São Bernardo acolhe este domingo espetáculo de Marionetas
Um espetáculo de teatro de marionetas e formas animadas é a proposta de Jacarandá, um solo intimista e sem palavras para todo o público que se apresenta este domingo, dia 6, pelas 16h00 no Auditório da Sociedade Musical de Santa Cecília/São Bernardo.
Redação
Jacarandá é uma criação de Adriana Melo e Magnum Soares, diretores artísticos da companhia Universo Paralelo, uma das mais jovens estruturas do panorama artístico nacional. Com este espetáculo, levam o público numa viagem sensorial pela natureza. As marionetas são de manipulação direta e fios, sendo também explorada a técnica da sombra e do manuseamento de objetos, com o objetivo de pesquisar outras formas de expressão.
Magnum Soares assume o papel de marionetista e bailarino, numa história sem texto embalada pela música original de Duda Somtopia e pela cenografia de Élio Antunes. A criação é coproduzida pelo Museu da Marioneta/EGEAC e pelas Produções Real Pelágio.
Este espetáculo integra a programação do Teatro Aveirense, no âmbito do programa Aveiro em Família, promovido pela Câmara Municipal de Aveiro.
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A participação e promoção das Estações Náuticas da Ria de Aveiro, foi de forma conjunta e articulada entre as seis Estações Náuticas: Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Ovar e Vagos, todas certificadas como “Estação Náutica de Portugal”. O objetivo da participação foi, segundo nota enviada pela Câmara de Aveiro, "o de reforçar a visibilidade das Estações Náuticas da Ria de Aveiro, promovendo a sua importância como destino turístico e desportivo. O dia 28 foi assinalado como o Dia das Estações Náuticas com a realização do Nautical Water Fun, organizado pelo Fórum Oceano e Rede das Estações Náuticas de Portugal. Neste fórum foram abordados vários temas, tais como “A importância das Estações Náuticas na oferta turística e no desenvolvimento regional” e “Empresas na Náutica e no turismo Náutico”. Esta feira é anunciada pela FIL, como “o maior evento nacional dedicado à náutica de recreio, ao caravanismo e desporto de aventura”.
Exposição em Aveiro evoca os 52 anos do III Congresso da Oposição Democrática
A exposição está patente em espaço público e pode ser visitada até ao dia 27 de abril. Organizado entre 4 e 8 de abril de 1973, cerca de um ano antes da queda da ditadura, o III Congresso da Oposição Democrática teve como principal objetivo preparar um programa comum e listas unitárias para enfrentar, nas eleições para a Assembleia Nacional, a Ação Nacional Popular – nova designação da União Nacional, o partido único do regime fundado em 1932. Realizado na sequência de dois anteriores congressos “republicanos” (Aveiro, 1957 e 1969), o encontro procurou congregar diferentes correntes ideológicas e políticas, de várias gerações e tendências, incluindo militares que, um ano depois, participariam na Revolução dos Cravos. A exposição ‘III Congresso da Oposição Democrática: 50 anos depois’ é uma iniciativa da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril, realizada em parceria com a CMA.
Município de Aveiro investe mais de 676 mil euros na reabilitação do Canal de São Roque
De acordo com uma nota da autarquia, a obra visa “a reparação das comportas, a reformulação do sistema hidráulico, a estabilização de taludes, a requalificação dos edifícios de apoio ao funcionamento das comportas e a reorganização dos circuitos pedonais e clicáveis na zona de cruzamento com as referidas comportas”. “Trata-se de mais um investimento integrado na estratégia e opção política da CMA de combate aos impactos provocados pelas alterações climáticas, nomeadamente, a regulação do nível da água no interior dos canais urbanos da cidade, que impedem a propagação do efeito das marés e a contenção das cheias”, justifica o Município na nota. A empreitada está a ser executada pela empresa Poluic – Tratamento de águas e efluentes industriais Lda.
Câmara de Aveiro lança concurso para substituir deck de acesso pedonal ao Estádio Municipal
Numa nota de imprensa, a autarquia esclarece que o deck se situa na “Alameda D.Maria Tereza de Melo” e que se trata de uma “obra de valorização do espaço público, com o objetivo de continuar a potenciar e a apoiar as dinâmicas que se desenrolam no EMA e no Complexo de Campos de Treino, utilizado diariamente por centenas de jovens”.
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Idolíadas: Concurso Artístico Sénior do País está de volta para celebrar o talento e a criatividade
Promovida pelo Município de Ílhavo, em parceria com o Município de Albergaria-a-Velha, esta iniciativa envolve mais de 1.200 participantes provenientes de instituições, comunidades, universidades seniores e associações dos Municípios de Ílhavo, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Ovar, Oliveira do Bairro, Mira e Águeda. Ao longo dos anos, as Idolíadas consolidaram-se como um projeto de referência na promoção da cooperação intermunicipal, fortalecendo laços entre comunidades e incentivando a participação ativa da população sénior em diversas expressões artísticas. Além do impacto cultural, a iniciativa desempenha um importante papel social, estimulando o envolvimento das pessoas mais velhas através da arte e da cultura, com o apoio de técnicos da área social. A edição deste ano arranca no dia 9 de abril, às 14h, no Cineteatro Alba, em Albergaria-a-Velha, com a realização da Prova de Cultura Geral e Poesia. Nesta fase inicial, sete equipas competirão pelo primeiro lugar, demonstrando conhecimento e talento poético. O segundo momento acontece no dia 23 de maio, na Casa da Cultura de Ílhavo, onde os participantes apresentarão as provas de Música/Dança e/ou Teatro (Prova de Palco), Fotografia e Arte Plástica, sendo avaliados por um painel de jurados. A Prova de Fotografia, aberta ao público, decorrerá entre os dias 8 e 22 de maio, através da página de Facebook "Maior Idade – Município de Ílhavo", permitindo que a comunidade também participe nesta celebração. Este ano, as provas serão dedicadas ao tema "Rebobinar", com exceção da Prova de Cultura Geral. Os vencedores da Prova de Palco terão ainda a oportunidade de voltar a apresentar a sua performance artística no Festival Cabelos Brancos, que decorrerá em julho.
Município de Ílhavo avança com a Estratégia Municipal de Saúde com o apoio da comunidade
O questionário, destinado aos parceiros sociais e empresas, pretende mapear os projetos de saúde pública já em desenvolvimento no município, facilitando a partilha de boas práticas e a criação de sinergias entre as diversas entidades. Através deste levantamento, será possível consolidar e potenciar os esforços existentes, integrando-os na Estratégia Municipal de Saúde. Já o questionário dirigido à população em geral convida todos os residentes do Município de Ílhavo a partilharem informações sobre a sua saúde e as suas perceções relativamente às principais necessidades e prioridades nesta área. Em nota enviada às redações o município sublinha a auscultação como um passo "essencial para garantir que a estratégia a desenvolver responde, de forma eficaz, às reais preocupações da comunidade". A recolha de dados e a elaboração da Estratégia Municipal de Saúde serão conduzidas pela Beyond Data, uma empresa especializada em soluções de análise e planeamento de políticas de saúde. O questionário está disponível no site oficial da Câmara Municipal de Ílhavo e pode ser preenchido até 30 de abril.
Estação Náutica de Aveiro marcou presença na Nauticampo, em Lisboa
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Manifesto diz que tradição alimentar deve reajustar-se à incerteza dos recursos atuais
O documento já foi assinado por mais de 110 profissionais de vários países desde a sua apresentação pública na manhã de sexta-feira, no congresso “Food 4 Tought / Alimento para Pensar”, organizado pela referida autarquia do distrito de Aveiro e da Área Metropolitana do Porto, no âmbito da sua classificação como Cidade Criativa da Gastronomia pela UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. A referida declaração de princípios foi elaborada pelo diretor da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto e investigador do Laboratório de Política Alimentar Pedro Graça; pelo músico e vereador com os pelouros da Cultura, Educação, Juventude e Turismo na Câmara Municipal da Feira, Gil Ferreira, desde 2014 o diretor executivo do festival de artes de rua Imaginarius, e Olga Cavaleiro, autora de vários livros sobre gastronomia e docente em várias escolas de hotelaria da rede do Turismo de Portugal. “A tradição não nasceu fechada e completa, mas foi sendo construída por ajustamentos (…) que traduzem as modificações pelas quais passaram as sociedades. Migrações, alterações climáticas, evolução biológica, inovação no conhecimento e no acesso a técnicas e produtos foram fatores que a condicionaram e fizeram evoluir num constante reajustamento entre necessidades e recursos”, começam por referir os três autores no designado Manifesto pela Criatividade na Tradição Gastronómica. Tal como a tecnologia permitiu generalizar o uso do micro-ondas, e modelos de conservação alimentar como a salga e o fumo foram substituídos pela congelação, o documento defende que a tradição gastronómica sempre foi “permeável às mudanças nos modos de vida”, estando agora sujeita a uma maior pressão de tempo, graças a fatores como a instabilidade climática. “Estas alterações estão a fazer aumentar as incertezas de volume e preço na produção de determinados bens alimentares, nomeadamente frescos e produtos que tradicionalmente eram acessíveis e estão a deixar de o ser”, explica o manifesto. “A velocidade da mudança climática também reformulou a perceção do consumidor face a determinados alimentos, cuja produção ou transporte tem implicações nas emissões de gases com efeitos de estufa ou na utilização de água”, refere. No próprio ser humano, há novas condicionantes impostas por uma esperança média de vida que, em poucas décadas, passou dos 50 para os 85 anos. “Isto significa que patologias de que pouco ouvíamos falar no início do século XX – como a diabetes, as doenças cardiovasculares ou o cancro, com forte influência alimentar – são hoje as principais causas de morte na nossa sociedade envelhecida”, nota. De uma adaptação lenta, operada maioritariamente pelos “detentores do conhecimento alimentar ancestral, em muitos casos os habitantes dos territórios onde os alimentos cresciam”, passou-se para uma evolução tão rápida que coloca em risco o conhecimento gastronómico de base popular e proximidade geográfica – “em particular se os processos e produtos com longa tradição ficarem numa redoma de proteção sem poderem ser alterados”. Lembrando que muita da tradição gastronómica sempre refletiu economias circulares, promoveu a otimização de recursos e evitou o desperdício, num esforço de “criatividade e inovação contra a escassez” e “numa lógica de sobrevivência”, o manifesto convoca a comunidade para três missões: valorizar a cultura alimentar como parte central da identidade de determinada sociedade e da sua relação com a natureza e com a saúde; mapear conhecimentos e práticas de cada receituário regional, identificando as suas características distintivas; e incentivar a adaptação dessa gastronomia à atualidade, “incorporando novas realidades sem perder o que a define”. “A inovação pode ser garante da tradição ao utilizar o conhecimento científico e tecnológico para promover melhorias nos recursos existentes e aumentar a qualidade e a quantidade”, insiste a declaração de princípios assinada na Feira.