“Integra-te’24” já tem cartaz e a Caixa UA é o local escolhido
Pela primeira vez, a Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv) vai promover o “Integra-te’24”, na Nave Multiusos Caixa UA, na Universidade de Aveiro (UA). O cartaz oficial foi anunciado esta quinta-feira, 19 de setembro, e conta como artistas, entre outros, Ivandro, Julinho KSD e Mizzy Miles.
Isabel Cunha Marques
JornalistaA semana de concertos acontece, este ano, de 2 a 5 de outubro, e pretende cumprir a tradição de dar as boas-vindas aos novos estudantes da UA. Ao contrário dos anos anteriores, os espetáculos acontecem, pela primeira vez, na Caixa UA, a nova nave desportiva e multifunções da UA. Até agora, o “Integra-te” acontecia numa tenda colocada, no parque de estacionamento, atrás da cantina de Santiago.
Relativamente ao cartaz, o primeiro dia, 2 de outubro, conta com as atuações de Julinho KSD, Mayara Azevedo, Tuna Mista da Universidade de Aveiro (Marnotuna) e DJ Edgar Marques e tem o preço de dez euros para estudante e de 14 euros para não estudante.
O dia seguinte, fica a cargo de Mizzy Miles, Ganso e Tuna Feminina da Associação Académica da Universidade de Aveiro (TFAAUAv). Os bilhetes têm um custo de nove euros para estudante e de 13 euros para não estudante.
Ivandro, DJ Roy e a Tuna Universitária de Aveiro (TUA) são os responsáveis por abrilhantar a sexta-feira, 4 de outubro. Os bilhetes têm um custo de 11 euros para estudante e de 15 euros para não estudante.
A última noite de concertos, 5 de outubro, conta com as atuações de Dillaz, DJ Perez e DJ Kold. Os bilhetes têm um custo de 11 euros para estudante e de 15 euros para não estudante.
Há ainda a possibilidade de adquirir o passe geral para o “Integra-te’24”. Para os sócios AAUAv tem o custo de 29 euros, na primeira fase, que decorre de 20 a 25 de setembro e de 33 euros, na segunda fase, que acontece de 26 de setembro a 1 de outubro. Para os não sócios AAUAv, tem o custo de 40 euros, de 20 setembro a 1 de outubro.
Os bilhetes diários e gerais podem ser adquiridos na aplicação da AAUAv, na loja da AAUAv, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 17h00, e no stand da AAUAv, no Glicínias Plaza, em horário a anunciar, brevemente.
Segundo a AAUAv, as vendas dos bilhetes gerais estão condicionadas a um limite máximo e os bilhetes diários para estudantes apenas estão à venda até ao dia anterior do concerto. Os bilhetes podem ser trocados pelas pulseiras que dão acesso ao recinto na loja da AAUAv ou no stand da AAUAv no Glicínias Plaza. Em alternativa, a troca poderá também ser feita na bilheteira do evento, a partir do dia 2 de outubro.
Recorde-se que a Nave Multiusos Caixa UA foi inaugurada em maio deste ano e situa-se na zona desportiva sul do Campus de Santiago. Com uma área de construção de cerca de sete mil metros quadrados, o equipamento foi concebido para acolher atividades desportivas, assim como eventos académicos, culturais e recreativos.
O cartaz na íntegra pode ser consultado, aqui.
*(Notícia atualizada no dia 20 de setembro, às 19h00, em virtude da atualização dos preços dos bilhetes gerais não-sócios)
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A sessão de abertura reúne quatro curtas-metragens portuguesas: “O Banho” (2022), de Maria Inês Gonçalves, “À Tona d’Água” (2024), de Alexander David, “Gambozinos” (2013), de João Nicolau e “Conseguimos Fazer Um Filme” (2024), de Tota Alves. No final, o público poderá participar numa conversa com a realizadora Tota Alves, que também estará presente. Segundo o GrETUA, o ciclo “Juventude Sónica” é ”dedicado aos primeiros choques com o mundo, no tempo em que a infância amplifica”. Entre filmes internacionais e curtas portuguesas, o ciclo propõe uma “imersão sensorial na leveza da inocência e na sua inevitável transformação. As sessões habitam o território do recreio, das férias e dos tempos livres: espaços onde o jogo é linguagem, descoberta e confronto”. As reservas para a sessão de hoje podem ser feitas em gretua.pt.
“Alfabeto da Cooperação” chega à Universidade de Aveiro para promover reflexão crítica
Segundo o site da UA, a obra coletiva pretende convidar à “reflexão crítica sobre temas atuais relacionados com a Cooperação para o Desenvolvimento”. A exposição reúne contributos de “académicos, jornalistas, ativistas, profissionais da Cooperação para o Desenvolvimento e artistas visuais (da fotografia à ilustração)”. “Cada conceito é uma porta de entrada e o resultado é um mosaico de vozes e perspetivas que desafiam leituras simplistas do nosso mundo e convidam à compreensão da sua complexidade política, social, cultural e ética. Num contexto de crescentes desigualdades globais e do multilateralismo, este catálogo / exposição convida ao debate, à reflexão com outros e à cooperação entre diferentes disciplinas, saberes e práticas”, explica a nota. Após a inauguração da exposição decorrerá ainda uma mesa-redonda. Esta é uma iniciativa promovida pela Associação para a Cooperação Entre os Povos (ACEP), em parceria com o Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da UA e o Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento do Instituto Superior Técnico / ISEG Research, e conta com apoio do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.
Docente da UA lança “manual” para mostrar que “é possível fazer muito melhor” no urbanismo
“O que consta do livro? Ele parte de um pressuposto que, no fundo, é a constatação da ineficácia, do ordenamento, do território e do urbanismo em Portugal. Há bastante esforço e investimento e depois há muito poucos resultados positivos. E isto deve-se um bocado ao sistema como ele está a funcionar”, começa por fundamentar Jorge Carvalho quando abordado pela Ria sobre o seu novo livro. Num exercício de “militância pessoal”, Jorge Carvalho pegou nos trabalhos que tem publicado ao longo dos anos - e que passam por cidades como Braga, Montijo, Loulé, Viseu, Porto, Matosinhos ou Abrantes - para mostrar “como é possível fazer muito melhor do que se tem feito em Portugal”. Apesar de o título indicar que o público-alvo são “urbanistas inquietos”, o professor inclui neste lote todos os interessados no tema, bem como técnicos e autarcas, a quem a mensagem também é dirigida. Feito este enquadramento, a próxima questão foi colocada pelo próprio Jorge Carvalho: “O que é que se devia fazer diferente?”. Segundo explica, muitas vezes o planeamento acaba por ser “reduzido a um plano”. Esse plano, quando não é seguido de programação e de uma monitorização cuidada, acaba por se revelar “uma burocracia inútil. “O que tem falhado em Portugal é a execução. Faz-se os planos, mas depois não se executa”, nota. A principal crítica do professor vai para a forma desregulada de execução que segue a aprovação do plano. Sendo que “o essencial do solo e dos imóveis é propriedade privada”, nas suas palavras, após o plano entrar em vigor, os responsáveis “ficam atrás do guiché” à espera da iniciativa de um privado. Basta abrir o “Google Maps” para perceber que, em consequência disso, “as cidades andam por aí e a gente não sabe o que é a cidade e deixa de ser”. De acordo com Jorge Carvalho, o que acontece na maioria das cidades é que “aqui constrói-se um prédio, ali faz-se um loteamento, ali deixa-se o terreno abandonado às silvas... não tem a continuidade que é preciso ter para que a cidade funcione”. Assim, o livro sustenta que “o planeamento é a oposição do casuísmo”, pelo que as intervenções devem ser coordenadas pelo próprio Município - não tirando espaço aos privados - de forma a garantir consistência no desenho urbanístico. O professor refere ainda que o direito de propriedade vem acompanhado de deveres, nomeadamente do de execução. A título de exemplo, o professor refere que os prédios têm de ser conservados e que “há mecanismos de substituição e de pressão para que se cumpra a lei”, apesar de muitas vezes os proprietários não os conservarem. No mesmo sentido, aponta que “um solo, quando é para urbanizar, não é para poder ser urbanizado. É para urbanizar”. “Isto é a política fundiária, é a intervenção pública sobre o solo e sobre os imóveis para que as coisas se articulem de forma harmoniosa. (...) O modelo que estou a propor é o cumprimento da lei, que não tem acontecido”, remata. Estas reflexões vão ser discutidas na próxima segunda-feira, no DCSPT, pelas 18h00, na sessão de lançamento do livro. Para além do próprio professor Jorge Carvalho, vão estar também presentes Teresa Andersen,presidente da direção da Associação Portuguesa de Jardins Históricos (AJH) membro do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS), Paulo Pinho,professor catedrático aposentado do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, José Carlos Mota,professor auxiliar da UA, e Marcelo Delgado,presidente da Associação de Trabalhadores da Administração Local.
UA: “Sala Fitness” do Pavilhão Aristides Hall encontra-se interdita face à queda “parcial” do teto
Em entrevista à Ria, Tiago Lourenço explicou que a queda “parcial” do teto ocorreu na manhã da passada quarta-feira, tendo ainda nesse dia uma equipa dos Serviços de Gestão Técnica (SGT) dirigindo-se ao espaço para avaliar os danos. “Estão também a tentar detetar qual foi o problema e o que é que motivou a queda…. O que fizemos foi cancelar todas as atividades nessa sala e transferimos essas mesmas atividades desportivas para a Caixa UA”, contou. Segundo o coordenador do Núcleo de Desporto e Lazer da UA, é expectável que só “segunda ou terça-feira da próxima semana” haja um relatório “conclusivo” sobre os motivos que levaram à queda do teto. “Suspeitamos que possa ter sido alguma infiltração de água, mas nada garante que possa ter sido isso. Daí serem os nossos técnicos que estão habilitados a fazer a avaliação para depois tomarmos as decisões de reparação e de garantia de segurança para todos”, vincou. Em relação ao prejuízo monetário, Tiago Lourenço disse à Ria que dependerá da extensão do problema. “Aparentemente, tendo sido só naquele local aquilo requer a substituição do teto falso, mas é tudo muito prematuro… Pode não corresponder àquilo que era desejável que era que o prejuízo não se estendesse à restante sala, mas como disse terão de ser os nossos serviços a fazer a avaliação técnica e a tomar as decisões necessárias”, realçou. No seguimento, o coordenador do Núcleo de Desporto e Lazer da UA garantiu que a segurança das pessoas está acautelada. “A sala está interdita e as atividades irão decorrer dentro da normalidade, sem prejuízo para os nossos utilizadores, em novos espaços que improvisamos na Caixa UA”, vincou, salientando que não há data de previsão para a reabertura da “sala fitness”.
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Câmara de Águeda denuncia furto de 15 peças que integra sistema de drenagem
Numa publicação na rede social Facebook, o autarca explicou que o sistema de drenagem, que evitou as cheias e inundações naquela cidade, do distrito de Aveiro, é composto por comportas que impedem que a água do rio invada as ruas e que têm sistemas de fixação, indispensáveis para garantirem a estanqueidade dos acessos ao rio. “Alguém que, sem dúvida não merece a nossa convivência, dedicou-se a roubar 15 desses sistemas”, apontou. Apesar do furto, Jorge Almeida referiu que o sistema “funcionou e resistiu”. O autarca salientou que o que é de todos devia ser “cuidado com zelo e vigilância”, mas “nem sempre é assim”. “Todos queremos que a nossa terra seja sempre um lugar de paz e de concórdia”, frisou. Na segunda-feira, o distrito de Aveiro tinha 35 vias interditas ou condicionadas, entre nacionais, regionais e municipais, na sequência do mau tempo que afetou o país desde a passagem da depressão Kristin, informou a GNR. Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
Agitação marítima coloca distrito de Aveiro sob aviso amarelo
De acordo com uma nota, o IPMA disse que, a partir das 18h00 de hoje e até às 12h00 de quinta-feira, seis distritos do litoral norte e centro estarão sob aviso amarelo, devido à previsão de agitação marítima. Estão previstas ondas de noroeste que podem chegar aos cinco metros de altura nos distritos do Porto, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga. No mesmo comunicado, o IPMA refere que os distritos de Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Castelo Branco e Braga deverão estar sob aviso amarelo pelo menos até às 18:00 de hoje. Segundo a informação avançada estão previstas rajadas de vento de até 70 quilómetros por hora (km/h), podendo atingir até 95 km/h nas terras altas. O aviso amarelo é o primeiro nível de alerta numa escala de três (amarelo, laranja, vermelho) emitida pelo IPMA e significa que existe uma situação de risco para atividades dependentes do tempo, sendo caracterizado por risco moderado. A chuva vai manter-se em Portugal continental até quinta-feira, principalmente nas regiões do norte e centro, mas nada de muito gravoso, segundo a meteorologista Cristina Simões, adiantando que o próximo fim de semana já será de sol. “Vamos continuar com precipitação nas regiões do norte e centro. Não é uma situação de nada muito gravoso, no entanto sempre com alguma precipitação. Vão passando algumas superfícies frontais a afetar principalmente o norte e centro. A região sul mais protegida pelo anticiclone, que já está mais perto do continente”, disse à Lusa Cristina Simões. De acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), hoje “passa a superfície frontal de norte para sul, deve chegar ao Alentejo com períodos de chuva fraca, mas sempre no Minho e Douro litoral mais intensa. Ao ir para sul vai perdendo atividade, com chuva fraca”. Segundo Cristina Simões, esta situação com ocorrência de chuva e aguaceiros vão manter-se até quinta-feira, que poderão ser de neve na Serra da Estrela. Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou a 15 de fevereiro.
Arouca vai apoiar natalidade com 400 a 600 euros por cada nascimento ou adoção
Segundo revelou ontem, dia 18, à Lusa essa autarquia do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto, a medida ainda vai ser sujeita a discussão pública, mas no executivo camarário já tem o aval tanto da maioria socialista como da oposição social-democrata. A presidente da Câmara, Margarida Belém, justifica o novo programa com a descida da taxa de natalidade a que se vem assistindo no concelho e no país em geral. “É necessário adotar medidas concretas para inverter esta tendência demográfica e fomentar a natalidade no concelho, e, desejavelmente, elas devem ser acompanhadas de outras ações de âmbito nacional no mesmo sentido”, disse. Para ajudar a criar “condições de vida mais vantajosas para os agregados familiares” de Arouca, a autarquia anuncia assim a atribuição de uma comparticipação pecuniária cujo montante irá variar de acordo com o número de crianças no agregado – sendo aplicável a nascimentos e adoções verificadas a partir da publicação definitiva do regulamento em Diário da República. Em causa estão 400 euros pelo nascimento ou adoção do primeiro filho, 500 euros pelo nascimento ou adoção do segundo com a mesma filiação e 600 quando se tratar do terceiro ou seguintes, ainda com os mesmos pais. Para apoio à procriação medicamente assistida, também está prevista uma ajuda financeira “até ao limite de 200 euros”, quando cumpridos os termos da Portaria n.º 300/2024/1, de 25 de novembro. A todos os bebés ou crianças abrangidos pelo programa será igualmente oferecido um ‘kit’ com “uma mala de maternidade e artigos de puericultura” e, no caso de menores de um ano, também um ‘pack’ com materiais de leitura. Outro benefício previsto para grávidas e crianças até aos 3 anos é a isenção de pagamento em todas as modalidades disponíveis para esse público-alvo nos complexos desportivos municipais. Para usufruir desse conjunto de apoios, as famílias interessadas têm, no entanto, que cumprir alguns requisitos: a criança em causa tem que estar registada como natural do concelho de Arouca e residir efetivamente com o requente – que, por sua vez, tem que habitar no município “há pelo menos dois anos consecutivos até à data do nascimento”. O mesmo período de residência mínimo é obrigatório para as mulheres que queiram aceder à ajuda para procriação medicamente assistida. Margarida Belém realçou que o presente regulamento de apoio à natalidade se enquadra num conjunto de medidas apostadas em facilitar a vida aos jovens e em ajudar à sua fixação no território. Como exemplos disso, a autarca destacou “o reforço da oferta habitacional a custos controlados e com condições preferenciais para jovens, o regulamento de apoio ao arrendamento e a dinamização do autoemprego através da consolidação do Centro de Incubação e Inovação Industrial de Arouca, assim como a expansão e requalificação das zonas industriais para atrair novas empresas e criar novos postos de trabalho”.