Legislativas: Chega considera que Montenegro e Pedro Nuno de nada valeram a Aveiro
O cabeça de lista do Chega pelo círculo eleitoral de Aveiro, Pedro Frazão, considerou esta quarta-feira que de nada valeu ao distrito ter tido um primeiro-ministro, Luís Montenegro, e um ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, naturais daquela zona.
Redação
“De que é que serviu mesmo ter um ministro das Infraestruturas durante anos que é natural do distrito? Zero, não serviu para nada, bola”, afirmou o candidato, que discursou no encerramento de um jantar-comício em Aveiro, que contou com a presença do líder do Chega, André Ventura.
Pedro Frazão referiu que a “linha do Vouga, prometida há anos, continua parada, e as autoestradas continuam a serem pagas”. “E de que é que serviu termos um primeiro-ministro durante um ano que também supostamente é natural do distrito, da cidade de Espinho? De que é que valeu? Zero, nada, bola”, acrescentou.
O candidato, que nas últimas duas eleições legislativas foi eleito deputado pelo círculo de Santarém, questionou “onde é que estão as obras prometidas para o Hospital de Aveiro, onde é que estão as infraestruturas prometidas para Aveiro”. “Não estão, prometem tudo, prometem o futuro, mas continuam sem fazer nada”, criticou.
O candidato e vice-presidente do Chega abriu o seu discurso a assinalar que era para si “uma alegria” estar numa sala “cheia de apoiantes, de militantes e de tantas mulheres bonitas”. “Digam lá se as mulheres da direita, as mulheres da verdadeira direita, não são as mais bonitas. São, são”, comentou.
Frazão acusou PS e PSD de ignorarem as mulheres e não as protegerem e considerou que elas “têm medo de andar à noite na rua”, dizendo que a razão são os imigrantes que chegaram ao país. O cabeça de lista disse também que o objetivo do partido é “levar André Ventura ao Governo de Portugal”.
“André Ventura ao poder”, gritou, pedindo aos presentes que o acompanhassem. Pedro Frazão afirmou que “os políticos sem consciência” vão “levar um cartão encarnado nestas eleições” e disse estar “absolutamente convencido de que Aveiro vai levantar-se e vai mostrar que já não quer ser mandado por partidos falhados, por políticos do sistema, e por essa gente que vive encostada ao grande Estado, ao gordo Estado”.
“Aveiro, meus amigos, vai dar uma lição a quem andou a brincar com a vida das pessoas nos últimos anos”, defendeu também.
Pedro Frazão discursou no final do primeiro jantar-comício do Chega desde o arranque oficial da campanha, no domingo, que contou com cerca de 300 pessoas e decorreu numa quinta de eventos.
Antes, o cantor Jay C animou o comício com algumas músicas populares. Quando tocava “A cabritinha”, de Quim Barreiros, André Ventura subiu ao palco e acompanhou o animador, cantando e dançando durante alguns momentos.
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PJ de Aveiro deteve alegado coautor de crimes de roubo, sequestro e furto qualificado
Fonte da PJ disse à Lusa que o suspeito, de 42 anos, foi detido na quinta-feira no cumprimento de mandados de busca e detenção emitidos pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Aveiro. Segundo a mesma fonte, a detenção ocorreu na sequência de uma investigação de um roubo de uma mulher de 86 anos, ocorrido no passado dia 13 de novembro, numa residência em Ílhavo, e que levou à detenção do filho do agora detido. A Judiciária apurou que o homem terá participado com o filho num furto ocorrido numa residência em Vagos, em abril de 2024, onde foram subtraídas joias e relógios em valor superior a 12 mil euros. Os dois estarão ainda envolvidos num roubo e sequestro ocorridos em 14 de outubro passado, numa residência em Cantanhede, em que a vítima foi deixada amarrada, tendo sido subtraída elevada quantia em dinheiro, bem como diversas peças em ouro. No decorrer da operação em causa, segundo a PJ, foram apreendidos vários objetos de ourivesaria e relógios que se relacionam com o furto ocorrido em Vagos e com o roubo e sequestro ocorridos em Cantanhede. O detido, pai do coautor já em prisão preventiva, vai ser presente às autoridades judiciárias, na comarca de Aveiro, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.
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Criado em Sever do Vouga sistema de apoio à mobilidade para invisuais
O projeto combina óculos inteligentes e bengala eletrónica, desenvolvidos com recurso a uma placa Arduíno e sensores de ultrassons para detetar obstáculos. O sistema de baixo custo emite alertas sonoros e táteis sempre que identifica objetos a curta distância, através de tecnologia de apoio à mobilidade autónoma. A equipa realizou pesquisa sobre necessidades específicas do público-alvo e construiu o protótipo mediante a metodologia de aprendizagem, baseada em projetos para responder a problemas da comunidade. Os testes efetuados em ambiente simulado permitiram ajustar o código e os sensores para garantir maior precisão na deteção de obstáculos e fiabilidade dos alertas em tempo real. A iniciativa, integrada no concurso “escola alerta”, prevê a realização de novos testes em contexto real e a integração de funcionalidades adicionais no equipamento tecnológico de apoio. A validação do dispositivo incluiu uma apresentação em conselho pedagógico com a presença de entidades parceiras como a Navigator Company, PCI Advanced e a Associação Comercial de Aveiro. De acordo com uma nota de imprensa da Escola Profissional de Aveiro, o sistema foi também apresentado numa sessão na delegação da Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) que permitiu demonstrar o protótipo e recolher sugestões dos associados.