Exposição em Águeda explora a arte urbana no universo digital
O Centro de Artes de Águeda acolhe sexta-feira inauguração da exposição “ADN Digital”, que explora a forma como a arte urbana tem vindo a ser transformada pelo universo digital.
Redação
Com curadoria da Ephemeral Ethernal (fundada pelo artista Vhils) a exposição desafia o público, através de instalações imersivas, realidade aumentada, realidade virtual e tecnologia ‘blockchain’, a questionar “o que permanece ‘público’ e ‘autêntico’, numa era em que os muros se estendem para além das ruas e entram no domínio digital”. Em comunicado, a organização destacou que o primeiro espaço da exposição é dedicado ao “mundo das redes sociais enquanto novo espaço público”.
“Plataformas como o Instagram e o TikTok são as novas ágoras, onde qualquer pessoa pode interagir com arte, expressar opiniões e participar no diálogo público. Aqui, a arte urbana encontra uma nova visibilidade - não estando restringida aos espaços físicos, alcança uma audiência digital e global. Questionamos: de que forma é que os espaços digitais reformulam a nossa experiência com a arte?”, pode ler-se no comunicado sobre a mostra.
De seguida, a mostra vai permitir “descobrir de que forma as novas ferramentas estão a expandir as possibilidades criativas”, enquanto a parte final da exposição pretende “explorar a mutação da noção de propriedade na arte urbana”, referindo-se aos NFT e à tecnologia ‘blockchain’. Patente até 13 de julho, no espaço expositivo do Centro de Artes de Águeda, e com entrada livre, “ADN Digital” conta com a participação dos artistas ±MaisMenos±, AKACORLEONE, Alexandre Farto aka Vhils, Halfstudio, Pedrita, PichiAvo, Tamara Alves, AddFuel, Wasted Rita e Kampus.
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Executivo municipal de Ovar pede estratégia de defesa da costa em reunião com deputados do PS
A visita dos deputados socialistas seguiu os últimos episódios de mau tempo e serviu para avaliar os efeitos da erosão costeira e para fazer o ponto de situação relativamente aos investimentos do PRR. Segundo o comunicado de imprensa, a autarquia “sublinhou a urgência de uma estratégia integrada e de âmbito nacional para a Defesa da Costa, capaz de garantir soluções duradouras para a proteção das populações, da economia local e do planeamento sustentável do território”. Para além da reunião, a deslocação dos socialistas passou ainda por visitas à Praia do Furadouro e à Praia de Maceda. Na Praia do Furadouro, observam, foi possível verificar as obras em curso de defesa aderente e constatar o avanço significativo do mar, estimado em cerca de 20 metros no último ano. Já na Praia de Maceda, “o cenário observado evidencia a gravidade da situação, tornando premente a continuidade de estudos técnicos e científicos que permitam definir metas claras e soluções eficazes de mitigação, com o envolvimento da comunidade académica e científica”. Houve ainda espaço para discutir a estratégia local de habitação. O executivo deu nota aos deputados das dificuldades que tem sentido no cumprimento de prazos, decorrentes da escassez de mão de obra e da excessiva complexidade burocrática associada aos programas, assim como fez um ponto de situação dos investimentos em curso.
Produtores da Bairrada de portas abertas para promover e valorizar a casta baga
A iniciativa acontece em 2 de maio e é promovida pelos Baga Friends para assinalar o Dia Internacional da Baga, que é celebrado no primeiro sábado de maio. “A Baga está mais viva do que nunca e, nesta edição, faremos ainda mais prova disso”, evidenciaram os Baga Friends, que, em 2022, instauraram o Dia Internacional da Baga. Os oito produtores mentores da celebração - Giz by Luís Gomes, Filipa Pato, Luís Pato, Quinta da Vacariça, Quinta das Bágeiras, Quinta de Baixo - Niepoort, Vinhos Sidónio de Sousa e Vadio Wines – vão voltar a abrir as portas das suas adegas para um dia “repleto de provas de vinhos, petiscos tradicionais e diversos momentos de celebração da casta rainha da Bairrada”. A iniciativa tem como novidades um arraial, no Centro Cultural da Poutena, bem como uma sessão com a presença dos Baga New Voices, onde projetos emergentes vão apresentar as suas interpretações da Baga. “É tão bom ver nascer novos projetos que escolhem esta casta como ponto de partida, algo impensável há duas décadas. A diversidade de interpretações é precisamente aquilo que confirma a sua versatilidade e projeção internacional”, afirmaram os Baga Friends. De acordo com a organização, o arraial simboliza a abertura à comunidade, enquanto os Baga New Voices mostram que “a energia criativa em torno da Baga está longe de abrandar”. “Estamos a criar pontes entre gerações e a reforçar a dinâmica da região”. Na última edição, o Dia Internacional da Baga “recebeu mais de 700 visitantes”, entre enófilos e profissionais do setor, esperando-se este ano “tanto ou mais pessoas”. Os bilhetes para o Dia Internacional da Baga estão disponíveis na página oficial do evento, com preços a partir dos 55 euros por pessoa. Com este bilhete, todos os visitantes vão poder “circular livremente pelas adegas dos oito produtores, desfrutar dos seus vinhos e contactar diretamente com eles, entre as 10h00 e as 18h00”. A partir das 18h00, poderão dirigir-se ao Centro Social da Poutena e provar gratuitamente vinhos dos Baga New Voices.
Pedro Firmeza, do Clube de Vela da Costa Nova, vence 3ª Prova de Apuramento Regional Optimist
O grande destaque da prova foi para o velejador Pedro Firmeza, do CVCN, que venceu a prova em juvenis. De acordo com a nota de imprensa, o resultado é “muito positivo” e, para o grupo, foi também “importante para a evolução de todos”. O comunicado de imprensa dá nota de que, no primeiro dia, realizaram-se as três regatas possíveis, com “boas condições no campo de regatas”: vento entre os 16 e os 22 nós e sol. No domingo, o vento “apresentou-se mais fraco”, mas ainda foi possível realizar mais uma regata. A próxima prova será já para a semana, com a realização da 2.ª PAR no Porto, regata que tinha sido adiada na altura das tempestades.
Ministra anuncia avanços em esporões e ribeiras de Espinho para garantir época balnear limpa
Maria Graça Carvalho abordou o tema na visita às obras de reabilitação do esporão de Silvalde, que, no referido concelho do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto, já estava a ser intervencionado antes dos temporais de fevereiro, mas cuja obra foi agora revista para acautelar efeitos negativos do mau tempo. A empreitada em causa vai custar cerca de 2,4 milhões de euros e deverá ficar concluída até final do ano, prevendo a instalação de 360 tetrápodes na costa, cada um com 34 toneladas de betão, mas o objetivo de Ministério e Agência Portuguesa do Ambiente é agora acelerar a execução de intervenções paralelas também necessárias no município com cerca de oito quilómetro de costa. “Esta obra [no esporão de Silvalde] já estava planeada e começada, mas vamos acrescentar mais duas intervenções nos esporões que faltavam”, declarou Maria Graça Carvalho, em referência aos paredões norte e sul da freguesia de Paramos. Segundo José Pimenta Machado, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, para esses esporões ainda se estão “a fazer os projetos”, mas as intervenções irão abranger a zona da Capela de São Pedro, situada mesmo na linha de mar, e também a estação de tratamento de águas residuais, instalada a poucos metros da praia. “Além disso, também estivemos hoje a ver as três ribeiras [de Espinho] que sofreram com as cheias e vamos fazer uma obra em cada uma delas, de modo a ver questões de poluição”, acrescenta a ministra do Ambiente, anunciando procedimentos de limpeza, se necessários, e também operações de renaturalização das margens, para eventual consolidação dos respetivos leitos. Em causa estão as ribeiras do Mocho, de Silvalde e de Rio Maior, esta última também na freguesia de Paramos, onde ainda a 10 de fevereiro as águas galgaram as margens e inundaram tanto a praça do quartel do Regimento de Engenharia como os terrenos do Aeródromo da Costa Verde, obrigando ao corte de estradas. Para Maria Graça Carvalho, o conjunto desses trabalhos é assim “muito importante para garantir que todas estas praias [de Espinho] possam ter Bandeira Azul no próximo verão”. Quanto a intervenções no concelho vizinho de Ovar, a ministra reconheceu o estado crítico da Praia de São Pedro, na freguesia de Maceda, onde há o risco de uma derrocada na respetiva arriba expor detritos acumulados num antigo aterro sanitário instalado junto ao areal e selado há cerca de 30 anos. A ministra garante, por isso, que a situação dessa praia específica será revista a tempo do balanço nacional sobre os efeitos do mau tempo na orla marítima portuguesa, anunciado para 11 de março na sede do Porto da Agência Portuguesa do Ambiente.
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