RÁDIO UNIVERSITÁRIA DE AVEIRO

Região

Cine-Teatro de Estarreja e Casa da Cultura de Ílhavo registam danos face ao mau tempo

Pelo menos dois equipamentos da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP), no distrito de Aveiro, foram afetados pelo mau tempo na última semana. A informação foi avançada ontem, 4 de fevereiro, à agência Lusa por fonte do Ministério da Cultura. A nível nacional, até ao momento, são 12 os equipamentos afetados.

Cine-Teatro de Estarreja e Casa da Cultura de Ílhavo registam danos face ao mau tempo
Redação

Redação

05 fev 2026, 10:36

Num balanço sobre o impacto do temporal nos espaços culturais da RTCP, o Ministério da Cultura dá conta de danos no gerador e também em espaços como palco, corredores e cobertura no Cine-Teatro de Estarreja. Há ainda o caso da Casa da Cultura de Ílhavo, onde foram afetados os painéis de comunicação.

Nos restantes territórios está ainda suspensa a programação do Teatro José Lúcio da Silva e do Teatro Miguel Franco, ambos em Leiria, e do Teatro Stephens, na Marinha Grande, também naquele distrito.

Nos teatros de Leiria, foram identificadas infiltrações e danos estruturais em vidros, ar condicionado, enquanto no teatro da Marinha Grande há vidros partidos, infiltrações e “parte da cobertura da caixa de palco está inutilizada”.

Ainda na região centro, há informações de entrada de água e infiltrações no Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra), assim como no Teatro Cine de Gouveia (Guarda), em funcionamento, que apresenta infiltrações na entrada e no palco, com "Serviços Municipais a tomar as devidas diligências".

Na região norte, o Centro Cultural de Paredes de Coura (Viana do Castelo) está a funcionar, embora tenha “infiltrações e questões estruturais”.

Na península de Setúbal, o Teatro Municipal Joaquim Benite (Almada), tem infiltrações e também se registam “questões estruturais”, mas o equipamento está em funcionamento. O Teatro Luísa Todi não tem energia elétrica e pondera-se o cancelamento de atividades.

No Alentejo, o Teatro Garcia de Resende (Évora) teve telhas levantadas e “infiltrações no subpalco” e no Centro de Artes e Espetáculos de Portalegre ocorreram “infiltrações estruturais”. Também o Teatro Lethes (Faro) que integra a RTCP e que, não tendo sido afetado por este temporal, está encerrado desde novembro por infiltrações no palco.

A RTCP foi criada em 2019 para combater assimetrias regionais no acesso à cultura e conta atualmente com 103 equipamentos culturais.

Leiria, Coimbra e Santarém foram os distritos mais afetados pela passagem da depressão Kristin por Portugal, na semana passada.

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De acordo com a última atualização feita hoje, às 09:30, pela GNR sobre o estado das estradas no distrito de Aveiro, encontram-se 31 vias interditas e algumas condicionadas, devido a inundações, desmoronamentos e abatimentos de via. A situação mais grave regista-se no concelho de Águeda, que tem atualmente sete vias interditas devido à inundação do rio Águeda, nomeadamente a Rua da Pateira (Fermentelos), a Estrada do Campo (Espinhel e Recardães), a Rua do Campo (Segadães), a Rua do Covão (Valongo do Vouga), a Rua Ponte da Barca (Serém) e a EM577 (no lugar da Fontinha e em Alquerubim). Em Estarreja, a GNR dá conta da interdição de vários arruamentos na freguesia de Canelas, nomeadamente a Rua da Estação, a Rua General Artur Beirão e a Estrada paralela à linha férrea (BIORIA), para além da interdição da Rua do Vale (Fermelã) e da Rua do Feiro (Salreu). Ainda segundo a GNR, em Ovar, encontram-se interditas, devido a desmoronamentos, a Avenida da Praia e a Rua do Rombo (Esmoriz) e a Rua de Baixo (Maceda), enquanto no concelho da Murtosa estão interditas várias ruas e travessas. Em Aveiro, a GNR dá conta da interdição da Rua Direita e da Rua da Pateira, em Requeixo, e da Rua Marquês de Pombal em Cacia, devido a inundação. Ainda neste concelho está interdita a Rua Pero André (Eirol) devido ao risco de derrocada de uma habitação e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém). Mais a sul, em Oliveira do Bairro, está interdita a Rua Frei Gil (Bustos), devido ao abatimento do piso da estrada, no concelho de Anadia estão interditas a Rua São Simão (Espairo) e a Rua da ETAR (Avelãs de Caminho), devido a inundação, e na Mealhada está interdita a Rua de Aveiro (Pampilhosa). Ainda segundo a GNR, às 09:30, estavam condicionados o IC2 ao quilómetro 239, em Águeda, no sentido norte/sul, e a EN222, ao quilómetro 25,570, em Canedo, Santa Maria da Feira, devido a desmoronamentos. Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também algumas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos. O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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Segundo revela à Lusa o comandante interino dessa corporação do distrito de Aveiro, nenhum dos envolvidos teve ferimentos e a situação deveu-se a uma manobra de condução que passou para fora da faixa de circulação, na Rua Daniel Constant. "Como a via não é muito larga o motorista desviou-se um pouco mais para o lado para deixar passar o carro que vinha de frente e o autocarro ficou em apuros, numa vala com muita água" explica João Paulo Marques. Durante a madrugada nao houve ocorrências em Ovar relacionadas com o mau tempo, mas o comandante diz que a corporação se mantém atenta à subida das águas nas zonas mais próximas da rua onde em anos anteriores foi frequente o alagamento de campos agrícolas. Desde a semana passada, na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, onze pessoas morreram em Portugal e centenas de outras ficaram feridas ou desalojadas. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos. O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos.

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Na Mealhada, encontra-se cortada a Estrada Sernadelo/ Antes, Luso e o Túnel Carpinteiros. Já na Pampilhosa, a circulação foi interdita, por questões de segurança, no Túnel da Lagarteira, Rua do Courcoury, Rua do cemitério, Estrada Pampilhosa/Póvoa do Loureiro e na Reta de Larçã. Também na Rua da Várzea, que faz a ligação Pedrulha-Mealhada, a água está a chegar à faixa de rodagem, o que está a condicionar o trânsito. Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também algumas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.

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“A decisão resulta do agravamento das condições climatéricas previstas, bem como do facto de algumas das vias do percurso não reunirem, neste momento, as condições de segurança necessárias para a passagem dos ciclistas”, lê-se em comunicado federativo. A atual situação de calamidade recomenda “um cenário de prudência máxima, exigindo a total disponibilidade dos meios de socorro, de forma a evitar constrangimentos ou bloqueios à circulação de veículos de emergência”, lembra a FPC. “Neste contexto, e com o objetivo de salvaguardar a segurança de corredores, equipas, organização, fornecedores e público, foi consensualmente decidido adiar a prova para o dia 14 de março (sábado), mantendo-se o formato inicialmente previsto”, acrescenta a nota. A decisão de adiar a Prova de Abertura - Região de Aveiro foi tomada esta tarde durante uma reunião entre a FPC, as forças de segurança, a Proteção Civil, os presidentes das Câmaras Municipais de Ílhavo e Ovar e representantes da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro. “A Federação Portuguesa de Ciclismo agradece a compreensão de todos e expressa a sua solidariedade institucional com as entidades e comunidades afetadas, reiterando a importância da cooperação e da responsabilidade coletiva num contexto de risco acrescido”, conclui o comunicado. A Prova de Abertura, que iria ligar Ílhavo a Ovar, ao longo de 160,7 quilómetros, marcava o arranque da época velocipédica nacional, que agora acontecerá em 14 de fevereiro, na Clássica da Figueira. Todos os distritos de Portugal continental estão hoje e quinta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de chuva por vezes forte, passando a aguaceiros, devido à passagem da depressão Leonardo, segundo o IPMA.

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