Ponte da Vista Alegre, em Ílhavo, fechada após acidente, por razões de segurança
A Ponte da Vista Alegre foi interditada ao trânsito automóvel por razões de segurança, informou hoje a Câmara Municipal de Ílhavo, limitando temporariamente a circulação a peões e velocípedes.
Redação
A interdição ao trânsito surge na sequência de um acidente que ocorreu terça-feira, dia 22, em que “um veículo abalroou um pórtico de limitação de altura, atravessou a ponte, danificou parte do tabuleiro e colidiu com o segundo pórtico”. A autarquia assegura que foi desrespeitada a sinalização existente no local.
Segundo uma nota de imprensa da Câmara de Ílhavo, as equipas municipais estão a realizar inspeção técnica à infraestrutura e já estão em curso os trabalhos de reparação dos danos causados. “A reabertura ao trânsito ocorrerá quando estiverem garantidas todas as condições de segurança”, adianta a nota municipal, em que os automobilistas são aconselhados a utilizarem a ponte Juncal Ancho, na Gafanha de Aquém, enquanto decorrerem os trabalhos.
Refira-se que A Ponte da Vista Alegre, que liga a zona das Gafanhas à Fábrica de Porcelanas da Vista Alegre, foi começada a construir em 1978 e finalizada em 1980, na sequência de uma reivindicação da população, que, logo após o 25 de Abril, recolheu assinaturas para exigir a travessia. A atual ponte foi já a segunda construída no local, sendo a primitiva, em madeira, destruída pela força das águas, o que obrigou a que a travessia fosse feita de barca, e motivou a reivindicação popular de que fosse reposta a ponte rodoviária.
Os materiais da ponte construída há 45 anos, nomeadamente o tabuleiro, feito com tábuas de madeira, levaram a autarquia avançar com os procedimentos para vir a construir uma ponte nova, que deverá vir a ter o dobro da largura da atual.
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Marido suspeito de violar mulher em Vagos fica em prisão preventiva
Segundo comunicado citado pela agência Lusa, a PJ esclareceu que o suspeito foi detido por “fortes suspeitas da prática do crime de violação cometido contra a sua mulher”. “Os factos ocorreram no decurso deste mês, em dois dias distintos, no seio da casa de morada de família localizada no concelho de Vagos”, refere a mesma nota. Ainda segundo a Judiciária, o detido teria já anteriormente atuado num quadro de episódios compatíveis com o crime de violência doméstica. A PJ refere que o detido foi presente às autoridades judiciárias da Comarca de Aveiro para interrogatório judicial, tendo-lhe sido decretada a medida de coação mais gravosa de prisão preventiva.
Mau tempo: Distrito de Aveiro mantém 35 estradas interditas ou condicionadas
De acordo com a última atualização feita hoje, às 08h00, pela GNR sobre o estado das vias rodoviárias no distrito de Aveiro, há 35 vias interditas ou condicionadas, devido sobretudo a inundações. Em Águeda, a GNR dá conta da interdição da Rua da Pateira (Fermentelos), da Estrada do Campo (Espinhel), da Rua Manuel Marques (Macinhata do Vouga), da Rua Parque Fluvial (Macinhata do Vouga), e da EM577 (Fontinha),devido a inundação. Ainda neste concelho estão interditas a Rua do Covão (Aguiar da Beira) e a Rua do Vale do Grou (Aguada de Cima), devido a desmoronamento, mantendo-se condicionado o IC2, ao quilómetro 239, em Lamas do Vouga. Em Sever do Vouga, a circulação automóvel está interrompidana EN16 (Pessegueiro do Vouga), devido a desmoronamento, e na Rua Novelide de Baixo, devido à instabilidade de solo. Em Albergaria-a-Velha, segundo a GNR, estão cortadas a EN230-2 (Angeja e Frossos) e a Estrada da Cambeia (Angeja), devido a inundação, mantendo-se condicionadas a M553 (Ribeira de Fráguas) e a Estrada Real, devido a desmoronamento. Em Castelo de Paiva, a GNR indica que estão interditas a Rua Entre Pontes (Pedorido) a Rua da Praia Fluvial (Pedorido) e a Rua da Praia Fluvial do Castelo (Fornos), devido a inundação. Em Ovar, não se pode circular na Rua Estrada Nova (Maceda), devido a inundação, e na Avenida da Praia (Maceda), devido a desmoronamento. Em Estarreja, também há várias estradas inundadas, nomeadamentea Rua da Estação (Canelas), a Rua do Vale (Fermelã), a Estrada paralela à linha férrea – BIORIA (Canelas), e a Rua Manuel Marques Figueira (Antuã). Na Murtosa, a GNR dá conta da interdição da Rua Caminho das Remolhas (Bunheiro), da Rua Patronato São José (Bunheiro) e da Av. António Augusto V. Almeida (Torreira), devido a inundação. Em Aveiro, estão cortadas a Rua Direita (Requeixo), a Rua da Pateira (Requeixo), a Rua da Valsa (Eixo), a Rua Marquês de Pombal (Cacia), a Estrada da CEE (Cacia) e a Rua do Padrão (Cacia) e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém), devido a inundação. Mais a sul, em Oliveira do Bairro, não é possível circular na Rua do Ortigal. Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.
Mau tempo: Mantêm-se suspensos comboios de longo curso que ligam Lisboa e Porto
A circulação nas linhas ferroviárias do Norte, da Beira Baixa, Beira Alta, do Douro, Oeste e Urbanos de Coimbra continuam hoje com constrangimentos ou suspensas em alguns troços na sequência do mau tempo das últimas semanas, segundo garante a Coimboios de Portugal (CP) à agência Lusa. Serviço regional Coimbra-Aveiro-Porto continua a realizar-se. Na linha do Norte, que assegura a ligação ferroviária entre Lisboa e o Porto, mantêm-se suspensos, “sem previsão de retoma”, os comboios de longo curso, de acordo com a transportadora, num balanço feito à agência Lusa, pelas 08h00. Segundo a CP – Comboios de Portugal, na Linha do Norte, apenas se realizam os serviços Regionais entre Entroncamento e Soure, Coimbra-Aveiro-Porto e entre Tomar e Lisboa. A circulação na Linha da Beira Baixa continua suspensa, realizando-se apenas os comboios Regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes. Na Linha da Beira Alta, o serviço Intercidades entre Coimbra e Guarda realiza-se com recurso a material circulante diferente do habitual. Mantém-se ainda suspensa a circulação na Linha do Douro, entre Régua e Pocinho, na Linha do Oeste e nos Urbanos de Coimbra. Na Linha de Cascais, os comboios circulam com alterações nos horários, sendo que, a partir de hoje haverá um reforço das circulações na hora de ponta. Prevê-se a realização do Comboio Internacional Celta, podendo ser usado material circulante diferente do habitual e sendo que o percurso Valença-Vigo-Valença será feito com recurso a transbordo rodoviário, segundo a transportadora. Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.
Murtosa abre candidaturas para apoio ao arrendamento até março
A iniciativa “visa eliminar situações de precariedade e introduzir um dinamismo acrescido no mercado local de arrendamento”, sendo que são aceites propostas de agregados familiares “que residam e estejam recenseados no concelho, há pelo menos três anos”. O programa, lançado em 2012, auxilia as famílias com menos recursos financeiros no acesso à habitação e em 2025 apoiou 45 agregados familiares, num investimento municipal superior a 46 mil euros. De acordo com o respetivo regulamento, os candidatos não podem ser proprietários, ou titulares de direito de uso, de qualquer outro prédio urbano ou fração, e o rendimento mensal per capita do agregado familiar não pode ser superior ao valor do salário mínimo nacional.
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Estação Salva-Vidas auxilia tripulante de veleiro à deriva em São Jacinto
Em comunicado, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) esclareceu que o veleiro, com bandeira francesa, ficou sem propulsão, a cerca de 1,5 milhas náuticas (aproximadamente 2,8 quilómetros) da praia de São Jacinto. O alerta foi recebido pelas 18:45, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), tendo sido de imediato ativados tripulantes da Estação Salva-vidas de Aveiro e elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Aveiro. "À chegada junto da embarcação, os tripulantes da Estação Salva-vidas constataram que o homem se encontrava bem fisicamente, sem necessidade de assistência médica, e que uma embarcação de pesca costeira que se encontrava nas proximidades tinha prontamente encaminhado o veleiro para oeste", refere a mesma nota. A AMN refere ainda que o veleiro foi rebocado para o porto de Pesca Costeira, na Gafanha da Nazaré, por constituir perigo para a navegação e para as pessoas, adiantando que a embarcação só poderá voltar a navegar após ser alvo de uma vistoria, a fim de garantir as condições de navegação.
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De acordo com a última atualização feita hoje, às 08h00, pela GNR sobre o estado das vias rodoviárias no distrito de Aveiro, há 35 vias interditas ou condicionadas, devido sobretudo a inundações. Em Águeda, a GNR dá conta da interdição da Rua da Pateira (Fermentelos), da Estrada do Campo (Espinhel), da Rua Manuel Marques (Macinhata do Vouga), da Rua Parque Fluvial (Macinhata do Vouga), e da EM577 (Fontinha),devido a inundação. Ainda neste concelho estão interditas a Rua do Covão (Aguiar da Beira) e a Rua do Vale do Grou (Aguada de Cima), devido a desmoronamento, mantendo-se condicionado o IC2, ao quilómetro 239, em Lamas do Vouga. Em Sever do Vouga, a circulação automóvel está interrompidana EN16 (Pessegueiro do Vouga), devido a desmoronamento, e na Rua Novelide de Baixo, devido à instabilidade de solo. Em Albergaria-a-Velha, segundo a GNR, estão cortadas a EN230-2 (Angeja e Frossos) e a Estrada da Cambeia (Angeja), devido a inundação, mantendo-se condicionadas a M553 (Ribeira de Fráguas) e a Estrada Real, devido a desmoronamento. Em Castelo de Paiva, a GNR indica que estão interditas a Rua Entre Pontes (Pedorido) a Rua da Praia Fluvial (Pedorido) e a Rua da Praia Fluvial do Castelo (Fornos), devido a inundação. Em Ovar, não se pode circular na Rua Estrada Nova (Maceda), devido a inundação, e na Avenida da Praia (Maceda), devido a desmoronamento. Em Estarreja, também há várias estradas inundadas, nomeadamentea Rua da Estação (Canelas), a Rua do Vale (Fermelã), a Estrada paralela à linha férrea – BIORIA (Canelas), e a Rua Manuel Marques Figueira (Antuã). Na Murtosa, a GNR dá conta da interdição da Rua Caminho das Remolhas (Bunheiro), da Rua Patronato São José (Bunheiro) e da Av. António Augusto V. Almeida (Torreira), devido a inundação. Em Aveiro, estão cortadas a Rua Direita (Requeixo), a Rua da Pateira (Requeixo), a Rua da Valsa (Eixo), a Rua Marquês de Pombal (Cacia), a Estrada da CEE (Cacia) e a Rua do Padrão (Cacia) e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém), devido a inundação. Mais a sul, em Oliveira do Bairro, não é possível circular na Rua do Ortigal. Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.
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