Mau tempo: Depressão Nils traz chuva e vento fortes apesar de não afetar diretamente Portugal
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) alertou hoje que são esperados, na quarta-feira, chuva e vento por vezes fortes devido à depressão Nils, que não irá afetar diretamente Portugal continental.
Redação
Num comunicado, o IPMA refere que o continente português “não será influenciado diretamente pela depressão Nils”, que “tem associado um sistema frontal que transporta uma massa de ar quente e húmido para a Península Ibérica”. “Assim, para dia 11 está prevista chuva persistente e por vezes forte nas regiões Norte e Centro, sendo menos intensa na região Sul”, acrescenta o instituto.
De acordo com o IPMA, o vento irá soprar por vezes forte, com rajadas até 75 km/h, podendo atingir 100 km/h nas terras altas, em particular nas regiões a norte do rio Mondego. Quanto à agitação marítima, “continua forte na costa ocidental”, prevendo-se ondas de noroeste com 4 a 6 metros de altura significativa, podendo atingir 11 metros de altura máxima a norte do Cabo Mondego.
O IPMA já emitiu avisos amarelo e laranja para chuva, vento e agitação marítima. Estão com aviso laranja devido à previsão de chuva “persistente e por vezes forte” os distritos de Coimbra, Viseu, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro e Braga.
Portugal continental foi atingido no dia 27 de janeiro pela depressão Kristin, a que se seguiu a Leonardo e a Marta, que causaram 15 mortos e centenas de feridos e desalojados.
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André Ventura obteve 32,50%, segundo os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna - Administração Eleitoral.
Fisco alerta para SMS falsa que reclama pagamento “para evitar penhora”
Num aviso publicado no Portal das Finanças, a AT diz ter “conhecimento de que alguns contribuintes estão a receber mensagens de texto (SMS) fraudulentas”, através das quais os destinatários “são induzidos a carregar num ‘link’ que é fornecido para alegadamente regularizar a sua situação tributária”. O aviso do fisco inclui uma réplica das mensagens, nas quais é referido que a pessoa visada “tem um pagamento pendente” e que deveria pagar até ao passado dia 05 de fevereiro “para evitar penhora”. Imediatamente a seguir, é referido que o destinatário “pode consultar os detalhes” no ‘link’ incluído na mensagem. Essa página simula a composição gráfica do Portal das Finanças, onde aparece a falsa informação com uma referência de pagamento, número da fatura, data e valor a pagar (no caso apresentado, 198,95 euros). Segundo a AT, o objetivo das mensagens “é convencer o destinatário a aceder a páginas maliciosas carregando nos ‘links’ sugeridos e a efetuar pagamentos indevidos”. A página refere de forma fraudulenta que o pagamento em falta se encontra em incumprimento, citando um artigo do CPPT para afirmar que o não pagamento do valor em causa “poderá resultar em processo de execução fiscal e penhora dos bens”. No mesmo aviso publicado no Portal das Finanças, a AT recomenda aos cidadãos a leitura do “folheto informativo sobre Segurança da Informação” disponível no ‘site’, mas, nessa página, não disponibiliza o ‘link’ para o documento. Para o encontrar sem sair do ‘site’ da AT, é possível escrever na barra de pesquisa a expressão “folheto informativo sobre Segurança da Informação” e, de seguida, selecionar o primeiro resultado no segmento “informação”. Neste folheto, a AT recomenda aos cidadãos que não respondam às mensagens que suscitam dúvidas, não cliquem em ‘links’, não descarreguem ou abram ficheiros e não forneçam “as suas credenciais para acesso ao Portal das Finanças”. Adicionalmente, sugere que os cidadãos apaguem as mensagens “de origem desconhecida ou de conteúdo duvidoso”.
Todos os distritos de Portugal continental sob aviso amarelo por causa da chuva
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) informou na terça-feira em comunicado que as ondulações frontais associadas à depressão Leonardo irão afetar o estado do tempo em Portugal continental até sábado, com períodos em que a precipitação será persistente e por vezes forte, queda de neve nas terras altas do Norte e Centro, vento forte e agitação marítima forte. “Para os dias seguintes prevê-se a passagem de novas superfícies frontais e a continuação deste padrão muito instável”, é referido na nota. Esse sistema frontal começa pela região sul e irá estender-se gradualmente às restantes regiões do continente durante o dia de hoje, prevendo-se que o período com valores acumulados de precipitação mais elevados e vento mais intenso seja na noite de hoje para quinta-feira, passando gradualmente a regime de aguaceiros, que poderão ser de granizo e acompanhados de trovoada. Devido a esta previsão meteorológica, o IPMA emitiu aviso amarelo de chuva por vezes forte para os distritos de Évora, Faro, Setúbal e Lisboa até às 15:00 de hoje e a partir desta hora até às 09:00 de quinta-feira. Viseu, Vila Real, Santarém, Viana do Castelo e Braga estão sob aviso amarelo por causa da chuva até às 21:00 de hoje e depois entre as 03:00 e as 09:00 de quinta-feira. Já os distritos de Bragança, Porto, Guarda, Leiria, Beja, castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Portalegre vão estar sob aviso amarelo devido à chuva entre as 03:00 e as 09:00 de quinta-feira. O IPMA colocou igualmente os distritos de Bragança, Viseu, Évora, Porto, Guarda, Faro, Vila Real, Setúbal Santarém, Viana do Castelo e Lisboa, Leiria, Beja, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga por causa do vento hoje e na quinta-feira, prevendo-se rajadas até 90 quilómetros por hora e até 100 nas serras. Porto, Faro, Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso laranja por causa da agitação marítima entre as 12:00 de quinta-feira e as 18:00 de sábado, prevendo-se ondas do quadrante oeste com 05 a 06 metros de altura significativa, podendo atingir 12 a 13 metros de altura máxima. Devido ao estado do mar, as barras marítimas de Aveiro, Caminha, Douro, Esposende, Figueira da Foz, Vila Praia de Âncora, Póvoa do Varzim, Vila do Conde, Ericeira, Nazaré, São Martinho do Porto, Albufeira e Alvor estão hoje encerradas a toda a navegação As barras marítimas de Leixões, Viana do Castelo, Lisboa e Portimão estão condicionadas. Os distritos da Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Braga e Castelo Branco vão estar sob aviso laranja entre as 12:00 e as 22:00 de sexta-feira devido à queda de neve acima de 800 metros. Também por causa da neve, Bragança, Viseu e Aveiro vão estar sob aviso amarelo entre as 15:00:00 e as 22:00 de sexta-feira. O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe "situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
Governo estima 20 ME para recuperar 50 monumentos afetados pela tempestade
“O último levantamento que temos são mais de 50 monumentos nacionais com danos provocados pela tempestade ou pelos efeitos da precipitação muito intensa que se seguiu”, afirmou a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, indicando que esta lista “pode crescer nos próximos dias” à medida que o levantamento prossegue no terreno pelas equipas da Museus e Monumentos de Portugal e do Património Cultural - Instituto Público. Segundo a governante, “estimamos que sejam necessários cerca de 20 milhões de euros que já estão reservados precisamente para essas intervenções”, admitindo reforços através do Fundo de Salvaguarda do Património Cultural, caso surjam novas necessidades, dando como exemplo várias igrejas danificadas no concelho de Pombal. No caso concreto de Tomar, no distrito de Santarém, a ministra sublinhou que o Convento de Cristo é “um dos equipamentos culturais mais afetados”, razão pela qual iniciou ali o périplo de visitas que hoje também passam por Ourém e Batalha, nomeadamente pelo Castelo e Paço dos Condes de Ourém e pelo Mosteiro da Batalha. Só em Tomar, a destruição da Charolinha da Mata dos Sete Montes e os danos no Convento deverão ultrapassar 750 mil euros. “A Charolinha foi completamente destruída. Partes caíram dentro de água e será necessário um trabalho muito cuidadoso de drenagem e recuperação das peças para permitir a sua reconstrução”, descreveu, apontando para um prazo de “provavelmente um ano” até à conclusão da intervenção. Questionada sobre custos, detalhou: “Será sempre mais de meio milhão de euros para a Charolinha”. Já para o Convento de Cristo, a estimativa preliminar apontada pela Museus e Monumentos no sábado anterior é de cerca de 250 mil euros. A ministra destacou ainda o trabalho das equipas do monumento na mitigação imediata dos danos. “Partiram-se vitrais e havia chuva a entrar. As equipas conseguiram em poucas horas encontrar uma solução para evitar que os danos fossem ainda maiores”, afirmou. Sobre os restantes locais da visita, adiantou que “o Mosteiro da Batalha é o monumento mais afetado”, prevendo um investimento “superior a um milhão de euros, só no caso da Batalha”. Em Ourém, apesar de se tratar de um equipamento municipal, a tutela foi alertada para “sérios danos, nomeadamente o colapso parcial do telhado”, garantindo apoio técnico ao município. O presidente da Câmara de Tomar, Tiago Carrão, descreveu um cenário “devastador” na Mata dos Sete Montes. “Olhar para lá e ver aquilo é devastador, só árvores tombadas. A Charolinha ficou totalmente destruída”, afirmou à Lusa, explicando que a mata foi encerrada ao público devido ao risco provocado por árvores instáveis, assim como o Convento de Cristo. Também a diretora do Convento de Cristo, Andreia Galvão, que acompanhou a ministra na visita, explicou que o monumento classificado como Património da Humanidade registou a destruição de um vitral e o desprendimento de duas gárgulas, sublinhando, contudo, que “o principal dano foram as árvores em redor do complexo monumental”. Em Tomar, segundo Tiago Carrão, a par do trabalho contínuo na desobstrução de vias, limpeza, e reparação de telhados, a preocupação mantém-se ao nível do abastecimento de água e do restabelecimento de energia eléctrica em algumas zonas do concelho. “Essa tem sido a principal preocupação, sobretudo a reposição da energia elétrica, porque a falta de água resulta da ausência de eletricidade nas estações elevatórias. Até ontem tínhamos freguesias completamente às escuras, mas entretanto o fornecimento começou a ser restabelecido. Esta noite registou-se um progresso significativo, o que nos deixa confiantes de que nos próximos dias a situação esteja totalmente normalizada”, declarou. Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos. O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 69 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
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Mau tempo: Câmara de Estarreja preparada para evacuar casas se for necessário
Em declarações à Lusa, a presidente da Câmara de Estarreja, Isabel Simões Pinto, disse que a situação “não é fácil”, mas assegurou que, neste momento, “não há razão para entrar em alarmismos”. “As forças de segurança, as forças de socorro e o nosso serviço municipal de proteção civil estão no terreno e estão a tratar de todas as ocorrências de forma tranquila e a dar resposta a tudo o que tem surgido”, afirmou a autarca. Isabel Simões Pinto explicou ainda que existe alguma dificuldade de circulação, mas não há lugares isolados neste concelho do distrito de Aveiro. “Temos algumas vias intransitáveis, mas com possibilidade de ter circulação por vias alternativas”, adiantou a autarca. A presidente da Câmara referiu que está a ser monitorizada a situação e os serviços estão preparados para evacuar algumas casas, se for necessário, nas zonas de maior risco de inundação. “São situações que temos vindo a monitorizar desde há uma semana e estamos preparados para poder responder. Estamos a falar de algumas habitações em Pardilhó, algumas habitações junto ao esteiro de Estarreja e na zona junto à Estrada Nacional 109, perto da rotunda do Falcão”, precisou.
Mau tempo: Estradas cortadas no distrito de Aveiro mais do que duplicaram
De acordo com a atualização feita hoje, às 16:00, pela GNR sobre o estado das estradas no distrito de Aveiro, encontram-se 65 vias interditas ou condicionadas, maioritariamente por inundações, desmoronamentos e abatimentos de via. A situação mais grave continua a ser a do concelho de Águeda, com 15 vias interditas devido à inundação, nomeadamente a Rua da Pateira (Fermentelos), a Estrada do Campo (na zona de Espinhel e Recardães), a Rua Arquiteto Filomeno Rocha Carneiro (Borralha), a Rua Professor Dinis Pires (Travassô), a Estrada Municipal (EM) 230 (Eirol), a Praceta da Carapeteira (Assequins), a Rua Principal da Murta (Aguada de Baixo), a Rua do Passal (Espinhel), a Rua 5 de Outubro (Águeda), a Rua do Campo (Segadães), a Rua Ponte da Barca (Serém), a Rua Manuel Marques (Macinhata do Vouga), a Rua do Carvalho (Trofa), e a EM 577 (Fontinha). Ainda neste concelho está interdita a Rua do Covão (Aguieira) e a Rua Vale do Grou (Aguada de Cima), devido a desmoronamento. Em Oliveira de Azeméis, estão interditas a Rua Ponte Medieval (Santiago Ribau-Ul) e a Rua do Cercal (Cucujães), devido a inundação. Em Sever do Vouga, a GNR dá conta da interdição da EN 16 em Pessegueiro do Vouga, devido a desmoronamento, e em Albergaria-a-Velha estão cortadas a Estrada Nacional 230-2 (Angeja) e a Rua do Jogo (Vale Maior), devido a inundação, e a M553 (Ribeira de Fráguas), devido a abatimento do piso. Em Aveiro, estão cortadas devido a inundação a Rua Direita e a Rua da Pateira, em Requeixo, a Rua da Valsa (Eixo) e a Rua Marquês de Pombal em Cacia e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém). Mais a sul, em Anadia, estão interditas a EN 235 (Vila Nova de Monsarros), a Rua do Cértima (Mogofores), a Rua da Várzea (Arcos), a Avenida das Laranjeiras (Alféolas), a Rua São Simão (São Lourenço do Bairro), a Rua Costa do Casal (Avelãs de Caminho), a Estrada Real (São João da Azenha) e a Rua de Sangalhos, (São João da Azenha), devido a inundação. Em Oliveira do Bairro, a GNR dá conta da interdição da Rua Escola C+S (Oiã), da Rua do Ortigal, da Rua da Passagem de Nível e da Rua da Bunheira de Vila Verde, devido a inundação. A GNR refere ainda a existência de condicionamentos de trânsito no Itinerário Complementar (IC) 2, ao quilómetro 239, sentido norte/sul, em Águeda e na EN 222 ao quilometro 33,8, na zona de Castelo de Paiva, devido a desmoronamento. Estão ainda condicionadas a EN 109 ao quilómetro 45, em Estarreja, e a EN1 ao quilómetro 212, em Anadia, devido a inundação.
UA: Coordenações dos 23 Núcleos Alumni tomam posse
Segundo uma nota enviada às redações, considerando a existência de listas únicas para cada um dos 23 núcleos coube à direção presidida por Pedro Oliveira fazer a proposta para as novas coordenações. No discurso de abertura, o presidente da AAAUA começou por recordar a importância das estruturas e das iniciativas que promovem ao contribuírem para a “dinamização da comunidade alumni e para que os antigos alunos regressem à universidade”. Aos empossados desafiou-os ainda a encontrarem “soluções, a não soçobrar na força e determinação para o que é justo, a manter a serenidade, a distinguir o que é adequado do que é impróprio, a separar o que é bom do que alimenta o mal, nas fontes e nas consequências da ação”. Também presente na cerimónia, Pedro Almeida, vereador na Câmara de Aveiro, começou por recordar o seu percurso enquanto antigo aluno da Universidade de Aveiro e dirigente da AAAUA. No seguimento, felicitou a iniciativa da direção e demonstrou “disponibilidade do executivo municipal para cooperar com a AAAUA nos domínios em que esta desenvolve a sua atuação”. Artur Silva, vice-reitor da UA, marcou também presença tendo parabenizado a estrutura por se fortalecer com “praticamente uma centena de elementos disponíveis” e por manifestar interesse em “mapear os alumni e as suas redes”. Desejou ainda que estes mantenham a ligação à “alma mater que é a Universidade de Aveiro”. De acordo com a nota, os coordenadores dos Núcleos Alumni, para o mandato 2026-28, são: Núcleo Alumni de Futebol - Secção Autónoma: Coordenador: Nelson Correia Martins Núcleo Alumni de Business Lab: Coordenador: César Augusto Bártolo Ribeiro da Rocha Lopes Núcleo Alumni de Rugby: Coordenador: Ivan Alexandre Oliveira Portela Núcleo Alumni da ESAN: Coordenador: Frederico Ribeiro Martins Núcleo Alumni da Escola Superior de Saúde: Coordenador: Jenifer Adriana Domingues Guedes Núcleo Alumni do ISCA-UA: Coordenador: Fábio André Gaspar dos Santos Núcleo Alumni de Ambiente e Ordenamento: Coordenador: Liliana Maria Ferreira Santos Núcleo Alumni de Biologia: Coordenador - Pedro Vasco Soares Dias de Sá Núcleo Alumni de Ciências Sociais, Políticas e do Território: Coordenador: Elisa Maria da Silva Santos Ferreira Núcleo Alumni de Comunicação e Arte: Coordenador: João Nunes Núcleo Alumni de Economia, Gestão, Engenharia Industrial e Turismo: Coordenador: Jorge Daniel Menino de Barros Castro Núcleo Alumni de Educação e Psicologia: Coordenador: Maria Teresa Cabral Figueiredo Rebocho Christo Vaz Franco Núcleo Alumni de Engenharia de Materiais e Cerâmica: Coordenadora: Marta Ascenção Carmona Ferro Núcleo Alumni de Engenharia Civil: Coordenadora: Ana Rita Vieira de Castro Núcleo Alumni de Física: Coordenador: Pedro Manuel Mendes Correia Núcleo Alumni de Geociências: Coordenador - António José Ferreira da Silva Núcleo Alumni de Línguas e Culturas: Coordenador: Isabel Cristina Rodrigues Núcleo Alumni de Matemática: Coordenador: Ricardo Pereira Núcleo Alumni de Química: Coordenador: Maria Conceição Silva Oliveira “Os Núcleos Alumni do DETI, DEM, DCM e ESTGA serão oportunamente apresentados, em articulação com as respetivas direções de UO”, remata o comunicado.
Mau tempo: Câmara de Águeda fecha Rua Vasco da Gama na baixa da cidade por precaução
“Cortámos o trânsito na Rua Vasco da Gama por precaução para as pessoas não irem para o parque de estacionamento do Largo 1.º de Maio. Face aos caudais que temos, estamos a dizer às pessoas para não estacionarem lá agora, mas está tudo seco e contamos que fique assim”, disse à Lusa o presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida. Devido às fortes chuvas registadas durante a noite, a autarquia diz que prevê-se que rios e ribeiras continuem a subir nas próximas horas. “Tem estado a chover imenso. Desde a uma da madrugada que esteve a chover intensamente. Temos inundações em sítios onde habitualmente não temos, na zona de Valongo e de Travassô. A estrada Nacional 230 entre Águeda e Aveiro está encerrada. Aqui na cidade, temos a cheia na margem esquerda [do rio Águeda], como já aconteceu várias vezes este ano, e temos a margem direita com o nosso sistema de drenagem a funcionar em pleno e esperamos que ele resista até ao fim”, disse o Jorge Almeida. O presidente da Câmara referiu ainda que a situação mais critica é na freguesia de Valongo, onde existem várias pontes entupidas com o material lenhoso transportado pelo rio. Perante este cenário, a autarquia alertou a população para proteger os bens, adotar posturas de precaução e evitar deslocações desnecessárias, bem como a afastar-se de locais suscetíveis a inundações ou deslizamentos. “Estamos a dizer às pessoas para não se afastarem dos bens e que tenham o cuidado necessário para que não sejam surpreendidas com uma subida mais rápida das águas”, disse o autarca, adiantando que, até ao momento, não há situações de pessoas desalojadas. Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas. O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.