Autárquicas: Ivo Angélico é o candidato do BE para a Junta de Glória e Vera Cruz
Ivo Angélico, engenheiro de telecomunicações, é o candidato do Bloco de Esquerda (BE) à presidência da União das Freguesias de Glória e Vera-Cruz nas próximas eleições autárquicas.
Redação
Segundo uma nota de imprensa enviada à Ria, Ivo Angélico tem 36 anos e é “defensor de um urbanismo que fomente comunidades mais coesas, fez parte do movimento Juntos pelo Rossio e esteve envolvido na luta por uma ciclovia na Avenida”. “Faz ativismo pela mobilidade suave e coletiva e pela defesa das árvores em ambiente urbano como forma de mitigar os efeitos das alterações climáticas. Tem enorme preocupação com o preço proibitivo que a habitação atingiu na freguesia e quer que garantir habitação compatível com os salários médios seja uma das grandes prioridades do mandato autárquico”, lê-se.
Ivo Angélico é engenheiro de telecomunicações e foi dirigente associativo em “várias associações do concelho”. Na nota, o BE refere ainda que Ivo Angélico tem representado o partido na Assembleia Municipal de Aveiro, tendo-o feito anteriormente na Assembleia de Freguesia de Glória e Vera Cruz.
Além de Ivo Angélico, já foram anunciados os nomes de Glória Leite, atual diretora do Agrupamento de Escolas José Estêvão, pela coligação “Aliança Mais Aveiro” e Bruno Ferreira, atual tesoureiro da Junta pelo Partido Socialista (PS).
Recorde-se que a União das Freguesias de Glória e Vera Cruz é atualmente liderada pelo histórico autarca Fernando Marques que não se pode recandidatar por ter atingido o limite de mandatos possíveis. Nas últimas eleições autárquicas, a coligação 'Aliança com Aveiro' (PSD/CDS/PPM) foi a força mais votada na freguesia, com 41,17% dos votos e sete mandatos. A coligação ‘Viva Aveiro’ (PS/PAN), por sua vez, alcançou 29,46%, elegendo cinco mandatos. O Bloco de Esquerda conquistou um mandato, enquanto outras forças políticas como o Chega, a Iniciativa Liberal e a CDU não conseguiram representação.
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Luís Souto não consultou CDS-PP sobre “negociações” com o Chega
De acordo com a vereadora Ana Cláudia Oliveira, que foi eleita nas listas da ‘Aliança com Aveiro’, e com a estrutura distrital do CDS-PP, o partido discorda do caminho assumido por Luís Souto, sendo que não foi envolvido nas “negociações” com o Chega para garantir maioria na Câmara Municipal de Aveiro (CMA). Em resposta à Ria, a vereadora centrista diz “reservar para o momento oportuno e com a devida ponderação a avaliação de quaisquer desenvolvimentos políticos”.
Diogo Machado confirma “conversas” após ser “apanhado de surpresa” por declarações de Luís Souto
Depois de Luís Souto ter assumido que existem negociações com o Chega para conseguir ter maioria na Câmara Municipal de Aveiro (CMA), Diogo Soares Machado, vereador eleito pelo Chega, diz ter sido “surpreendido” pelas declarações do autarca. Em entrevista à Ria, lembrou não ter “100% de autonomia” e que, por isso, não fará declarações à comunicação social até “ter tudo muito bem definido e decidido no partido”. Não obstante, o vereador aponta que apenas teve “conversas” e que “não era nada definitivo”.
PS-Aveiro garante que oposição não vai deixar de existir se Luís Souto chegar a acordo com o Chega
Em declarações à Ria, Paula Urbano, presidente da concelhia do PS-Aveiro, deu garantias de que, caso Luís Souto, presidente da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), chegue a acordo com o Chega, “o que incomoda o senhor presidente, que é ser posto em causa e ter oposição, vai continuar”. A vereadora acrescenta que “não faz sentido” que o autarca diga que foi a postura de “bloqueio” dos socialistas que o empurrou para as negociações e aponta que “se calhar o Chega vai mudar de opinião” nas questões “fraturantes”.
Luís Souto assume que está a negociar com o Chega para conseguir maioria na Câmara
De acordo com uma entrevista hoje, dia 30, publicada pelo Jornal de Notícias, Luís Souto, presidente da Câmara Municipal de Aveiro (CMA), está a negociar com o vereador Diogo Soares Machado, eleito pelo Chega, para conseguir maioria na autarquia. De acordo com as palavras do presidente, o entendimento é uma forma de contornar o “bloqueio” imposto pelo PS.
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