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Autárquicas: Distrital do PSD Aveiro aprova seis cabeças de lista do partido

A Comissão Política Distrital do PSD Aveiro aprovou no passado sábado, 8 de março, por unanimidade e aclamação, a indicação de seis cabeças de lista do partido às próximas eleições autárquicas: Vale de Cambra, Estarreja, Albergaria-a-Velha, Ílhavo, Anadia e Mealhada.

Autárquicas: Distrital do PSD Aveiro aprova seis cabeças de lista do partido

No caso de Albergaria-a-Velha foi aprovado o nome de Sara Vinga da Quinta, 45 anos, advogada, pós-graduada em direito fiscal, curso de formação de formadores que certifica o CAP - certificado de aptidão profissional pelo IEFP; em Vale de Cambra, José Miguel de Vasconcelos Aguiar Soares, 49 anos, licenciado em direito e gestão para licenciados em direito, gestor de empresas na área de saúde; em Anadia, Jorge Eduardo Ferreira Sampaio, 53 anos, licenciado em engenharia civil, pós-graduado em “Conservação e Reabilitação de Edifícios” e mestre em “Qualidade na Construção” e doutorando em Turismo na Universidade de Aveiro; em Estarreja, Isabel Maria da Conceição Simões Pinto, 50 anos, licenciada em Serviço Social, pós-graduada em psicologia da infância e da adolescência; na Mealhada, António José Baptista Pires, 55 anos, curso médio da área de engenharia civil, gestor e em Ílhavo, Rui Manuel da Silva Pedro Moreira Dias, 60 anos, advogado.

Numa nota de imprensa enviada à Ria, a distrital do PSD Aveiro refere que da reunião, que ocorreu na sede da Distrital, saiu reforçado o “objetivo de vencer as eleições autárquicas no distrito, aumentando o número de câmara municipais”. “Os nomes agora apresentados são de pessoas com provas dadas, não apenas na vida política, mas, e principalmente, nas comunidades em que se inserem”, vinca.

Numa análise à atual situação política em Portugal, a nota destaca ainda que os presentes na reunião do passado fim de semana manifestaram o seu apoio claro e unânime ao governo e ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, notando que “nunca um chefe de governo e um governo foram tão escrutinados”. “O primeiro-ministro, não cometeu qualquer crime ou ilegalidade e nunca se escusou a esclarecimentos, nos momentos e nos locais certos. A discussão havida permitiu concluir que em poucos meses de governação as pensões foram aumentadas, os jovens foram valorizados, os impostos desceram, o desemprego baixou e a economia cresceu acima da média”, expõe. “Portugal não deve estar envolto em lama e as instituições não podem ser diminuídas. Luís Montenegro devolverá aos portugueses a capacidade de dizerem aquilo que querem para o seu país”, conclui.

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