Governo disponibiliza 1 milhão de euros para modernizar transportes públicos
O Governo vai disponibilizar um milhão de euros para a modernização de abrigos de paragens e produção de informação nos transportes públicos, informou a tutela.
Redação
Em comunicado, o Ministério das Infraestruturas e Habitação, tutelado por Miguel Pinto Luz, refere que esta verba, disponibilizada no âmbito do Fundo de Transportes, tem como objetivo combater a exclusão e pobreza de mobilidade fora das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto.
No total, a verba a disponibilizar é de 1 milhão de euros, 750 mil para a aquisição e instalação de abrigos e os restantes 250 mil para o desenvolvimento e produção de informação ao público, nomeadamente mapas de rede, horários, tarifários e outras informações.
“Trazer mais pessoas para o transporte público, um dos desígnios deste Governo, passa também por criar condições atrativas, seja com a oferta de mais material circulante, tarifas mais baixas, mais qualidade dos equipamentos como os abrigos ou oferta de informação”, afirma o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, citado na nota.
As entidades beneficiárias são municípios, Comunidades Intermunicipais e operadores de transporte público se forem responsáveis pelas infraestruturas.
“Este valor pode vir a ser reforçado, sob decisão da tutela, mediante a procura efetiva que vier a verificar-se”, acrescenta ainda a nota.
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Mau tempo: 1.700 clientes sem energia elétrica às 16h00
De acordo com informação enviada pela E-Redes à agência Lusa, Bragança, Leiria e Portalegre são os distritos mais pressionados. No balanço anterior, feito às 11:30, dez mil clientes estavam sem eletricidade, a maioria nas regiões centro e norte litoral. A E-Redes, empresa do grupo EDP que opera as redes de distribuição de energia em Portugal continental, informa que tem 400 operacionais no terreno e que reforçou “todas as equipas” para enfrentar “eventuais agravamentos no impacto na rede de distribuição”. Hoje, em conferência de imprensa, a Proteção Civil alertou para o impacto que a passagem de uma nova depressão, Kristin, poderá ter nas redes de distribuição, tendo sugerido que fornecedores e distribuidoras reforcem os operacionais e elevem o seu estado de prontidão. O presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Cívil, José Manuel Moura, antecipa que a passagem da nova depressão “vai afetar sobretudo a vulnerabilidade das redes” de transportes, elétrica, etc., apelando à população que garanta “adequada fixação de estruturas soltas”. A depressão Kristin passará por Portugal na próxima madrugada, com maior impacto entre as três e as seis da manhã, acompanhada de vento muito intenso, podendo as rajadas atingir os 140 quilómetros por hora. A Proteção Civil decidiu elevar o estado de prontidão especial para nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, para fazer face à nova depressão meteorológica que atravessará Portugal na próxima madrugada. O distrito de Coimbra, até Aveiro, a norte, e até Leiria, a sul, será a zona de maior risco à passagem de Kristin, que sucede à depressão Joseph e que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) qualificou como “ciclogénese explosiva”, termo utilizado para depressões de forte intensidade, tanto em vento como em chuva. Em contacto com terra, a ciclogénese explosiva “tem um potencial de estrago, de dano muito significativo, num curto espaço de tempo”, alertou José Manuel Moura. O estado de prontidão de nível 4 mobiliza os dispositivos de resposta até 100%, “num prazo de 12 horas”, adiantou, reconhecendo que aguardam um “fenómeno complexo” e “com potencial destrutivo muito significativo”.
Frio traz novo recorde no consumo diário de energia
Na sexta-feira passada, dia 23, registou-se um consumo diário de 198,1 GWh (gigawatt-hora), um novo máximo, segundo revelou hoje a REN em comunicado, recordando que "ao longo do mês de janeiro foram-se estabelecendo novos máximos no consumo diário de energia no sistema elétrico nacional, superando o máximo de anos anteriores". O primeiro recorde registou-se no dia 06 de janeiro, com 186,2 GWh, sendo que o máximo anterior era de janeiro de 2021, depois em 07 e 08 de janeiro (188,1 GWh e 192,4 GWh), mais tarde no dia 20 (com 193,9 GWh), no dia 22 (com 195,5 GWh) e finalmente na passada sexta-feira. A REN adianta que também a potência máxima solicitada ao sistema elétrico nacional registou novos máximos, no dia 06 e subindo no dia 20 de janeiro às 19:45 para 10254 MW (megawatt). No acumulado do mês de janeiro, de 01 a 25, o consumo de energia elétrica subiu 8,5% face ao mesmo período homologo do ano anterior. A semana passada foi marcada pela passagem da depressão Ingrid e Portugal continental começou esta segunda-feira a sentir os efeitos da depressão Joseph, com chuva, neve, vento e agitação marítima no Minho e Douro Litoral, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Mau tempo: Mais de 20 estradas nacionais e municipais fechadas
Segundo dados enviados à agência Lusa pela GNR, estão interditadas ao trânsito a Estrada Nacional (EN) 9-1 (Estrada da Lagoa Azul) no Linhó, concelho de Sintra, EN 10 Torres do Mondego, em Coimbra, EN 262 em São Romão do Sado, em Setúbal, e EN 365 na Golegã, em Santarém. Estão também suspensas à circulação a EN 3-2 em Valada, no Vale de Santarém, EN 8-2 em Casal Lourim, na Lourinhã, EN 205-1, em Rio Tinto, em Braga, e EN 301 em Argela, em Viana do Castelo, e EN 358-2 em Constância, no distrito de Santarém. De acordo com a GNR, estão igualmente fechadas vias na Serra da Estrela, a Nacional 102, ao quilómetro (km) 53,4, em Torre de Moncorvo (Bragança), EN 316 ao quilómetro 37, em Macedo de Cavaleiros (Bragança), a Estrada Municipal (EM) 511 em Merujal (Arouca), EM 1227 Noninha em Arouca, ER 326 em Cando, ER 311, Rio Douro, Cabeceiras de Basto e Várzea (Braga). Estão ainda fechadas a EM 1133, Estrada de Santo António, em Riba de Mouro (Viana do Castelo), EN 110 km 4,8 entre Penacova e Coimbra, EM 1416 em Moradias, Pampilhosa da Serra, EM 547 em Alto do Fajão, Vila Pouca de Aguiar (Vila Real), EN 344 em Castanheira da Serra (Coimbra), EM 1355 em Covanca, em Pampilhosa da Serra, EN 236 em Casal Novo (Coimbra), e EM 1374 em Barrica Grande-Portela de Unhais (Covilhã). A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou quase 100 ocorrências entre as 00:00 e as 06:30 relacionadas com o mau tempo por causa da depressão Joseph, a maioria quedas de árvore e inundações. De acordo com informação disponível no ‘site’ da ANEPC, às 06:30, as zonas mais afetadas foram a Área Metropolitana do Porto, Alto Minho, Região de Aveiro, Coimbra, Leiria, Oeste e Grande Lisboa. A maioria das ocorrências deveu-se a quedas de árvores, inundações de estruturas ou superfícies por precipitação intensa, limpezas de via, queda de estruturas e movimentos de massa.
Mau tempo: Oito mil clientes no continente sem energia elétrica pelas 09h00
Em comunicado, a E-Redes informa que a rede elétrica foi impactada pelas condições meteorológicas adversas, indicando que às 01:00 de hoje cerca de 40 mil clientes estavam sem energia, sendo o distrito de Viana do Castelo o mais visado. As equipas operacionais da E-Redes têm estado mobilizadas na resolução das avarias que se registaram na média e baixa tensão. “Nesta altura, 09:00, estão 8.000 clientes sem energia, mantendo-se o dispositivo operacional no terreno a reparar todas as situações pendentes”, é referido ainda na nota. Portugal continental está a ser afetado pelos efeitos da passagem da depressão Joseph com chuva, vento, neve e agitação marítima, tendo sido emitido vários avisos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Segundo o IPMA, durante o dia de hoje haverá uma acalmia, mas o estado do tempo vai agravar-se a partir das 00:00 de quarta-feira. O instituto emitiu aviso vermelho, o mais grave, para os distritos do Porto, Aveiro e Coimbra entre as 03:00 e as 06:00, prevendo-se ventos com rajadas da ordem dos 140 quilómetros por hora (km/h). Os restantes distritos do continente vão estar sob aviso laranja por causa do vento forte com rajadas de 100 km/h, podendo chegar aos 120 km/h nas terras altas. O IPMA emitiu também aviso vermelho entre as 03:00 e as 21:00 de quarta-feira para os distritos de Faro, Porto, Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Aveiro, Coimbra e Braga por causa da agitação marítima, prevendo-se ondas de oeste/noroeste com sete a oito metros, que podem atingir 14 metros de altura máxima. Os distritos de Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Braga e Castelo Branco vão estar também sob aviso laranja e Aveiro a amarelo a partir das 12:00 de hoje e até às 06:00 de quarta-feira devido à queda de neve acima de 800 metros. O IPMA colocou também todos os distritos (18) de Portugal continental sob aviso amarelo entre as 03:00 e as 09:00 de quarta-feira por causa da chuva por vezes forte. O estado do tempo deverá melhorar a partir da manhã de quarta-feira. Os Açores e a Madeira estão também com vários avisos meteorológicos.
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Mau tempo: 1.700 clientes sem energia elétrica às 16h00
De acordo com informação enviada pela E-Redes à agência Lusa, Bragança, Leiria e Portalegre são os distritos mais pressionados. No balanço anterior, feito às 11:30, dez mil clientes estavam sem eletricidade, a maioria nas regiões centro e norte litoral. A E-Redes, empresa do grupo EDP que opera as redes de distribuição de energia em Portugal continental, informa que tem 400 operacionais no terreno e que reforçou “todas as equipas” para enfrentar “eventuais agravamentos no impacto na rede de distribuição”. Hoje, em conferência de imprensa, a Proteção Civil alertou para o impacto que a passagem de uma nova depressão, Kristin, poderá ter nas redes de distribuição, tendo sugerido que fornecedores e distribuidoras reforcem os operacionais e elevem o seu estado de prontidão. O presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Cívil, José Manuel Moura, antecipa que a passagem da nova depressão “vai afetar sobretudo a vulnerabilidade das redes” de transportes, elétrica, etc., apelando à população que garanta “adequada fixação de estruturas soltas”. A depressão Kristin passará por Portugal na próxima madrugada, com maior impacto entre as três e as seis da manhã, acompanhada de vento muito intenso, podendo as rajadas atingir os 140 quilómetros por hora. A Proteção Civil decidiu elevar o estado de prontidão especial para nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, para fazer face à nova depressão meteorológica que atravessará Portugal na próxima madrugada. O distrito de Coimbra, até Aveiro, a norte, e até Leiria, a sul, será a zona de maior risco à passagem de Kristin, que sucede à depressão Joseph e que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) qualificou como “ciclogénese explosiva”, termo utilizado para depressões de forte intensidade, tanto em vento como em chuva. Em contacto com terra, a ciclogénese explosiva “tem um potencial de estrago, de dano muito significativo, num curto espaço de tempo”, alertou José Manuel Moura. O estado de prontidão de nível 4 mobiliza os dispositivos de resposta até 100%, “num prazo de 12 horas”, adiantou, reconhecendo que aguardam um “fenómeno complexo” e “com potencial destrutivo muito significativo”.
Mau tempo: Município de Aveiro mantém Polícia Municipal em permanência durante a noite
Nesse comunicado, a autarquia diz ainda que está “atenta e a acompanhar permanentemente a evolução da situação”, em parceria com o dispositivo de proteção civil regional e nacional, tendo “ativado um dispositivo de prevenção em articulação com os Bombeiros, as Juntas de Freguesia e os Serviços Urbanos Municipais, estes últimos com equipas de prevenção preparadas a partir das 21h00 de hoje para atuar em caso de necessidade”. Além da equipa da Polícia Municipal, a partir das 21h00, o Município de Aveiro assegura também que se encontra “igualmente de prevenção uma entidade privada, dotada de maquinaria pesada própria, em estado de prontidão para responder a eventuais ocorrências”. “Atendendo à severidade da situação, poderão vir a ser cortadas algumas vias e registadas inundações pontuais em diversos locais do concelho”, atenta. Na nota, a Câmara apela ainda à população para que siga “rigorosamente as orientações das autoridades, adotando comportamentos preventivos, nomeadamente a limpeza dos sistemas de escoamento das águas pluviais, a adequada fixação de estruturas soltas e a evitação da circulação e permanência em zonas arborizadas, na orla costeira e em áreas ribeirinhas vulneráveis”. O Município deixa também o apelo à “não realização de atividades na proximidade do mar, à adoção de uma condução defensiva e à evitação da circulação em zonas inundadas ou da realização de deslocações desnecessárias durante os períodos mais críticos”. “O Município reforça a importância do acompanhamento das informações oficiais e apela ao sentido de responsabilidade de todos, sublinhando que a segurança de pessoas e bens depende da colaboração e prudência da população”, remata a nota. Tal como avançado pela Ria, o distrito de Coimbra, até Aveiro, a norte, e até Leiria, a sul, será a zona de maior risco à passagem da depressão Kristin, que sucede à depressão Joseph, segundo o Instituto Português do Mar. No entretanto, a Proteção Civil elevou o estado de prontidão especial para nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, para fazer face a nova depressão meteorológica que atravessará Portugal na próxima madrugada.
UA: “Semana Sem Fronteiras” traz debates, oficinas e mesas-redondas até ao DCSPT em fevereiro
Sob o mote “Comunicar, participar e inovar em tempos de incerteza”, a ‘Semana Sem Fronteiras’ juntará debates, conferências performance, oficinas, jogos participativos e mesas-redondas, cruzando diferentes áreas disciplinares e formatos de aprendizagem. “Ao longo de três dias, o DCSPT abre as suas portas à cidade, promovendo o diálogo entre ciência e sociedade num contexto marcado pela desinformação, pela polarização e pela crise de confiança no conhecimento científico”, lê-se na nota. A iniciativa tem início na segunda-feira, 23 de fevereiro, com a sessão de abertura, seguindo-se a mesa-redonda “As fronteiras entre os territórios da academia e da política”, moderada por Tiago Brandão Rodrigues, professor catedrático convidado da UA e ex-ministro da Educação. A sessão pretende propor uma reflexão sobre a “circulação entre os territórios académico e político, a relevância da carreira académica no exercício de funções governativas e o impacto dessa experiência no regresso à academia”. A mesa-redonda contará com os contributos de Raquel Duarte do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), da Universidade do Porto, e ex-secretária de Estado da Saúde; de Assunção Cristas da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa e ex-ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território e de Pedro Teixeira da Faculdade de Economia da Universidade do Porto e ex-secretário de Estado do Ensino Superior. A tarde de segunda-feira será ainda composta por um conjunto alargado de workshops, organizados pelo DCSPT. De acordo com o comunicado, as formações abordarão temas como a “criatividade e colaboração no ensino, escrita científica, diversidade e inclusão no ensino superior, inovação cidadã, Power BI, primeiros socorros, yoga e metodologias participativas”. No dia seguinte, 24 de fevereiro, o destaque vai para “Plan B – E se a democracia fosse tua?”, uma experiência prática de democracia participativa conduzida por Johan Claeys e Ana Camará. “Através de dinâmicas de grupo, simulações e tomada de decisão coletiva, os participantes são desafiados a gerir recursos, enfrentar dilemas sociais e refletir sobre cidadania, participação e valores democráticos”, descreve. A atividade decorre em duas sessões em paralelo durante a manhã. Ainda na terça-feira, o programa inclui a conferência-performance “A Ciência do Nazismo”, por Daniel Gamito Marques do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. A sessão, segundo a nota, pretende explorar de “forma crítica a instrumentalização da ciência pelo regime nazi para legitimar a ideologia eugenista e racista, convidando à reflexão sobre a responsabilidade ética da ciência e os limites entre verdade, poder e ideologia”. O dia termina com a mesa-redonda “Uma jornalista, um físico, um politólogo e uma comunicadora entram num bar: comunicar ciência em tempos de desinformação”, com a participação de Carlos Fiolhais da Universidade de Coimbra, Andreia Azevedo Soares, jornalista do Público, Ana dos Santos Carvalho, presidente da Rede de Comunicação de Ciência e Tecnologia de Portugal (SCICOMPT) e Pedro Magalhães do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. A sessão será transmitida online e moderada pela Rádio Universitária de Aveiro (Ria). A quarta-feira, 25 de fevereiro, será especialmente dedicada aos alunos, com um programa centrado na aprendizagem participativa e no pensamento crítico. Entre as atividades destacam-se “Jogar para a Democracia: Processos Participativos (Lúdicos) Orientados para a Inovação Cívica”, dinamizado pela MyPolis, organização de impacto social reconhecida a nível nacional e europeu, bem como “Gamelab: aprender com jogos”, com Miguel Conceição, e “Out in DCSPT: Entre Factos e Farpas”. Conforme explica a nota, as sessões pretendem abordar os “desafios de comunicar ciência, justiça e igualdade num contexto de desinformação e polarização”. O programa encerra com a conversa “MathPunk: Pensar fora da fórmula”, por Gabriel Guimarães (MathPunk), que falará sobre “matemática, pensamento crítico e comunicação científica criativa num mundo saturado de ruído informativo”. A participação na ‘Semana Sem Fronteiras’ é gratuita e aberta a toda a comunidade académica. No entanto, algumas atividades estão sujeitas a um limite de participantes e com necessidade de inscrição. O programa pode ser consultado na íntegra aqui.
xauxau dodô vêm do Minho até ao GrETUA para concerto esta sexta-feira
Segundo uma nota de imprensa enviada às redações, esta será uma noite que cruzará “música e artes visuais, abrindo o espaço a diferentes formas de escuta e de olhar”. Os xauxau dodô são um coletivo de sete músicos minhotos que “fazem música sem pedir licença”. “O resultado é um corpo sonoro onde afrobeat, jazz, música ambiental e referências clássicas se cruzam por trilhos selvagens e mal sinalizados, num percurso que reflete sobre o ser humano, as suas grandezas e minúcias”, lê-se na nota. No que toca à nova exposição, no foyer do espaço, o GrETUA explica que esta integrará a programação do quadrimestre dedicado ao jogo, tendo como objetivo propor uma reflexão visual sobre “perceção, ilusão e movimento”. A mostra estará ainda patente de janeiro a março, com entrada livre, podendo ser vista em qualquer evento ou mediante pedido. “Partindo do desenho como campo de jogo, sem partidas nem chegadas, ‘Pista’ reivindica o céu como plano do faz de conta. As caixas de luz tornam-se tabuleiro, e o olhar do público, peão em deslocação constante”, adianta. A exposição é de Gonçalo Fialho, designer e ilustrador independente, também conhecido como UIVO. O artista trabalha a “partir de processos de observação, arquivo e engenhos gráficos, cruzando prática artística e pensamento visual”. As reservas para o espetáculo dos xauxau dodô podem ser feitas aqui e têm o custo, com reserva, de seis euros para estudante e de oito euros para não estudante. À porta, o preço tem o custo de oito euros para estudante e de dez euros para não estudante.