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Luís Souto de Miranda mantém voto em reserva na segunda volta das presidenciais

Depois de, numa fase inicial, ter manifestado apoio a Marques Mendes, Luís Souto de Miranda, presidente da Câmara Municipal de Aveiro, preferiu não divulgar em quem votará este domingo, 8 de fevereiro, na segunda volta às eleições presidenciais. À Ria disse ter tomado essa decisão “há muito tempo e sem quaisquer dúvidas”.

Luís Souto de Miranda mantém voto em reserva na segunda volta das presidenciais
Redação

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06 fev 2026, 08:50

“Continuo a achar que [Luís Marques Mendes] teria todas as qualificações para ser um excelente Presidente da República. O povo não entendeu assim temos de aceitar e agora, serenamente, aguardar os resultados das eleições”, afirmou o autarca à Ria à margem da reunião camarária pública desta quinta-feira, 5 de fevereiro.

Luís Souto de Miranda assegurou ainda já ter decidido, mas preferiu não divulgar o seu voto. “Eu tenho o direito. O voto é secreto…É um direito que tenho como cidadão não tornar público qual dos candidatos votarei”, frisou realçando já ter tomado essa decisão “há muito tempo e sem quaisquer dúvidas”. “É uma reserva particular, mas não tenho dúvida nenhuma”, rematou.

A segunda volta das eleições presidenciais está marcada para este domingo e terá como candidatos António José Seguro e André Ventura.

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A informação foi transmitida pelo vereador do Chega, Diogo Machado, no período antes da ordem do dia da reunião pública do executivo municipal. Na ocasião, o vereador anunciou que “estão feitas todas as diligências necessárias” para que o atual presidente e o anterior presidente da Câmara de Aveiro sejam chamados à Comissão de Ambiente e Energia e à Comissão da Economia e Coesão Territorial da Assembleia da República, para prestar todos os esclarecimentos sobre o processo. Além de Luís Souto e Ribau Esteves, o Chega quer ouvir também a chefe de divisão de planeamento territorial, à data, e a chefe de divisão de gestão urbanística. Diogo Machado disse ainda à Lusa que o processo está entregue aos deputados do Chega Armando Grave, Pedro Tavares dos Santos e Filipe Melo, adiantando que espera que os requerimentos para a audição sejam entregues até quarta-feira. Recorde-se que, tal como noticiado pela Ria, o Ministério Público (MP) avançou com um processo cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro para pedir a suspensão de eficácia, com força obrigatória geral, do Plano de Pormenor do Cais do Paraíso, aprovado pelo Município de Aveiro. Também esta quinta-feira, durante a reunião pública, Luís Souto de Miranda afirmou que a resposta à providência cautelar “está a ser trabalhada” por parte da autarquia. 

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A intervenção ocorreu no período antes da ordem do dia, com o objetivo de fazer um ponto de situação sobre o impacto das condições meteorológicas em Aveiro. Rui Santos começou por dirigir uma “palavra de tranquilidade na medida do possível” aos aveirenses, recordando que o distrito de Aveiro foi um dos territórios colocados em situação de calamidade. No âmbito da proteção civil, o vice-presidente explicou que foram reunidos e agilizados todos os meios disponíveis, tendo sido possível “até ao momento dar uma resposta muito pronta e muito eficaz às populações”. Nesse sentido, pediu também “respeito pela sorte” pelo facto de o concelho não ter sido um dos mais afetados. “Não queria deixar de passar uma mensagem de tranquilidade. Nós reunimos a Comissão Municipal de Proteção Civil imediatamente e reunimos com todas as entidades que podem ter e têm um papel extraordinariamente importante na prontidão e na reposição das vias de trânsito”, sublinhou Rui Santos. Durante a reunião, Rui Santos deu ainda conta da ocorrência de um “mini-tufão” na zona de Oliveirinha, situação que “levantou telhados”. Segundo explicou, o fenómeno “lançou o pânico nas populações, hoje de manhã”, mas a resposta das autoridades foi célere. “Passamos uma mensagem de resposta rápida e de tranquilidade”, assegurou. Por fim, o vice-presidente deixou também um alerta à população, apelando à prudência. “O que mais pedimos é que muitas vezes as pessoas com a sua vontade de resolver pelos próprios meios vão para cima dos telhados e os acidentes ocorrem... Nós preocupámo-nos com essa situação. Deixar esse alerta que temos os meios no terreno, a monitorizar todas as situações”, rematou acrescentado que, até ao momento, apenas se registaram “pequenos danos materiais”.

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