RÁDIO UNIVERSITÁRIA DE AVEIRO

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Luís Souto lança candidatura e quer fazer de Aveiro “uma espécie de Silicon Valley português”

Decorreu ontem à apresentação oficial da candidatura de Luís Souto de Miranda à Câmara Municipal de Aveiro (CMA). O candidato da coligação ‘Aliança Mais Aveiro, formada por PSD/CDS/PPM, apresentou as linhas gerais do seu projeto para o Município de Aveiro, ao lado de Luís Montenegro, e com uma surpresa: a presença de Ribau Esteves.

Luís Souto lança candidatura e quer fazer de Aveiro “uma espécie de Silicon Valley português”
Ana Patrícia Novo

Ana Patrícia Novo

Jornalista
14 abr 2025, 14:06

Depois de já ter adiantado à Ria as razões que levaram à alteração do nome da coligação entre PSD/CDS/PPM, Luís Souto de Miranda apresentou ontem as linhas programáticas gerais do seu projeto. O candidato que se propõe a suceder a José Ribau Esteves, atual presidente da CMA, começou por citar Abraham Lincoln com uma ideia que afirma querer seguir. “O governo do povo, pelo povo e para o povo: eu estou aqui, nesta candidatura, animado desse propósito”, afirmou.

“Quero construir um projeto com as pessoas, pelas pessoas e por mais Aveiro” aponta Luís Souto que admite que o programa mais detalhado “para o futuro de Aveiro”, que será apresentado “mais para a frente”, vai ser “o corolário das audições” que já iniciou e que irá intensificar “a partir agora”, de forma a “ir de encontro às reais aspirações dos aveirenses”. Reforçar a qualidade de vida dos aveirenses, promover a cultura e a inovação, desenvolver as relações com a universidade e as empresas são alguns dos pontos apresentados por Luís Souto.

No seguimento dessas ideias, Luís acredita ainda que “a paisagem única da Ria, as acessibilidades, em breve reforçadas com o eixo Aveiro-Águeda (…), o nosso futuro aeródromo municipal requalificado, o know-how que temos na nossa universidade, a experiência já de vários anos nas áreas de alta tecnologia, eletrónica e afins” podem fazer de Aveiro “uma espécie de um Silicon Valley português”. “Temos todas as condições para o fazer e a Câmara Municipal, no seguimento de projetos que, como foi iniciando com a universidade, como a Aveiro Tech City, deverá dar aqui um impulso decisivo para que isso aconteça”, reforça o candidato da coligação ‘Aliança Mais Aveiro’. Note-se que Silicon Valley é uma região da Califórnia, nos Estados Unidos, que alberga algumas das maiores empresas de alta tecnologia no mundo, como por exemplo a Microsoft, a Apple, a Google e a Netflix.

Luís Souto reforça ainda que Aveiro possui “excelentes condições para a mobilidade suave”, sublinhando que quer “tirar partido, alargando a rede ciclável existente” e a afinando “a oferta pública dos transportes”. Aponta ainda que pretende reforçar “a política pública da habitação incentivando os projetos de custos controlados”, sem descurar, no entanto, que Aveiro “deve continuar a ser um município com inovados índices de atração para os investidores”. Luís Souto olha ainda para “os recordes de turistas dos últimos anos” como um “um desafio e um reconhecimento de oportunidades”.

Luís Souto apresentou as linhas gerais do seu projeto com Ribau Esteves sentado ao seu lado

Depois de se ter demitido da concelhia do PSD-Aveiro por não concordar com a escolha de Luís Souto como candidato a presidente da CMA e depois de ter afirmado que o candidato da coligação ‘Aliança Mais Aveiro’ não tinha “nenhuma experiência de gestão” para liderar o Município de Aveiro, José Ribau Esteves voltou atrás e marcou ontem presença na sessão de apresentação da candidatura, sentando-se ao lado de Luís Souto, apesar de não ter subido ao palco para intervir. Um volte-face que marcou, inevitavelmente, o final da tarde no Hotel Meliá.

Para Luís Souto, a presença do atual presidente da Câmara Municipal “é um sinal de apoio inequívoco”, mas Ribau Esteves não quis prestar declarações à Ria no fim do evento. À saída da sala, o autarca foi, no entanto, abordado de forma humorada por uma militante que o questionou sobre um futuro cargo de ministro, ao qual Ribau Esteves respondeu, em tom de brincadeira, que seria uma possibilidade.

“Houve aqui também o reconhecimento pelo trabalho que ele [Ribau] tem desenvolvido, como é manifesto para todos, o nosso projeto é um projeto assente no bom trabalho que tem sido desenvolvido e introduzindo os mecanismos de inovação para um novo tempo, estamos perfeitamente sintonizados a esse nível”, deu nota Luís Souto, em declarações à Ria.

Apesar do trabalho de Ribau Esteves à frente do Município de Aveiro ter sido muito elogiado durante a sessão por Emídio Sousa, presidente da distrital do PSD, por Luís Montenegro, presidente do partido e pelo candidato Luís Souto, o atual autarca não retribuiu e permaneceu sentado quando toda a sala recebeu de pé e com aplausos o candidato da coligação ‘Aliança Mais Aveiro’, Luís Souto, nas próximas eleições autárquicas. Um momento que foi captado em vídeo e que já circula pelas redes sociais.

À presença de Ribau Esteves, soma-se, pelo contrário, a ausência de Simão Santana e de Rogério Carlos, os dois primeiros atores políticos do núcleo duro do atual edil aveirense a demitirem-se do PSD-Aveiro. Foram várias as ausências dos membros da concelhia do partido, destacando-se também a de João Machado, atual vereador na CMA, embora por “motivos pessoais”, segundo informações transmitidas pela candidatura de Luís Souto.

Outra surpresa foi a ausência de Gonçalo da Câmara Pereira, presidente da direção nacional do PPM – Partido Popular Monárquico que, contrariamente ao que tinha adiantado à Ria, não marcou presença na apresentação da candidatura.

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A sede administrativa desse município do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto é um edifício datado de 1993 e já desde meados da década de 2010 que a autarquia vem idealizando um projeto que permita, por um lado, melhorar as condições de trabalho dos seus atuais 104 funcionários e garantir espaço a recursos humanos futuros, e, por outro, dar também mais qualidade ao atendimento ao munícipe. Ainda não há data para concretização efetiva da obra, mas Margarida Belém, presidente da Câmara de Arouca, realça que a ampliação é “há muito necessária” e adianta à Lusa que o projeto arquitetónico desenvolvido pela empresa Linhas Ímpares também permitirá concentrar no mesmo local os serviços autárquicos hoje dispersos pela vila e ainda “reforçar a acessibilidade para cidadãos com mobilidade condicionada”. “Teremos assim uns Paços do Concelho modernos e funcionais, valorizando o edifício original, que ficará mais dedicado ao Executivo Municipal. Com a reorganização do espaço envolvente e a criação de uma nova praça, a Câmara ganhará uma nova dignidade”, declara a autarca. Aprovado por unanimidade da maioria socialista e da vereação social-democrata, o projeto que custou 44.280 euros prevê a construção de um edifício novo atrás dos atuais Paços do Concelho, no terreno que há anos funciona como espaço de estacionamento dos funcionários da casa – que passarão a ter parque subterrâneo com capacidade para 60 viaturas. Devendo absorver 9,5 milhões de euros do valor total estimado para o projeto, o novo imóvel estará dimensionado para 150 trabalhadores – mais 55 do que atualmente – e vai acolher “todos os serviços municipais com atendimento ao público” – parte dos quais estão hoje dispersos por outros edifícios. No novo bloco ficará também o Arquivo Municipal, que aí passará a dispor de melhores condições para “atendimento a investigadores e público em geral”, e um futuro “Espaço Cidadão”, que no mesmo balcão reunirá serviços de diferentes entidades públicas. O edifício já existente, por sua vez, vai manter os gabinetes do executivo municipal e o Salão Nobre, mas, no que se refere aos restantes espaços, atualmente afetos a serviços municipais, deverá ser sujeito a “uma reorganização espacial e funcional”. Margarida Belém destaca ainda duas outras componentes do projeto arquitetónico: uma é que, na ligação entre os dois edifícios, está contemplada a criação de uma nova praça pedonal com capacidade para realização de alguns eventos; e a outra é que, em toda a empreitada, será dedicada “particular atenção às questões da eficiência energética e modernização” – o que a autarca considera particularmente necessário no edifício antigo, onde a problemática da falta de acessibilidade será solucionada “com elevadores que possibilitam o acesso de pessoas com mobilidade condicionada” aos diversos serviços da Câmara. “O Município encontra-se a aguardar a aprovação da candidatura apresentada ao programa Portugal 2030, que se refere ao aumento da eficiência energética no atual edifício dos Paços do Concelho e representa, só nesse domínio, um investimento na ordem dos 312.000 euros”, afirma a autarca, que espera obter a comparticipação máxima de 85%. Para o restante investimento, a autarquia está a procurar outras formas de financiamento, aguardando, nesse contexto, “reunião com o Secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado”. Entretanto, a presidente ainda não tem data prevista para o concurso púbico destinado a adjudicar o projeto da Linhas Ímpares, mas adianta que o objetivo do atual executivo é que a obra efetiva possa arrancar ainda “no atual mandato autárquico”. Uma vez no terreno, os trabalhos terão depois um prazo de execução de 24 meses.

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