RÁDIO UNIVERSITÁRIA DE AVEIRO

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Autárquicas: PS Aveiro discute este sábado “Educação, Inteligência Artificial e Ética”

Alberto Souto de Miranda, candidato do Partido Socialista (PS) à Câmara Municipal de Aveiro nas eleições autárquicas de 2025 vai realizar este sábado, 22 de março, o terceiro encontro temático dedicado à “Educação, Inteligência Artificial e Ética”, pelas 16h00, no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian.

Autárquicas: PS Aveiro discute este sábado “Educação, Inteligência Artificial e Ética”
Redação

Redação

17 mar 2025, 18:23

“A Inteligência Artificial oferece claramente um grande potencial na Educação, mas precisa de uma análise de impacto aprofundada e pode suscitar considerações éticas. Este encontro pretende destacar as competências emergentes e os termos ou técnicas essenciais a desenvolver no domínio da Educação, identificando considerações e requisitos éticos”, realça uma nota de imprensa da concelhia do PS Aveiro.

Vânia Carlos, professora auxiliar e membro da Comissão Executiva do Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro e Rui L. Aguiar, professor Catedrático na Universidade de Aveiro, responsável pela área de Redes e Sistemas, serão os palestrantes convidados desta sessão.

O evento, aberto à participação de todos os aveirenses, tem como “objetivo a partilha de pontos de vista, dados e experiências que poderão contribuir para uma melhor utilização da Inteligência Artificial nas políticas de Educação”.

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Festa de São Braz com novo dia académico, “tenda orbital” e “mais de meia tonelada” de rebuçados
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Festa de São Braz com novo dia académico, “tenda orbital” e “mais de meia tonelada” de rebuçados

A grande novidade é, de acordo com o responsável, a existência de uma nova data dedicada à academia. As festas começam mais cedo, na quinta-feira, 5 de fevereiro, num dia em que vão atuar as tunas da Universidade de Aveiro: a Tuna Universitária de Aveiro (TUA), a Tuna Feminina da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv) e a Tuna Mista da Universidade de Aveiro (MarnoTuna). Embora acredite que “a quinta-feira é sempre um dia um bocadinho ingrato porque no dia a seguir é dia de trabalho”, Gustavo Branco conta que vá haver quem possa ficar na festa até mais tarde. Nesse sentido, aponta que o novo dia pode fazer com que a festa chegue a mais pessoas: “A gente faz a festa para o público da freguesia e não só. É uma festa que já traz pessoas de fora do concelho de Aveiro”.  Segundo afirma, o objetivo é que o novo dia consiga responder ao aumento de custos que a mordomia terá com a nova “tenda orbital”. Gustavo Branco adianta que o investimento representa “quase o dobro do valor” pago no ano passado pela tenda. No bolo total, o juiz ainda não consegue fazer previsões de qual será o valor orçamentado para a festa, mas acredita que vá passar os “cerca de 100 mil euros” que cabiam no orçamento do último ano. Sendo São Braz o padroeiro das doenças da garganta, as festas são especialmente reconhecidas pelo atirar de rebuçados. Para este ano, Gustavo Branco prevê que haja perto de “meia tonelada”, estimando que o valor não ultrapasse os 600 quilos. No que ao cartaz da festa diz respeito, Gustavo Branco dá nota de que a organização procurou convidar artistas diferentes dos que estiveram em Santa Joana no ano passado. A seu pedido, manteve-se desde a última edição a ‘Banda Polk’, onde atua um amigo, e Tiago Silva, que vai “atuar em moldes diferentes”. Conforme refere, o artista vai juntar-se a ‘Liliana Oliveira & Amigos’ a cantar à desgarrada, à semelhança do que diz acontecer no programa “Domingo Há Desgarrada”, da RTP. O programa prevê a atuação de DJ FILC e das tunas académicas, no dia 5, da ‘Banda Polk’, dos ‘INSERT COIN’, de ‘São Braz Kids – CRASSH_Recycled’ e ‘São Braz Sénior – Hugo Alvarinhas’, no dia 6, dos ‘Santa Maria’, do DJ Rossa na Grossa e de uma Roda de Samba, no dia 7, e de ‘Toka e Dança’, DJ Oliver Clarck, Tiago Silva e ‘Liliana Oliveira & Amigos’, no dia 8. Junta-se ainda à programação a arruada de dia 7, o fogo de artifício de dia 8 e as missas em honra de São Braz nos dias 3,8 e 9.

Ribau Esteves é o novo presidente da CCDR-Centro e destaca “elevada participação” na eleição
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Ribau Esteves é o novo presidente da CCDR-Centro e destaca “elevada participação” na eleição

Em declarações à agência Lusa, Ribau Esteves destacou a “elevada participação” no sufrágio, que é “mais um incentivo” para desempenhar o cargo. “Em primeiro lugar, quero registar com muito agrado a elevada participação do universo eleitoral. Os dados que temos confluem para um nível de participantes na votação muito alto, sabendo que as pessoas que não puderam participar não se podiam substituir: é bom lembrar essa componente”, salientou. Em declarações à agência Lusa, pouco depois de o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, ter saudado em comunicado os novos presidentes das CCDR, Ribau Esteves revelou que, apesar de ainda não ter resultados definitivos, os dados já disponíveis apontam para uma votação “muito alta” na sua candidatura. “São dois indicadores muito positivos e que registo com grande satisfação. São mais um incentivo, é dessa forma que eu olho para essas duas realidades”, acrescentou. Depois de tomar posse, o que poderá acontecer “na última semana de janeiro”, o novo presidente da CCDR do Centro irá “juntar a equipa toda” e partir para o mandato “com grande empenho, vontade de trabalhar e de acrescentar valor à região centro e, obviamente, a Portugal”. “Olho para esta realidade, na abordagem final das eleições, com essa nota positiva, referenciando-a num forte incentivo para seguirmos em frente, para pôr mãos ao trabalho”, continuou.  Na segunda-feira foi igualmente eleito vice-presidente da CCDR do Centro Nuno Nascimento Almeida, vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Viseu e que foi também chefe de gabinete do ex-presidente da Câmara de Viseu Almeida Henriques (PSD). A CCDR do Centro terá ainda mais um vice-presidente escolhido pelos conselhos regionais, sendo candidato ao lugar o antigo presidente do Instituto Politécnico de Coimbra Jorge Conde. Tal como avançado pela Ria, Ribau Esteves era candidato único a este cargo. O nome deste foi formalmente proposto pelo PSD e pelo PS, apesar de um comunicado recente da Federação de Aveiro dos socialistas ter garantido que o partido não apoiaria politicamente a sua candidatura. Num comunicado enviado na passada quinta-feira, 8 de janeiro, Ribau Esteves apresentou ainda o seu plano de ação. No texto, compromete-se a “imprimir uma nova dinâmica de trabalho e de relevância institucional e política” do órgão e defende o “desenvolvimento de uma operação especial de gestão dos Fundos Comunitários do PRR e do Centro 2030”. A CCDR-Centro é constituída por 77 municípios. Mais de 10.700 autarcas votaram na segunda-feira para escolher os presidentes das cinco CCDR, nas segundas eleições indiretas realizadas para estas entidades. Os novos dirigentes das CCDR foram eleitos para um mandato de quatro anos por colégios eleitorais constituídos pelos executivos das câmaras municipais e deputados das assembleias municipais, incluindo os presidentes das juntas de freguesia. Os presidentes das 278 câmaras municipais do continente validaram ainda cinco candidatos únicos ao primeiro lugar de vice-presidente de cada CCDR. Depois destas eleições, cada CCDR terá ainda mais um vice-presidente escolhido pelos conselhos regionais e outros cinco nomeados pelo Governo para as áreas da educação, saúde, cultura, ambiente e agricultura. As CCDR são institutos públicos da Administração Central, dotados de autonomia administrativa e financeira, incumbidos de executar medidas para o desenvolvimento das respetivas regiões, assegurando a coesão territorial e a articulação entre os vários níveis de administração e os agentes regionais.

Armando Grave defende que Ribau Esteves não devia ter aceitado candidatura à CCDRC e culpa “centrão”
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Armando Grave defende que Ribau Esteves não devia ter aceitado candidatura à CCDRC e culpa “centrão”

No momento em que se deslocava à sede da Assembleia Municipal de Aveiro para votar na presidência da CCDRC, Armando Grave disse à Ria que a inevitável eleição de Ribau Esteves se “vai traduzir em falta de transparência”. Nas suas palavras, “no fundo, acaba o centrão por estar organizado outra vez: trocam as instâncias que estavam na administração da instituição e fica tudo na mesma”. Recorde-se que, com o apoio dos líderes do PS e do PSD, José Luís Carneiro e Luís Montenegro, Ribau Esteves é candidato único à liderança da CCDRC. Armando Grave atirou ao PS e ao atual presidente da Câmara, dizendo que não consegue “perceber como é que eles agora […] nem sequer levantam esta questão política/jurídica”, numa referência às buscas na Câmara Municipal de Aveiro relacionadas com o dossier do Plano de Pormenor do Cais do Paraíso. Segundo defende “como político, Ribau Esteves não devia ser candidato, porque sabe as coisas que andou estes anos todos a fazer… e sabe especialmente destas, que são graves”. Embora espere que o ex-presidente venha a ser “completamente ilibado” porque, “no Chega, não temos nenhum gosto especial em que Ribau Esteves tenha alguma incidência criminal no currículo”, Armando Grave mantém que, mesmo assim, não estão reunidas as condições para esta candidatura: “Acho que, da forma como foi feita esta eleição, ele não deveria ser candidato. Até poderia ser candidato, mas não poderia ser o único”. No mesmo sentido, sugere ainda que, “se calhar, está na altura de rever a forma como promovemos esta eleição”. As buscas na Câmara Municipal não devem ter peso na forma como os autarcas votam para a CCDRC, no entendimento de Armando Grave, que não acredita que, fora do concelho de Aveiro, haja quem vá votar em branco ou nulo devido ao caso. O responsável do Chega recorda que o próprio secretário-geral do PS apoiou o candidato, mas salvaguarda que, sendo que Cláudia Cruz Santos já disse não votar em Ribau Esteves, toda a Assembleia Municipal deve vir a fazer um trabalho de escrutínio durante o mandato do ex-autarca. O deputado municipal assume ainda que “vale sempre a pena” que os partidos manifestem a sua posição, mas afirma que o Chega não apresentou nenhum candidato à CCDRC porque “já sabíamos quem ia ganhar”. “Tendo em conta as circunstâncias de timing, a composição da Assembleia, do executivo, o Chega não teve sequer a oportunidade de apresentar um candidato”, remata.

CCDRC: Cláudia Cruz Santos ataca legado de Ribau Esteves em Aveiro e garante não votar no ex-autarca
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CCDRC: Cláudia Cruz Santos ataca legado de Ribau Esteves em Aveiro e garante não votar no ex-autarca

Apesar do apoio de José Luís Carneiro, secretário-geral do Partido Socialista, a eleição de José Ribau Esteves, ex-presidente da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), para a presidência da CCDRC não é consensual entre todos os eleitos do PS. Recorde-se que tanto Hugo Oliveira, presidente da Federação Distrital do partido, como os vereadores eleitos para a CMA já manifestaram a sua oposição relativamente à votação no ex-autarca. José Ribau Esteves é candidato único à presidência do órgão nas eleições que decorrem esta tarde em sede de Assembleia Municipal extraordinária e conta com o apoio dos líderes de PS e PSD. Contactada pela Ria, Cláudia Cruz Santos juntou o seu nome ao dos restantes eleitos locais do partido que já se pronunciaram. Assegurando que fala apenas a título pessoal, a líder da bancada parlamentar dos socialistas deu nota de que não vai votar no ex-autarca porque, acredita, “o legado que deixou em Aveiro, o autoritarismo na tomada de decisões e a desconsideração de pareceres alheios mostram que não é uma boa escolha”. A possibilidade de existirem benefícios em ter um ex-autarca do concelho a presidir à CCDRC foi descartada pela deputada, que diz que “não vejo como” possa haver pontos positivos. No entendimento de Cláudia Cruz Santos, “mesmo quando foi presidente da Câmara de Aveiro, [Ribau Esteves] tomou decisões péssimas para o concelho. […] Sempre que olho para o Rossio penso na tristeza sem árvores, na tristeza de betão em que este Rossio se tornou. Temos agora o dossier do Cais do Paraíso, que me parece extraordinariamente problemático, temos decisões tomadas no fim do mandato relativamente à Lota… Parece-me que há muitas razões muito concretas para não votar em Ribau Esteves para a CCDRC”. A deputada não faz previsões daquela que possa a ser a distribuição final de votos em branco ou nulos, mas admite que “muitos autarcas tenham dúvidas relativamente à adequação da escolha e até que essas dúvidas sejam transversais a várias forças políticas”. “Em Aveiro talvez possamos dizer que temos um conhecimento mais próximo das características do senhor engenheiro Ribau Esteves como autarca. Ele acompanhou-nos nos últimos 12 anos, tomou decisões que acho que foram muito prejudiciais para Aveiro e, sobretudo, não tem uma cultura democrática de ouvir e respeitar quem pensa diferente”, acrescentou.

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CCDR: Autarcas Sociais Democratas destacam forte participação para novas lideranças regionais
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CCDR: Autarcas Sociais Democratas destacam forte participação para novas lideranças regionais

Numa nota hoje divulgada, o presidente dos Autarcas Social Democratas (ASD), Amadeu Albergaria, refere que a forte participação dos autarcas “reforça a legitimidade das escolhas efetuadas, num contexto em que as CCDR assumem responsabilidades acrescidas no apoio ao desenvolvimento regional”. Na eleição realizada segunda-feira, de forma simultânea nas Assembleias Municipais do continente, confirmou-se a escolha do social-democrata Álvaro Santos para a presidência da CCDR Norte, do social-democrata Ribau Esteves no Centro e dos socialistas Teresa Almeida em Lisboa e Vale do Tejo, Ricardo Pinheiro no Alentejo e José Apolinário no Algarve. Como notam os ASD, os resultados refletem o acordo previamente estabelecido entre o PSD e o PS quanto às lideranças das CCDR. “Houve um entendimento político claro e esse entendimento foi cumprido. Isso garante estabilidade e permite que as CCDR se concentrem agora no que é essencial: apoiar as autarquias e as regiões e executar investimento”, afirmou Amadeu Albergaria, citado na nota. O presidente dos ASD sublinhou ainda que os responsáveis agora eleitos reúnem o perfil adequado à exigência das funções, num período em que a gestão eficiente dos fundos europeus será determinante. “As autarquias têm hoje um papel central na concretização das políticas públicas e na aplicação do investimento no terreno. A perda de oportunidades de financiamento pode comprometer o desenvolvimento regional e, consequentemente, o futuro do país”, considerou. O líder dos ASD deixou uma palavra de reconhecimento aos autarcas pela forma como participaram neste processo eleitoral e endereçou votos de bom trabalho aos novos presidentes das CCDR, defendendo uma relação próxima, exigente e orientada para resultados entre o poder local e as estruturas regionais. Cerca de 10 mil autarcas elegeram na segunda-feira os presidentes e um vice-presidente das CCDR do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve. Em termos globais, votaram na escolha dos cinco presidentes das CCDR 9.827 autarcas, 91,26% do universo total (10.768), com uma abstenção de 8,7%, segundo os resultados provisórios divulgados hoje pela Direção-Geral da Administração Local (DGAL). A CCDR do Norte foi a única a ter dois candidatos, um dos quais apresentou-se como independente. Todos os restantes candidatos foram propostos por PSD e PS, num acordo eleitoral nacional que dividiu entre os dois partidos a direção destes organismos e que foi criticado por alguns setores partidários regionais. Os presidentes das CCDR são eleitos para um mandato de quatro anos por colégios eleitorais de autarcas das respetivas regiões, constituídos pelos presidentes de câmara, presidentes das assembleias municipais, vereadores eleitos e deputados municipais, incluindo os presidentes das juntas de freguesia. Os vice-presidentes, um por cada região, são eleitos por um colégio eleitoral constituído pelos presidentes das 278 câmaras municipais do continente. Além destes dirigentes eleitos indiretamente, cada CCDR terá um outro vice-presidente escolhido pelo conselho da região (exceto autarcas) e mais cinco nomeados pelo Governo para as áreas da educação, saúde, cultura, ambiente e agricultura, que reportam diretamente ao executivo nacional.

Câmara da Mealhada eliminou perto de 300 ninhos de vespa asiática em 2025
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Câmara da Mealhada eliminou perto de 300 ninhos de vespa asiática em 2025

Numa nota de imprensa enviada aos jornalistas, a Câmara da Mealhada informou que o seu Serviço Municipal de Proteção Civil desativou, ao longo de 2025, um total de 290 ninhos de vespa velutina em todo o território do concelho. “O ano de 2025 voltou a registar números elevados, quer ao nível de intervenções, quer no número de ocorrências comunicadas aos serviços municipais, refletindo a crescente atenção e colaboração da população, das juntas de Freguesia e dos serviços camarários para esta problemática”, destacou. Segundo esta autarquia do distrito de Aveiro, ao longo do último ano, o Serviço Municipal de Proteção Civil recebeu alertas provenientes de todas as freguesias do concelho. “Dos 446 avistamentos reportados, muitos dos quais correspondentes a comunicações duplicadas, foi possível confirmar e desativar 290 ninhos”, indicou. A maior incidência verificou-se “na freguesia de Casal Comba, com 80 ninhos eliminados, seguida da área da antiga União de Freguesias da Mealhada, Ventosa do Bairro e Antes com 71, Pampilhosa com 48, Vacariça com 47, Luso com 23 e Barcouço com 21”. “Estes números demonstram, por um lado, a persistência da vespa asiática no território e, por outro, a eficácia do trabalho articulado entre os serviços municipais e a população, cuja colaboração é fundamental para uma resposta rápida e segura”, referiu o vereador com o pelouro da Proteção Civil, Ricardo Santos. De acordo com o autarca, o combate a esta espécie invasora “é uma prioridade da autarquia, quer pela proteção da saúde pública, quer pela defesa da biodiversidade e da atividade apícola”. Na nota de imprensa, a Câmara Municipal da Mealhada apelou ainda a que quem avistar um ninho de vespa asiática não o destrua, uma vez que “tal pode colocar em risco a saúde e a vida das pessoas, além de potenciar o aparecimento de novos ninhos na área envolvente”. “O procedimento correto passa por contactar o Serviço Municipal de Proteção Civil, através do telefone 967142690 ou por comunicar a ocorrência à Junta de Freguesia da área de residência”, sublinhou. Desde 2021, a intervenção contínua da autarquia no combate a esta espécie invasora resultou já na eliminação de 1.023 ninhos.

Festa de São Braz com novo dia académico, “tenda orbital” e “mais de meia tonelada” de rebuçados
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Incêndios: CCDRC pagou 1,6 milhões de euros para construção e recuperação de casas ardidas em 2024
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Incêndios: CCDRC pagou 1,6 milhões de euros para construção e recuperação de casas ardidas em 2024

De acordo com a CDDRC, foram apresentadas 82 candidaturas, distribuídas por oito concelhos dos distritos de Aveiro e Viseu, para apoio à construção, reconstrução ou reabilitação de habitações, tendo, das 78 candidaturas analisadas (num montante de 3,2 milhões de euros), sido indeferidas 17. Até ao momento, foram pagas 57 candidaturas (a maioria – 35 - em Albergaria-a-Velha, Aveiro), no valor de 1,6 milhões de euros, com aquela entidade a ressalvar que “o primeiro pagamento é efetuado logo após a assinatura do contrato, mas os restantes pagamentos dependem da execução da obra que não é da responsabilidade da CCDR, mas, sim, dos lesados”. “Importa referir que as quatro candidaturas em fase de análise dizem respeito a habitações não permanentes cujo apoio veio a ser contemplado pela publicação da Lei n.º 13/2025, de 20 de fevereiro [que reforça medidas extraordinárias de apoio às populações afetadas pelos incêndios rurais ocorridos em setembro de 2024]”, adianta a CCDRC, explicando que “estas candidaturas estão em fase de análise dos esclarecimentos apresentados pelos lesados”. Por outro lado, a Comissão de Coordenação faz saber que existem “duas candidaturas aprovadas cujos contratos não foram assinados pelos respetivos promotores, pelo que não deram origem a qualquer pagamento”, a que “acrescem duas candidaturas aprovadas com contratos já celebrados, a aguardar a apresentação da documentação necessária para o respetivo processamento”. Já no que diz respeito ao apoio à reposição das capacidades produtivas e da competitividade, foram apresentadas 40 candidaturas (provenientes de sete concelhos dos distritos de Aveiro, Coimbra e Viseu), tendo sido aprovadas 23, “com um montante total de apoio de 7.591.019 euros e propostas para indeferimento 15 candidaturas”. Duas candidaturas estão ainda em análise na sequência de “lacunas identificadas na sua instrução” e, quanto aos pagamentos, “estes decorrem de pedidos de adiantamento dos promotores, que atingiram os 410.890 euros”. Também no que diz respeito aos fogos rurais de 2024, mas relativamente ao apoio extraordinário aos agricultores, a CCDRC contabilizou 3.748 candidaturas (com origem em 16 municípios dos distritos de Aveiro, Castelo Branco, Coimbra e Viseu), tendo sido pago cerca de 14 milhões de euros em 3.709 candidaturas. As restantes 39 foram indeferidas. No âmbito da apicultura, foi pago pouco menos de 43 mil euros, entidades gestoras de zona de caça obtiveram, números redondos, 110 mil euros e para a atividade florestal foi quase um milhão de euros, neste caso valor distribuído por 17 candidaturas provenientes de seis concelhos da Região Centro. Nove pessoas morreram durante os incêndios rurais que em setembro de 2024 atingiram o Norte e Centro de Portugal. A situação mais crítica aconteceu na terceira semana de setembro, com os incêndios a atingir sobretudo os distritos de Viseu, Aveiro, Porto, Vila Real e Braga, onde queimaram mato e florestas, casas, empresas, propriedades agrícolas e carros, levaram à evacuação de aldeias e ao corte de ferrovias e estradas.