Tiago Nogueira, Orquestra 12 de Abril e Orfeão de Águeda atuam no concerto solidário da ESTGA-UA
No dia 5 de março, pelas 21h00, o Centro de Artes de Águeda vai acolher o segundo concerto solidário da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda da Universidade de Aveiro (ESTGA-UA). A receita da bilheteira reverterá, na íntegra, para a Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Redação
O espetáculo reunirá em palco uma centena de músicos e vozes para uma noite de música e solidariedade. A Orquestra 12 de Abril, o Orfeão de Águeda e Tiago Nogueira, vocalista do grupo “Os Quatro e Meia” serão os responsáveis por abrilhantar a noite.
O concerto solidário pretende antecipar o Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de março e prestar uma homenagem a todas as mulheres afetadas pelo cancro da mama de forma a sensibilizar a comunidade para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. A receita da bilheteira reverterá, na íntegra, para a Liga Portuguesa Contra o Cancro.
A iniciativa insere-se na semana aberta da ESTGA-UA que decorre de 5 a 12 de março. A atividade pretende convidar futuros estudantes e a comunidade local a participar numa série de iniciativas de caráter cultural, formativo e de responsabilidade social. A semana aberta encerrará com um dia dedicado às escolas secundárias da região. O programa na íntegra pode ser consultado aqui.
Recomendações
AAAUA prepara exposição sobre 35 anos de história e apela à participação de antigos alunos
Segundo uma nota de imprensa enviada à Ria, a intenção de avançar com a exposição surgiu ainda na gala do aniversário da AAAUA que decorreu no dia 5 de julho de 2025, na Reitoria da UA. Segundo Pedro Oliveira, presidente da Direção, “esta é uma forma de contar a história da Associação, com base nos objetos das diferentes fases e projetos da AAAUA, desde a sua fundação”. O representante recorda ainda que com a mudança da sede, em 2025, há uma “inventariação mais clara do nosso espólio, que constituirá a base da exposição”. Neste caso, o curador da exposição será Luís Almeida, primeiro presidente da direção da Associação e sócio honorário. Citado na nota, o curador mostrou-se com “entusiasmo” com o convite, salientando a oportunidade que esta exposição representa ao dar relevo ao trajeto da Associação. “A exposição será um momento de reencontro e celebração, contando com a colaboração de todos na recolha de testemunhos que possam enriquecer o nosso espólio”, afirmou. No comunicado, a AAAUA apela ainda a todos os antigos estudantes que tenham “fotografias, cartazes, jornais, recortes, t-shirts, canetas ou outro material de merchandising, relativo a estes 35 anos”, para que façam chegar essas memórias, através do email [email protected], entregando diretamente na sede, localizada no Edifício 1 (antigos galinheiros) ou através de correio. A recolha das contribuições decorrerá até ao dia “13 de março” de forma a possibilitar a seleção e inventariação final a tempo da abertura da exposição, que será “inaugurado no início de julho de 2026”.
Equipas da UA garantem fase final nacional em basquetebol feminino, andebol masculino e feminino
Com a qualificação para a fase final, a equipa de basquetebol feminino da UA dá um passo rumo ao heptacampeonato universitário na modalidade. De acordo com o treinador João Balseiro, o balanço desta segunda jornada concentrada é “positivo” e o foco agora passa pela revalidação do título nacional. O responsável aponta que o histórico recente da equipa universitária de Aveiro traz um “acréscimo de responsabilidade” para as atletas, mas salienta que, como já estão habituadas a estar nestes palcos, “torna-se mais fácil”. Não obstante, João Balseiro não deixa de ser cauteloso: “Não podemos pensar nesse objetivo se não abordarmos cada jogo como uma final”. No andebol masculino, o treinador Fernando Leite também deu nota de uma boa jornada, que começou com um embate difícil contra os estudantes da Universidade de Coimbra (UC). Depois de estar a perder por cinco golos, o técnico explica que alterou o sistema defensivo e a equipa acabou a ganhar por apenas um golo. Após vencer também os estudantes da Universidade da Beira Interior (UBI), a equipa da UA garantiu a passagem à próxima fase. Fernando Leite acredita que “se conseguir juntar todos os atletas que fazem parte da UA e que têm qualidade para participar na fase final”, o título é uma possibilidade. Recordando que os aveirenses já estiveram em duas finais sucessivas, mas sempre saíram vencidos, o técnico afirma que, desta vez, a equipa pode ser mesmo candidata ao título. José Rodrigues, técnico do andebol feminino, conta que a sua equipa chegou a esta jornada com uma “missão ingrata” e “sem margem de erro”. Para chegar à fase final, a equipa teria de vencer a UBI e a UC, antevendo que o confronto com as atletas da Universidade do Minho (UM) ainda não estivesse ao alcance das aveirenses. Se, contra a equipa da UBI, a partida foi mais acessível, contra as atletas da UC o jogo foi decidido “no último segundo”, com a vitória a sorrir à turma liderada por José Fernandes. Com estes resultados, beneficiando de um alargamento de equipas que acedem à fase final da competição, a equipa da UA carimbou o passaporte para Viseu e volta a tentar lutar pelas medalhas. O técnico recorda que, no último ano, a fase final foi “gratificante” e que a UA acabou em terceiro lugar. Agora, José Fernandes afirma que pode haver duas ou três jogadoras que ainda “podem aparecer” na fase final e, se o grupo estiver completo, o objetivo é fazer “mais e melhor”. José Fernandes deu ainda uma nota de apreço pela organização da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv), que rapidamente conseguiu arranjar uma alternativa ao Aristides Hall. O pavilhão, segundo explica, esteve indisponível devido à humidade, pelo que a competição teve de passar para o Centro Desportivo de São Bernardo.
Polimedicação em idosos pode aumentar “risco de iatrogenia”, revela estudo da UA
Numa nota enviada às redações, a UA começa por recordar que o envelhecimento da população é “uma das principais tendências demográficas em Portugal, resultado da diminuição da natalidade e do aumento da esperança média de vida”, trazendo novos desafios no sistema de saúde, nomeadamente, na população mais idosa. “Portugal apresenta o segundo índice de envelhecimento mais elevado da União Europeia, e muitos idosos têm condições de saúde complexas, estão sujeitos à polimedicação e a múltiplos tratamentos, o que aumenta o risco de doença iatrogénica [danos causados por cuidados de saúde ou pela medicação]”, aponta a responsável”, recorda Maria Teresa Herdeiro. Segundo a também coordenadora do projeto STOP-IATRO na UA, as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras orientações internacionais “não estão ainda a ser totalmente implementadas de forma eficaz pelos profissionais de saúde”. “O ideal seria que estas recomendações fossem integradas nas guidelines do Serviço Nacional de Saúde e nos protocolos institucionais, permitindo a sua aplicação na prática clínica”, sublinha, defendendo ainda a importância da formação contínua e do envolvimento de equipas multidisciplinares. De acordo com a investigadora, muitos destes eventos iatrogénicos são “conhecidos, estudados e podem ser evitados”. “Os profissionais de saúde de uma forma global estão despertos para a iatrogenia, nomeadamente medicamentosa, contudo, apontam a necessidade de instrumentos de avaliação do risco e do estado funcional dos idosos”, alerta a coordenadora do estudo”, refere. Na nota, a Universidade de Aveiro refere ainda que numa fase inicial participaram “64 profissionais de saúde”, tendo a maioria dos inquiridos “mais de dez anos de experiência profissional”. “Os resultados revelam lacunas ao nível do conhecimento das orientações internacionais. Cerca de 81 por cento dos profissionais desconhecem as recomendações da OMS para prevenir, retardar ou reverter o declínio das capacidades físicas e mentais dos idosos. Além disso, 84 por cento não conhecem recomendações publicadas para prevenir a perda de autonomia funcional durante o internamento hospitalar de pessoas idosas, e 82 por cento não utilizam escalas para avaliar o estado funcional dos doentes”, refere. Questionados ainda sobre o impacto da iatrogenia na perda de capacidade funcional dos idosos, uma “parte significativa dos participantes” considerou que a situação afeta uma “percentagem relevante dos doentes”. “Cerca de 34 por cento acredita que entre 11 e 25 por cento dos idosos sofre este tipo de declínio não explicável apenas pela sua condição clínica, enquanto 24 por cento dos participantes aponta valores entre 26 e 50 por cento”, continua. Já sobre a iatrogenia medicamentosa, “47 por cento dos profissionais considera que entre 11 e 30 por cento dos eventos iatrogénicos graves estão associados ao uso de alguns medicamentos, e 24 por cento acredita que estes representam entre 41 e 60 por cento dos eventos adversos”. “Uma parte significativa dos inquiridos reconhece ainda que muitos destes casos poderiam ser evitados: 41 por cento dos participantes considera que entre 41 e 60 por cento dos eventos relacionados com medicamentos são preveníveis, e 28 por cento estima que a mesma percentagem destes efeitos adversos pode implicar internamento hospitalar”, completa. Na nota, a UA destaca ainda que, apesar das lacunas identificadas, houve um dado positivo: “92 por cento dos profissionais mostraram-se disponíveis para participar em ações-piloto de boas práticas na prevenção e gestão da iatrogenia medicamentosa”. O trabalho inseriu-se no projeto STOP-IATRO, financiado pelo Interreg Sudoe e desenvolvido em parceria com instituições de Portugal, Espanha e França, com o objetivo de prevenir a iatrogenia na população idosa. Com base nestes resultados, a UA refere ainda que já foram “realizadas ações de formação utilizando a metodologia de workshops dirigidas a profissionais de saúde da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro, envolvendo cerca de 80 participantes de diferentes áreas clínicas”. Ao longo deste ano, estão ainda previstas ações de sensibilização dirigidas à população em geral, “com foco na promoção da literacia em saúde e no envelhecimento saudável”. A investigação teve como objetivo avaliar o conhecimento dos profissionais de saúde sobre a iatrogenia e a sua prevenção, “permitindo identificar necessidades e apoiar o desenvolvimento de estratégias inovadoras para melhorar os cuidados prestados às pessoas mais velhas”.
Aulas Abertas de Música gratuitas regressam à Universidade de Aveiro este mês
Segundo uma nota enviada às redações, os participantes terão a oportunidade de escolher entre um conjunto de instrumentos como, por exemplo, violino, piano, clarinete, eufónio, tuba, acordeão, flauta, bandolim, entre outros. Além destes, as aulas abertas abrangerão também outras áreas como “composição e Direção e Teoria e Formação Musical (DTFM)”. “O corpo docente do DeCA, composto por músicos e professores altamente qualificados, guiará os participantes em experiências práticas e informativas. Cada aula será uma oportunidade única de interação com profissionais experientes, permitindo que os alunos compreendam melhor as nuances de cada instrumento e área de estudo”, explica a nota. A primeira aula decorrerá já no dia 14 de fevereiro, seguindo-se nos dias 21, 22 e 28 de fevereiro e no dia 14 de março. As inscrições são ainda obrigatórias e limitadas “até à quinta-feira anterior a cada aula”, aqui.
Últimas
Aveiro: “Crateras” junto à Rodoviária geram indignação, mas CMA garante intervenção em breve
Os clientes de Daniel Castanheta, motorista TVDE, dizem que “Aveiro é a terra dos buracos”, segundo conta o condutor à Ria. Em frente à Estação Rodoviária de Aveiro, o profissional olha para a Avenida Vasco Branco, diariamente atravessada por dezenas de autocarros, onde conta que já evita passar, uma vez que “tem buracos que não dão boa saúde aos carros”. Nos últimos dias, a situação tem gerado polémica nas redes sociais. Na sequência de uma publicação feita no Facebook, foram muitos os munícipes que se mostraram desagradados com o estado do pavimento, comentando que “Aveiro é um país de terceiro mundo ao nível das vias de comunicação” ou que aquela estrada “parece um caminho de cabras”. À Ria, o motorista conta que também já pensou recorrer às redes sociais para alertar para o problema. Os remendos são recorrentes – segundo Daniel Castanheta, até já foram colocados no passado mês de janeiro -, mas qualquer “chuvinha” faz desaparecer o trabalho de manutenção da via. “É uma vergonha… Eles [os responsáveis da autarquia] chegam aqui agora, se virem dois dias de sol, e metem um bocadinho de pó. Basta vir uma chuva e abrem ali aquelas crateras todas”, relata. A história coincide com aquela que Luís Delgado, que trabalha na Busway – empresa de transportes públicos que opera na região de Aveiro –, conta também à Ria. De acordo com o motorista, “desde o ano passado que andam a pôr remendos”, mas as coisas não têm melhorado e “já há buracos com mais de um palmo”: “Não vale a pena pôr remendos, vai ficar igual ou pior. (…) É o mesmo que pôr remendos numas calças velhas. (…) Põe-se lá um remendo e, passados uns dias, já está rasgado ao lado”. O condutor de autocarros entende que o caminho devia passar pela colocação de um “tapete de boa qualidade para os pesados” que viesse desde o início até ao fim do comprimento do túnel. Seria uma forma de “gastar o dinheiro de uma vez, em vez de andar a gastar o dinheiro aos pouquinhos”, no seu entender. Embora nem todos tenham mostrado vontade de falar à Ria, nas imediações do Terminal Rodoviário não houve quem fosse abordado que não tivesse queixas sobre a estrada. Entre taxistas, motoristas e trabalhadores da estação, todos deram nota de uma situação “horrível” que condiciona a chegada ao local de trabalho. Daniel Castanheta referiu ainda que esta rua não é caso único no concelho de Aveiro, que “está mesmo mal em termos de vias de comunicação”. Exemplo disso é a Avenida Artur Ravara, entre o Hospital e o Parque Infante D. Pedro, onde “a estrada tem buracos enormes” que “nem sequer se deram ao trabalho de tapar”. Da mesma forma, afirma que, na Rua Homem Cristo Filho, “houve um abatimento do pavimento (…) já para aí há dois meses” e que “puseram lá umas grades porque não se consegue passar”. Após ser contactado pela Ria, Rui Santos, vice-presidente da Câmara Municipal de Aveiro responsável pelo pelouro Serviços Urbanos e Espaço Público, garante que a autarquia está a par da situação e que, em breve, vão ser tomadas medidas. Neste momento, adianta, está a ser preparado o lançamento de uma empreitada para a recuperação de algumas vias do Município, entre as quais está a da Avenida Vasco Branco.
Homem de 32 anos detido em Vagos por suspeita de abusar de criança de 13 anos
Num comunicado enviado hoje à agência Lusa, aquela força policial referiu que, “para concretizar as práticas sexuais a que sujeitava a vítima, o suspeito aproveitou-se da proximidade e confiança que mantinha com os pais” da vítima. Os abusos teriam sido concretizados “em momentos em que conseguia estar a sós com a criança”. Segundo a PJ, os indícios recolhidos até ao momento pela investigação “apontam no sentido de estes terem ocorrido durante cerca de dois meses, no passado verão de 2025”. Os factos foram informados às autoridades “através de uma familiar da menor, que vive fora do círculo mais próximo”. De acordo com a mesma fonte, o detido será presente às autoridades judiciárias competentes da comarca de Aveiro, para lhe serem aplicadas as devidas medidas de coação.
Mau tempo: Câmara de Aveiro fechou acesso à antiga Lota e deixou família bloqueada
A Câmara de Aveiro mandou encerrar a estrada de acesso à zona da antiga Lota desde as 14h00 de segunda-feira até às 08h00 de hoje, atendendo à precipitação persistente e à subida da maré. A decisão apanhou de surpresa Agostinho Neno, o filho e a nora, que estavam a trabalhar nas marinhas às quais apenas se pode aceder por um caminho de terra ligado por uma ponte à zona que foi vedada. Quando tentaram regressar a casa ao final da tarde, os três depararam-se com o acesso barrado por um monte de terra e tiveram de retirar parte da terra com uma pá para passar com as suas viaturas. “Acho que eles vieram ver se havia carros ali. Dizem que não viram carros e taparam, mas os meus carros estavam aqui na zona privada, onde tenho o cais do meu barco”, disse à Lusa Agostinho Neno, queixando-se da falta de aviso prévio por parte da autarquia. Numa nota enviada hoje à Lusa, o gabinete de imprensa da Câmara esclareceu que a estrada na zona da antiga lota foi encerrada por razões de prevenção e para garantir a segurança. “Esta decisão foi tomada de forma responsável, face às condições existentes no local, tendo sido previamente assegurada a informação a todas as associações e coletividades com instalações naquela área”, refere a mesma nota. A mesma fonte acrescentou que a câmara desconhecia que estivessem trabalhadores nas marinhas e não teve a intenção de prejudicar e impedir a passagem dessas mesmas pessoas. Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos. O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
Deputados do PS/Aveiro refirmam que ampliação do Hospital de Aveiro é “prioridade estratégica”
No encontro com a ULS da Região de Aveiro, um dos principais temas abordados pelos deputados socialistas foi o processo de ampliação do Hospital de Aveiro. Segundo escrevem, trata-se de uma “prioridade estratégica para o distrito” e de uma “reivindicação antiga da população”. Nesse sentido, os deputados “esperam que sejam rapidamente ultrapassados os constrangimentos que ainda subsistem” de forma que “a obra avance para o terreno sem mais atrasos”. Também foi tema a situação do Centro de Saúde de Estarreja e as condições em que são prestados os cuidados de saúde à população. Na ótica dos representantes do PS, que dizem ter utilizado a reunião para a analisar as dificuldades existentes – nomeadamente do ponto de vista dos recursos humanos - é necessário “reforçar meios e soluções que permitam melhorar a qualidade do atendimento e garantir respostas mais eficazes aos cidadãos”.