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Legislativas: Pedro Frazão encabeça lista do Chega em Aveiro

Pedro Frazão vai encabeçar a lista do Chega às legislativas em Aveiro, círculo onde concorrem os líderes do PSD e do PS, enquanto o presidente do partido, André Ventura, voltará a ser cabeça de lista por Lisboa.

Legislativas: Pedro Frazão encabeça lista do Chega em Aveiro
Redação

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05 abr 2025, 08:11

De acordo com André Ventura, o Chega parte para estas legislativas com a ambição de "reforçar a sul as suas vitórias e de alcançar a consolidação e eventuais vitórias no centro e no norte do país". Sobre a escolha de Pedro Frazão, há um ano cabeça de lista por Santarém, para o círculo de Aveiro, explicou que tem como objetivo "garantir uma candidatura de luta e de equilíbrio num distrito difícil", onde "Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro serão candidatos" e que é "um forte distrito tradicional do PSD e do CDS".

Estas são as quartas eleições legislativas a que o Chega, partido fundado em 2019, se apresenta. Nas legislativas desse ano, elegeu um deputado. Em 2022, subiu para 12 eleitos. Em 2024, tornou-se a terceira maior força parlamentar, com 50 deputados.

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Legislativas: Filipe Honório afirma que Livre está focado em “resolver os problemas das pessoas”
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Legislativas: Filipe Honório afirma que Livre está focado em “resolver os problemas das pessoas”

Filipe Honório tem 33 anos e é natural de Leiria. Mudou-se para Santa Maria da Feira em 2017 e atualmente reside em São João da Madeira. É adjunto no gabinete parlamentar do LIVRE e pertence à direção nacional do partido. O candidato reconheceu que há vontade de “reforçar a votação” sem esconder a ambição de “ter os mandatos” para “dar mais força àquilo que são as nossas propostas, às nossas soluções”. O Livre registou um crescimento de 1,45 pontos percentuais em Aveiro, nas legislativas de 2024 face às de 2022, e Filipe Honório afirma que o partido está “completamente confiante” na sua trajetória de crescimento. “As sondagens não votam, mas a verdade é que também as sondagens dão este impulso e são significativas também nesse sentido e refletem este crescimento do partido”, frisou. O candidato vê ainda a implementação dos núcleos territoriais como uma peça “fundamental para o trabalho de implantação do partido” e como “um sinal de crescimento do partido”. “Nos últimos dois anos devemos ter triplicado o número de núcleos territoriais que temos, já cobrimos mais de 90% da população a nível de núcleos territoriais”, frisou Filipe Honório. Aponta que Aveiro vai ter um papel fulcral nestas eleições, com Pedro Nuno Santos (PS) e Luís Montenegro (PSD) a disputar a corrida, mas afirma que o Livre está focado “em contactar as populações e resolver os problemas das pessoas”. “Da parte do LIVRE continuaremos a falar de futuro, daquilo que são as resoluções dos problemas para as pessoas e é para aí que estamos virados, até para dar este sentido de horizonte e de possibilidades para as pessoas”, aponta Filipe Honório. Sobre o regresso de Luís Fazenda à corrida pelo Bloco de Esquerda, o candidato do Livre por Aveiro refere que “todos os partidos fazem as suas escolhas, as suas listas, têm os seus métodos” e que não se vai colocar “no meio daquilo que é o método do Bloco”. O candidato a deputado por Aveiro aponta que o distrito tem “vários problemas que resultam em problemas de coesão”, sublinhando que “não há uma mobilidade acessível para pessoas que estejam mais no interior do distrito” e refletindo sobre problemas da Linha do Norte e do Vouguinha “que não dá resposta às populações da área norte do distrito”. Filipe Honório frisou ainda que urge encontrar soluções para “os problemas de habitação”, tendo também apontado “as questões de acesso a serviços públicos - à educação, à saúde” como áreas prioritárias. “Infelizmente a maioria absoluta do PS não deu resposta e este Governo também não deu resposta a nenhum desses problemas. Portanto isso serão prioridades que vamos trabalhar aqui no distrito de certeza, além da ambiental, que essa então, viu-se no verão passado, infelizmente, os problemas da gestão daquilo que é o nosso património natural e as consequências que isto traz para as populações”, indicou. 1. Filipe Honório 2. Joana Filipe 3. Salomé Gomes 4. Rúben Vieira 5. Bruno Fonseca 6. Maria Isabel Bastos 7. João Paixão 8. Aurora Cerqueira 9. João Santos 10. Sara Gonçalves 11. Rúben Neves 12. Helena Ribeiro 13. Diogo Micael Silva 14. Adelina Nogueira 15. Marco André Leite 16. Vanessa Monteiro Suplentes: 1. Lícinio Miguel Pereira 2. Beatriz Azevedo 3. Bernardo Alexandre Ferreira 4. Catarina Isabel Carvalho 5. Ricardo André Costa Mandatária: Aurora Cerqueira

“Semana do Turismo Industrial” arranca já este sábado no Navio-Museu Santo André
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“Semana do Turismo Industrial” arranca já este sábado no Navio-Museu Santo André

A programação arranca a 5 de abril, das 10h30 às 12h30, com a visita orientada “Navio sem Pão, todos ralham e ninguém tem razão”, conduzida por João Cândido Agra, antigo ajudante de cozinheiro em diversos navios. No dia 12 de abril, entre as 10h00 e as 13h00, a visita gastronómica “Nem Mesa sem Pão, nem Navio sem Capitão” levará os participantes a Vale de Ílhavo para uma experiência única com Manuel Sousa, antigo cozinheiro da pesca do bacalhau. O percurso inclui uma visita à Moagem Carlos Valente e um workshop de confeção de pão de bordo. A 16 de abril, a visita orientada “Da mesa de escala à mesa da seca” inicia-se às 14h00, no parque de pesca do Navio-Museu Santo André, e segue para a unidade industrial Sr. Bacalhau, terminando às 17h00. O programa encerra a 19 de abril com o peddy paper familiar “Da Proa à Popa”, um desafio lúdico para miúdos e graúdos descobrirem os segredos do Navio-Museu Santo André, entre as 10h30 e as 12h30. Os bilhetes para as visitas podem ser levantados no Museu Marítimo de Ílhavo e no Navio-Museu Santo André, mediante limite de participantes.

Festa do Pão de Vale de Ílhavo foi “bastante positiva” e juntou “cerca de 28 mil pessoas”
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Festa do Pão de Vale de Ílhavo foi “bastante positiva” e juntou “cerca de 28 mil pessoas”

Seis padeiros de Vale de Ílhavo marcaram presença na Festa do Pão, durante as tardes de sábado e de domingo, com as suas padas, folares e broas. Apesar de terem reforçado bastante a produção, em ambos os dias as padeiras saíram da festa de cestos vazios, saciando os visitantes, satisfatoriamente, até ao final da tarde. As duas moagens de Vale de Ílhavo – Moagem Carlos Valente e Moagem Grave – também estiveram presentes com os seus produtos, bem como outras associações ou entidades do município, que promoveram as suas especialidades gastronómicas. A Associação Cultural e Recreativa “Os Baldas”, parceira do Município de Ílhavo na organização do evento, manteve os fornos quentes durante os três dias, garantindo a venda de pão com chouriço, com bacalhau ou com queijo e fiambre. “No total, esta associação de Vale de Ílhavo vendeu, aproximadamente, 5600 pães, utilizando para tal mais de uma tonelada de ingredientes, entre farinha, chouriço, queijo, fiambre e bacalhau”, lê-se na nota de imprensa. Os Cardadores de Vale de Ílhavo estiveram, também, presentes com serviço de bar, onde venderam algumas centenas de bifanas e bebidas. De acordo com o Município “perante a capacidade de resposta à forte afluência de público, a avaliação da quarta edição da Festa do Pão de Vale de Ílhavo revela-se bastante positiva, cumprindo o desígnio de valorizar a tradição e os produtos endógenos de Vale de Ílhavo, envolvendo o tecido associativo e estimulando o comércio local”. Pela primeira vez, a Festa do Pão de Vale de Ílhavo recebeu dois municípios convidados – Albergaria-a-Velha, que trouxe o seu pão tradicional; e Guarda, com os seus queijos, enchidos e mel. Ambos tiveram um espaço dedicado para venda dos seus produtos, valorizando assim a experiência dos visitantes. No final da festa, os dois convidados mostraram-se surpreendidos com a grande procura pela prova e venda dos seus produtos. Novidade, este ano, foram os showcookings “Tapas”, no sábado com Bárbara Pereira, concorrente do programa de televisão “Masterchef” e proprietária da pastelaria “Junes”, em Ílhavo e no domingo, com Filomena Grave, conhecida por todos como Dona Mena, que é também o nome do seu restaurante em Vale de Ílhavo. O Jardim Henriqueta Maia esteve sempre bastante animado, nas tardes de sábado e de domingo, com a feira de usados “Porta da Bagageira”, onde se montaram 73 bancas no sábado e 67 no domingo, com o apoio da Junta de Freguesia de São Salvador. Por ali circularam, também, os Toca a Baldar – a Banda de Percussão de Vale de Ílhavo, a Família Cómica – Personagens do Povo, as Gaitas Sirigaitas, bem como os carismáticos Cardadores. No interior da tenda, duas estátuas vivas “vestiram” a pele de padeiras e o Rancho da Casa do Povo de Ílhavo encerrou a festa, no domingo. A Festa do Pão de Vale de Ílhavo foi, também, uma oportunidade para descobrir o património da terra das padeiras, atualmente integrada na rede Aldeias de Portugal. No domingo de manhã, realizou-se uma Visita Interpretativa ao Vale de Ílhavo, que contou com 27 participantes. De registar, também, a participação, na sexta-feira, de cerca de 37 crianças e professores da Escola Básica de Vale de Ílhavo, que tiveram a oportunidade de “meter a mão na massa” e realizar uma atividade de carimbagem com “xilogravura”. Na sexta à tarde, a Festa do Pão recebeu cerca de 71 idosos de vários lares, centros de dia e da comunidade, que estiveram a amassar e a realizar um ateliê de sacos bordados.

Sever do Vouga recebe espetáculos para bebés no fim de semana
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Sever do Vouga recebe espetáculos para bebés no fim de semana

No sábado, às 10h00, o espetáculo "LUNA", destinado a bebés dos 0 aos 36 meses, é uma produção de dança e música, numa experiência sensorial que combina luz, som, cenário, adereços, figurinos e imagem, “numa viagem rumo às estrelas”. Para o domingo, às 15h30, o CAE Sever do Vouga propõe uma sessão de cinema de animação com o filme "Branca de Neve", da Disney. “A adaptação musical em imagem real do clássico de 1937 traz de volta as personagens icónicas, como os sete anões e a Rainha Má, interpretada por Gal Gadot”, numa projeção que será acompanhada pelos comentários de César Nóbrega.

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Break The Box superou expectativas na sua primeira edição
Universidade

Break The Box superou expectativas na sua primeira edição

A primeira edição da Break The Box – Jornadas Empreendedoras nasce de um desafio de aula, proposto pela professora Irina Amaral aos estudantes da unidade curricular de Empreendedorismo Internacional e Desenvolvimento de Negócios, do Mestrado em Competitividade e Desenvolvimento de Negócio, do Instituto Superior de Contabilidade e Administração (ISCA) da Universidade de Aveiro (UA). Bruno Costa, um dos alunos do mestrado, dá nota de que a iniciativa “superou largamente as expectativas”, com as três atividades a contar quase sempre com “a centena de inscritos”, repara. “A qualidade dos oradores convidados por nós, (…) acaba por ser interessante, porque são pessoas já com experiência profissional e uma rede de contactos e de networking interessante e que conseguem aportar a este tipo de conferências conhecimento e mais-valia, e acaba por ser mais uma experiência no ISCA feita por alunos, como é o Atualiza-te (…) e que começou embrionário como este começou”, repara Bruno Costa. A iniciativa, que se realizou nos dias 21 e 28 de março e 4 de abril, trouxe ao auditório do ISCA e à Livraria da UA nomes como Hugo Coelho, diretor do Iberia Business, Ana Luísa Pinho, da Prio e Ricardo Neta, da TERRA Fund Group. Em declarações à Ria, a docente Irina Amaral aponta que a proposta aos alunos nasceu dos “momentos iniciais em que temos de planear a unidade curricular e queremos fazer alguma coisa diferente”. “Por norma, aquilo que eu faço é eu própria trazer alguns convidados para uma sala de aula”, começa por contar Irina que refere que palestras apenas no tempo útil de aula faziam com que surgissem “coisas interessantes que podiam ser abordadas” por um maior período. “E pensei, olha, porque não pôr os alunos, de facto, a organizar um evento diferente, em que trazem oradores diferentes, e conciliar um pouco aquilo que são os objetivos da unidade curricular, que são as três temáticas que abordamos nos eventos, com o facto de poder, por um lado, ouvir muitas pessoas associadas a isso e por outro lado, desenvolver competências nos estudantes de organização de eventos”, aponta Irina. “E foi assim que nasceu o Break the Box”, termina. O resultado foram três dias de palestras com mais de uma dezena de convidados, numa iniciativa que deixou a docente “absolutamente encantada”. Irina Amaral refere ainda que a iniciativa se tornou “uma forma de envolvimento muito mais complexa” do que a habitual, o que considera uma mais-valia no percurso e aprendizagem dos estudantes. Para o futuro, a docente revela mesmo que vai continuar a desafiar os estudantes a “quebrarem a caixa”. “Para a turma do ano seguinte, que é uma turma diferente, vai receber, no fundo, esse desafio e existem já alunos [atuais] que estão interessados” em motivar e orientar os colegas a dar continuidade ao projeto, frisa Irina Amaral.

Portugal com 82 atletas nos Jogos Mundiais Universitários Rhine-Ruhr2025
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Portugal com 82 atletas nos Jogos Mundiais Universitários Rhine-Ruhr2025

No espaço do museu no interior da Casa do Estudante-Atleta da FADU, Ricardo Nora notou o grande aumento de participantes – foram 44 em Chengdu2021, realizados em 2023 – o que também “aumenta a probabilidade de melhores resultados”, depois dos inéditos sete pódios. “Estamos felizes por proporcionar a mais estudantes, mais jovens, esta experiência. É um objetivo pessoal de todos e já nos deixa muito felizes. Ao nível dos resultados desportivos, traçando objetivos, naturalmente será a alcançar o feito de 2023 e conseguirmos trazer mais resultados, mais histórias e medalhas para Portugal”, afirmou, na cerimónia em que a FADU assinalou a preparação para o evento, que arranca daqui a 100 dias. Desta vez mais distantes dos Jogos Olímpicos, que serão em 2028 em Los Angeles, os Jogos Mundiais Universitários têm trazido grande qualidade, com medalhados de Fernando Pimenta a Patrícia Mamona, prata em Shenzhen2011 e hoje chefe da Missão ao evento na Alemanha, de quem nora esteve ladeado na conversa com os jornalistas. “Ela é o rosto da qualidade dos atletas que têm passado por estes Jogos, estas comitivas. Alguns dos atletas estiveram na missão de 2023 e estiveram nos Jogos Olímpicos Paris2024. Relembrar que o próprio João Coelho fez marca [para os Jogos] nesses Jogos Mundiais Universitários”, declarou. O dirigente federativo afirmou que o organismo que lidera tem estado “a trabalhar na procura de parceiros para tornar esta missão robusta”, uma vez que “o financiamento estatal, muito por via do Instituto Português do Desporto e Juventude, não chega por si só para suportar a missão”, dados os custos. Com gastos que ascendem a 200 mil euros “na globalidade do orçamento”, a missão é também “uma oportunidade” para uma participação ‘musculada’, uma vez que em 2027 os Jogos Mundiais Universitários (antigas Universíadas) vão decorrer na Coreia do Sul e, em 2029, nos Estados Unidos. “Prevemos que nos próximos anos não consigamos chegar tão rapidamente a estes números que vamos conseguir em 2025, no que diz respeito a números de participação”, acrescentou. Há dois anos, Portugal arrecadou sete medalhas, a melhor participação de sempre, com um total de 73 portugueses envolvidos na comitiva, entre técnicos, médicos, administradores e oficiais desportivos, número que agora ascende para 120. Com uma participação de género “muito equitativa”, Portugal competirá em Duisburgo, Essen, Mülheim, Bochum, Hagen e Berlim em busca de aumentar o pecúlio de 48 medalhas ao todo (17 de ouro, 18 de prata e 13 de bronze). A delegação lusa está apurada em atletismo, voleibol (masculino), tiro com arco, ténis, taekwondo, ténis de mesa, natação, ginástica artística, ginástica rítmica, judo e basquetebol (feminino). Patrícia Mamona, vice-campeã olímpica no triplo salto em Tóquio2020, vai liderar a comitiva portuguesa em Rhine-Ruhr, região alemã que acolhe os Jogos entre 16 e 27 de julho, sucedendo a Pedro Cary, que tinha chefiado a missão a Chengdu2021 (realizados em 2023). A 31.ª edição do evento ‘rendeu’ o ouro a João Coelho, nos 400 metros, com recorde nacional e marca de apuramento para os Jogos Olímpicos Paris2024, e Mariana Machado, nos 5.000 metros, com prata para Décio Andrade no lançamento do martelo e Eliana Bandeira no peso. Fora do atletismo, Gabriel Lopes ficou com o primeiro lugar nos 200 estilos, enquanto Camila Rebelo se sagrou vice-campeã nos 200 metros costas e nos 100 metros costas.

Exposição em Aveiro evoca os 52 anos do III Congresso da Oposição Democrática
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Exposição em Aveiro evoca os 52 anos do III Congresso da Oposição Democrática

A exposição está patente em espaço público e pode ser visitada até ao dia 27 de abril. Organizado entre 4 e 8 de abril de 1973, cerca de um ano antes da queda da ditadura, o III Congresso da Oposição Democrática teve como principal objetivo preparar um programa comum e listas unitárias para enfrentar, nas eleições para a Assembleia Nacional, a Ação Nacional Popular – nova designação da União Nacional, o partido único do regime fundado em 1932. Realizado na sequência de dois anteriores congressos “republicanos” (Aveiro, 1957 e 1969), o encontro procurou congregar diferentes correntes ideológicas e políticas, de várias gerações e tendências, incluindo militares que, um ano depois, participariam na Revolução dos Cravos. A exposição ‘III Congresso da Oposição Democrática: 50 anos depois’ é uma iniciativa da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril, realizada em parceria com a CMA.

São Bernardo acolhe este domingo espetáculo de Marionetas
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São Bernardo acolhe este domingo espetáculo de Marionetas

Jacarandá é uma criação de Adriana Melo e Magnum Soares, diretores artísticos da companhia Universo Paralelo, uma das mais jovens estruturas do panorama artístico nacional. Com este espetáculo, levam o público numa viagem sensorial pela natureza. As marionetas são de manipulação direta e fios, sendo também explorada a técnica da sombra e do manuseamento de objetos, com o objetivo de pesquisar outras formas de expressão.  Magnum Soares assume o papel de marionetista e bailarino, numa história sem texto embalada pela música original de Duda Somtopia e pela cenografia de Élio Antunes. A criação é coproduzida pelo Museu da Marioneta/EGEAC e pelas Produções Real Pelágio. Este espetáculo integra a programação do Teatro Aveirense, no âmbito do programa Aveiro em Família, promovido pela Câmara Municipal de Aveiro.