Chega denuncia situação “ilegal” nas mesas de voto em Aradas e apresenta queixa à CNE
Armando Grave, candidato do Chega à Assembleia Municipal de Aveiro e deputado à Assembleia da República pelo círculo de Aveiro, apresentou uma queixa à Comissão Nacional de Eleições (CNE) devido ao que considera ser uma “violação da lei eleitoral” na freguesia de Aradas.
Redação
Últimas
Em declarações à Ria - Rádio Universitária de Aveiro, Armando Grave relatou que “a senhora presidente da Junta de Freguesia está a rececionar os fregueses à porta do espaço da assembleia de voto”. Segundo o candidato, a situação ocorreu “na entrada para esse espaço, no portão da escola” onde decorre o ato eleitoral.
“Consideramos que é uma violação do que está definido legalmente e avisamos. Dissemos que não concordávamos com aquilo e que íamos apresentar uma queixa e já o fizemos”, afirmou. O deputado acrescentou ainda ter a “impressão de que houve mais partidos que apresentaram queixa” e apelou para que “todos os partidos que estavam a assistir e que também reclamaram lá também o tenham feito formalmente”.
Armando Grave considerou que o episódio “não é bom sinal para a democracia” e disse ter sido informado por eleitores locais de que “há alguns anos que acontecem estes problemas em Aradas”, uma situação que, segundo refere, contrasta com o passado: “Antigamente era um sossego, porque estava tudo controlado. Agora o medo é tal...”.
O candidato associou ainda o episódio ao ambiente político vivido nas últimas horas de campanha: “Acrescido ao facto do senhor Ribau Esteves e do senhor Montenegro dizerem na última intervenção pública que até às 19h de hoje o trabalho político tinha que continuar. Possivelmente o trabalho político será este.”
Últimas
Recomendações
PS-Aveiro acusa Diogo Soares Machado de “representar o papel de enamorado por Aveiro”
Em resposta ao comunicado de imprensa enviado ontem por Diogo Soares Machado, vereador eleito pelo Chega para a Câmara Municipal de Aveiro (CMA), o PS-Aveiro considera, com ironia, que “ninguém tem dúvidas que é por amor a Aveiro” que Diogo Soares Machado assume um pelouro. Os socialistas apontam que o vereador “custa, por mês”, mais de cinco mil euros ao Município e questionam se o eleito pelo Chega também não assumiu a pasta da “Proteção do PSD”.
CDS acusa vereador do Chega de não “distinguir governação de agitação” após críticas a Nuno Melo
Diogo Soares Machado, vereador do Chega na Câmara Municipal de Aveiro (CMA), fez uso do Facebook para, neste domingo, dia 17, apontar o dedo a Nuno Melo, líder do CDS-PP, por estar apenas a “querer sobreviver”. A Comissão Política Concelhia de Aveiro do CDS-PP reagiu esta manhã, dia 22, na mesma rede social, acusando o Chega de colocar “a trica partidária […] à frente dos interesses do concelho”.
Câmara de Aveiro dá luz verde a projeto de regulamento da Taxa Turística
De acordo com a agência Lusa, a Câmara de Aveiro aprovou ontem, dia 21, o projeto do regulamento da Taxa Turística que prevê o pagamento do valor de três euros por noite, aplicada a hóspedes com 16 ou mais anos, até um máximo de sete noites.
Diogo Soares Machado acusa PS de “ressentimento político” após críticas socialistas no Dia da Cidade
Depois de o PS ter criticado o discurso de Luís Souto, presidente da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), durante a Sessão Solene do Dia da Cidade, a reação de Diogo Soares Machado surgiu hoje, dia 21, via comunicado de imprensa enviado à comunicação social. O vereador eleito pelo Chega aponta que o PS “tentou transformar um momento de elevação institucional e cívica num exercício mesquinho de intoxicação política”.