RÁDIO UNIVERSITÁRIA DE AVEIRO

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Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos decorre esta sexta-feira na UA

A Universidade de Aveiro (UA) vai acolher, esta sexta-feira, 14 de março, na Nave Multiusos Caixa UA, das 9h00 às 17h00, a grande final do 18.º Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos, que reunirá mais de 1800 alunos dos Ensinos Básico e Secundário, vindos de todo o país. O evento acontece na data em que se celebra o Dia Internacional da Matemática e o Dia do Pi.

Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos decorre esta sexta-feira na UA
Redação

Redação

11 mar 2025, 18:40

Neste campeonato disputar-se-ão seis jogos (Gatos & Cães, Rastros, Produto, Dominório, Atari Go e Nex), distribuídos por doze categorias. Para esta edição do Campeonato, estão inscritos 1812 alunos, acompanhados por 616 professores, de 343 escolas do Ensino Básico e Secundário de todo o país, incluindo das ilhas.

Ao longo de todo o dia, das 9h00 às 17h00, a Nave Multiusos Caixa UA será o palco das competições, sendo que as eliminatórias acontecem de manhã e as finais ocorrem da parte da tarde. A cerimónia de entrega de prémios está prevista para as 17h00.

Em paralelo com as competições, decorre um vasto programa de atividades para proporcionar aos participantes momentos lúdicos, interativos e científicos. Espetáculos, palestras, jogos e workshops são algumas das atividades propostas a todos os interessados em passar um dia diferente no campus da UA.

O Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos é uma competição inclusiva, por estar preparado para receber alunos com baixa visão ou cegueira, que utilizem jogos adaptados. Contará também com a participação de alunos surdos, tendo sido disponibilizadas no site oficial do evento as regras dos jogos em Língua Gestual Portuguesa.

Além da equipa da organização nacional e local, o campeonato conta com a colaboração de 141 voluntários, maioritariamente estudantes universitários, que irão receber e encaminhar os alunos, arbitrar os jogos, assegurar a ordem nos pontos de encontro e a comunicação com a zona de jogo, apoiar os alunos com baixa visão, entre outras funções.

Todas as informações sobre o campeonato estão disponíveis aqui.

Esta competição é promovida anualmente, desde 2004, pela Associação Ludus, a Associação de Professores de Matemática, a Sociedade Portuguesa de Matemática e a Agência Ciência Viva. Pelo terceiro ano consecutivo, a organização local é assegurada pela UA, através da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro e do Departamento de Matemática.

Recomendações

Mau tempo: UA não sofre danos graves e mantêm-se apenas alguns problemas de energia
Universidade

Mau tempo: UA não sofre danos graves e mantêm-se apenas alguns problemas de energia

Em declarações à Ria, Mário Pelaio confirmou que não houve danos maiores, esta madrugada, registando-se apenas “algumas quedas de árvores, alguns problemas no Jardim da Ciência e nos estaleiros”. O administrador da UA adiantou ainda que ontem, durante a tarde, a instituição registou algumas falhas de energia em alguns espaços como no Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT), na Biblioteca, no Departamento de Matemática (DMat) e nos Serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação (STIC). Segundo o responsável, o corte de energia deveu-se a problemas com o “porto de transformação”. Apesar desta interrupção, Mário Pelaio assegurou que, esta quarta-feira, o fornecimento de eletricidade está a ser garantido em todos os espaços anteriormente referidos, através do recurso a um gerador. A resolução definitiva do problema deverá ocorrer ainda “hoje”. O administrador adiantou também que, no âmbito dessa intervenção, poderá verificar-se um novo corte momentâneo durante a tarde. Recorde-se que, face à previsão de agravamento significativo do estado do tempo para a passada madrugada, o Município colocou uma equipa da Polícia Municipal no terreno, em permanência durante toda a noite, “para verificação, avaliação e atuação das condições nos pontos mais críticos do concelho”.  

IA na UA: Reitoria quer integração contra desejo de proibir, mas alunos criticam falta de preparação
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IA na UA: Reitoria quer integração contra desejo de proibir, mas alunos criticam falta de preparação

A discussão foi desencadeada pelo “Manifesto contra o uso da ‘inteligência’ artificial generativa”, subscrito por 28 professores de instituições de Ensino Superior de Norte a Sul do país. Conforme noticiado pela Ria, os docentes querem “promover a humanização do Ensino Superior e banir o uso da Inteligência Artificial Generativa (IA) nos processos de ensino-aprendizagem”. Entre as quase três dezenas de docentes subscritores do documento está Miguel Viegas, do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT) da UA. À Ria, o professor fala num “grito de alerta” e esclarece que a ideia não é eliminar a inteligência artificial do seio das instituições, até porque é algo que considera “absurdo” e “impossível”, mas sim do próprio processo de aprendizagem. “Isto tem a ver com o estímulo de determinadas partes do cérebro que depois são fundamentais para garantir o processo de aprendizagem, mas também para garantir a tal capacidade do cérebro de raciocínio que depois o aluno leva para a sua vida profissional. Portanto, é mais na questão do processo de aprendizagem do que banir uma ferramenta de forma universal, coisa que não fazia sentido”, refletiu.  Da mesma forma, o docente, pegando no exemplo da programação informática, explica que “é fundamental que numa primeira fase (…), haja um espaço na aula em que o aluno seja obrigado (…) a escrever o código, passo por passo, para que ele entenda a lógica intrínseca da programação. (…) É este passo que não podemos eliminar”. Para já, Miguel Viegas entende que o objetivo inicial do manifesto “está cumprido”, uma vez que já foi suscitada a discussão sobre o tema. Pela forma como a questão tem motivado a atenção da comunicação social e de algumas figuras públicas, o docente acredita que foi possível chamar a atenção para a questão e “interpelar as pessoas”. “Estou em diálogo com o Luís Aguiar-Conraria, que escreveu uma crónica no Expresso e que pegou nesta questão. Enviei-lhe um mail a responder (…) e já estamos a convergir”, adiantou.  Quem também já reagiu foi Paulo Jorge Ferreira, reitor da Universidade de Aveiro, e Joana Regadas, presidente da direção da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv), que abordaram a questão na passada sexta-feira, dia 23, na sessão de tomada de posse dos novos órgãos sociais da AAUAv. Para a dirigente estudantil, “é com alguma estranheza” que vê que as instituições de Ensino Superior sejam “um dos meios com mais receio dos avanços tecnológicos”. “As universidades devem ser espaços de promoção de inovação, não espaços com receio de mudanças”, defendeu. Por seu lado, Paulo Jorge Ferreira considerou que, “se a sociedade usa certas ferramentas, é nosso dever e obrigação facultar aos nossos estudantes acesso e conhecimento acerca dessas ferramentas” e frisou que este tipo de pensamento “nunca vingará” na Universidade de Aveiro. Tal como avançado pelo Notícias UA, desde o início do ano, a Universidade de Aveiro está a disponibilizar “à sua comunidade o acesso gratuito a serviços de inteligência artificial através da plataforma IAEdu, no âmbito de uma parceria com a FCCN”. A ação destina-se a “estudantes, docentes, investigadores e pessoal técnico, administrativo e de gestão”. Às declarações do reitor, Miguel Viegas responde que o pensamento “vinga” na instituição, uma vez que o próprio pensa assim e trabalha na UA. Para o docente, a existência do contraditório é positiva, embora seja necessária “uma síntese (…), uma fórmula integradora que, no fundo, possa integrar um conjunto de preocupações que não podemos ignorar”. Ao defender que o “aspeto disruptivo” da inteligência artificial vai alterar o paradigma da sala de aula e que isso merece uma reflexão, o professor aponta que se avizinham vários perigos para além da não capacitação dos alunos. “Ao pedir ao ChatGPT para me fazer uma pequena revisão, corrigir o português, traduzir o inglês… este conteúdo deixa de ser meu. (…) Eu estou, de forma inocente, a colocar conhecimento produzido por mim, que depois poderá (…) ser reproduzido por outras pessoas noutros contextos”, acrescentou.  No mesmo sentido, Miguel Viegas alerta que “se abraçarmos de forma acrítica esta onda avassaladora que aí vem, corremos o risco de ficar reféns de interesses que estão muito acima de nós. (…) Estamos a falar de uma tecnologia que é controlada por meia dúzia de empresas e que, no fundo, se não tivermos cautela (…), pode levar para coisas extremamente delicadas e perigosas”. Outro risco assumido pelo docente prende-se com os impactos ambientais da IA, dada a “pegada ecológica que representa”. A recusa do manifesto por parte do reitor foi também abraçada por Sandra Soares, vice-reitora responsável pelas matérias atinentes ao ensino e formação na UA, que diz que a postura é “absolutamente transversal” a toda a Universidade. “A proibição não nos parece ser o caminho razoável quando a IA já está integrada nas mais diversas plataformas ou aplicações. Para além de que sabemos que é usada no contexto de trabalho e é nossa obrigação enquanto instituição preparar os estudantes para esses contextos”, refletiu.  Segundo explica, desde 2019 que tem sido desenhada uma estratégia no seio da instituição no sentido de apoiar os professores nas transformações tecnológicas do ensino. No contexto da inteligência artificial, a responsável destaca que, no passado mês de dezembro, foi lançada a AcademIA, “um programa que tem uma série de ações (…), dedicado a apoiar os docentes, a transformar as suas práticas, usando a IA para um uso ético e responsável e para uma perspetiva não mecânica de uso”. No mesmo sentido, sublinha que existe uma “comunidade prática IA, em que docentes de diversas áreas partilham recursos e reflexões sobre o uso da inteligência artificial nas suas práticas pedagógicas”. Além dos “inúmeros programas de desenvolvimento pedagógico” que, diz Sandra Soares, a UA tem desenvolvido, as preocupações dos docentes não se esgotam na forma como lecionam e passam também por adaptar as avaliações às novas tecnologias. Conforme aponta, “o relevante não é introduzir IA apenas, mas reconfigurar competências através de práticas ricas em interpretação, comparação”. “Os docentes não podem ficar sossegados no conforto das suas práticas de sempre, precisam de conhecer e saber como usar [IA] da melhor forma”, atentou a vice-reitora. Por seu lado, o professor Miguel Viegas considera que a formação que tem sido dada aos docentes da Universidade de Aveiro “é mais na ótica do utilizador”. “Nós vamos assistindo a formações que nos ajudam a perceber como é que esta ferramenta trabalha e como é a outra ferramenta, mas, relativamente aos riscos, e, sobretudo, relativamente às cautelas que é necessário ter, eu acho que ainda há muito trabalho a fazer”, acrescentou. Não obstante, o professor nota que a UA tem procurado constituir um comité para redigir um código de conduta sobre esta matéria, pelo que reconhece que a instituição “está atenta a este problema”. Sandra Soares “lamenta” as críticas do professor do DCSPT e nota que, nas várias formações que têm sido dadas, “nunca as questões de natureza ética e uso responsável não foram a tónica”. Seguindo a mesma lógica, a vice-reitora argumenta que os objetivos do programa AcademIA estão focados na reflexão crítica, no uso ético e pedagógico das ferramentas em causa. “No contexto do Conselho Nacional de Inovação Pedagógica - que integro e onde tenho a oportunidade de coordenar o grupo de IA na Educação - estamos a finalizar um diagnóstico relativamente a estas questões para depois fazer sugestões à tutela. Desse diagnóstico percebemos que o que mais maduro está [no Ensino Superior global] é a dimensão do uso ético e responsável”, nota a professora. No Campus da Universidade, os estudantes que falaram com a Ria não reconhecem o esforço da UA para a formação do corpo docente no uso da IA. É o que diz Vasco Mil-Homens, estudante da Licenciatura em Biologia na Universidade de Aveiro, que diz que, do lado dos professores, “não há incentivo, não explicam como é que podia ser utilizada [a IA]” e “podia haver mais” preocupação com as questões éticas em torno da tecnologia. A frequentar a mesma licenciatura, Lua Feliciano relata que já houve uma professora que, em duas cadeiras diferentes, procurou dar tarefas que envolvam a Inteligência Artificial e, por isso, admite que já há quem tente ensinar “a usar a IA não como resposta, mas como ajuda”. Não obstante, a maioria dos docentes tenta “oprimir ao máximo” o uso das ferramentas em contexto de sala de aula e tenta esconder as suas potencialidades. “Parece um tabu. (…) Se não falarem, parece que nós não as estamos a usar. (…)  [Dentro da sala de aula] não é tema”, reflete. Recém-chegado à Universidade de Aveiro, João Ferreira, da licenciatura em Engenharia Mecânica, conta também que não tem sido instruído sobre a utilização de IA ao longo do primeiro semestre. Embora explique que é algo que todos usam e que já é tido como “mais uma ferramenta que está na mochila quando vamos para as aulas”, o estudante não vê que esta seja uma preocupação dos professores, que continuam a usar “os mesmos powerpoints de há cinco anos”. O aluno do Departamento de Engenharia Mecânica afirma que só uma professora tem incentivado o uso de Inteligência Artificial, mas sem uma orientação para que tipo de ferramentas usar em cada circunstância. Ainda sem ter visto docentes a orientar para a utilização das ferramentas, João Ferreira “espera” que seja algo que aconteça ao longo do curso. Em Engenharia Computacional, Miguel Vicente admite que já começa a haver alguma abertura da parte dos professores para as novas tecnologias. Segundo afirma, é dito que a IA é “importante”, embora “sem abusar”, e que deve ser feita sempre ser feita referência à utilização. No entanto, o estudante também diz que os professores “não ensinam” como recorrer à Inteligência Artificial e que a componente ética “ainda não foi muito incutida”.  

UA: “Semana Sem Fronteiras” traz debates, oficinas e mesas-redondas até ao DCSPT em fevereiro
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UA: “Semana Sem Fronteiras” traz debates, oficinas e mesas-redondas até ao DCSPT em fevereiro

Sob o mote “Comunicar, participar e inovar em tempos de incerteza”, a ‘Semana Sem Fronteiras’ juntará debates, conferências performance, oficinas, jogos participativos e mesas-redondas, cruzando diferentes áreas disciplinares e formatos de aprendizagem. “Ao longo de três dias, o DCSPT abre as suas portas à cidade, promovendo o diálogo entre ciência e sociedade num contexto marcado pela desinformação, pela polarização e pela crise de confiança no conhecimento científico”, lê-se na nota.  A iniciativa tem início na segunda-feira, 23 de fevereiro, com a sessão de abertura, seguindo-se a mesa-redonda “As fronteiras entre os territórios da academia e da política”, moderada por Tiago Brandão Rodrigues, professor catedrático convidado da UA e ex-ministro da Educação. A sessão pretende propor uma reflexão sobre a “circulação entre os territórios académico e político, a relevância da carreira académica no exercício de funções governativas e o impacto dessa experiência no regresso à academia”. A mesa-redonda contará com os contributos de Raquel Duarte do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), da Universidade do Porto, e ex-secretária de Estado da Saúde; de Assunção Cristas da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa e ex-ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território e de Pedro Teixeira da Faculdade de Economia da Universidade do Porto e ex-secretário de Estado do Ensino Superior. A tarde de segunda-feira será ainda composta por um conjunto alargado de workshops, organizados pelo DCSPT. De acordo com o comunicado, as formações abordarão temas como a “criatividade e colaboração no ensino, escrita científica, diversidade e inclusão no ensino superior, inovação cidadã, Power BI, primeiros socorros, yoga e metodologias participativas”. No dia seguinte, 24 de fevereiro, o destaque vai para “Plan B – E se a democracia fosse tua?”, uma experiência prática de democracia participativa conduzida por Johan Claeys e Ana Camará. “Através de dinâmicas de grupo, simulações e tomada de decisão coletiva, os participantes são desafiados a gerir recursos, enfrentar dilemas sociais e refletir sobre cidadania, participação e valores democráticos”, descreve. A atividade decorre em duas sessões em paralelo durante a manhã. Ainda na terça-feira, o programa inclui a conferência-performance “A Ciência do Nazismo”, por Daniel Gamito Marques do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. A sessão, segundo a nota, pretende explorar de “forma crítica a instrumentalização da ciência pelo regime nazi para legitimar a ideologia eugenista e racista, convidando à reflexão sobre a responsabilidade ética da ciência e os limites entre verdade, poder e ideologia”.  O dia termina com a mesa-redonda “Uma jornalista, um físico, um politólogo e uma comunicadora entram num bar: comunicar ciência em tempos de desinformação”, com a participação de Carlos Fiolhais da Universidade de Coimbra, Andreia Azevedo Soares, jornalista do Público, Ana dos Santos Carvalho, presidente da Rede de Comunicação de Ciência e Tecnologia de Portugal (SCICOMPT) e Pedro Magalhães do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. A sessão será transmitida online e moderada pela Rádio Universitária de Aveiro (Ria). A quarta-feira, 25 de fevereiro, será especialmente dedicada aos alunos, com um programa centrado na aprendizagem participativa e no pensamento crítico. Entre as atividades destacam-se “Jogar para a Democracia: Processos Participativos (Lúdicos) Orientados para a Inovação Cívica”, dinamizado pela MyPolis, organização de impacto social reconhecida a nível nacional e europeu, bem como “Gamelab: aprender com jogos”, com Miguel Conceição, e “Out in DCSPT: Entre Factos e Farpas”. Conforme explica a nota, as sessões pretendem abordar os “desafios de comunicar ciência, justiça e igualdade num contexto de desinformação e polarização”.  O programa encerra com a conversa “MathPunk: Pensar fora da fórmula”, por Gabriel Guimarães (MathPunk), que falará sobre “matemática, pensamento crítico e comunicação científica criativa num mundo saturado de ruído informativo”.  A participação na ‘Semana Sem Fronteiras’ é gratuita e aberta a toda a comunidade académica. No entanto, algumas atividades estão sujeitas a um limite de participantes e com necessidade de inscrição. O programa pode ser consultado na íntegra aqui

xauxau dodô vêm do Minho até ao GrETUA para concerto esta sexta-feira
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xauxau dodô vêm do Minho até ao GrETUA para concerto esta sexta-feira

Segundo uma nota de imprensa enviada às redações, esta será uma noite que cruzará “música e artes visuais, abrindo o espaço a diferentes formas de escuta e de olhar”. Os xauxau dodô são um coletivo de sete músicos minhotos que “fazem música sem pedir licença”. “O resultado é um corpo sonoro onde afrobeat, jazz, música ambiental e referências clássicas se cruzam por trilhos selvagens e mal sinalizados, num percurso que reflete sobre o ser humano, as suas grandezas e minúcias”, lê-se na nota. No que toca à nova exposição, no foyer do espaço, o GrETUA explica que esta integrará a programação do quadrimestre dedicado ao jogo, tendo como objetivo propor uma reflexão visual sobre “perceção, ilusão e movimento”. A mostra estará ainda patente de janeiro a março, com entrada livre, podendo ser vista em qualquer evento ou mediante pedido. “Partindo do desenho como campo de jogo, sem partidas nem chegadas, ‘Pista’ reivindica o céu como plano do faz de conta. As caixas de luz tornam-se tabuleiro, e o olhar do público, peão em deslocação constante”, adianta. A exposição é de Gonçalo Fialho, designer e ilustrador independente, também conhecido como UIVO. O artista trabalha a “partir de processos de observação, arquivo e engenhos gráficos, cruzando prática artística e pensamento visual”. As reservas para o espetáculo dos xauxau dodô podem ser feitas aqui e têm o custo, com reserva, de seis euros para estudante e de oito euros para não estudante. À porta, o preço tem o custo de oito euros para estudante e de dez euros para não estudante.

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Deputados do PS Aveiro questionam Governo sobre o despedimento coletivo na Yazaki
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Deputados do PS Aveiro questionam Governo sobre o despedimento coletivo na Yazaki

Segundo uma nota de imprensa enviada às redações pela Federação Distrital de Aveiro do PS, esta quarta-feira, 28 de janeiro, os deputados transmitiram “preocupações sérias” ao Governo sobre a forma como o processo está a ser conduzido, “designadamente relatos de substituição de trabalhadores despedidos por recurso a trabalho temporário e outsourcing, em postos de trabalho anteriormente ocupados por trabalhadores efetivos”. “Foi igualmente referida a falta de abertura da empresa à negociação, apesar da disponibilidade manifestada por parte de alguns trabalhadores. Acresce também a preocupação com o futuro dos trabalhadores despedidos, muitos dos quais, após décadas de trabalho repetitivo, apresentam problemas de saúde profissional que dificultam gravemente a sua reintegração no mercado de trabalho”, lê-se na nota. Recorde-se que, tal como noticiado pela Ria, a Yazaki Saltano despediu, este mês, 163 trabalhadores na Fábrica de Ovar, após ter dispensado mais de 300 em meados de 2025. Na nota, a Federação Distrital de Aveiro do PS adianta ainda que interpelaram Manuel Castro Almeida, ministro da Economia, sobre o processo de despedimento coletivo, a sua avaliação e sobre que “apoios, incentivos ou fundos públicos (nacionais ou europeus) foram atribuídos à empresa nos últimos anos”. No seguimento, questionaram ainda o Governo sobre que medidas pretendem adotar para salvaguardar a “continuidade da atividade económica da empresa na região, garantindo simultaneamente o respeito pelos direitos dos trabalhadores”. Do lado da Maria do Rosário Ramalho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, levantaram ainda questões sobre a “Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT)” que tinham, entre outros objetivos, perceber se estão a ser desenvolvidas “ações de fiscalização no âmbito deste processo e, em caso afirmativo, com que conclusões preliminares”. Adicionalmente, os deputados pediram também dados sobre se há “acompanhamento específico previsto para os trabalhadores despedidos, nomeadamente aqueles com problemas de saúde profissional, de forma a apoiar a sua proteção social e reintegração profissional”. No comunicado, a Federação Distrital de Aveiro do PS esclarece ainda que as questões colocadas surgiram na sequência da reunião mantida entre a Comissão de Trabalhadores, os deputados do PS Aveiro, Hugo Oliveira e Susana Correia, e os dirigentes e autarcas do PS Ovar, liderados por Emanuel Oliveira, presidente da concelhia e vereador.

Mau Tempo: Distrito de Aveiro sob aviso vermelho até às 21h00 devido a mar agitado
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Mau Tempo: Distrito de Aveiro sob aviso vermelho até às 21h00 devido a mar agitado

Segundo o IPMA, as zonas costeiras dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro estão sob aviso vermelho, o mais grave, até às 21h00 devido a previsões de ondas com sete a oito metros, podendo atingir 14 metros de altura máxima. Depois das 21h00 de hoje e até às 15h00 de quinta-feira, passam a aviso laranja, o segundo mais grave, por agitação marítima forte os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa. Entre as 21h00 de hoje e as 18h00 de quinta-feira, estão sob aviso laranja os distritos de Setúbal, Beja e Faro, devido previsões de ondas de cinco a sete metros. O instituto de meteorologia colocou ainda sob aviso amarelo, devido a precipitação forte, os distritos Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Vila Real, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém e Leiria, até às 09:00 de quinta-feira. Os distritos de Guarda e Castelo Branco estão sob aviso amarelo até às 18:00 de hoje devido à possibilidade de queda de neve acima dos 1.500 metros. A passagem da depressão Kristin pelo território português deixou hoje um rastro de destruição, vários desalojados e causou quatro mortos, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa. Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal. A Proteção Civil está em estado de prontidão especial de nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, e há avisos meteorológicos vermelhos (nível mais grave) em toda a costa do continente.

Jovem detido em Estarreja por pornografia de menores
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Jovem detido em Estarreja por pornografia de menores

Em comunicado, a PJ esclareceu que o suspeito, estudante, foi detido por "fortes indícios da prática do crime de pornografia de menores". Segundo a Judiciária, o jovem obtinha e partilhava na Internet ficheiros multimédia (vídeo e imagem) nos quais surgem crianças, algumas de tenra idade, em práticas sexuais explícitas com adultos. "Os referidos ficheiros eram obtidos e partilhados através de grupos criados em aplicações de troca de mensagens e ficheiros, prática que o suspeito exercia com elevada frequência", refere a mesma nota. Na sequência da busca domiciliária realizada na casa do suspeito, numa das freguesias da periferia do concelho de Estarreja, foram apreendidos, para além do telemóvel e computador portátil utilizados na atividade delituosa, ficheiros multimédia de pornografia de menores. A PJ refere ainda que o detido será presente às autoridades judiciárias da Comarca de Aveiro para lhe serem aplicadas as devidas medidas de coação.

Mau tempo: UA não sofre danos graves e mantêm-se apenas alguns problemas de energia
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