Mau tempo: Bombeiros de Ovar resgatam 12 crianças e 2 adultos de autocarro preso em vala com água
De acordo com a agência Lusa, os Bombeiros Voluntários de Ovar resgataram hoje, dia 5, 12 crianças e dois adultos de um autocarro que ficou inoperacional numa vala alagada no Carregal, no mesmo concelho.
Redação
Segundo revela à Lusa o comandante interino dessa corporação do distrito de Aveiro, nenhum dos envolvidos teve ferimentos e a situação deveu-se a uma manobra de condução que passou para fora da faixa de circulação, na Rua Daniel Constant.
"Como a via não é muito larga o motorista desviou-se um pouco mais para o lado para deixar passar o carro que vinha de frente e o autocarro ficou em apuros, numa vala com muita água" explica João Paulo Marques.
Durante a madrugada nao houve ocorrências em Ovar relacionadas com o mau tempo, mas o comandante diz que a corporação se mantém atenta à subida das águas nas zonas mais próximas da rua onde em anos anteriores foi frequente o alagamento de campos agrícolas.
Desde a semana passada, na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, onze pessoas morreram em Portugal e centenas de outras ficaram feridas ou desalojadas.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.
Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.
O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos.
Recomendações
PJ deteve três suspeitos de tráfico de droga em Aveiro e Porto
Em comunicado, a PJ esclareceu que os suspeitos, dois homens e uma mulher, com idades entre os 30 e 37 anos, foram detidos durante uma operação policial realizada nas zonas de Aveiro e do Porto. Segundo a Judiciária, a investigação visava uma rede organizada de abastecimento de droga em vários pontos de venda nos concelhos de Aveiro, Ílhavo, Albergaria-a-Velha e Estarreja, bem como a introdução de produto estupefaciente no estabelecimento prisional de Aveiro. A PJ refere que em causa estava o abastecimento de vários pontos de venda direta de haxixe, praticada em larga escala. Durante a operação, de acordo com a Judiciária, foram realizadas diversas buscas que culminaram na apreensão de nove quilogramas de haxixe, de elevado grau de pureza, cerca de seis mil euros em dinheiro e uma réplica de arma de fogo de "elevada qualidade e parecença com a real". A PJ refere ainda que os detidos, que não têm qualquer ocupação profissional conhecida, vão ser presentes às autoridades judiciais na comarca de Aveiro para aplicação das adequadas medidas de coação.
Mau tempo: Distrito de Aveiro com 31 vias interditas ou condicionadas
De acordo com a última atualização feita hoje, às 09:30, pela GNR sobre o estado das estradas no distrito de Aveiro, encontram-se 31 vias interditas e algumas condicionadas, devido a inundações, desmoronamentos e abatimentos de via. A situação mais grave regista-se no concelho de Águeda, que tem atualmente sete vias interditas devido à inundação do rio Águeda, nomeadamente a Rua da Pateira (Fermentelos), a Estrada do Campo (Espinhel e Recardães), a Rua do Campo (Segadães), a Rua do Covão (Valongo do Vouga), a Rua Ponte da Barca (Serém) e a EM577 (no lugar da Fontinha e em Alquerubim). Em Estarreja, a GNR dá conta da interdição de vários arruamentos na freguesia de Canelas, nomeadamente a Rua da Estação, a Rua General Artur Beirão e a Estrada paralela à linha férrea (BIORIA), para além da interdição da Rua do Vale (Fermelã) e da Rua do Feiro (Salreu). Ainda segundo a GNR, em Ovar, encontram-se interditas, devido a desmoronamentos, a Avenida da Praia e a Rua do Rombo (Esmoriz) e a Rua de Baixo (Maceda), enquanto no concelho da Murtosa estão interditas várias ruas e travessas. Em Aveiro, a GNR dá conta da interdição da Rua Direita e da Rua da Pateira, em Requeixo, e da Rua Marquês de Pombal em Cacia, devido a inundação. Ainda neste concelho está interdita a Rua Pero André (Eirol) devido ao risco de derrocada de uma habitação e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém). Mais a sul, em Oliveira do Bairro, está interdita a Rua Frei Gil (Bustos), devido ao abatimento do piso da estrada, no concelho de Anadia estão interditas a Rua São Simão (Espairo) e a Rua da ETAR (Avelãs de Caminho), devido a inundação, e na Mealhada está interdita a Rua de Aveiro (Pampilhosa). Ainda segundo a GNR, às 09:30, estavam condicionados o IC2 ao quilómetro 239, em Águeda, no sentido norte/sul, e a EN222, ao quilómetro 25,570, em Canedo, Santa Maria da Feira, devido a desmoronamentos. Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também algumas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos. O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
Cine-Teatro de Estarreja e Casa da Cultura de Ílhavo registam danos face ao mau tempo
Num balanço sobre o impacto do temporal nos espaços culturais da RTCP, o Ministério da Cultura dá conta de danos no gerador e também em espaços como palco, corredores e cobertura no Cine-Teatro de Estarreja. Há ainda o caso da Casa da Cultura de Ílhavo, onde foram afetados os painéis de comunicação. Nos restantes territórios está ainda suspensa a programação do Teatro José Lúcio da Silva e do Teatro Miguel Franco, ambos em Leiria, e do Teatro Stephens, na Marinha Grande, também naquele distrito. Nos teatros de Leiria, foram identificadas infiltrações e danos estruturais em vidros, ar condicionado, enquanto no teatro da Marinha Grande há vidros partidos, infiltrações e “parte da cobertura da caixa de palco está inutilizada”. Ainda na região centro, há informações de entrada de água e infiltrações no Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra), assim como no Teatro Cine de Gouveia (Guarda), em funcionamento, que apresenta infiltrações na entrada e no palco, com "Serviços Municipais a tomar as devidas diligências". Na região norte, o Centro Cultural de Paredes de Coura (Viana do Castelo) está a funcionar, embora tenha “infiltrações e questões estruturais”. Na península de Setúbal, o Teatro Municipal Joaquim Benite (Almada), tem infiltrações e também se registam “questões estruturais”, mas o equipamento está em funcionamento. O Teatro Luísa Todi não tem energia elétrica e pondera-se o cancelamento de atividades. No Alentejo, o Teatro Garcia de Resende (Évora) teve telhas levantadas e “infiltrações no subpalco” e no Centro de Artes e Espetáculos de Portalegre ocorreram “infiltrações estruturais”. Também o Teatro Lethes (Faro) que integra a RTCP e que, não tendo sido afetado por este temporal, está encerrado desde novembro por infiltrações no palco. A RTCP foi criada em 2019 para combater assimetrias regionais no acesso à cultura e conta atualmente com 103 equipamentos culturais. Leiria, Coimbra e Santarém foram os distritos mais afetados pela passagem da depressão Kristin por Portugal, na semana passada.
Mau tempo: Mealhada com circulação rodoviária interdita em várias estradas e ruas
Na Mealhada, encontra-se cortada a Estrada Sernadelo/ Antes, Luso e o Túnel Carpinteiros. Já na Pampilhosa, a circulação foi interdita, por questões de segurança, no Túnel da Lagarteira, Rua do Courcoury, Rua do cemitério, Estrada Pampilhosa/Póvoa do Loureiro e na Reta de Larçã. Também na Rua da Várzea, que faz a ligação Pedrulha-Mealhada, a água está a chegar à faixa de rodagem, o que está a condicionar o trânsito. Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também algumas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.
Últimas
Universidade de Aveiro desenvolve substitutos ósseos a partir de impressão 3D
Segundo uma nota de imprensa da Universidade, os investigadores recorreram à técnica de fotopolimerização em cuba, para produzir peças à medida de cada paciente, utilizando uma resina líquida que solidifica com a ação da luz. O objetivo é criar “peças à medida de cada paciente, tendo em conta as características específicas do osso a substituir, com uma estrutura sólida que tenha uma forma muito próxima da prótese óssea necessária para cada caso clínico”. O projeto utilizou hidroxiapatite suspensa numa resina de base aquosa, para mimetizar o mineral do osso humano e permitir a produção de estruturas complexas, adaptadas a cada caso clínico. A utilização da base aquosa reduziu em cerca de 80% o uso de compostos orgânicos e diminuiu o tempo da fase final de produção em cerca de 60%. “Os próximos passos do processo envolvem a avaliação do comportamento biológico do material e a realização de testes avançados para garantir a segurança e eficácia das soluções antes da aplicação clínica”, explica a nota. O trabalho contou com a participação de Simão Santos e Manuel Alves, estudantes de doutoramento, e das professoras Susana Olhero e Georgina Miranda do Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica.
Antigos Alunos da UA empossam novas coordenações dos Núcleos Alumni esta sexta-feira
No total, vai ser dada posse a 96 dirigentes de 23 núcleos diferentes: três núcleos específicos (futebol – secção autónoma, rugby e business lab) e 20 núcleos por todas as unidades orgânicas da UA (16 departamentos e quatro escolas politécnicas). A coordenação mantém-se em apenas seis dos 23 núcleos, sendo eles o núcleo de Ambiente e Ordenamento, Ciências Sociais, Políticas e do Território, Educação e Psicologia, Línguas e Culturas, Matemática e Rugby. Segundo a nota de imprensa, entre os dirigentes que tomam posse esta sexta-feira na Sala do Senado da Universidade de Aveiro existe uma combinação entre docentes, funcionários e investigadores adstritos à própria Universidade de Aveiro, com quadros da administração pública e de várias empresas portuguesas e multinacionais.
PJ deteve três suspeitos de tráfico de droga em Aveiro e Porto
Em comunicado, a PJ esclareceu que os suspeitos, dois homens e uma mulher, com idades entre os 30 e 37 anos, foram detidos durante uma operação policial realizada nas zonas de Aveiro e do Porto. Segundo a Judiciária, a investigação visava uma rede organizada de abastecimento de droga em vários pontos de venda nos concelhos de Aveiro, Ílhavo, Albergaria-a-Velha e Estarreja, bem como a introdução de produto estupefaciente no estabelecimento prisional de Aveiro. A PJ refere que em causa estava o abastecimento de vários pontos de venda direta de haxixe, praticada em larga escala. Durante a operação, de acordo com a Judiciária, foram realizadas diversas buscas que culminaram na apreensão de nove quilogramas de haxixe, de elevado grau de pureza, cerca de seis mil euros em dinheiro e uma réplica de arma de fogo de "elevada qualidade e parecença com a real". A PJ refere ainda que os detidos, que não têm qualquer ocupação profissional conhecida, vão ser presentes às autoridades judiciais na comarca de Aveiro para aplicação das adequadas medidas de coação.
Paulo Jorge Ferreira garante que a UA paga melhor, contrata mais e está preparada para o pós-PRR
Desde a centralização do atendimento aos estudantes no edifício da Reitoria até à revisão do quadro remuneratório dos trabalhadores, Paulo Jorge Ferreira assinala que a “estrutura de serviços, (…) não é nada semelhante ao que vigorava no passado”. A mesma visão também é subscrita por Mário Pelaio, para quem as mudanças na Universidade também justificam a evolução: “Os serviços de 2015, 2016, 2018, 2019… não respondem às necessidades de uma universidade de 2025”. O crescimento da UA e do investimento nos serviços não foi acompanhado, no entanto, pelo financiamento público à instituição, segundo o reitor. “As dificuldades de financiamento são permanentes. Se nós estamos à espera de um ano em que haja financiamento abundante para fazer investimentos, não fazemos coisa alguma”, sublinha. Paulo Jorge Ferreira diz que o ano de 2025 terminou com a Universidade a ter ainda “13,5” milhões de euros a receber do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o que “deixará um saldo negativo importante” nas contas da instituição. Não obstante, afirma que, apesar de “ficar sempre muito aquém do que gostaria de fazer”, a UA tem conseguido fazer os seus investimentos e seguido um plano “agressivo” de desenvolvimento e crescimento. Nesta manobra de crescimento, que se fez sentir nos vários setores da UA, destaca-se o aumento da aposta na investigação, cujo orçamento foi “dobrado” em relação a 2019. Mário Pelaio reflete que os efeitos desse aumento “têm de ser acompanhados por um aumento de recursos - não só recursos materiais, mas também recursos humanos”. Nesse sentido, explica, cerca de “2/3” das contratações efetuadas foram “para fazer face a necessidades transitórias e, portanto, com recurso a meios precários”. “Mas as preocupações com o pessoal não se circunscrevem às questões quantitativas”, assinala o administrador, que acrescenta que “houve necessidade de adaptar os recursos a essas novas necessidades”. Por isso, segundo aponta, a UA teve a preocupação também de “aumentar a formação” e a “criação de uma lógica que respondesse aos novos desafios”. Essa preocupação, “alinhada com os objetivos estratégicos da UA”, passou por “aumentar as condições de bem-estar dos trabalhadores”. De acordo com o administrador, uma parte significativa das contratações serviu para responder às exigências do PRR. Diz Paulo Jorge Ferreira que, “depois de terminado o programa, vai ser preciso manter a funcionar a máquina maior que montámos” e, por isso, “muitas das contratações que foram realizadas terão de se manter no futuro”. “Por exemplo, as residências, só no Crasto, têm cinco novos blocos. Isso determina uma dimensão para os Serviços de Ação Social diferente daquela que havia no passado. E quem diz ação social diz limpeza, segurança, jardinagem…”, explica o reitor. Com isto em mente, Paulo Jorge Ferreira garante que a instituição “está muito bem preparada para o futuro”. Os desafios, no entanto, como já tinha afiançado Mário Pelaio, não se colocam apenas no número de pessoas que trabalham nos serviços, mas também na qualidade. “A despesa com o pessoal é evidente que aumentou, porque houve mais contratações. Mas aumentou também porque pagamos melhor. (…) Há sinais óbvios de que nós estamos a manter a estrutura humana da Universidade de Aveiro, atendendo não só a novas pessoas, mas também a cuidar daqueles que já cá estão. E isso, para mim, dentro dos limites que a lei nos concede, é a principal prioridade”, assegura. De acordo com os dados indicados pelo reitor, “a mediana das remunerações do pessoal técnico subiu 50% nos últimos seis anos”. Da mesma forma, “baixou o tempo médio de permanência na mesma categoria, (…) de mais de uma década para quatro anos”, o que indica que a UA “está a fazer progressões de forma mais ágil”. Estas melhorias conduzem a que, de acordo com o reitor, a idade média e mediana não se tenha agravado. “Em seis anos cresceram, no pior dos casos, entre três e seis meses”, indica. No mesmo tema, o administrador da UA elencou algumas das medidas tomadas pela universidade para conseguir destacar-se. Mário Pelaio recorda que “temos mais de 64% dos trabalhadores em regime de direito privado. Portanto, ao abrigo do Código de Trabalho e da regulamentação, estão abrangidos pela regulamentação interna e já não são diretamente dependentes da função pública”. “Isso permite alguma flexibilidade na oferta do sistema remuneratório da Universidade”, acrescenta. O responsável adianta que a Universidade fez, em 2023, uma alteração ao regulamento de carreiras, “eliminando algumas posições remuneratórias de base e, portanto, passando a contratar em posições mais acima, no que toca aos técnicos superiores”. Entre outras notas, destaca ainda que a UA tem um sistema de avaliação de desempenho que “não é totalmente coincidente com o sistema de avaliação de desempenho na função pública” e que a instituição assumiu uma opção gestionária que vai resultar numa “progressão atípica na carreira de mais de 270 trabalhadores”. O facto de pagar melhor é uma forma de atrair “os melhores” para a instituição, mas não chega, diz o reitor: “Pagamos melhor e por isso temos mais facilidade em reter talento, mas também se paga melhor noutros lados e, por isso, não ganhamos uma vantagem competitiva significativa ou, pelo menos, não a ganhamos face àqueles sítios com que interessa realmente competir”. Nas palavras de Mário Pelaio, o facto de a comunidade da UA poder beneficiar do acesso a atividades desportivas e de recreação a preços muito competitivos nas instalações desportivas da instituição, bem como de oportunidades de mobilidade interna e das boas práticas laborais implementadas, contribui para o aumento dos níveis de satisfação e retenção dos profissionais. Na mesma linha, o responsável destaca ainda que o acesso facilitado ao regime de teletrabalho funciona como um importante fator de motivação, permitindo aos trabalhadores manter uma maior proximidade com as suas famílias. Embora os cargos dirigentes na função pública não sejam tão bem remunerados como no privado, Mário Pelaio afirma que não tem existido falta de interesse. Conforme explica, “o plano de capacitação de trabalhadores para o exercício de funções dirigentes tem vindo a ser extremamente concorrido” e existe “um conjunto de trabalhadores altamente qualificado e muito motivado para o exercício das suas funções e também para o exercício das funções dirigentes”. Da mesma opinião, o reitor assinala que a forte adesão aos concursos não é vista como um problema: “Preocupado ficaria eu se ficasse vazio o concurso”. Apesar disso, a realidade é que nestes cargos tem-se verificado alguma rotatividade nos últimos anos, algo que não é visto com maus olhos pelo reitor Paulo Jorge Ferreira. O responsável afirma que “é um fator natural no crescimento institucional e, quando as coisas não estão bem, a gente tem a obrigação de as mudar e de não manter tudo a funcionar mal, sabendo que está mal”.