Aveiro está a perder utilizadores de bicicleta por “falta de vontade política”
Outrora considerada a “capital das bicicletas”, Aveiro perdeu a “tradição em nome do progresso”. Segundo os Censos de 2021, na última década, a cidade aveirense perdeu cerca de um sexto dos utilizadores de bicicleta. A questão que se impõe é: Porquê? O que mudou? A Ria foi à rua ouvir respostas e soluções de associações locais e universitárias.
Isabel Cunha Marques
JornalistaHá cerca de dois anos que Milan Buendo opta por ir de bicicleta para a Universidade de Aveiro (UA). É, atualmente, estudante no mestrado em Ciência Política. Todos os dias faz o mesmo percurso. Santa Joana-UA, UA-Santa Joana. O trajeto representa, pelo menos, entre ida e volta, uma distância de dez quilómetros. Aos 27 anos, contou à Ria que “sempre gostou de andar de bicicleta” ainda que, inicialmente, tenha dado uma “primeira oportunidade” à trotinete elétrica. “Não me adaptei muito”, comentou, entre risos. Optou pela mobilidade suave [uma alternativa ao uso de veículos motorizados], por motivos económicos, embora reconheça que a opção do carro, no seu dia-a-dia, “seria mais fácil”. “Andar no campus da UA é seguro… O problema é o caminho de casa até à Universidade”, relatou. “As ruas são apertadas, tenho de dividir o espaço com os carros, não há sinalização e, na maioria das vezes, os condutores nem sequer utilizam os piscas…. Corro o risco de ser atropelada”, descreveu Milan.
Maria Miguel Galhardo, atual presidente da Ciclaveiro[associação aveirense que tem como objetivo promover a utilização da bicicleta como meio de deslocação] já acompanhou, por razões profissionais, em Aveiro, pelo menos, “dois sinistros rodoviários” a envolver ciclistas. “Nós temos uma rua de coexistência [junto à sede da Ciclaveiro] que começa no Edifício Corticeiro e que vai até ao quartel da GNR. Aquela rua é pedonal ainda que os passeios deixassem de existir e que tudo esteja à mesma quota.... Pode ser uma das ruas mais perigosas de Aveiro”, alertou. No caso desse acidente, “dois automóveis abalroaram duas bicicletas e as pessoas ficaram no chão. Uma delas ia sendo atropelada pelo próprio automóvel. Eu tenho medo de passar ali a pé”, admitiu.
De acordo com o relatório de sinistralidade a 24 horas da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária de 2024, de janeiro a maio deste ano, em comparação com o período homólogo do ano de 2019, a nível nacional, os acidentes com velocípedes aumentaram “46,2%”.
Apesar deste aumento [dos sinistros a envolver velocípedes], no país, a presidente da Ciclaveiro garantiu que há “mais curiosidade” e “mais bicicletas na rua” no caso da cidade de Aveiro. “Há um dado muito curioso do Censos 2021 que nos diz que a utilização da bicicleta baixou a nível nacional, baixou na Murtosa, que era o concelho que tinha a maior utilização, aumentou em Lisboa, pela infraestrutura que foi feita, baixou no concelho de Aveiro, mas curiosamente no coração urbano aumentou”, expôs. Porquê? “Porque é uma cidade com um diâmetro pequeníssimo em que conseguimos fazer cinco quilómetros e atravessar a cidade de uma ponta a outra. Provavelmente, com oito quilómetros conseguimos fazer a cidade alargada e ir a Oliveirinha ou a São Bernardo. As distâncias são curtas”, justificou.
“Temos ene de legislação aprovada e que não sai do papel por falta de vontade política”
Para Maria Miguel Galhardo esta “dicotomia” da utilização da bicicleta, entre a periferia e o centro de Aveiro, explica-se através da “falta de ligações seguras” [fora do centro urbano]. “Se as pessoas tivessem alternativas, seguras, viáveis, confortáveis e rápidas, simplesmente, não pegavam no carro”, reconheceu. Por exemplo, um “adolescente que precise de entrar nas aulas às 8h30, se não tiver um autocarro que chegue a esse horário, vai com o pai ou com a mãe. As famílias organizam-se em função disso”, clarificou a presidente da Ciclaveiro.
Assim, a responsável defendeu que Aveiro precisa de ter uma “rede integrada de transportes públicos viável”. “O automóvel privado, na maioria das vezes, desloca uma pessoa e está 95% do tempo parado, num local de estacionamento, durante o dia, enquanto a pessoa está a trabalhar. Se isto não é ineficiência não sei o que será…”, atirou.
Maria Miguel Galhardo acrescentou ainda que há “falta de vontade política”. “Temos, neste momento, no país, todos os instrumentos jurídicos aprovados para que a mobilidade ativa e a promoção de modos de transporte alternativos avancem no terreno (…) Temos ene de legislação aprovada e que não sai do papel por falta de vontade política”, lamentou.
No caso de Aveiro, “a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) encomendou um estudo e desenvolveu um Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMTRA). As respostas estão lá todas e o PIMTRA está na gaveta há dois ou três anos. Integra uma rede coletiva de transportes, nomeadamente, com a bicicleta, com a ferrovia, com os transportes a pedido… está lá tudo escrito. É preciso executar”, afirmou.
Questionada sobre o que está a “falhar” para não se pôr em prática a legislação, Maria Miguel Galhardo disse que a resposta é simples: “É muito difícil mexer com aquilo que já está instalado”. “Vamos mexer com a utilização massiva do automóvel e com o hábito das pessoas. A maioria [das pessoas] não é convidada a experimentar outra coisa”, completou.
Anteriormente, considerada a “capital das bicicletas” [Aveiro], a presidente da Ciclaveiro assegurou que a “região perdeu a tradição em nome do progresso”. “Como é que se promove uma deslocação de São Bernardo para o centro da cidade que são dois ou três quilómetros? Neste momento, não dá porque as pessoas olham para o trânsito, para as velocidades excessivas e para o número de carros que andam a circular e têm medo de pegar nas bicicletas”, defendeu. “As ligações de Oliveirinha, de Aradas, de São Bernardo, de Santa Joana não são possíveis de ser feitas. Quer dizer, possível é mas é preciso ser alguém destemido. Com crianças é impossível. Ninguém mete as crianças a fazer este tipo de ligações para a escola”, continuou Maria Miguel Galhardo.
Segundo a Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi), com base nos resultados dos Censos 2021, “perto de três em cada quatro aveirenses (73%) usam o carro como principal modo de transporte nos movimentos pendulares” e a “taxa de motorização automóvel é superior em 10% à média do país”. Na última década, Aveiro perdeu ainda “cerca de um sexto dos utilizadores de bicicleta e o número de pessoas que usam o autocarro diminuiu em 35%”.
Apesar das críticas “mais acentuadas”, fora do centro urbano, a presidente da ciclaveiro não deixou de reconhecer que os problemas são também transversais para a cidade de Aveiro [ainda que se registe, neste caso, um aumento do número de ciclistas]. Um deles prende-se com a “falta de sinalização”.
“Em frente ao Museu de Aveiro, já reportamos à Câmara Municipal, à Polícia Municipal e à PSP (…) que estão constantemente carros estacionados. Quem usa aquela rota tem de entrar na estrada, à frente dos automóveis porque estão carros estacionados naquela ciclovia”, descreveu. “Reportada esta situação, a PSP respondeu-nos que não podem autuar porque o local não tem sinalização vertical. Pedimos à Câmara para colocar um sinal vertical para dizer que aquilo é uma ciclovia… Até hoje. No ano passado, foram feitos dois pedidos…Estão à espera que aconteça ali alguma coisa… Não sei”, desabafou. “Se for alguém que acabou de chegar à cidade? Aquela pessoa está a pôr-se completamente em perigo”, acrescentou.
A associação Ciclaveiro reclama assim, entre outras medidas, em Aveiro, a criação das chamadas “zonas 30” [zonas com limite de velocidade máxima de 30 km/h] e a implementação de “zonas calmas através, por exemplo, da colocação de mais lombas ou floreiras (…) para que as pessoas não estacionem onde querem, não excedam as velocidades e para que percebam que a cidade não é do automóvel. A cidade é das pessoas”, sublinhou Maria Galhardo, salientando que é necessária “resiliência”. “Há uma década, também não era óbvio que não se podia fumar dentro de espaços fechados. Foi uma revolução. Isso instituiu-se e estamos aqui todos e ninguém morreu. Houve um decréscimo brutal de utilizadores do cigarro convencional…Fumar deixou de estar na moda. Na altura, tiveram de existir pessoas que mostrassem o óbvio à maioria das outras pessoas”, comparou.
“A BUGA fica bonita num postal, mas não chegam títulos e postais”
Aveiro tem desde o ano passado mais de 200 bicicletas, mediante pagamento, à disposição dos habitantes e dos turistas: as novas BUGA (Bicicletas de Utilização Gratuita de Aveiro). Segundo o site da BUGA da autarquia de Aveiro, o serviço está, atualmente, disponível em “20 estações diferentes”, localizadas em vários pontos do município. “São 280 docas/lugares devidamente com sistema integrado e inteligente de gestão dos veículos de mobilidade suave, sendo a sua utilização paga”, lê-se. De acordo com o “mapa”, disponível no mesmo site, até à “semana anterior”, a BUGA tinha registado “9.680 utilizadores”, “26.652 viagens” e um total de quilómetros percorridos superior a 13 mil. Dados que ficam “aquém”, segundo Maria Miguel Galhardo.
“Estamos a falar, em média, em termos de deslocações, de meia dúzia de metros. Um sistema de bike sharing, como o que foi pensado a BUGA, não é o que está em funcionamento na cidade, neste momento”, expôs. “Primeiro porque é pago, adulterou-se logo o próprio nome da BUGA, e em segundo porque não é intuitivo… Há dificuldade em gerir a aplicação. Já para não falar que só funciona até às 20h00. Um sistema de bike sharing tem de estar disponível 24 horas”, apontou a presidente da Ciclaveiro.
Na opinião da responsável, a BUGA está a promover, unicamente, “circuitos turísticos e de lazer”. “A BUGA fica bonita num postal, mas não chegam títulos e postais. É preciso fazer mais. O mais irónico disto é que podíamos ser disruptivos nesta matéria. Podíamos ter um turismo centrado na bicicleta”, atirou, admitindo que o facto [de não serem disruptivos] não lhe causa estranheza, tendo em conta a posição da autarquia de Aveiro, na Semana Europeia da Mobilidade, que decorre anualmente de 16 a 22 de setembro.
“A Câmara Municipal de Aveiro tem como opção política não fazer iniciativas na Semana Europeia da Mobilidade. É conhecido e declarado que a Câmara se posiciona assim (…) Temos até uma coisa muito engraçada, estou a ser irónica, que é o rali de Santa Joana, no centro da cidade, no próprio Dia Europeu Sem Carros. Isto é o oposto”, reconheceu, dando como “bom exemplo” o Município de Ílhavo que fez “uma série de iniciativas” para celebrar a data.
Maria Miguel Galhardo criticou ainda o executivo quanto à obra de requalificação do Largo do Rossio, bem como à concessão do parque de estacionamento. “Este executivo investiu milhões de euros na requalificação do Largo do Rossio. O parque de estacionamento está vazio e deixam estacionar carros na zona de coexistência da Avenida Lourenço Peixinho”, referiu. “A cidade está cheia de exemplos. Eu canso-me de me ouvir a mim própria”, confidenciou.
A MUBi, num comunicado, foi mais além e considerou que os “investimentos financiados no âmbito do anterior quadro de apoios comunitários (Portugal 2020), que deveriam ter constituído uma alavanca para um sistema de mobilidade menos dependente do automóvel, foram um fiasco”, em Aveiro. Além do parque de estacionamento automóvel no Rossio, apontam, entre outros exemplos, “a rotunda do Instituto Superior de Contabilidade e Administração da Universidade de Aveiro (ISCA-UA), ou o trajeto ciclável entre a Estação CP e a Universidade, em que o propósito de não incomodar o tráfego automóvel se sobrepôs à segurança e comodidade dos utilizadores de bicicleta”.
A associação acrescentou ainda, na nota, que “Aveiro é hoje uma cidade mais congestionada e poluída, um município sem uma oferta digna de transportes públicos e onde, em numerosos locais, é cada vez mais perigoso andar a pé ou de bicicleta”, lê-se.
Para cumprir as metas para 2030 do PIMTRA e da Estratégia Nacional para a Mobilidade Activa Ciclável (ENMAC) 2020-2030, a MUBi alertou que “o município terá de alterar radicalmente as suas políticas de mobilidade”. “Aveiro tem de criar as condições para que, a cada ano, mais de 500 pessoas troquem o uso do carro pela bicicleta nos movimentos pendulares. Até ao final da década, a quota modal do automóvel deverá ter baixado dos 73% para 53% (PIMTRA) e pelo menos 10% das viagens deverão ser feitas em bicicleta (ENMAC e PIMTRA)”, continuou o comunicado.
“Nós temos pais a levar os alunos às portas dos departamentos”
Também no campus da UA, em Aveiro, Maria Miguel Galhardo não deixou de apontar críticas, nomeadamente, no que toca ao estacionamento abusivo. “Um funcionário, um docente ou um estudante da Universidade de Aveiro paga dez euros, por ano, para estacionar. Mas alguém vai a pé ou de bicicleta?”, questionou. “O campus tem uma lotação máxima e continuam a entrar carros. Para quê? Para estacionar onde? A partir do momento em que os estacionamentos estão lotados tem de haver um mecanismo em que o campus fecha. Nós temos pais a levar os alunos às portas dos departamentos. Não faz sentido nenhum”, considerou a presidente da Ciclaveiro. “Estamos a entrar numa esquizofrenia coletiva com hábitos extremamente prejudiciais”, completou.
João Batista, atual estudante do mestrado em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações e responsável pelo Núcleo da Bicicleta da Associação Académica da Universidade de Aveiro (NBicla), um projeto que pretende promover a temática da bicicleta no espaço universitário aveirense, referiu ainda à Ria que os estudantes que optam por ir de bicicleta para a UA ainda “não são representativos”.
Para o jovem esta realidade deve-se, principalmente, há falta de acessos na cidade para os utilizadores de bicicleta. “A pessoa tem de ser corajosa o suficiente para andar na estrada. Eu tenho de descer a Avenida Lourenço Peixinho, todos os dias, tenho trânsito de manhã e tenho de atravessar aquelas ruelas estreitas de bicicleta”, exemplificou.
Para o responsável do NBicla a maioria das ciclovias que existem, em Aveiro, são apenas pensadas para a vertente do lazer. “Ciclovias é para as pessoas deslocarem-se do ponto a para o ponto b. Da mesma maneira que existem estradas para as pessoas deslocarem-se de carro. É muito comum fazerem-se ciclovias lúdicas”, criticou.
No que toca à realidade da UA, João Batista reconheceu que, nos dias de hoje, são os docentes que mais utilizam as bicicletas e que “ainda se dá muita prioridade para o estacionamento dos carros”. “O campus é relativamente plano. Neste momento, há estacionamento de bicicletas suficiente”, reconheceu.
NBicla reclama equipa de mobilidade suave para a UA
Com o arranque, novamente, do projeto UAU Bike [que colocará ao serviço da comunidade UA, este ano, mais de 200 bicicletas], o responsável do NBicla defendeu que falta à UA apostar “numa equipa só para a mobilidade suave”. “Se houvesse uma equipa própria nem precisaríamos de ser nós a fazer a manutenção. Já conseguiam dinamizar o projeto [UAU Bike] para outros caminhos. Já criaram uma equipa para a sustentabilidade… Agora acho que faz todo o sentido ter uma equipa para a mobilidade suave”, defendeu.
De forma a solucionar as longas filas na cantina de Santiago, a UA anunciou também que, pela primeira vez, este ano letivo, haverá um número limitado de bicicletas disponíveis para fomentar a utilização da Cantina Universitária do Crasto. Apesar da intenção, João Batista reconheceu que a medida não é suficiente e que é necessário, primeiro, melhorar “os acessos”.
“Há muitas queixas do lado do Crasto (…) Vir do Crasto para Santiago, pela ponte do Crasto, tem muito vento. Toda a gente se queixa desse aspeto”, revelou. “Um aluno que não esteja habituado a andar de bicicleta acho que não ia ter coragem de andar até à cantina ou se tivesse iria parar muitas vezes e ia o caminho todo a pé. É necessário melhorar”, apontou o jovem.
João Batista confidenciou ainda que o NBicla tem agora uma nova “luta”: criar mais um estacionamento fechado [para a mobilidade suave] no Crasto. “Agora que vão meter lá novas residências ainda mais importante é. Em Santiago, já existe um, no estacionamento em frente ao edifício da reitoria. É relativamente pouco usado porque está pouco anunciado”, revelou.
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