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Direção do SC Beira-Mar anuncia pré-acordo com empresário brasileiro Breno Silva para criação da SAD

Breno Dias Silva, um empresário de nacionalidade brasileira, residente em Londres, com “vasta experiência na orientação de empresas em processos de expansão internacional” – segundo a nota de imprensa enviada pelo clube, foi o investidor escolhido para a constituição da sociedade desportiva pela direção do SC Beira-Mar. O nome foi revelado, no final do jogo deste domingo, 19 de janeiro, em conferência de imprensa no Auditório António José Bartolomeu, no Estádio Municipal de Aveiro - Mário Duarte, por Nuno Quintaneiro, presidente do clube aveirense.

Direção do SC Beira-Mar anuncia pré-acordo com empresário brasileiro Breno Silva para criação da SAD
Redação

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20 jan 2025, 12:35

Segundo Nuno Quintaneiro, a proposta apresentada por Breno Silva destacou-se pelo “amplo consenso dentro do clube”. “A partir daí, encetamos os nossos contactos e tivemos várias reuniões. De destacar o grande envolvimento do Breno e da sua equipa (…) que desde logo procurou envolver-se connosco para perceber muito bem o trabalho do Beira-Mar, o projeto e as pessoas… (…) Todo este somatório fez com que não tivéssemos dúvidas de abraçar a proposta (…)”, explicou.

Neste momento, de acordo com o presidente do SC Beira-Mar existe já um “pré-acordo” para a constituição da sociedade, sendo que o processo deverá estar concluído até “ao final do mês de abril”, tal como, anteriormente, avançado pela Ria.“Aquilo que vamos fazer ao longo dos próximos meses (…) é começar a trabalhar juntos no presente para reestruturar a questão da negociação do passivo, dos recursos humanos, de dotar o clube de alguns equipamentos (…) e de libertar também alguns recursos financeiros do clube para apoiar as modalidades que também têm sentido algumas dificuldades”, desvendou. “Portanto, há um caminho, há um plano estratégico em que estamos absolutamente alinhados e a partir daqui queremos trabalhar juntos (…)”, continuou.

Para a SAD ser constituída, Nuno Quintaneiro relembrou que é necessário que os associados do clube aprovem os instrumentos jurídicos que irão regular o funcionamento da mesma. “Aquilo que agora vamos ter de fazer é preparar esses instrumentos jurídicos (…)”, avançou. “Para nós ‘Beira-Mar’ este é um momento muito importante da nossa história. Acreditamos que numa altura em que ainda estamos na ressaca dos 100 anos já estamos a construir o Beira-Mar dos próximos 100 anos (…)”, esperançou.

Breno Silva, começou por assegurar, na conferência de imprensa, que “Aveiro já é uma cidade e uma região que está no meu coração por vários motivos, seja pelos empreendimentos que já temos aqui [das suas empresas], seja pelo acolhimento das pessoas” e garantiu aos adeptos e sócios do SC Beira-Mar que podem esperar “muito trabalho”. “Não queremos fazer falsas promessas, mas vamos ter muito trabalho e muito suor porque há muito a fazer pela frente. Nós temos um grupo que é qualificado para este desafio (…)”, assegurou. Nesse grupo de trabalho, o empresário brasileiro destacou os seus sócios, as pessoas da direção do SC Beira-Mar e outros que “vamos trazer para trabalharem connosco ao longo da jornada”, afirmou.

Questionado pelos jornalistas sobre a sua experiência no mundo do futebol, Breno realçou que já teve, anteriormente, experiência com o futebol através do agenciamento de alguns jogadores e no futebol semi-profissional no Brasil. “Esta vai ser a nossa primeira experiência no futebol profissional europeu, mas trazendo pessoas qualificadas e com experiência que trabalham connosco”, frisou. Sobre como surgiu o contacto com o SC Beira-Mar, o empresário brasileiro explicou que foi por intermédio de um dos seus sócios, neste caso de Simão Calado [natural da região de Aveiro] que conhecia um dos ex-presidentes do clube beiramarense, Hugo Coelho, tendo sido “através dele que chegamos ao contacto com o Nuno [Quintaneiro]”.

Relativamente ao valor do investimento no clube aveirense, Breno Silva revelou que rondará os “dez milhões de euros”, sendo que este valor inclui “assumir o passivo do clube”, um “investimento até 3,5 milhões de euros para constituição de um centro de excelência e performance e um investimento de 5 milhões de euros no futebol sénior ao longo de 5 anos”, conforme consta nos prossupostos para a constituição da sociedade. O empresário adiantou ainda que sua participação na SAD do SC-Beira-Mar será “maioritária”.

Breno Silva garantiu ainda que, no plano desportivo, pretende “potenciar o que está a ser feito”, reconhecendo, no entanto, que “o futebol é global” e que “não podemos perder boas oportunidades no mercado internacional, mas a ideia é que essas oportunidades também venham para agregar valor e potenciar o nosso trabalho local, regional e nacional”.

Nuno Quintaneiro, em resposta à comunicação social, assegurou ainda que também a autarquia esteve envolvida, “ao longo dos últimos meses”, neste processo. “Aquilo que nós apresentamos à Câmara Municipal acaba por ser um desafio grande porque a nossa sociedade desportiva (…) foge um pouco dos parâmetros normais que em Portugal estamos habituados. Geralmente o padrão é chega um investidor, paga um x, assume a gestão e o clube fica ali a acenar na porta como se fosse a ‘rainha de Inglaterra’, mas que deixa de ter aqui uma participação e um envolvimento direto na gestão. Neste caso, não. Desde o início houve esse alinhamento e houve uma disponibilidade nossa e houve um interesse do Breno em termos uma gestão partilhada (…) E a Câmara Municipal neste processo também tem de entrar com esta perspetiva que é ajudar o clube e a sociedade desportiva, numa relação tripartida, a ter sucesso”, frisou.

No caso dos associados do clube não aprovarem os instrumentos jurídicos do clube, o presidente do SC Beira-Mar frisou que um “eventual chumbo” será uma “traição” por parte dos sócios perante os atuais órgãos sociais. “O que significa que não confiam no trabalho da atual direção e, portanto, eu desde logo, ditarei que, com um cenário hipotético desses, dará eleições antecipadas no clube”, garantiu, comprometendo-se que “não endividará o clube”.

Os pressupostos para a constituição da sociedade desportiva para o SC Beira-Mar foram aprovados, na Assembleia Geral do dia 22 de novembro de 2024, no Auditório António José Bartolomeu [Estádio Municipal de Aveiro - Mário Duarte] com um voto contra e duas abstenções.

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Além dessas duas prioridades, o cabeça de lista do referido concelho do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto também quer baixar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e disponibilizar às famílias locais “200 habitações até ao fim de 2029, através de construção a custos controlados ou aquisição de imóveis”. O objetivo de Luís André Santos é introduzir “uma lufada de ar fresco” na gestão municipal da Feira, que diz precisar de “uma candidatura ambiciosa e consciente como só o Chega pode apresentar”. “A nossa vontade de fazer mais, de dinamizar mais, de ir mais ao encontro das reais necessidades do povo de Santa Maria da Feira é diferenciadora das demais candidaturas, nomeadamente da do PSD, que está no poder há 50 anos. Apresentamos um programa marcadamente com o foco na população feirense e num concelho uno”, declarou Luís André Santos à Lusa. Entre as outras propostas do Chega para a Feira incluem-se as da área educativa, entre as quais a atribuição de mais apoios para as refeições escolares e para a aquisição de material didático, a realização de “obras significativas no parque escolar” e a “correção do défice de computadores, Internet, isolamento térmico, etc.” nos estabelecimentos de ensino da rede pública. A natalidade é outra das preocupações do candidato, que anuncia o reforço de verbas a atribuir às famílias por cada nascimento e a criação de um “fundo social para jovens casais”, visando ajudas de “emergência para pagamento de faturas correntes”. Luís André Santos promete medidas idênticas para a terceira idade, propondo a criação do Cartão Feira 65+, que incluirá “cheque-dentista anual” e, entre outros benefícios, “um fundo social para apoio extraordinário na aquisição de medicamentos e pagamento de faturas correntes”. O cabeça de lista do Chega quer ainda construir “rotundas na cidade para acesso aos Passionistas e a Picalhos”, bem como reforçar as verbas municipais destinadas às três corporações de bombeiros do concelho, além de “apoiar a criação de uma nova corporação em Canedo com posto INEM permanente e de uma bolsa de apoio ao Bombeiro Voluntário”. Com 50 anos e natural da freguesia de Fornos, no município a que se candidata, Luís André Santos tem formação na área da Engenharia Eletrónica e, segundo fonte do partido, “é quadro superior numa das maiores empresas do concelho”. De 2009 a 2021, foi presidente de Junta de Freguesia de Fornos, cargo para o qual foi eleito pelo PSD, em três mandatos consecutivos. O Chega realça que o seu candidato “ganhou para o PSD uma junta de freguesia que era PS há mais de 20 anos, tendo em 2013 e em 2017 vencido por maioria absoluta”.  Além de Luís André Santos pelo Chega, também concorrem à Câmara da Feira nas eleições autárquicas de 12 de outubro Carla Abreu pela IL, Miguel Viegas pela CDU, José Costa Carvalho pelo PAN, Frutuoso Tomé pelo CDS-PP, Filipe Honório pelo Livre, Eduardo Couto pelo BE, Márcio Correia pelo PS e Amadeu Albergaria pelo PSD. Esse último é o atual presidente da autarquia com mais de 213 quilómetros quadrados e 136.000 habitantes. Assumiu a presidência em março de 2024, na sequência da renúncia de Emídio Sousa para tomar posse como deputado parlamentar, e lidera agora um executivo composto por sete eleitos do PSD e quatro do PS.

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Embora seja reconhecida a “vontade expressa” do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) de concluir a reforma, os estudantes afirmam que a revisão do diploma é um compromisso que “não pode ser esquecido nem adiado”. Depois dos “passos significativos” que foram dados em 2024, a interrupção da revisão no início de 2025 “voltou a atrasar uma mudança que já leva demasiado tempo a concretizar-se”, entende o Movimento Estudantil. O funcionamento das instituições de Ensino Superior, entendem as organizações académicas, não pode ficar preso a um modelo “desatualizado” que não seja capaz de responder às exigências do século XXI. Os estudantes, que recordam ter apresentado “contributos claros e construtivos” após reunir com o Ministério em julho passado, notam ainda que é preciso retomar e articular o processo de forma célere sem comprometer a estabilidade do ensino superior. Recorde-se que, na reunião de julho, conforme noticiado pela Ria, o assunto mais debatido foi o modelo de eleição do reitor. O comunicado é assinado pelas Associações Académicas de Coimbra, da Universidade do Algarve, da Universidade de Aveiro, da Universidade da Beira Interior, da Universidade de Évora, da Universidade do Minho e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, bem como pela Federação Académica de Lisboa e pela Federação Académica do Porto.