Universidade de Aveiro conclui que ansiedade climática influencia comportamentos
Um estudo da Universidade de Aveiro (UA) indica que a ansiedade climática entre adultos em Portugal é baixa, mas influencia comportamentos favoráveis ao ambiente, foi hoje, dia 23, revelado à agência Lusa.
Redação
Essa é uma das principais conclusões do estudo, que procurou compreender “de que forma a perceção de que as alterações climáticas são uma realidade, afeta ou não a saúde mental e leva ou não à adoção de comportamentos pró-ambientais”.
Segundo uma nota de imprensa da UA, a investigação contou com a participação de 3.300 pessoas, para avaliar sintomas como perturbações do sono ou dificuldades de concentração.
“A maioria dos portugueses reconhece a realidade das alterações climáticas e as suas origens na ação humana”, conclui a investigadora Mariana Pinho, que explica que “a baixa ansiedade não significa desinteresse ou falta de consciência ambiental entre a população”.
Os resultados do estudo mostram que pessoas mais velhas e com maior escolaridade apresentam níveis inferiores de ansiedade.
O estudo revela ainda que experiências diretas com impactos climáticos “estão relacionadas com níveis mais elevados dessa patologia psicológica”.
“Níveis superiores de preocupação tendem a estar associados a uma maior adoção de práticas de conservação”, refere Mariana Pinho.
Segundo aquela investigadora, a ansiedade “atua como um mecanismo que liga a perceção do problema às atitudes e ações pró ambientais”.
A autora do trabalho defende que os profissionais de saúde devem saber identificar e encaminhar situações de stresse climático, pois o reconhecimento desses mecanismos emocionais é considerado “fundamental para o desenvolvimento de políticas ambientais mais inclusivas”.
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