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Distrital do PSD Aveiro satisfeita com resoluções do Conselho de Ministros

A Comissão Política Distrital do PSD Aveiro congratula-se com as resoluções do Conselho de Ministros apresentadas na passada segunda-feira, 10 de março, que lançam as “principais obras na área das acessibilidades que o distrito vem reivindicando há anos e colocam a modernização e eletrificação a Linha do Vouga entre as grandes prioridades estratégicas para a ferrovia”.

Distrital do PSD Aveiro satisfeita com resoluções do Conselho de Ministros
Redação

Redação

12 mar 2025, 15:33

De acordo com uma nota de imprensa enviada à Ria, na passada terça-feira, “desde há anos” que os deputados do PSD eleitos por Aveiro e a estrutura distrital do partido “vêm pugnando pela concretização destes investimentos, dando voz às populações, que têm acompanhado de perto respeitando uma política de proximidade que vem sendo reconhecida”.

No total, o Conselho de Ministros lançou 31 obras rodoviárias em todo o país. No caso do distrito de Aveiro, foi determinado que a IP avance nos seguintes casos: - Variante EN222 – A32 (Nó Canedo) / IC2 Serrinha (Castelo Paiva); - IC35 – Ligação de Sever do Vouga / A25 (IP5); - Variante à EN326 – Ligação A32/IC2 – Santa Maria da Feira / Arouca; Troço Escariz / Mansores; - EN224-1 – Troço entre EN222 e EN224 – Requalificação e Via Lordelo-Codal / nó com a A32; - Eixo Rodoviário Aveiro-Águeda, também prioritário por integrar PRR, e que passará a designar-se como EN235 após a sua construção.

Já quanto à ferrovia, o Conselho de Ministros determinou as grandes prioridades estratégicas, com vista a afirmar a rede ferroviária, num horizonte de médio e longo prazo, assegurando uma cobertura adequada do território com ligação aos centros urbanos mais relevantes. Entre estes casos está a Linha do Vouga, sobre a qual o governo determinou à IP que promova a realização dos estudos necessários à tomada de decisão quanto à modernização e eletrificação, com ligação à Linha do Norte em condições de plena interoperabilidade.

Na nota, a distrital do PSD recordou ainda que “diversas iniciativas parlamentares foram encetadas, como resultado da auscultação das populações, pelo que é com regozijo que a Comissão Política Distrital do PSD toma conhecimento das resoluções do Conselho de Ministros, uma prova inequívoca de que o governo está a colocar o país no rumo certo”. “O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, quis deixar claro que a mobilidade é, para este executivo, um fator fundamental não só para a existência de verdadeira liberdade, individual e coletiva, mas também para reduzir custos de imobilidade maximizando o retorno socioeconómico global”, referiu. “E no que toca ao distrito de Aveiro, estão contempladas as principais reivindicações das populações, ficando claro o cumprimento do compromisso eleitoral assumido pela Aliança Democrática”, completou.

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Setor da distribuição afasta problemas no abastecimento de produtos
País

Setor da distribuição afasta problemas no abastecimento de produtos

“Não há, neste momento, nenhum constrangimento no país no abastecimento da cadeia de valor dos produtos”, assegurou o diretor geral da APED, Gonçalo Lobo Xavier, em declarações à agência Lusa. Apesar de “alguns atrasos em chegadas às lojas”, face à necessidade de alterar rotas de transporte devido às várias estradas cortadas, em particular a autoestrada A1, a associação salientou que as empresas envolvidas, quer ao nível da distribuição, quer do transporte, assim como as autoridades, como a Proteção Civil, “têm sido inexcedíveis a encontrar rotas alternativas”. “Portanto, a verdade é que, mesmo com estes constrangimentos, há alternativas e não há nenhum problema logístico de abastecimento de lojas”, reiterou. Relativamente à disponibilidade de produtos, o dirigente da APED referiu que “não há peixe fresco” da costa portuguesa nas lojas “porque os pescadores não têm saído” devido à agitação do mar, mas salientou que não é por isso que “se deixa de ter peixe nas bancas”. “O que estamos é a ir buscá-lo a outras geografias, temos peixe congelado e temos peixe de viveiro de várias origens”, explicou, avançando que se está “a ir buscar bastante peixe ao norte da África”, por exemplo, mas tal “não vai ter impacto nenhum nos preços, porque já eram rotas de fornecedores habituais”. No que diz respeito a produtos agrícolas, sobretudo hortofrutícolas, Gonçalo Lobo Xavier manifestou “preocupação com os fornecedores” das regiões mais afetadas pelo mau tempo, “que viram as suas produções dizimadas e que é preciso ajudar para que recuperem rapidamente”. Já quanto à eventual escassez destes produtos nas lojas, lembrou que “Portugal não é autossuficiente, de maneira nenhuma, em produtos agrícolas, portanto cada retalhista já tem os seus fornecedores habituais de outras geografias”, podendo reforçar as encomendas do exterior em caso de necessidade. “O mercado está a funcionar, é preciso ter alguma serenidade”, enfatizou o dirigente associativo, garantindo ainda que “não há razão imediata para achar que os preços vão aumentar”. Explicando que “há muitas dinâmicas que estão a acontecer”, o diretor-geral da APED admitiu que “o mercado tem vindo, realmente, a pressionar alguns produtos, mas não é por causa destas situações” relacionadas com o mau tempo. Como exemplos, avançou o cacau e a carne, notando que esta última “tem vindo a aumentar consecutivamente de preço nos últimos tempos, ou por via de processos regulatórios ou de obrigações de legislação que obrigam a outro tipo de investimento ou porque as rações têm vindo a aumentar sucessivamente”.