UA distingue esta quarta-feira o “mérito e excelência” no Auditório Renato Araújo
A Universidade de Aveiro (UA) vai distinguir, esta quarta-feira, 16 de abril, pelas 15h00, no Auditório Renato Araújo, aqueles que ao “longo do último ano letivo (2023-2024)” se destacaram nas categorias de “boas práticas pedagógicas, cooperação, investigação e TAG (Pessoal Técnico Administrativo e de Gestão)” em mais uma cerimónia de entrega de prémios.
Redação
De acordo com uma nota de imprensa enviada à Ria, esta é a quarta edição dos “Prémios UA” que pretende distinguir o “mérito e excelência de quem se dedica às principais vertentes de missão da UA, nas categorias: Prémio Cooperação, Prémio Investigador, Prémio de Boas Práticas Pedagógicas e Prémio TAG”. “O evento vai ainda contemplar menções honrosas a quem também se tenha destacado nas várias áreas premiadas”, explica.
A cerimónia contará com as intervenções do reitor da UA, Paulo Jorge Ferreira e dos vice-reitores, Ana Lillebø, Artur Silva, João Veloso e Sandra Soares.
O “Prémio Cooperação”, no âmbito da cooperação com sociedade, a UA “atribui quatro prémios - um por área de especialização científica - no valor de quatro mil euros cada”. O “Prémio de Boas Práticas Pedagógicas” é direcionado a docentes e tem um “valor monetário de cinco mil euros” e pretende reconhecer “as melhores práticas pedagógicas implementadas durante o ano letivo anterior, em unidades curriculares da UA".
Já o “Prémio Investigador UA” pretende distinguir a “investigação concretizada na UA” e reconhecer o “mérito do respetivo investigador ou equipa de investigação cujo trabalho se tenha destacado, a nível nacional e/ou internacional, atribuindo o valor monetário de dez mil euros”. Haverá ainda uma menção honrosa, no valor de “1500 euros”, “por cada uma das áreas de investigação da UA: Artes e Humanidades; Ciências; Ciências Sociais e Engenharia”.
Por último, o “Prémio TAG” destina-se ao “pessoal técnico, administrativo e de gestão” e tem o valor de “cinco mil euros”. Também neste prémio serão entregues menções honrosas.
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Iniciativa da Universidade de Aveiro leva comunidade académica a plantar “perto de mil árvores”
Com a iniciativa “Linhas Vivas!”, a Universidade de Aveiro reúne estudantes, docentes, investigadores, pessoal técnico, administrativo e de gestão e antigos alunos da UA para “reflorestar o terreno ardido da Carvalha, outrora monocultura de eucalipto, com 18 espécies diferentes de árvores e arbustos autóctones”. No total, explicam os responsáveis, são quase 8 mil metros quadrados de terreno onde serão plantados sobreiros, carvalhos-alvarinhos, medronheiros, murtas, azenheiras, castanheiros, alecrins, loureiros e azevinhos, entre outras espécies. De acordo com a bióloga Milene Batista, antiga aluna da UA e membro da BioLiving, quando a floresta já estiver num estágio de desenvolvimento mais avançado e equilibrado, “estas plantas poderão beneficiar diversas espécies de fauna, entre insetos, como a borboleta-do-medronheiro, aves, como o pisco-de-peito-ruivo e mamíferos, de que é exemplo, o esquilo-vermelho. Todos poderão encontrar alimento e refúgio na área”. Na nota, a bióloga adianta que o bosque “ajudará também a proteger o solo da erosão, a absorver e reter melhor a água, prevenindo cheias, a capturar e armazenar dióxido de carbono, e a melhorar a qualidade do ar, água e solo, criando ainda uma barreira sonora da autoestrada que se encontra ao lado”. A saída no dia 11 está marcada para as 14h00 do edifício da Reitoria e a chegada prevista para as 17h30 ao mesmo local. A revista “Linhas”, publicação semestral da Universidade de Aveiro, dirigida pelo reitor e a cargo dos Serviços de Comunicação, Imagem e Relações Públicas, surgiu em abril de 2004 para ser um “veículo especial de comunicação com os antigos alunos da academia, empresas e outras instituições parceiras”. Dos 44 números publicados, houve quatro edições especiais: três dedicadas aos 50 anos da Universidade e uma dedicada à sustentabilidade.
AAUAv vai candidatar-se à organização de duas provas europeias até aos EUSA Games 2032
Na sequência da apresentação do Plano de Atividades e Orçamento da AAUAv para 2026, a Ria esteve à conversa com Joana Regadas a propósito das provas europeias universitárias que Aveiro planeia receber nos próximos anos. Já tinha sido anunciada a vontade da Associação Académica, em conjunto com a Universidade de Aveiro (UA), de avançar para a organização dos Jogos Europeus Universitários 2032, a maior prova europeia entre estudantes universitários, com mais de 4 mil participantes. Agora, Joana Regadas avança que a candidatura será entregue ainda este ano civil, em outubro, e que, no campo desportivo, este será o maior desígnio do mandato. Como forma de preparar o grande evento, a direção da AAUAv quer, durante os próximos anos, avançar também com a organização de outras provas europeias de menor dimensão que funcionem como uma espécie de eventos-teste. Segundo a presidente, já foi entregue à FADU a candidatura para a organização do Campeonato Europeu de Basquetebol 3x3 em 2029 . A Associação Académica aguarda agora a validação da federação nacional para depois seguir para a Associação Europeia do Desporto Universitário (EUSA). Para 2031, será feita mais uma candidatura. “O objetivo é que isto seja um plano de preparação para os EUSA Games 2032 - quer seja por parte da Associação Académica, quer seja mesmo por parte da Universidade - numa ótica de construção deste plano a longo prazo para a recepção deste evento desportivo com uma dimensão muito, muito grande. Exige uma preparação muito atempada e é exatamente o que estamos a tentar fazer ao receber algumas provas de forma antecipada”, explica Joana Regadas. A presidente esclarece que a receção de sucessivas provas não deve comprometer financeiramente a AAUAv, que conta também com o apoio da UA na organização - recorde-se que, de acordo com o Relatório de Atividades e Contas preliminar de 2025, apresentado em janeiro, a Associação tem um capital social de mais de 180 mil euros negativos. Joana Regadas refere que a conceção destas provas serve para “garantir que existe uma estrutura financeira robusta associada à receção" destes eventos. “Não estamos a fazer isto de forma inconsciente ou fazer por fazer, estamos a fazê-lo já para garantir que temos condições para, em 2032, receber tudo, sem causar qualquer dano à saúde financeira da Associação Académica. O objetivo é que estas provas sejam percepcionadas como fases integradas para o projeto de 2032. Que possam ser pensadas de forma sequenciada e, entre umas e outras, possam interagir”, conclui.
UA começa amanhã a debater o futuro da mobilidade no Campus de Santiago
A iniciativa pretende repensar a forma como estudantes, docentes e investigadores se deslocam e estacionam no campus, focando-se nos desafios da descarbonização e na requalificação dos espaços comuns. O objetivo passa por obter uma visão integrada que valorize os espaços verdes e a relação de proximidade com a ria de Aveiro, reforçando as zonas de encontro e convivência entre os membros da Universidade de Aveiro. Até ao momento, foi já desenvolvido um estudo urbanístico preliminar que assenta em dois pilares: a aplicação de Soluções Baseadas na Natureza (NBS) e os resultados de um inquérito à mobilidade realizado à comunidade académica entre fevereiro e março de 2025. Este estudo servirá de base para a “Sessão de Diagnóstico” de dia 10, onde serão identificados os principais constrangimentos e oportunidades para a criação de um campus mais acessível. O processo participativo será dividido em várias etapas ao longo dos próximos meses. Após o debate inicial, está agendado para o dia 25 de março um “Percurso Exploratório pelo campus de Santiago”, destinado a observar e mapear situações problemáticas no espaço público. Mais tarde, seguir-se-á uma sessão de apresentação de propostas colaborativas articulando o estacionamento com a sustentabilidade ambiental. A fase mais prática do projeto decorrerá entre 13 e 17 de abril, com a implementação temporária de soluções-piloto no campus. Estas ações experimentais permitirão testar ideias no terreno e recolher o feedback direto dos utilizadores antes da formulação de propostas definitivas.
Bloco apela à Universidade de Aveiro para abandonar VPN de empresa israelita
Num comunicado enviado aos jornalistas, o Bloco refere que a UA entregou a sua VPN a uma empresa israelita que "tem ligações às forças armadas, aos serviços secretos e aos produtores de armas de Israel”, apelando à instituição de ensino para abandonar os serviços desta empresa. “A UA tem história no desenvolvimento da internet em Portugal e tem obrigações éticas para com os direitos humanos que a devem levar ao abandono desta empresa”, defende o Bloco, lamentando que a instituição tenha recorrido a uma empresa que dizem ter ligações ao fabrico de armas, usadas contra o Direito Internacional e contra os direitos humanos. Os bloquistas alertam que esta VPN coloca em risco a segurança de toda a comunidade académica, sustentando que toda a atividade da rede da UA, incluindo dados de navegação e 'emails', está visível para o fornecedor da rede privada virtual, como refere o próprio aviso de ligação a esta ferramenta. “Ou seja, potencialmente, todo o tráfego de internet escoado através da VPN da UA passa por Israel, controlado por uma empresa com elos estreitos com o governo israelita, podendo os conteúdos serem analisados e armazenados, violando a privacidade e a segurança da instituição, dos seus funcionários e dos seus alunos”, refere o Bloco. Uma VPN (Virtual Private Network ou Rede Privada Virtual) é uma tecnologia que cria uma ligação entre o dispositivo do funcionário/aluno (computador ou telemóvel) e a rede interna da Universidade, através da internet, usada por exemplo para teletrabalho. Contactada pela Lusa, a UA escusou-se a reagir. Ainda na mesma nota, o Bloco recorda que a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) entregou os transportes públicos a uma outra empresa israelita, que dizem ter ligação ao exército daquele país. Em outubro de 2024, os Bloquistas exigiram a revogação da concessão dos transportes públicos à empresa em causa, justificando que esta tinha alegadamente uma participação ativa no esforço de guerra em curso em Gaza. Na altura, o presidente da CIRA, Joaquim Batista, considerou o comunicado do Bloco “ridículo e irresponsável”, porque o ordenamento jurídico português não contempla as razões evocadas para a rescisão.
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Homem apanhado com 125 quilos de canábis confessa tráfico no Tribunal de Aveiro
Na primeira sessão do julgamento, em que responde por um crime de tráfico e outras atividades ilícitas, o arguido confessou os factos de que está acusado, negando apenas que vendia a droga. Perante o coletivo de juízes, o arguido admitiu que fez apenas o transporte da droga que se destinava a outra pessoa. O arguido, que se encontra em prisão preventiva, já possui antecedentes criminais pelo mesmo tipo de delito, tendo sido condenado em 2022 a uma pena suspensa de cinco anos de prisão por tráfico de estupefacientes. A acusação do Ministério Público (MP) refere que o arguido foi intercetado em 14 de maio de 2025, em Vila Nova de Gaia (Porto), a conduzir uma viatura de luxo que continha no seu interior mais de 125 quilos de canábis (resina), correspondendo a 667.121 doses individuais. A maior parte da droga estava acondicionada em várias embalagens que se encontravam distribuídas por nove sacos em serapilheira. O arguido transportava ainda nas mesmas circunstâncias cerca de dois quilos de cocaína, correspondendo a 7.878 doses individuais, que se encontravam acondicionadas num saco plástico. No mesmo dia, foi realizada uma busca à residência do arguido, em Albergaria-a-Velha, tendo sido apreendidas 704 doses individuais de canábis. O MP refere que o arguido destinava as substâncias estupefacientes à sua venda a consumidores de droga, contra a entrega e recebimento das correspondentes quantias pecuniárias.
São João da Madeira recebe 'final four' da Taça WSE feminina de hóquei em patins
A Sanjoanense vai ser a anfitriã da segunda edição da ‘final four’ da Taça WSE feminina de hóquei em patins, a decorrer em 11 e 12 de abril, em São João da Madeira, anunciou hoje a organização. A prova decorre no Pavilhão dos Desportos e as duas meias-finais disputam-se no sábado dia 11 de abril, entre Sant Cugat-Voltregà, ambos emblemas espanhóis, e entre Sanjoanense e as alemãs do Cronenberg. A final está marcada para o dia seguinte, a partir das 15:00. Portugal recebe pelo segundo ano consecutivo a ‘final four’ da Taça WSE feminina, depois de em 2025 a fase final ter decorrido em Oliveira de Azeméis e o troféu ter sido conquistado pela anfitriã equipa da Escola Livre. Sábado jogam-se as meias-finais - primeiro, pelas 14h00, entre os espanhóis de Sant Cugat e do Voltregà; depois, entre a Sanjoanense e a formação alemã do Cronenberg, pelas 17h00 - e a final fica reservada para domingo - entre os vencedores das meias-finais, pelas 15h00.
AAUAv vai candidatar-se à organização de duas provas europeias até aos EUSA Games 2032
Na sequência da apresentação do Plano de Atividades e Orçamento da AAUAv para 2026, a Ria esteve à conversa com Joana Regadas a propósito das provas europeias universitárias que Aveiro planeia receber nos próximos anos. Já tinha sido anunciada a vontade da Associação Académica, em conjunto com a Universidade de Aveiro (UA), de avançar para a organização dos Jogos Europeus Universitários 2032, a maior prova europeia entre estudantes universitários, com mais de 4 mil participantes. Agora, Joana Regadas avança que a candidatura será entregue ainda este ano civil, em outubro, e que, no campo desportivo, este será o maior desígnio do mandato. Como forma de preparar o grande evento, a direção da AAUAv quer, durante os próximos anos, avançar também com a organização de outras provas europeias de menor dimensão que funcionem como uma espécie de eventos-teste. Segundo a presidente, já foi entregue à FADU a candidatura para a organização do Campeonato Europeu de Basquetebol 3x3 em 2029 . A Associação Académica aguarda agora a validação da federação nacional para depois seguir para a Associação Europeia do Desporto Universitário (EUSA). Para 2031, será feita mais uma candidatura. “O objetivo é que isto seja um plano de preparação para os EUSA Games 2032 - quer seja por parte da Associação Académica, quer seja mesmo por parte da Universidade - numa ótica de construção deste plano a longo prazo para a recepção deste evento desportivo com uma dimensão muito, muito grande. Exige uma preparação muito atempada e é exatamente o que estamos a tentar fazer ao receber algumas provas de forma antecipada”, explica Joana Regadas. A presidente esclarece que a receção de sucessivas provas não deve comprometer financeiramente a AAUAv, que conta também com o apoio da UA na organização - recorde-se que, de acordo com o Relatório de Atividades e Contas preliminar de 2025, apresentado em janeiro, a Associação tem um capital social de mais de 180 mil euros negativos. Joana Regadas refere que a conceção destas provas serve para “garantir que existe uma estrutura financeira robusta associada à receção" destes eventos. “Não estamos a fazer isto de forma inconsciente ou fazer por fazer, estamos a fazê-lo já para garantir que temos condições para, em 2032, receber tudo, sem causar qualquer dano à saúde financeira da Associação Académica. O objetivo é que estas provas sejam percepcionadas como fases integradas para o projeto de 2032. Que possam ser pensadas de forma sequenciada e, entre umas e outras, possam interagir”, conclui.