LIVRE escolhe Filipe Honório para cabeça de lista em Aveiro
O partido LIVRE anunciou Filipe Honório como cabeça de lista pelo círculo de Aveiro nas eleições legislativas de 18 de maio. Joana Filipe surge como a número dois da candidatura, que resulta das primárias internas do partido.
Redação
Filipe Honório, de 33 anos, natural de Leiria e residente em São João da Madeira, é técnico superior e adjunto no Gabinete Parlamentar do LIVRE na Assembleia da República, além de integrar a direção nacional do partido e o Grupo de Coordenação Local distrital de Aveiro.
Joana Filipe, de 32 anos, natural de Aveiro, é assessora política e também faz parte da direção nacional do LIVRE e do Grupo de Coordenação Local distrital de Aveiro.
A lista conta ainda com Salomé Gomes, de 43 anos, especialista de produto e natural de Santa Maria da Feira; Rúben Vieira, de 31 anos, profissional da área da comunicação, também de Santa Maria da Feira; Bruno Santos Fonseca, de 33 anos, especialista em Relações Internacionais e natural de Ovar; e Maria Isabel Bastos, de 63 anos, economista e gestora com experiência no Ensino Superior Politécnico e na investigação científica.
A lista completa inclui ainda os candidatos João Paixão, João Quintela, Rúben Elias, Diogo Silva e Diogo Fernandes de Sousa, sendo que a apresentação oficial da candidatura será feita em breve.
Recorde-se que nas últimas eleições legislativas o LIVRE teve 2,24% dos votos, o que representou uma melhoria significativa face aos 0,79% das anteriores legislativas de 2022.
Recomendações
Autárquicas: Livre estreia-se em Azeméis com Ricardo Praça Costa e quer cooperativas habitacionais
Em declarações à Lusa, esse cabeça de lista do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto realça que, no caso da habitação, não se trata apenas de garantir “10% da habitação pública a preços acessíveis” e de construir habitação social, mas também de valorizar o “banco municipal de casas vazias” e incentivar “autoconstrução e habitação evolutiva”. Já quanto aos espaços de trabalho partilhados, acredita que o ‘coworking’ verde e urbano beneficiará a economia, a inovação e o comércio local porque essas áreas comuns combinam “empreendedorismo, convívio e a revitalização dos centros urbanos”. Entre as outras propostas do programa eleitoral de Ricardo Praça Costa destacam-se três, todas no âmbito do ambiente e mobilidade: a construção de uma rede de ciclovias e caminhos pedonais entre freguesias; a criação de microbosques e hortas comunitárias que fortaleçam o consumo local e o envolvimento da população; e ainda o desenvolvimento de uma aplicação telefónica para “boleias intermunicipais”, o que constituirá uma “solução digital para reduzir carros, estacionamento e emissões carbónicas” na região. Quanto aos domínios da Cultura e Turismo, o candidato do Livre defende a construção de um Museu Municipal, propõe o desenvolvimento de “Casas da Criação” que permitam democratizar “o acesso de criadores e associações a meios de produção artística” e anuncia também a recuperação do castro de Ul, sítio arqueológico cuja visitação seria potenciada pela disponibilização de informação turística através de “códigos QR e realidade aumentada”. Ricardo Praça Costa explica a sua estratégia global: “Quero colocar a minha experiência profissional, académica e associativa, bem como a de uma equipa pluridisciplinar que me acompanha, ao serviço de uma mudança positiva no concelho”. Defendendo “uma visão de futuro que torne Oliveira de Azeméis um concelho mais coeso, inovador e inclusivo, atrativo para todos e que não esqueça nenhum oliveirense”, o candidato do Livre diz-se assim apostado num modelo de gestão municipal que reflita “uma autarquia próxima das pessoas, capaz de ouvir, dialogar e encontrar soluções que sirvam o bem comum”. Natural de Oliveira de Azeméis e com 43 anos, Ricardo Praça Costa licenciou-se em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro e completou um mestrado em Realização de Cinema pela Universidade da Beira Interior, ao que acrescentou uma pós-graduação em Gestão de Projetos na Porto Business School. Entre 2009 e 2015, foi professor e formador de Tecnologias da Informação, e desenvolveu projetos em vídeo ligados à música e ao documentário. Em 2015 emigrou para o Reino Unido, “onde construiu uma carreira de sete anos na gestão de hospitalidade, assumindo cargos de gestão operacional em cadeias internacionais de restauração”. De regresso a Oliveira de Azeméis em 2022, iniciou funções como gestor de produção na indústria local e atualmente é diretor de projetos na consultora Start-PME, onde, segundo o partido, “trabalha de perto com empresas nacionais de diferentes setores, na coordenação de projetos financiados pela União Europeia”. A nível associativo, foi um dos fundadores da associação Monges do Nada, “criada para promover a produção cultural em Oliveira de Azeméis”, e, no âmbito político, juntou-se ao Livre em 2024, “atento aos desafios atuais da democracia nacional”. Além de Ricardo Praça Costa pelo Livre, às eleições autárquicas do próximo dia 12 de outubro em Oliveira de Azeméis concorrem também Ricardo Campelo Magalhães pela IL, Sara Costa pelo BE, Manuel Almeida pelo Chega, Pedro Marques pela coligação entre PSD e CDS-PP, e Joaquim Jorge Ferreira pelo PS. Esse último é o atual presidente da autarquia com 163 quilómetros quadrados e cerca de 70.000 habitantes. Tem maioria absoluta na Câmara e lidera a um executivo com seis eleitos socialistas e três vereadores sociais-democratas (pela coligação PSD/CDS), candidatando-se em outubro ao seu terceiro mandato.
Atividades da Regata das 4 Horas da Costa Nova arrancam esta manhã
O evento começa pelas 11h00 da manhã com uma prova de vinhos verdes no Bar do Guincho. Mais tarde, pelas 17h00, a primeira manga das 4 Horas vai para a água. De acordo com o clube, é uma oportunidade para os amantes de vela participarem ou apenas acompanharem o evoluir da frota ao longo da frente da ria da Costa Nova. De noite, a organização promete uma grande festa com “comes, bebes e muita diversão” em que se comemoram também os 44 anos do CVCN. No convívio, que vai ser animado pelo DJ André Neto, é também dada a garantia de uma surpresa. O acesso é aberto a todos aos sócios e amigos do clube mediante a aquisição de uma pulseira por 12 euros, que dá acesso ao jantar. A regata volta à água pela manhã, às 9h00, sendo que, pelas 11h00, vai ser apresentado o livro “Monografia do Barco Moliceiro – 200 Anos de História”, de João Senos de Fonseca. Vão estar presentes no novo espaço do Bar do Guincho tanto o autor, ex-presidente do CVCN, como Maria Helena Malaquias, que vai estar responsável pela apresentação. A receita da venda do livro, descrito como uma “verdadeira enciclopédia do Barco Moliceiro”, reverte a favor do CASCI - Centro de Apoio Social do Concelho de Ílhavo. A cerimónia de entrega de prémios está prevista para as 15h00 de domingo. O momento foi o escolhido para também fazer uma homenagem a título póstumo ao antigo presidente da direção David Calão. A festa regressa depois ao Bar do Guincho, onde, durante a tarde, atua a banda Day Dreams. Durante o fim-de-semana vão estar a ser vendidas rifas cuja receita reverte a favor do funcionamento da escola de vela do CVCN. Entre os prémios estão, de acordo com o clube, “algumas das mais belas peças em grés porcelânico da conceituada marca Costa Nova”.
Autárquicas: Luís Santos concorre pelo Chega à Câmara da Feira para baixar preço da água
Além dessas duas prioridades, o cabeça de lista do referido concelho do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto também quer baixar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e disponibilizar às famílias locais “200 habitações até ao fim de 2029, através de construção a custos controlados ou aquisição de imóveis”. O objetivo de Luís André Santos é introduzir “uma lufada de ar fresco” na gestão municipal da Feira, que diz precisar de “uma candidatura ambiciosa e consciente como só o Chega pode apresentar”. “A nossa vontade de fazer mais, de dinamizar mais, de ir mais ao encontro das reais necessidades do povo de Santa Maria da Feira é diferenciadora das demais candidaturas, nomeadamente da do PSD, que está no poder há 50 anos. Apresentamos um programa marcadamente com o foco na população feirense e num concelho uno”, declarou Luís André Santos à Lusa. Entre as outras propostas do Chega para a Feira incluem-se as da área educativa, entre as quais a atribuição de mais apoios para as refeições escolares e para a aquisição de material didático, a realização de “obras significativas no parque escolar” e a “correção do défice de computadores, Internet, isolamento térmico, etc.” nos estabelecimentos de ensino da rede pública. A natalidade é outra das preocupações do candidato, que anuncia o reforço de verbas a atribuir às famílias por cada nascimento e a criação de um “fundo social para jovens casais”, visando ajudas de “emergência para pagamento de faturas correntes”. Luís André Santos promete medidas idênticas para a terceira idade, propondo a criação do Cartão Feira 65+, que incluirá “cheque-dentista anual” e, entre outros benefícios, “um fundo social para apoio extraordinário na aquisição de medicamentos e pagamento de faturas correntes”. O cabeça de lista do Chega quer ainda construir “rotundas na cidade para acesso aos Passionistas e a Picalhos”, bem como reforçar as verbas municipais destinadas às três corporações de bombeiros do concelho, além de “apoiar a criação de uma nova corporação em Canedo com posto INEM permanente e de uma bolsa de apoio ao Bombeiro Voluntário”. Com 50 anos e natural da freguesia de Fornos, no município a que se candidata, Luís André Santos tem formação na área da Engenharia Eletrónica e, segundo fonte do partido, “é quadro superior numa das maiores empresas do concelho”. De 2009 a 2021, foi presidente de Junta de Freguesia de Fornos, cargo para o qual foi eleito pelo PSD, em três mandatos consecutivos. O Chega realça que o seu candidato “ganhou para o PSD uma junta de freguesia que era PS há mais de 20 anos, tendo em 2013 e em 2017 vencido por maioria absoluta”. Além de Luís André Santos pelo Chega, também concorrem à Câmara da Feira nas eleições autárquicas de 12 de outubro Carla Abreu pela IL, Miguel Viegas pela CDU, José Costa Carvalho pelo PAN, Frutuoso Tomé pelo CDS-PP, Filipe Honório pelo Livre, Eduardo Couto pelo BE, Márcio Correia pelo PS e Amadeu Albergaria pelo PSD. Esse último é o atual presidente da autarquia com mais de 213 quilómetros quadrados e 136.000 habitantes. Assumiu a presidência em março de 2024, na sequência da renúncia de Emídio Sousa para tomar posse como deputado parlamentar, e lidera agora um executivo composto por sete eleitos do PSD e quatro do PS.
Rui Reininho, Luísa Sobral e Marta Ren integram programação quadrimestral do Cineteatro da Mealhada
“É um programa cultural muito diverso, foi esse sempre o nosso objetivo, de trazer várias áreas para vários públicos, mas também dar sempre alguma atenção aos artistas do concelho, quer tenham nascido cá ou que estejam cá a residir”, informou o presidente da Câmara da Mealhada, António Jorge Franco. Durante a conferência de imprensa de apresentação da programação do Cineteatro Messias, para o último quadrimestre de 2025, o autarca frisou que só é possível desenvolver a cultura “com bons artistas, bons programas, mas também com boa divulgação”. Já a vice-presidente da Câmara da Mealhada, Filomena Pinheiro, explicou que o programa para os próximos quatro meses foi construído para abranger todas as expressões artísticas, “dando especial ênfase ao instrumento música”. “A música é rainha, mas com um propósito. Esta programação acaba por procurar capacitar e formar públicos, mas também capacitar e empoderar os nossos agentes culturais”, sustentou. A temporada entre setembro e dezembro conta ainda com espetáculos que vão do teatro à comédia, dos musicais infantis ao circo, passando pelo cinema. João Baião abre a programação com “Baião d’oxigénio”, com três sessões, duas delas quase esgotadas, agendadas para os dias 05 e 06 de setembro. Em 19 de setembro, sobe ao palco Ricardo Silva que, juntamente com a Associação Filarmónica de Luso, apresenta o álbum “Contagem Crescente” e revisita trabalhos anteriores, homenageando grandes compositores da história da guitarra portuguesa. O Gajo, nome artístico de João Morais, sobe ao palco a 20 de setembro, com o seu quinto álbum, “Trovoada”. O espetáculo de Marta Ren está agendado para 11 de outubro, enquanto o de Marta Pereira da Costa, cujo concerto contará com a participação especial da Academia de Dança do Hóquei Clube da Mealhada, terá lugar a 18 de outubro. Ainda na música, novembro leva o fado à Mealhada e o teatro musical com António Sala. Dia 08, o coletivo Fado D’Anto apresenta o seu primeiro álbum de originais e, no dia 22, é a vez de António Sala subir ao palco. A programação mantém o “Encontros de Cinema na Mealhada”, um espaço de reflexão, de formação e debate, que pretende envolver entusiastas, profissionais e amantes do cinema tais como realizadores, produtores, cineclubistas, atores, estudantes e escolas de cinema da região. O mês de dezembro reserva dois nomes grandes da música portuguesa: Luísa Sobral atua a 06 de dezembro, enquanto Rui Reininho, o vocalista dos GNR, fecha o ano a 20 de dezembro. A programação dá ainda espaço à comédia, subindo ao palco, a 25 de outubro, o espetáculo de Teresa Guilherme intitulado “As Vaginas e Eu – Tudo o que ficou por dizer”. A 13 de dezembro chega “A Grande Fantochada”, um formato criado pelo humorista por Hugo Van der Ding. Já para o público infantil está previsto o musical “A Dama e o Vagabundo” no dia 05 de outubro, enquanto “O Circo Mágico”, de Jonatas Cardinali, chega à Mealhada a 09 de novembro. Para o dia 29 de novembro está agendado o teatro musical “O Feiticeiro de Oz”, trazido pela Plateia D’Emoções.
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Autárquicas: Livre estreia-se em Azeméis com Ricardo Praça Costa e quer cooperativas habitacionais
Em declarações à Lusa, esse cabeça de lista do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto realça que, no caso da habitação, não se trata apenas de garantir “10% da habitação pública a preços acessíveis” e de construir habitação social, mas também de valorizar o “banco municipal de casas vazias” e incentivar “autoconstrução e habitação evolutiva”. Já quanto aos espaços de trabalho partilhados, acredita que o ‘coworking’ verde e urbano beneficiará a economia, a inovação e o comércio local porque essas áreas comuns combinam “empreendedorismo, convívio e a revitalização dos centros urbanos”. Entre as outras propostas do programa eleitoral de Ricardo Praça Costa destacam-se três, todas no âmbito do ambiente e mobilidade: a construção de uma rede de ciclovias e caminhos pedonais entre freguesias; a criação de microbosques e hortas comunitárias que fortaleçam o consumo local e o envolvimento da população; e ainda o desenvolvimento de uma aplicação telefónica para “boleias intermunicipais”, o que constituirá uma “solução digital para reduzir carros, estacionamento e emissões carbónicas” na região. Quanto aos domínios da Cultura e Turismo, o candidato do Livre defende a construção de um Museu Municipal, propõe o desenvolvimento de “Casas da Criação” que permitam democratizar “o acesso de criadores e associações a meios de produção artística” e anuncia também a recuperação do castro de Ul, sítio arqueológico cuja visitação seria potenciada pela disponibilização de informação turística através de “códigos QR e realidade aumentada”. Ricardo Praça Costa explica a sua estratégia global: “Quero colocar a minha experiência profissional, académica e associativa, bem como a de uma equipa pluridisciplinar que me acompanha, ao serviço de uma mudança positiva no concelho”. Defendendo “uma visão de futuro que torne Oliveira de Azeméis um concelho mais coeso, inovador e inclusivo, atrativo para todos e que não esqueça nenhum oliveirense”, o candidato do Livre diz-se assim apostado num modelo de gestão municipal que reflita “uma autarquia próxima das pessoas, capaz de ouvir, dialogar e encontrar soluções que sirvam o bem comum”. Natural de Oliveira de Azeméis e com 43 anos, Ricardo Praça Costa licenciou-se em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro e completou um mestrado em Realização de Cinema pela Universidade da Beira Interior, ao que acrescentou uma pós-graduação em Gestão de Projetos na Porto Business School. Entre 2009 e 2015, foi professor e formador de Tecnologias da Informação, e desenvolveu projetos em vídeo ligados à música e ao documentário. Em 2015 emigrou para o Reino Unido, “onde construiu uma carreira de sete anos na gestão de hospitalidade, assumindo cargos de gestão operacional em cadeias internacionais de restauração”. De regresso a Oliveira de Azeméis em 2022, iniciou funções como gestor de produção na indústria local e atualmente é diretor de projetos na consultora Start-PME, onde, segundo o partido, “trabalha de perto com empresas nacionais de diferentes setores, na coordenação de projetos financiados pela União Europeia”. A nível associativo, foi um dos fundadores da associação Monges do Nada, “criada para promover a produção cultural em Oliveira de Azeméis”, e, no âmbito político, juntou-se ao Livre em 2024, “atento aos desafios atuais da democracia nacional”. Além de Ricardo Praça Costa pelo Livre, às eleições autárquicas do próximo dia 12 de outubro em Oliveira de Azeméis concorrem também Ricardo Campelo Magalhães pela IL, Sara Costa pelo BE, Manuel Almeida pelo Chega, Pedro Marques pela coligação entre PSD e CDS-PP, e Joaquim Jorge Ferreira pelo PS. Esse último é o atual presidente da autarquia com 163 quilómetros quadrados e cerca de 70.000 habitantes. Tem maioria absoluta na Câmara e lidera a um executivo com seis eleitos socialistas e três vereadores sociais-democratas (pela coligação PSD/CDS), candidatando-se em outubro ao seu terceiro mandato.
Governo estima em 20 milhões de euros as despesas extraordinárias dos bombeiros
“A nossa expectativa é a de que este ano as despesas extraordinárias possam chegar muito perto dos 20 milhões de euros, mas ainda não temos dados concretos. Estamos em agosto e, daquilo que vamos tendo conhecimento com estes incêndios de grande dimensão e de muitos dias, julgamos que poderá chegar a esse valor”, revelou o secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, à agência Lusa. O governante adiantou que, em 2024, “também complexo com os incêndios de setembro”, o montante de despesas extraordinárias foi da ordem dos 14 milhões de euros. Rui Rocha reuniu esta sexta-feira à tarde, em Trancoso, com o presidente do município e com as duas corporações de bombeiros daquele concelho do distrito da Guarda, para apresentar as medidas e os apoios aprovados pelo Governo no rescaldo dos grandes incêndios deste mês. Na reunião participaram ainda o presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), José Manuel Moura, o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, António Nunes, e Paulo Amaral, presidente da Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda. “O que instituímos, no âmbito da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, é como que uma via verde para que os bombeiros possam ser ressarcidos o mais rapidamente possível, incluindo a possibilidade de adiantamento sobre valores de combustível e alimentação até ao montante de 50 mil euros”, afirmou. O secretário de Estado da Proteção Civil acrescentou que também foi “dilatado, de 10 mil para 20 mil euros”, o montante para processos de reparação de viaturas. “A quem não tem as despesas documentadas fazemos um adiantamento, até 50 mil euros – o montante máximo por despesas de combustíveis e de alimentação –, mediante a apresentação de uma declaração. Quem já tem as despesas documentadas, deve rapidamente submeter os processos e a ANEPC transferirá de imediato esses valores”, garantiu Rui Rocha. Segundo o governante, o que se pretende é, “numa base de confiança, não deixar de, rapidamente, dar resposta às necessidades das Associações Humanitárias, entidades de direito privado que prestam um serviço público, que, de repente, se viram com 50 mil, 70 mil ou 100 mil euros de despesas e não têm nas suas tesourarias esse montante”. Rui Rocha lembrou ainda que, no Conselho de Ministros de quinta-feira, foi aprovado majorar em 25% a retribuição devida aos bombeiros e aos elementos dos postos de comando que estiveram nos grandes incêndios entre 26 de julho e 27 de agosto, bem como nos 15 dias seguintes. “Trata-se de agradecer às Associações Humanitárias, aos bombeiros, por tudo aquilo que foi o seu empenho, a sua dedicação e é também uma palavra de solidariedade, apoio e motivação, porque eles foram inexcedíveis”, considerou o governante. A reunião com os bombeiros de Trancoso, depois de ter feito o mesmo em Aguiar da Beira e Sernancelhe, serviu também “para ouvir e recolher algumas opiniões e contributos que possam ainda ser úteis” para o que resta da época de incêndios rurais. “O dispositivo termina em outubro, ainda não é o tempo da avaliação, mas de recolhermos sugestões que possam ser de aplicabilidade e melhoria rápida nas ocorrências que, esperemos, não venham a ter a dimensão do que aconteceu em agosto”. E até ao final do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) o secretário de Estado da Proteção Civil disse esperar que haja a melhor preparação e apetrechamento para se dar a resposta da melhor maneira possível a tudo o que possa ocorrer”. “Temos uma taxa de sucesso de 93% no ataque inicial, apesar destas ocorrências grandes, difíceis e devastadoras. Por isso, temos de ter cada vez mais uma aposta forte nos primeiros 90 minutos para que não possamos ter incêndios de grandes dimensões”.
Piscina Municipal de São Jacinto é inaugurada hoje
A intervenção na piscina, conduzida pela Cimave – Construtora e Imobiliária de Aveiro, Lda., representa um investimento superior a 500 mil euros. A autarquia explica que foi feita uma recuperação profunda da infraestrutura, incluindo a piscina, tanques, áreas técnicas e equipamentos de tratamento de água, assim como a renovação dos revestimentos exteriores de pavimento. Ainda dentro da obra, o edifício recebeu ainda uma pintura geral interior e exterior. Foi também impermeabilizada a cobertura e o solário. Na requalificação, foi instalado no novo perímetro ampliado da piscina um campo de voleibol e um parque infantil, ainda em fase final de execução.
AAUAv: Mês de Integração da UA arranca sem a tradicional semana de concertos
Apesar de reconhecer a importância cultural e académica da semana de concertos, a AAUAv sublinha que a manutenção dessa programação teria impacto direto na sua capacidade de continuar a investir em outras iniciativas. “Só assim será possível continuar a investir em iniciativas que beneficiem a comunidade académica e, no futuro, avaliar o regresso deste formato caso seja viável e faça sentido”, refere a nota da AAUAv enviada este sábado, 30 de agosto, à Ria. O mês de Integração, que este ano decorre, segundo a associação, sob o mote “Faz Parte!”, mantém ainda assim uma programação diversificada. O plano arrancou na semana das matrículas, com a inauguração de uma sala sensorial dedicada aos quatro pilares da associação. “Pretende-se que esta sala através da ativação de diferentes sentidos seja uma pausa em todo o processo burocrático dos primeiros tempos, e estará aberta até ao dia 12, para que cada um possa fazer o seu caminho”, explica. Na semana de 8 a 12 de setembro, a AAUAv tem ainda planeada uma semana dedicada aos novos alunos. Segundo a nota, cada estudante será “convidado a fazer o seu próprio percurso”, havendo ainda atividades “direcionadas para cada curso e atividades gerais”, como é o caso da visita à Casa do Estudante e o Sunset. No dia 11 decorrerá ainda o “famoso piquenique da UA”. No total, entre 15 de setembro e 9 de outubro, estão previstas cerca de “30 iniciativas”, que incluem o "Arraial", a "Corrida Solidária", a "Feira da Alameda" e o "UA Sem Fronteiras", além de várias atividades promovidas pelos núcleos e secções da AAUAv. Apesar da ausência da semana de concertos, a associação garante que o mês de Integração continuará a ser “um momento único na vida académica”, pensado para criar “laços, memórias e amizades entre todos os estudantes da UA”.