Universidade de Aveiro estuda vida animal em eucaliptais
Um projeto coordenado pela Universidade de Aveiro (UA) contraria a ideia de que os eucaliptais são desertos ecológicos, e mostra que a vida animal pode coexistir com as florestas de produção.
Redação
A investigação do projeto WildForests, com base em dados científicos, “comprovou que é possível conciliar a produção de pasta de papel com a conservação da biodiversidade em áreas de eucaliptal”. Segundo Carlos Fonseca, biólogo da UA e coordenador do projeto, espécies como javalis, veados, raposas e ginetas foram encontradas nessas florestas, refutando que os eucaliptais sejam um "deserto ecológico".
“Apesar de as florestas nativas apresentarem maior diversidade, os eucaliptais oferecem abrigo e refúgio a muitos animais”, refere o estudo. A equipa do WildForests sugere uma gestão adaptada dessas áreas, “como a manutenção de vegetação natural perto de linhas de água e em manchas dentro das plantações, como forma de criar um equilíbrio entre o aproveitamento económico e a proteção da natureza”. “Casos de espécies protegidas, como o lobo ibérico a reproduzir-se em eucaliptais, demonstram o potencial de compatibilização entre florestas de produção e vida selvagem através de conhecimento e gestão sustentável”, salientam os investigadores.
O projeto WildForests, coordenado pela Universidade de Aveiro, conta com a participação do Instituto de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) e da FCiências.ID – Associação para a Investigação e Desenvolvimento de Ciências (FCiências. ID), através de uma equipa de alunos de doutoramento, mestrado e investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa liderada por Miguel Rosalino. O objetivo do projeto é ajudar os proprietários e gestores florestais a adaptar as suas práticas de gestão para que possam obter certificações florestais e, ao mesmo tempo, dar espaço à biodiversidade.
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Inscrições abertas para as Competições Nacionais de Ciência da Universidade de Aveiro 2026
Promovidas pela Universidade de Aveiro, no âmbito do Projecto Matemática Ensino (PmatE), as competições têm vindo a consolidar-se, ao longo de mais de três décadas, como uma das principais iniciativas de promoção da literacia científica junto dos mais novos. Desde a sua criação, já foram realizados mais de sete milhões de jogos educativos na plataforma do PmatE/UA. As provas estão agendadas para os dias 28, 29 e 30 de abril de 2026 e terão lugar na nave multiusos Caixa UA, no campus da Universidade de Aveiro. Durante três dias, milhares de estudantes, com idades compreendidas entre os 8 e os 18 anos, serão desafiados a testar os seus conhecimentos em áreas como Matemática, Português, Inglês, Física, Química, Biologia, Geologia, Ecologia, Literacia Financeira, Cidadania e Cultura Geral. As competições decorrem em formato digital, combinando uma componente científica com uma vertente lúdica de jogo educativo. O modelo pretende estimular o raciocínio, o pensamento crítico e a curiosidade dos participantes, num ambiente dinâmico e interativo. A participação é gratuita e aberta a todas as escolas do país. As inscrições devem ser realizadas pelos professores responsáveis até ao dia 24 de abril, através da plataforma oficial do PmatE. Com mais de 30 anos de história, as Competições Nacionais de Ciência continuam a afirmar-se como um espaço privilegiado de encontro entre estudantes, professores e ciência, contribuindo para a promoção do conhecimento e para o incentivo de novas vocações científicas junto das gerações mais jovens.
Grupo de estudantes manifesta-se esta tarde na UA a pensar no Dia Nacional do Estudante
São cerca de “10 a 12” estudantes que compõem o núcleo organizador do “Agitar a UA”, um grupo que, explica Leonor Lopes - estudante que no passado mês de dezembro também encabeçou uma candidatura à direção da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv) -, já existe desde o ano passado e serve para “alertar e mobilizar os estudantes acerca dos problemas no ensino superior”. De acordo com a responsável, entre as questões abordadas estão o valor da propina, o estado das residências universitárias, o incumprimento do Plano Nacional de Alojamento no Ensino Superior (PNAES), a revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES) ou os atrasos nos pagamentos das bolsas da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). A ação desta terça-feira é organizada com os olhos postos no próximo dia 24, quando se comemora o Dia Nacional do Estudante. Leonor Lopes conta que o principal objetivo é que exista uma “ação de microfone para tentar mobilizar os estudantes para a manifestação nacional, em Lisboa”. Em simultâneo, o grupo vai estar a recolher assinaturas de apoio à manifestação. A tribuna desta tarde vai ser palco de discussão de alguns assuntos de dimensão nacional, radicados no “subfinanciamento do Ensino Superior”, mas vai também haver espaço para abordar “problemas nas infraestruturas da Universidade [de Aveiro]”. Durante a tarde, vai também haver espaço para a pintura de cartazes para levar à manifestação que terá lugar em Lisboa, na próxima semana. Mais tarde no dia de hoje, conta Leonor Lopes, o movimento vai reunir com a direção da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv), conforme tinha sido combinado durante a última Assembleia Geral de Alunos, de forma a articular a mobilização dos alunos para a ida à capital.
Investigadores da UA alertam para contaminação de metais libertados por catalisadores
Investigadores da Universidade de Aveiro (UA) alertam para o impacto ambiental de metais do grupo da platina, libertados por catalisadores,em ecossistemas aquáticos, com base num estudo feito com mexilhão, hoje dado a conhecer pela instituição académica. O estudo foca-se na platina, no paládio e no ródio, “metais que se acumulam de forma contínua no ambiente e cujosefeitos biológicos permanecem pouco estudados”, e que são libertados por catalisadores automóveis e processos industriais. Especialistas dos departamentos de Biologia e Química avaliaram as respostas da espécie de mexilhão 'Mytilus galloprovincialis' a esses contaminantes. Os mexilhões foram expostos durante 28 dias a concentrações de cada metal, de forma isolada e em misturas. “A platina estimulou o metabolismo energético e ativou mecanismos de desintoxicação em concentrações baixas, enquanto o paládio comprometeu as reservas de energia e a eficiência metabólica dos organismos em doses elevadas". Já o ródio destacou-se pela capacidade de induzir danos oxidativos significativos em lípidos e proteínas”, descreve o estudo. Segundo uma nota de imprensa da UA, as misturas de metais provocaram efeitos “complexos e não lineares” nos bivalves analisados. “As combinações de platina com paládio ou ródio geraram respostas sinérgicas no metabolismo e na limpeza celular, e a exposição simultânea aos três metais revelou um perfil distinto com respostas maioritariamente aditivas”, adianta. Os investigadores consideram que o trabalho realizado “reforça a necessidade de considerar misturas de contaminantes na avaliação de riscos para os ecossistemas costeiros”.
GrETUA recebe espetáculo “Budô” que cruza artes marciais e dança contemporânea
O título da peça inspira-se no termo japonês budô (武道), frequentemente traduzido como “caminho do guerreiro”. No entanto, a palavra permite também um jogo de significados: enquanto bu (武) remete para o universo marcial - guerra, combate ou arte militar -, bu (舞) pode igualmente significar dança ou movimento. A criação parte dessa ambiguidade para explorar dois percursos possíveis: o caminho marcial e o caminho da dança. Em palco, Joana Couto e Leonardo Calvino, responsáveis pela direção artística, criação e interpretação, investigam esse território comum através do gesto, da disciplina, da escuta e do movimento. A música original do espetáculo é assinada por Rodrigo Ribeiro. A produção conta ainda com produção executiva e comunicação de Joana Couto e assistência de produção de Susana Loio, e tem o apoio da Direção-Geral das Artes, do balleteatro, do DDD - Festival Dias da Dança, do Instável - Centro Coreográfico, da Sekoia – Artes Performativas e do AgitLAB. Associada à apresentação do espetáculo decorrerá também uma Oficina de Dança e Artes Marciais, orientada pelos dois criadores. A atividade, que já se encontra esgotada, propõe exercícios que cruzam práticas de dança contemporânea e artes marciais, incentivando a exploração da consciência corporal, da escuta ativa, da coordenação e da fluidez do movimento. Os participantes da oficina terão entrada gratuita no espetáculo.
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Grupo de estudantes manifesta-se esta tarde na UA a pensar no Dia Nacional do Estudante
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Casa Gandaresa de Santo António em Vagos vai ser espaço museológico interpretativo
“Estamos perante um investimento estruturante para a valorização da cultura gandaresa e para o reforço da atratividade turística do nosso concelho”, afirmou o presidente da Câmara de Vagos, Rui Cruz. De acordo com o autarca, a Casa e Cultura Gandaresa “será um polo de referência”, que irá preservar a identidade de Vagos e, ao mesmo tempo, projetar o concelho como destino turístico-cultural de excelência”. A Câmara Municipal de Vagos assinou, a semana passada, o contrato de financiamento referente à candidatura submetida ao Programa Crescer com o Turismo, que viabiliza a execução do Projeto Museológico e Museográfico da Casa e Cultura Gandaresa de Santo António de Vagos. O projeto prevê a reabilitação daquele edifício histórico construído em 1937, “transformando-o num espaço museológico interpretativo, dinâmico e acessível, dedicado à preservação e difusão da identidade cultural da região das Gândaras”. Segundo o Município de Vagos, distrito de Aveiro, a intervenção contempla a conservação do imóvel através de técnicas tradicionais de construção vernaculares, preservando a autenticidade arquitetónica da casa. “A reabilitação será complementada pela introdução de equipamentos que garantem a sustentabilidade do edifício e a conservação das peças museológicas”, acrescentou. O futuro espaço museológico permitirá aos visitantes “usufruírem de uma experiência imersiva e interativa, com recurso a conteúdos digitais e multimédia, promovendo a acessibilidade para públicos diversos, incluindo pessoas com necessidades especiais”. No espaço serão apresentados trajes, artefactos, usos, costumes e vivências, num percurso expositivo que “respeita a simplicidade e autenticidade da cultura gandaresa, sem descurar a atratividade contemporânea e inovação necessária para cativar diferentes públicos”. A gestão do equipamento ficará a cargo do Município de Vagos, em parceria formal com o Grupo Folclórico de Santo António de Vagos, conforme protocolo já celebrado entre as duas entidades.
Cais do Paraíso S.A. pede diálogo à CMA e admite negociar, mas avisa que a “paciência não é eterna”
Foi na passada terça-feira, dia 10, que o TAF de Aveiro julgou procedente a providência cautelar apresentada em janeiro pelo Ministério Público (MP) contra o Plano de Pormenor do Cais do Paraíso, determinando a suspensão da eficácia do documento aprovado pelo Município de Aveiro. Pela primeira vez a falar à comunicação social sobre o dossier, Munir Asharaf Aly confessou à Ria “não estar contente” com a decisão e procurou explicar a posição da Cais do Paraíso S.A. em todo o processo. A principal crítica do investidor dirige-se à falta de diálogo com o executivo municipal desde a tomada de posse de Luís Souto. Se Munir diz que “não se pode queixar” de José Ribau Esteves, que liderou a autarquia desde que a sociedade adquiriu os terrenos, em 2018, até ao passado mês de outubro, a relação com o atual presidente é descrita de forma bem diferente. Segundo o responsável, o novo líder do Município não só não procurou estabelecer contactos como também “não responde” às tentativas de comunicação feitas pela empresa. Apesar do impasse, o presidente do Conselho de Administração da Cais do Paraíso S.A. não exclui a possibilidade de negociar, quer através da relocalização do investimento, quer através de alterações ao projeto inicialmente previsto. Ainda assim, deixa um aviso: “Aveiro tem que decidir se quer investimentos ou não quer”. “O país está a ficar completamente burocrático e depois queixamo-nos de que os preços da habitação estão altos. Estão altos porque as autarquias não tomam decisões, não dialogam, não conversam, estão entretidas na politiquice e deixam-se passar muitas oportunidades”, acrescenta. Na conversa com a Ria, os responsáveis pela sociedade elogiaram também a postura “construtiva” de Diogo Soares Machado, vereador eleito pelo Chega, durante a reunião de Câmara em que foi discutida a revogação do Plano de Pormenor. Nessa altura, o autarca disse ter apalavrado uma reunião com Nuno Pereira, responsável de desenvolvimento de projetos imobiliários do Mully Group - que, até agora, tem sido a ponte entre a Ria e a Cais do Paraíso S.A. -, mas, desde então, não voltaram a existir contactos, nem com o executivo municipal nem com os partidos da oposição. Disponível para falar “com todos”, Munir afirma ainda que, à exceção desse episódio, nunca foi abordado por responsáveis políticos e que tem procurado dialogar apenas com quem governa a cidade, de forma a evitar ser colocado no centro de “querelas políticas”. No que diz respeito à providência cautelar, a sentença a que a Ria teve acesso indica que, depois de citados, nem o Município de Aveiro nem a Cais do Paraíso S.A. apresentaram oposição. Fonte próxima da sociedade considera, no entanto, que “não faz sentido contestar”. “O que eles [Ministério Público] quiseram foi que não fossem constituídos direitos. [...] Nós também nunca iríamos, perante uma discussão destas e o foguetório que foi feito, aproveitar para pôr um pedido qualquer licenciamento para constituir direitos. Queremos fazer um projeto, não queremos estar a receber indemnizações da Câmara Municipal”, explica. Segundo a mesma fonte, a Cais do Paraíso S.A. já contestou, no entanto, os processos principais, designadamente os interpostos pelo Ministério Público e pela família Bóia. Recorde-se que, de acordo com os proprietários do terreno adjacente aos terrenos da Cais do Paraíso S.A., o executivo liderado por Ribau Esteves, ao aprovar o Plano de Pormenor, terá dado “um alegado privilégio exclusivo a um só promotor”, ignorando os restantes proprietários e desrespeitando um compromisso assumido há mais de 50 anos com a família. Munir Asharaf Aly rejeita essa interpretação e contradiz a narrativa de que Ribau Esteves terá desenhado o plano “à medida do investidor”. Segundo afirma, aconteceu “bem pelo contrário”. Um dos exemplos apontados é a solução para o estacionamento, que o ex-presidente da Câmara terá exigido que seguisse o mesmo modelo adotado no Rossio. “Ele cortou a área de construção, cortou acesso ao edifício, cortou isso tudo, não nos deixou fazer as garagens como nós queríamos e obrigou-nos a fazer de outra forma, que era bastante mais oneroso”, refere. Outra fonte próxima da sociedade acrescenta que o Plano de Pormenor foi elaborado por imposição do antigo autarca e “por causa da questão dos Bóia”. Segundo explica, “não precisamos do terreno dos Bóia para nada, porque nós cumprimos [...] com aquilo tudo e não ganhamos capacidade construtiva pelo facto do terreno dos Bóia ter ou não capacidade construtiva. O presidente mandou-nos, na altura, falar com o Bóia, porque, no entendimento estético dele da cidade, ele achava que ter ali construção naquele terreno e o hotel por trás ia ficar mal. E nós andámos em negociações com o Bóia”. Apesar de continuar interessado em avançar com o projeto, Munir recorda que o processo se arrasta há vários anos. “Temos alguma paciência, mas não é eterna”, sublinha, lembrando que aguarda uma solução há cerca de oito anos e que o mercado imobiliário é volátil, o que poderá obrigar a reavaliar o investimento caso o processo continue bloqueado.