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São Jacinto: ‘Aliança Mais Aveiro’ apresenta Cristina Gonçalves e acusa PS de “má gestão”

Com críticas diretas à anterior gestão socialista da Junta de São Jacinto, marcada por “má” governação e gestão da freguesia, a coligação ‘Aliança Mais Aveiro’ (PSD/CDS-PP/PPM) apresentou, este domingo, 27 de julho, Cristina Gonçalves como candidata à presidência da junta. Cristina Gonçalves, Arlindo Tavares, atual presidente da junta, e Luís Souto de Miranda, cabeça de lista à Câmara, responsabilizaram o Partido Socialista (PS) por salários em atraso, penhoras, dívidas superiores a 700 mil euros e pelo que definiram como um verdadeiro “pesadelo” herdado em 2022.

São Jacinto: ‘Aliança Mais Aveiro’ apresenta Cristina Gonçalves e acusa PS de “má gestão”
Redação

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28 jul 2025, 16:57

Cristina Gonçalves é a atual tesoureira da Junta de Freguesia e sucede a Arlindo Tavares, que não se recandidata por motivos profissionais. A candidata foi a primeira a ser anunciada pela coligação, durante a sessão inaugural da iniciativa “Pensar Aveiro”, realizada precisamente em São Jacinto.

Durante a cerimónia, que decorreu no Salão Paroquial da freguesia, Luís Souto de Miranda começou por destacar o papel da diáspora como um dos pilares da estratégia da candidatura. “[Queremos] pôr essas pessoas em rede, a trabalhar connosco, com a Câmara Municipal, aproveitando os talentos e as ligações que mantêm, nomeadamente com a Universidade de Aveiro (UA)”, afirmou, referindo-se à forte presença de emigrantes da região, sobretudo nos Estados Unidos.

Sobre Cristina Gonçalves, o candidato da ‘Aliança’ sublinhou a sua “seriedade”, “rigor” e “disponibilidade”. “Tenho constatado uma permanente vontade de ouvir, ajudar a encontrar soluções e a lutar pelo melhor para a sua terra”, declarou. A presença de Arlindo Tavares também mereceu destaque por parte do candidato à Câmara. Luís Souto de Miranda descreveu-o como “um grande autarca” e valorizou a sua comparência na sessão como sinal de apoio à candidatura de Cristina Gonçalves. “Está connosco, está com a Cristina e está neste projeto”, afirmou.

Ao comentar a decisão de Arlindo Tavares de não se recandidatar por motivos profissionais, o candidato à ‘Aliança’ elogiou o gesto, considerando-o exemplo de “desprendimento”, uma qualidade que, segundo disse, “é muito rara na política”. E acrescentou: “Pessoas que não ficam agarradas a um lugar merecem todo o respeito”. Sobre o facto de Cristina pertencer à atual equipa desta junta disse ainda que esta integrou um grupo de trabalho que teve “a mais difícil das tarefas de todos os nossos autarcas”. “Foi a tarefa de salvar a Junta de Freguesia e salvar a autonomia de São Jacinto”, atirou.

Como tem sido habitual nas suas intervenções, o candidato da ‘Aliança Mais Aveiro’ dirigiu críticas ao PS, acusando-o de ter conduzido a Junta de São Jacinto à falência e a situações de penhora. “Nunca é demais recordar que o PS, tal como fez na Câmara quando lá esteve, atirou com a Junta de São Jacinto para a falência, para as penhoras, para a angústia de querer fazer muito e não poder”, acusou.

Recorde-se que já na sessão de apresentação da União de Freguesias de Requeixo, Nossa Senhora de Fátima e Nariz, Luís Souto de Miranda fez questão de lançar críticas à anterior liderança socialista nesta junta, onde, segundo afirmou, “nem a conta da luz nem a internet eram pagas”.

Relembre-se também que nas eleições autárquicas de 2021, o socialista António Aguiar venceu a Junta de São Jacinto por apenas 29 votos de diferença, elegendo três elementos, o mesmo número que a coligação PSD/CDS/PPM. No entanto, Aguiar renunciou ao cargo em julho do mesmo ano, poucos dias depois de a Câmara Municipal de Aveiro (liderada pela coligação) retirar à Junta a gestão do parque de campismo local, alegando “graves e reiterados incumprimentos”. Nas eleições intercalares de 2022, a coligação ‘Aliança Com Aveiro’ venceu com 48,68% dos votos, conquistando quatro mandatos e assumindo a presidência da junta.

Em relação ao futuro, Luís Souto defendeu uma abordagem assente numa “renovada energia, com determinação e uma vontade de fazer mais — mais por São Jacinto”. Justificou ainda o facto de Cristina Gonçalves ser a primeira candidata anunciada pela coligação com a importância estratégica da freguesia: “São Jacinto é uma prioridade estratégica para o Município. (…) E será assim no futuro”. Para Luís Souto de Miranda, esta freguesia representa uma “trave-mestra da política” que pretende implementar, apontando a coesão territorial como um dos principais objetivos do projeto político da coligação.

Comentando críticas de moradores que consideram São Jacinto uma freguesia esquecida, Luís Souto de Miranda garantiu que “isso não pode acontecer”. Sublinhou ainda o papel ativo da candidata: “A Cristina, desde o momento em que foi apresentada e passou a estar mais próxima da população, não perdeu tempo em mostrar-nos não só o potencial de São Jacinto, mas também as preocupações de quem aqui vive”.

Recorrendo à expressão “olhos nos olhos”, o cabeça de lista comprometeu-se a enfrentar os desafios específicos da freguesia, frisando a necessidade de “assumir os custos acrescidos de quem vive em São Jacinto”. Como prioridades, apontou a melhoria das acessibilidades entre a freguesia e o centro de Aveiro, bem como a resolução das dificuldades no acesso aos cuidados de saúde.

No seguimento, anunciou a construção de um “Plano Municipal de Saúde” e desconstruiu: “Nós vamos olhar para a rede dos cuidados de saúde primários e incluindo a unidade hospitalar em todo o município de forma a que todas as freguesias tenham uma boa satisfação das suas necessidades no acesso à saúde que é no fundo a maior preocupação que todos temos”. Apontou ainda como prioridade melhorar os serviços de socorro, o policiamento e a necessidade de trabalhar com os municípios e a autarquias vizinhas.

Como problema “número um”, em São Jacinto, apontou a oferta de transportes. Carência essa que disse ser necessário encará-la com “diálogo” e “determinação”. Entre as propostas para melhorar a mobilidade, destacou a intenção de avançar com uma via ciclável e resolver a situação do parque de campismo. Sobre este último, foi claro: “Sem preconceitos, sem complexos, apenas visando encontrar o mais rápido possível uma boa solução”. Falou ainda sobre a necessidade de “dinamizar” o CARSurf São Jacinto, alertando que a ‘Aliança Mais Aveiro’ quer transformar a freguesia “na capital juvenil do Município”.

No que toca às infraestruturas desportivas, Luís Souto de Miranda sublinhou que a piscina local está “em vias de conclusão”. Contudo, reconheceu que é fundamental “trabalhar em conjunto com as coletividades locais e com a Junta de Freguesia para melhorar as condições da prática desportiva”.

Relativamente à antiga base aérea, o candidato afirmou que a coligação pretende defender, junto do Governo, a tradição histórica da aviação em São Jacinto. “Nós queremos e vamo-nos empenhar por recuperar o aeródromo e apostar no enorme potencial que ele tem para São Jacinto e para todo o município, eu diria, para o país”, destacou. Neste seguimento, criticou o facto de Aveiro ser o “único município” que “não tem um aeródromo à sua disposição”. “Isso é inaceitável. Nós temos condições excelentes aqui em São Jacinto. A pista, dizem-nos, é ótima. Há que aproveitá-la e não destruir”, sugeriu.

Ainda sobre a antiga base aérea, Luís Souto de Miranda destacou o seu “grande potencial”, não só para a “recreação aérea”, mas também para a investigação, especialmente em áreas relacionadas com as ciências aeronáuticas, mencionando a UA como exemplo.

Entre as ambições da candidatura, Luís Souto de Miranda sublinhou também a importância da valorização da “frente de Ria”, revelando a intenção de reforçar, junto do Governo, a proposta de gestão municipal daquela zona. “Como já se percebeu, tudo isto depende de uma boa concertação com o Governo”, afirmou, voltando a insistir na ideia-chave que tem vindo a marcar as suas intervenções: “[É fundamental] termos uma freguesia, uma Câmara e um Governo todos bem articulados”. “Só assim é que estes assuntos poderão ser desbloqueados”, vincou.

Sobre a Reserva Natural de São Jacinto vincou que a mesma tem de ser vista como uma “oportunidade” e não como um “empecilho” para a freguesia. “Temos que lhe dar mais dinâmica, reforçar a educação ambiental, mas também o turismo ambiental responsável”, apontou.

Mostrando ainda convicção de que será eleito [presidente da Câmara], o candidato da ‘Aliança’ deixou ainda a nota de que já começou a fazer contactos “informais” para avançar com o "bom progresso de São Jacinto”. Recorde-se que em entrevista ao Jornal de Notícias (JN), este domingo, Luís Souto considerou que é o “pior adversário” que Alberto Souto de Miranda, candidato do PS à Câmara de Aveiro, poderia ter e que não admitia a hipótese de “perder” nestas eleições autárquicas.

Sobre os resultados autárquicos daquela Junta de Freguesia, Luís Souto de Miranda avançou que Cristina “tem todas as condições pessoais e políticas para ganhar (…) com uma expressiva vitória”. Mais uma vez, criticando diretamente o PS sugeriu que: “Em Aveiro e em São Jacinto não podemos regressar ao pesadelo da má gestão e da má reputação financeira e institucional das autarquias”, sublinhando a importância das “boas contas”.

“O país não tinha solução para o descalabro das contas da nossa junta”

Na mesma linha, Arlindo Tavares — atual presidente da Junta de Freguesia — usou a sua intervenção para partilhar a experiência vivida desde que tomou posse em 2022, destacando o “orgulho” e a “honra” que sentiu ao assumir o cargo. No entanto, relatou ter encontrado uma situação financeira “muito grave”. “Tão grave que, quando tomamos posse, encontramos salários em atraso, uns míseros sete euros nas contas e uma dívida de 720 mil euros por pagar. Para ajudar ainda, em janeiro de 2023, somos alvo de um arresto de bens, tudo fruto da má gestão, da má governação do PS na nossa junta de freguesia. Isto não se passou há 20 anos, mas sim há pouco mais de dois anos”, contou.

Apesar das dificuldades, o autarca assegurou que o “grave problema” foi resolvido, deixando uma nota de reconhecimento a José Ribau Esteves, presidente da Câmara Municipal de Aveiro, por ter contribuído para a recuperação financeira da junta. “O país não tinha solução para o descalabro das contas da nossa junta”, exprimiu. “Pagamos a dívida, honramos os compromissos com mais de 42 fornecedores, recuperamos a nossa credibilidade e o nosso bom nome”, continuou Arlindo Tavares.

Face às críticas de que “nos últimos anos nada foi feito em São Jacinto”, o autarca ironizou: “Como se a maior obra que fizemos — a recuperação financeira — não fosse nada”. Apontou ainda várias intervenções concretas realizadas pela Junta, como a requalificação do edifício sede e a ampliação do cemitério. E não poupou a críticas à anterior gestão socialista: “Com a gestão do PS, eram obras feitas e não pagas, como sucedeu com o Parque Infantil Geriátrico e a intervenção no Polo Desportivo Lomba da Mata, que tivemos de ser nós a pagar a fatura final”, assegurou.

Rejeitando as acusações de dependência da Câmara Municipal, Arlindo Tavares foi direto: “Acusam agora as nossas Juntas de Freguesia de subveniência à Câmara Municipal de Aveiro. Negativo”, respondeu. “Onde outros vêm subserviência, nós vemos trabalho de equipa, colaboração e de cooperação”, atirou. O atual presidente da Junta de Freguesia de São Jacinto sublinhou ainda a necessidade de “virar a página”, sem, no entanto, esquecer os “erros cometidos no passado recente” e os responsáveis por esses mesmos erros.

Num apelo direto ao cabeça de lista da coligação ‘Aliança Mais Aveiro’, Arlindo Tavares pediu especial atenção à mobilidade, em particular às carreiras de autocarros que servem a freguesia. “Por isso, peço que possas dar prioridade a este tema de um forte impacto na nossa população”, apelou.

Dirigindo-se diretamente à candidata Cristina Gonçalves garantiu-lhe total “ajuda e apoio” para a candidatura. “Este apoio não se compara a nada àquilo que fizeste em 2021 e em 2022. Que contra tudo e contra todos apoiaste o nosso projeto, as nossas ideias e fizeste parte dele. Sei tudo o que passaste e por isso devo-te uma enorme gratidão e o meu sentido obrigado, Cristina”, exprimiu, partilhando ainda alguns episódios particulares com esta.

“No dia 13 de novembro de 2022, dia das eleições intercalares em que vencemos com maioria absoluta, numa conversa a dois disse-te: ‘Tenho capacidade para resolver o problema financeiro da nossa Junta, mas tenho medo de falhar’. E tu respondeste-me: ‘A população de São Jacinto depositou em nós a sua confiança para resolver este problema. Se falharmos, tentamos”, contou. Na sequência, garantiu ainda que a candidata está “mais do que preparada” para ser presidente de Junta de São Jacinto.

São Jacinto “é uma terra linda, mas que carece de maior atenção”

Na sua intervenção, Cristina Gonçalves falou com emoção sobre aquela que é a sua “casa”: “Aqui nasci, cresci, vivo e trabalho”, partilhou. Reconhecendo o potencial da freguesia, alertou, no entanto, que São Jacinto “é uma terra linda, mas que carece de maior atenção”. “Quem aqui vive conhece bem as dores e as dificuldades. Sabemos o que custa depender de transportes, de horários que não servem as nossas necessidades. Sabemos o que é querer trabalhar, estudar, ter acesso à saúde e serviços e sentirmos que estamos longe de tudo”, reforçou, insistindo que falta “planeamento, investimento, visão e ação” na freguesia.

Dirigindo também críticas à anterior gestão socialista da Junta de Freguesia, Cristina recordou: “Ninguém sabe o que é chegar à junta com vontade imensa de trabalhar e sofrermos de imediato um arresto de bens que nos deixou sem equipamentos: secretárias, computadores, cadeiras, documentos, peças históricas. A isso somaram-se cortes de água, eletricidade, telecomunicações, contas a zero e salários dos funcionários em atraso por pagar. E isto, meus caros, não foram dias… foram meses”, lembrou.

Sobre aquele que será o seu trabalho assegurou que tem como objetivo valorizar o “trabalho feito até aqui e abrir caminho para novas soluções, novas ideias e uma gestão moderna e eficaz, que busque o desenvolvimento que a freguesia merece e necessita”.

Apontando como prioridade uma liderança próxima da população, Cristina Gonçalves comprometeu-se com uma Junta que “se levanta com as pessoas e trabalha para elas”, que ouve, defende e valoriza as ideias da comunidade. No seu discurso, destacou ainda pilares como o serviço à comunidade, o desenvolvimento sustentável, a cultura, a juventude e o envelhecimento ativo, sublinhando que a sua candidatura nasce de “um compromisso contínuo com a comunidade”.

Entre os desafios mais urgentes que identificou estão os transportes, o turismo e a habitação. Cristina defendeu uma aposta clara na melhoria das ligações rodoviárias e na reorganização dos horários e frequências de autocarros, realçando que a atual limitação de acessos “condiciona o dia-a-dia das pessoas e isola a freguesia”. Sobre o turismo, defendeu um modelo sustentável, com investimento planeado, apoio ao comércio local e a reabertura do parque de campismo como elemento estratégico para a economia local. “Caro futuro presidente, a intervenção na nossa frente de Ria é primordial para o desenvolvimento de São Jacinto. A construção de uma marina não é uma miragem, é uma necessidade”, insistiu. Já em matéria de habitação, alertou para a escassez de oferta e apelou a políticas que permitam aos jovens “permanecer na terra onde nasceram”.

A candidata defendeu ainda que a freguesia deve ser beneficiada financeiramente pela utilização de equipamentos como as piscinas, o complexo desportivo e o parque de campismo, cuja gestão é atualmente articulada com a Câmara Municipal. “Outra coisa não faria sentido, afinal é o nosso património”, afirmou.

Cristina Gonçalves terminou a sua intervenção com um compromisso claro: “Colocar a experiência que adquiri ao serviço da população, com uma equipa preparada, renovada e motivada”.

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Mau tempo: Distrito de Aveiro com 58 estradas interditas ou condicionadas

De acordo com a última atualização feita hoje, às 08:00, pela GNR sobre o estado das vias rodoviárias no distrito de Aveiro, há 58 estradas, entre nacionais, regionais e municipais, interditas ou condicionadas devido a inundação, desmoronamento e abatimento do piso. Em Águeda, a GNR dá hoje conta da interdição devido a inundação da Rua da Pateira (Fermentelos), da Estrada do Campo (na zona de Espinhel e Recardães), da Rua Arquiteto Filomeno Rocha Carneiro (Borralha), da Rua Professor Dinis Pires (Travassô), da Estrada Municipal (EM) 230 (Eirol), da Praceta da Carapeteira (Assequins), da Rua do Passal (Espinhel), da Rua 5 de Outubro (Águeda), da Rua da Carapeteira (Águeda), da Rua do Campo (Segadães), da Rua Ponte da Barca (Serém), da Rua Manuel Marques (Macinhata do Vouga), da Rua Parque Fluvial (Macinhata do Vouga), e da EM577 (Fontinha). Ainda neste concelho estão interditas a Rua do Covão (Aguiar da Beira) e a Rua do Vale do Grou (Aguada de Cima), devido a desmoronamento, mantendo-se condicionado o IC2, ao quilometro 239, em Lamas do Vouga. A circulação automóvel também está interrompidana EN16 (Pessegueiro do Vouga), devido a desmoronamento. Em Albergaria-a-Velha, segundo a GNR, estão cortadas a EN230-2 (Angeja), a EN 2-1 (São João de Loure), a Rua do Jogo (Vale Maior) e a Estrada da Cambeia (Angeja), a devido a inundação. Está ainda condicionada a M533 em Ribeira de Fráguas, devido ao abatimento do piso. Em Oliveira de Azeméis, indica que estão interditas a Rua de São Paio (Pinheiro da Bemposta) e a Rua do Cercal (Santiago Ruba-Ul), devido a inundação. Em Ovar, a GNR dá conta da interdição da Avenida da Praia (Maceda), devido a desmoronamento, e da Rua de Baixo (Maceda), da Rua Estrada Nova (Maceda), da Rua Rio (Cortegaça), da Rua do Bussaquinho (Esmoriz) e da Rua Francisco Farinhas (Válega), devido a inundação. Em Estarreja, há várias ruas inundadas em Canelas (Rua da Estação, Rua General Artur Beirão e Estrada paralela à linha férrea - BIORIA), estando ainda interditas a Rua do Vale (Fermelã), a Rua do Feiro (Salreu), a Rua Manuel Marques Figueira (Antuã), Rua do Mato, (Salreu), a Rua de Santo Bárbara (Beduído) e a Rua dos Moinhos (Avanca). Na Murtosa, mantêm-se cortadas ao trânsito a Rua Caminho das Remolhas (Bunheiro), a Travessa Arrais Francisco Faustino (Torreira) e a Rua Patronato São José (Bunheiro). Em Aveiro, estão cortadas devido a inundação a EN230 (Eixo), a Rua Direita e a Rua da Pateira, em Requeixo, a Rua da Valsa (Eixo), a Rua Marquês de Pombal (Cacia), a Estrada da CEE (Cacia), a Rua do Padrão (Cacia) e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém). Mais a sul, em Anadia, estão interditas a EN235 (Vila Nova de Monsarros), a Rua São Simão (São Lourenço do Bairro), a Rua Ponte do Casal (Avelãs de Caminho), a Avenida das Laranjeiras (Alféolas) e a Avenida dos Áceres (Curia), devido a inundação e, em Oliveira do Bairro, não é possível circular na Rua do Ortigal. Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas. O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

Mau tempo: Câmara Municipal de Aveiro cancela Carnaval da Ria
Cidade

Mau tempo: Câmara Municipal de Aveiro cancela Carnaval da Ria

Tendo em consideração o estado de calamidade em vigor em Portugal continental até ao próximo dia 15 de fevereiro, a Câmara Municipal de Aveiro entendeu não estarem reunidas as condições de segurança para a preparação e realização do evento “Carnaval da Ria”e, por isso, optou por cancelar o evento. Segundo a nota de imprensa da autarquia, a decisão foi tomada em consonância com informação da direção artística e técnica do “Carnaval da Ria 2026”. A Câmara acrescenta ainda que, “consciente das expectativas criadas e valorizando fortemente o envolvimento da comunidade neste projeto”, irá promover, em data a anunciar brevemente, uma performance nos canais da Ria – desde o Cais da Fonte Nova até ao Rossio. O “Carnaval da Ria” contava já com mais de 300 participantes diretamente envolvidos, entre associações, músicos, artistas, equipas técnicas e membros da comunidade.

Aveiro sob aviso amarelo de chuva com a passagem da depressão Oriana
Região

Aveiro sob aviso amarelo de chuva com a passagem da depressão Oriana

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), entre o final da tarde de quinta-feira e a manhã de sexta-feira, Portugal continental será atravessado por "um sistema frontal associado a uma região depressionária centrada a norte da Península Ibérica", que "no seu deslocamento para Espanha (…) que dará origem à depressão Oriana". "Esta depressão não irá afetar Portugal continental diretamente uma vez que o seu desenvolvimento já se fará em território espanhol", sublinhou. No entanto, este sistema frontal resultará em Portugal continental em períodos de chuva, por vezes forte, e vento com rajadas até 80 quilómetros por hora, pode ler-se no comunicado. Devido a esta previsão, o IPMA colocou, durante este período, Viseu, Évora, Porto, Guarda, Vila Real, Setúbal, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga sob aviso amarelo de chuva. Estes distritos, juntamente com Bragança, Faro e Beja, vão estar também sob aviso amarelo de vento.