos uma vantagem competitiva significativa ou, pelo menos, não a ganhamos face àqueles sítios com que interessa realmente competir”. Nas palavras de Mário Pelaio, o facto de a comunidade da UA poder beneficiar do acesso a atividades desportivas e de recreação a preços muito competitivos nas instalações desportivas da instituição, bem como de oportunidades de mobilidade interna e das boas práticas laborais implementadas, contribui para o aumento dos níveis de satisfação e retenção dos profissionais. Na mesma linha, o responsável destaca ainda que o acesso facilitado ao regime de teletrabalho funciona como um importante fator de motivação, permitindo aos trabalhadores manter uma maior proximidade com as suas famílias. Embora os cargos dirigentes na função pública não sejam tão bem remunerados como no privado, Mário Pelaio afirma que não tem existido falta de interesse. Conforme explica, “o plano de capacitação de trabalhadores para o exercício de funções dirigentes tem vindo a ser extremamente concorrido” e existe “um conjunto de trabalhadores altamente qualificado e muito motivado para o exercício das suas funções e também para o exercício das funções dirigentes”. Da mesma opinião, o reitor assinala que a forte adesão aos concursos não é vista como um problema: “Preocupado ficaria eu se ficasse vazio o concurso”. Apesar disso, a realidade é que nestes cargos tem-se verificado alguma rotatividade nos últimos anos, algo que não é visto com maus olhos pelo reitor Paulo Jorge Ferreira. O responsável afirma que “é um fator natural no crescimento institucional e, quando as coisas não estão bem, a gente tem a obrigação de as mudar e de não manter tudo a funcionar mal, sabendo que está mal”.
UA celebra este mês os 60 anos do programa ‘Cinco Minutos de Jazz’ de José Duarte
“São os 60 anos do programa do programa ‘Cinco Minutos de Jazz’ que começou em 1966, exatamente, no dia 21 de fevereiro. Foi o programa de rádio mais longo da história da rádio em Portugal. Teve algumas interrupções, nomeadamente, na altura do 25 de abril. (…) Começou na Rádio Renascença e acabou na Antena 2”, começou por contextualizar à Ria Susana Sardo, docente no Departamento de Comunicação e Arte (DeCA) da UA. No seguimento, Susana recordou ainda que José Duarte- que faleceu em 2023- foi o responsável pela criação do Centro de Estudos de Jazz na UA. “Nós criamos o Centro de Estudos de Jazz, após a doação do cervo dele à Universidade de Aveiro. Achamos que era muito importante fazer-lhe esta homenagem”, frisou. Sem antecipar aquele que será o programa do dia 21 de fevereiro, Susana Sardo adiantou apenas que a conversa contará com personalidades que “continuam a ter um papel importante na divulgação do jazz em Portugal”. “[Vamos contar com a presença de] alguns críticos de jazz como o António Curvelo que foi o único crítico de jazz contratado pelo jornal, o Leonel Santos que é o diretor de um grande blog de divulgação de jazz, o Ivo Martins que é o curador da exposição que está, neste momento, no Centro de Estudos de Jazz que se chama “Corpo e Alma”, o Nuno Catarino que é o diretor da jazz.pt, o Pedro Tadeu que é um vice-diretor do Diário de Notícias, músicos de jazz como Carlos Azevedo, Paulo Perfeito…”, revelou. Recorde-se que, tal como noticia a UA, José Duarte mantinha uma relação próxima com a Universidade onde foi também docente. A instituição acolheu a coleção de “fonogramas, filmes, vídeos, imagens fotográficas, manuscritos, entre outros documentos de José Duarte, coleção que foi determinante na fundação do Centro de Estudos de Jazz, em 2007”.
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Luís Souto de Miranda mantém voto em reserva na segunda volta das presidenciais
“Continuo a achar que [Luís Marques Mendes] teria todas as qualificações para ser um excelente Presidente da República. O povo não entendeu assim temos de aceitar e agora, serenamente, aguardar os resultados das eleições”, afirmou o autarca à Ria à margem da reunião camarária pública desta quinta-feira, 5 de fevereiro. Luís Souto de Miranda assegurou ainda já ter decidido, mas preferiu não divulgar o seu voto. “Eu tenho o direito. O voto é secreto…É um direito que tenho como cidadão não tornar público qual dos candidatos votarei”, frisou realçando já ter tomado essa decisão “há muito tempo e sem quaisquer dúvidas”. “É uma reserva particular, mas não tenho dúvida nenhuma”, rematou. A segunda volta das eleições presidenciais está marcada para este domingo e terá como candidatos António José Seguro e André Ventura.
Chega quer ouvir autarcas de Aveiro no Parlamento sobre PP do Cais do Paraiso
A informação foi transmitida pelo vereador do Chega, Diogo Machado, no período antes da ordem do dia da reunião pública do executivo municipal. Na ocasião, o vereador anunciou que “estão feitas todas as diligências necessárias” para que o atual presidente e o anterior presidente da Câmara de Aveiro sejam chamados à Comissão de Ambiente e Energia e à Comissão da Economia e Coesão Territorial da Assembleia da República, para prestar todos os esclarecimentos sobre o processo. Além de Luís Souto e Ribau Esteves, o Chega quer ouvir também a chefe de divisão de planeamento territorial, à data, e a chefe de divisão de gestão urbanística. Diogo Machado disse ainda à Lusa que o processo está entregue aos deputados do Chega Armando Grave, Pedro Tavares dos Santos e Filipe Melo, adiantando que espera que os requerimentos para a audição sejam entregues até quarta-feira. Recorde-se que, tal como noticiado pela Ria, o Ministério Público (MP) avançou com um processo cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro para pedir a suspensão de eficácia, com força obrigatória geral, do Plano de Pormenor do Cais do Paraíso, aprovado pelo Município de Aveiro. Também esta quinta-feira, durante a reunião pública, Luís Souto de Miranda afirmou que a resposta à providência cautelar “está a ser trabalhada” por parte da autarquia.
Mau tempo: Vice-presidente da Câmara de Aveiro deixa “mensagem de tranquilidade”
A intervenção ocorreu no período antes da ordem do dia, com o objetivo de fazer um ponto de situação sobre o impacto das condições meteorológicas em Aveiro. Rui Santos começou por dirigir uma “palavra de tranquilidade na medida do possível” aos aveirenses, recordando que o distrito de Aveiro foi um dos territórios colocados em situação de calamidade. No âmbito da proteção civil, o vice-presidente explicou que foram reunidos e agilizados todos os meios disponíveis, tendo sido possível “até ao momento dar uma resposta muito pronta e muito eficaz às populações”. Nesse sentido, pediu também “respeito pela sorte” pelo facto de o concelho não ter sido um dos mais afetados. “Não queria deixar de passar uma mensagem de tranquilidade. Nós reunimos a Comissão Municipal de Proteção Civil imediatamente e reunimos com todas as entidades que podem ter e têm um papel extraordinariamente importante na prontidão e na reposição das vias de trânsito”, sublinhou Rui Santos. Durante a reunião, Rui Santos deu ainda conta da ocorrência de um “mini-tufão” na zona de Oliveirinha, situação que “levantou telhados”. Segundo explicou, o fenómeno “lançou o pânico nas populações, hoje de manhã”, mas a resposta das autoridades foi célere. “Passamos uma mensagem de resposta rápida e de tranquilidade”, assegurou. Por fim, o vice-presidente deixou também um alerta à população, apelando à prudência. “O que mais pedimos é que muitas vezes as pessoas com a sua vontade de resolver pelos próprios meios vão para cima dos telhados e os acidentes ocorrem... Nós preocupámo-nos com essa situação. Deixar esse alerta que temos os meios no terreno, a monitorizar todas as situações”, rematou acrescentado que, até ao momento, apenas se registaram “pequenos danos materiais”.
Delegação de Aveiro da ACAPO assinala 25 anos com “crescimento e reforço da intervenção”
De acordo com Carlos Pereira, o “crescimento e reforço da intervenção” da ACAPO em Aveiro foi “impulsionado, em parte, pela abertura do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilitação Social de Pessoas com Deficiência e Incapacidade (CAARPD)”. O novo serviço, que abriu portas em abril passado, permitindo apoiar mais pessoas com deficiência visual através de programas de reabilitação, formação e desenvolvimento de competências para a autonomia, registando-se também um aumento significativo do número de associados”. No almoço de aniversário, que acontece este sábado, vão estar presentes Ana Cláudia Oliveira, vereadora da Câmara Municipal de Aveiro, Cristina Azevedo, vereadora da Câmara Municipal de Anadia, e Bruno Ferreira, Presidente da União de Freguesias da Glória e Vera Cruz, Dirigentes, Associados e Amigos.