Diogo Machado diz que impugnação da adjudicação do projeto de ampliação do Hospital é “uma vergonha”
Numa publicação nas redes sociais, Diogo Soares Machado, vereador eleito pelo Chega para a Câmara Municipal de Aveiro (CMA), afirma que a impugnação da adjudicação do projeto de ampliação do Hospital é “uma vergonha”. O autarca acusa o Governo e a Administração da Unidade da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro de “incompetência total e/ou uma absoluta falta de vontade”.
Redação
Últimas
A notícia da impugnação judicial da adjudicação do projeto de ampliação do Hospital de Aveiro foi dada esta terça-feira, dia 5, pelo Diário de Aveiro. Recorde-se que, conforme noticiado pela Ria, o projeto tinha sido entregue a um consórcio espanhol no início do mês de maio.
Para Diogo Soares Machado, esta situação denuncia “uma incompetência total e/ou uma absoluta falta de vontade e capacidade” para conduzir o dossier por parte do Governo e da Administração da Unidade da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro. Além de considerar que o processo é uma “vergonha”, o vereador considera que o processo é “uma vergonha” e que “os aveirenses continuam a ser tratados como cidadãos de segunda”.
O eleito pelo Chega, que integra o executivo municipal de Aveiro, diz não aceitar “a forma como, impunemente, toda uma Região é constantemente desrespeitada e vilipendiada” na saúde e afirma que tanto o seu partido como André Ventura, presidente do Chega, “têm obrigatoriamente de estar à altura e fazer o que se exige que façam, para que o Governo […] trate os Aveirenses como merecem ser tratados”.
Diogo Soares Machado adianta estar à espera de “agendamento urgente” de uma reunião com André Ventura “para demonstrar todo o repúdio e indignação com a forma como somos tratados e tentar, desde a minha pequenez, que o Hospital de Aveiro entre definitivamente para a agenda política nacional”. “Não perco mais um minuto a discutir tanques e piscinas, atrelados e quejandos, corrupção ou imigração, enquanto não conseguir que, pelo menos, o partido que represento, em Aveiro, [assuma] este como um assunto de maior importância e o incluir na sua «agenda»”, conclui.
Por fim, Diogo Soares Machado recorda que “não se contenta” apenas com a ampliação do Hospital e afirma que “Aveiro merece um novo Hospital Central e Universitário”.
Últimas
Recomendações
PS-Aveiro defendem que FARAV “merece o regresso”, mas criticam organização
Em nota publicada no Facebook, os eleitos do Partido Socialista nos órgãos autárquicos do Município de Aveiro deixam críticas à organização da Feira de Artesanato da Região de Aveiro (FARAV). Embora lembrem que o regresso do evento também era uma proposta do PS, os responsáveis pedem um evento mais adaptado ao período de verão.
GNR, Áurea e Agir encabeçam cartaz do Festival Dunas de São Jacinto
De acordo com uma nota de imprensa enviada à Ria, o Festival Dunas de São Jacinto regressa entre os dias 21 e 23 de agosto com um programa em que se que destacam os concertos de GNR, Agir e Áurea, além do tradicional espetáculo aéreo Aveiro Air Show. O evento, organizado pelo Município de Aveiro, conta ainda com outras atividades desportivas e culturais.
São Jacinto: PS quer redução “ambiciosa” do passe mensal de transporte de automóveis no ferry
A redução tarifária do serviço público de transporte fluvial, realizado pelo ferryboat “Salicórnia”, está na ordem de trabalhos da reunião ordinária da Câmara Municipal de Aveiro (CMA) desta quinta-feira, dia 6. Os eleitos do PS reagiram, via comunicado de imprensa, a pedir que o passe mensal para quem se desloque de carro no ferry desça dos atuais 114,70 euros para 80 euros.
ADASCA volta a acusar CMA de falta de diálogo após cancelamento de reunião
Depois da Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro (ADASCA) ter contestado o “impedimento” de acesso à sede administrativa da associação por parte da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), os responsáveis denunciaram esta segunda-feira, dia 4, o cancelamento de uma reunião agendada para terça-feira com a autarquia. Em comunicado enviado à comunicação social, a ADASCA diz-se “preocupada” com a “falta” de diálogo.