Pedro Nuno Santos entrega listas do PS em Aveiro, mas com várias ausências na comitiva
O secretário-geral do Partido Socialista (PS), Pedro Nuno Santos, liderou a comitiva dos socialistas que entregou no Tribunal de Aveiro, esta manhã, a lista de deputados do PS. Nesta comitiva, fez-se notar a ausência da líder da concelhia do PS-Aveiro, Paula Urbano Antunes, bem como do candidato do PS à Câmara Municipal de Aveiro (CMA), Alberto Souto de Miranda.
Redação
Manhã agitada no Tribunal de Aveiro. Depois da entrega da lista de deputados por parte do Chega e do PSD, Pedro Nuno Santos liderou uma comitiva que entregou ao fim da manhã a lista de deputados do seu partido para as próximas eleições legislativas. Nessa comitiva - visivelmente com menos gente que a comitiva PSD/CDS, que minutos antes tinha também entregue a sua lista - fez-se acompanhar de Hugo Oliveira, presidente da distrital de Aveiro do PS, Manuel Sousa, vice-presidente da distrital e ex-candidato socialista à CMA, Filipe Neto Brandão, atual deputado socialista na Assembleia da República e novamente candidato na lista do partido, e ainda de João Sarmento, presidente da JS-Aveiro e membro do secretariado da federação socialista.
Nesta comitiva, não estiveram presentes nem Paula Urbano Antunes, presidente do PS-Aveiro, nem Alberto Souto, candidato autárquico à CMA. Um contraste em relação à coligação PSD/CDS, visto que, ainda minutos antes, Luís Montenegro tinha apresentado a sua lista no Tribunal de Aveiro ao lado do presidente do PSD-Aveiro, Firmino Ferreira, e de Luís Souto, candidato da coligação PSD/CDS/PPM à autarquia aveirense. A par disso, não foi possível reconhecer nenhum dirigente socialista da concelhia do PS-Aveiro.
Recorde-se que no passado, Alberto Souto demitiu-se das funções de secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, precisamente num ministério liderado por Pedro Nuno Santos. Nessa altura, o atual candidato socialista à CMA, afirmou mesmo num texto publicado nas suas redes sociais, que saiu do Governo devido a "divergências políticas e metodológicas” com Pedro Nuno Santos. A Ria tentou contactar ambos os socialistas para perceber estas ausências, mas até ao momento ainda não obteve qualquer resposta.
Já Pedro Nuno Santos aproveitou a presença da comunicação social para falar ao país. “Nós vamos trabalhar para ganhar as eleições. Esse é o nosso grande objetivo e, como vimos há um ano, o Presidente da República chamou o partido mais votado a formar governo. E por isso é que é tão importante nós concentrarmos os votos no PS para conseguirmos derrotar a AD e formarmos Governo”, afirmou.
Em Aveiro, onde é cabeça de lista, Pedro Nuno Santos disse estar muito confiante nas listas do partido e no programa que apresentaram ao país, defendendo que é preciso encerrar um capítulo de suspeição sobre um líder de Governo. “Temos de encerrar este capítulo e iniciar uma nova fase com propostas que ajudam a resolver de forma eficaz e concreta os problemas dos portugueses. Nós estamos concentrados em ter uma vitória e é nisso só que vamos estar concentrados até ao dia 18 de maio”, afirmou.
O líder dos socialistas defendeu ainda que o PS tem um programa que responde a todos, ao passo que o programa da AD “dá resposta a meia dúzia de portugueses”. “O PSD opta por dar 1.500 milhões de euros a quem menos precisa. Nós, aquilo que fazemos, é reduzir o custo de vida para toda a gente, para todas as famílias”, afirmou, assinalando que quem tem dificuldades são as famílias portuguesas, quando vão ao supermercado, quando têm de pagar a conta da luz, quando têm de pagar a conta do automóvel ou do gás.
Pedro Nuno referiu ainda que o IRC não foi um problema para as empresas que bateram recordes de lucro em 2023 e 2024. “Esse não é o problema da economia portuguesa. E, portanto, o que nós precisamos é de aproveitar a margem que o Estado português tem para conseguir diminuir o custo de vida das famílias, aumentar o rendimento disponível. Essa é a nossa prioridade e nós temos muito orgulho de colocar em primeiro lugar as pessoas e as famílias”, concluiu.
Pedro Nuno alegou ainda que as propostas do PS são de fácil implementação, rápida e direta, defendendo que os portugueses vão sentir diretamente o impacto das medidas dos socialistas, considerando que as medidas do PSD são “promessas ilusórias" com base numa redução do IRC que terá um efeito que não sabemos qual.
Conheça aqui a lista do PS pelo círculo de Aveiro nas eleições legislativas:
1 – Pedro Nuno Santos
2 – Susana Correia (Santa Maria da Feira)
3 – Hugo Oliveira (Estarreja / Presidente da Federação)
4 – Filipe Neto Brandão (Aveiro)
5 – Lia Ferreira (Santa Maria da Feira / Indicação do Secretário-Geral)
6 – Paulo Tomaz (Águeda)
7 – Nuno Almeida (Espinho)
8 – Ana Marta Matos (Ovar / Presidente da Estrutura Federativa Mulheres Socialistas)
9 – Catarina Gamelas (Albergaria-a-Velha / Indicação da Juventude Socialista)
10 – José António Rocha (Castelo de Paiva)
11 – Ricardo Conceição (Anadia)
12 – Daniela Gonçalinho (Oliveira do Bairro)
13 – Pedro Sousa (Arouca)
14 – João Figueiredo (Santa Maria da Feira / Indicação da Juventude Socialista)
15 – Cláudia Campos (Murtosa)
16 – Ana Patrícia Ferreira (Sever do Vouga)
Suplentes:
1 – Justino Monteiro (Ovar)
2 – La Salete Oliveira (Vagos)
3 – Eduardo Conde (Ílhavo)
4 – Ana Maria Silva (Vale de Cambra)
5 – Irene Guimarães (São João da Madeira)
Recomendações
Região de Aveiro congratula-se com alta velocidade até Vilar Formoso
"Este corredor é importante e é uma sinergia que temos vindo a trabalhar em conjunto com Viseu, cidade que não tem uma ligação ferroviária”, disse Jorge Almeida. Para o presidente da CIRA, a inclusão do corredor Aveiro/Vilar Formoso no Plano Ferroviário Nacional “dá indicações para ser estudado seriamente”. “Esse é o corredor que defendemos e ao figurar no Plano afasta outras supostas soluções, menos capazes, na nossa ótica", comentou. O Plano Ferroviário Nacional (PFN) publicado esta quarta-feira no DR prevê a construção faseada de uma nova linha ferroviária entre Aveiro e Vilar Formoso, detalhando que a futura ligação será projetada com separação de tráfegos, à semelhança do Eixo Atlântico, com uma Linha de Alta Velocidade (LAV) para passageiros e a Linha da Beira Alta dedicada a passageiros e mercadorias. “A LAV deverá atingir os 250 quilómetros/hora, com uma estação em Viseu, passagem pela Guarda e ligações à Beira Alta, perto de Mangualde e Celorico da Beira”, descreve o Plano. O presidente da CIRA, que preside também à Câmara de Águeda, manifestou também a sua satisfação pela inclusão naquele documento estratégico da modernização da Linha do Vouga, perspetivando a sua integração nos sistemas de Aveiro e Porto, com nova ligação à Linha do Norte em Espinho. “É também Importante para a região a modernização da Linha do Vouga, com cariz suburbano, que aponta para a eletrificação, pelo menos a médio prazo e para a beneficiação do material circulante, com a recolocação dos pontos de paragem”, disse. Jorge Almeida destacou ainda a manutenção da bitola métrica: "mantém a bitola métrica, o que para mim é muito bom, dado o interesse também turístico da Linha do Vouga”. “Permite manter os comboios de via estreita a funcionar, e o serviço de passageiros não perde nada, bem pelo contrário, e mantemos todas essas hipóteses em aberto", acrescentou.
Aveiro sob aviso amarelo este sábado devido à chuva e agitação marítima
Nos distritos de Viseu, Vila Real e Aveiro, o aviso devido a períodos de chuva por vezes forte, vai vigorar entre as 06:00 e as 12:00 de sábado, enquanto no Porto, Viana do Castelo e Braga, será entre as 03h00 e as 12h00. Há também avisos de neve para os distritos da Guarda e Castelo Branco, para entre as 18h00 de hoje e as 06h00 de domingo. Devido à forte ondulação, o IPMA tem sob aviso os distritos do Porto, Viana do castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga, até às 06h00 de domingo.
Bibliotecas municipais e da Universidade de Aveiro partilham recursos
“No âmbito do protocolo de cooperação estabelecido entre a CIRA e a UA, os utilizadores das 11 bibliotecas municipais da região vão passar a beneficiar do serviço de empréstimo interbibliotecas com a universidade, permitindo um acesso físico alargado a um leque mais vasto de recursos documentais”, revela um dos municípios no seu 'site'. O Empréstimo Interbibliotecas (EIB) é um serviço já oferecido pela Rede de Bibliotecas da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (RBCIRA) e possibilita a partilha de fundos documentais entre as bibliotecas municipais através do empréstimo de obras. “O objetivo principal é dar resposta às necessidades dos utilizadores, permitindo-lhes aceder a documentos que não se encontram disponíveis na biblioteca da sua área de residência ou onde estão inscritos”, explica o texto. A publicação dá ainda conta que, "em breve, o catálogo 'online' da Universidade de Aveiro será integrado no portal das bibliotecas da CIRA, facilitando a pesquisa e o acesso aos recursos disponíveis”.
Legislativas: Autarcas da região de Aveiro saúdam compromisso eleitoral com fim das portagens
Segundo o presidente da CIRA, Jorge Almeida, a moção foi aprovada na reunião de segunda-feira da Assembleia Intermunicipal, em que têm assento representantes dos 11 municípios que constituem a Comunidade Intermunicipal. “A CIRA manifesta satisfação pelo compromisso assumido pelos dois principais candidatos a primeiro-ministro, Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos, em resolver a questão dos pórticos de portagem remanescentes na Autoestrada A25”, disse à Lusa Jorge Almeida. Segundo o também presidente da Câmara de Águeda, a aprovação unânime desta posição pela Assembleia Intermunicipal sublinha a expectativa da região em ver solucionada uma situação que considera “uma injustiça”. A moção aprovada, segundo o autarca, salienta “o compromisso público e claro de ambos os líderes partidários em terminar com a cobrança de portagens nos três pórticos” ainda ativos na A25. Apesar da concordância generalizada entre os partidos com representação eleita por Aveiro na necessidade de abolir as portagens na A25 que não foram abrangidas pela isenção de janeiro, apenas o PS e o Chega integraram a medida nos seus programas eleitorais para as próximas eleições legislativas. Em comunicado divulgado, a distrital de Aveiro do PS reagiu às declarações de Luís Montenegro, reafirmando que só uma vitória socialista nas eleições antecipadas assegurará o fim das portagens na A25. A posição surge após o líder do PSD ter afirmado que a questão do pórtico da A25 em Aveiro não estava esquecida, durante um evento de apresentação de um candidato autárquico. Montenegro, que também lidera a lista da AD - Coligação PSD/CDS pelo círculo de Aveiro, recordou já ter considerado a situação "sem sentido" e expressou a intenção de resolver todos os casos semelhantes a nível nacional. A polémica centra-se na continuidade de três pórticos de portagem localizados no início da A25, nos concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha, os quais pertencem a uma concessão que não foi incluída no diploma que eliminou as portagens nas vias rápidas estruturantes do Interior e do Algarve, conhecidas como SCUT.
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Luís Barbosa, diretor-geral do PCI, veio para ficar e quer levar o parque “além-fronteiras”
O ditado popular diz que o “bom filho a casa torna”. Assim aconteceu com Luís Barbosa. Depois de passar pelos “quatro continentes” do mundo e por algumas das maiores empresas de projeção internacional, em julho do ano passado, o atual diretor-geral do PCI, decidiu regressar às suas origens para “partilhar”, agora na região de Aveiro, aquilo que adquiriu de “experiência e realidade por esse mundo”. “Eu vim para ficar [no PCI]. Temos um projeto, temos uma estratégia até 2030 e aquilo que é o nosso objetivo é de torná-la uma realidade e além-fronteiras também”, afirmou Luís Barbosa à Ria. Apesar de não ter acompanhado o início do PCI, o atual diretor-geral diz que tem como missão “assumir a continuidade do projeto”, ainda que reconheça que a realidade do ecossistema de inovação “é totalmente diferente” quando comparada há sete anos. “O percurso foi efetuado, a realidade do ecossistema alterou, o contexto de inovação e de empreendedorismo alterou bastante (…) e, hoje em dia, executar inovação é por si uma atividade que deve ser bem controlada, bem suportada, não necessariamente só em fundos públicos, mas também em fundos privados e em inovação [com], por exemplo, projetos tecnológicos. Eu penso que o PCI, por si, é uma realidade, é atual e tem tudo para ser futuro”, opinou. Para Luís Barbosa esse “futuro” passa por um plano estratégico até 2030 que tem como pilares base a inovação, a sustentabilidade e a transformação digital, conforme vincou no sétimo aniversário do parque. “Nós entendemos que, sendo uma entidade, uma sociedade anónima (…), o PCI deve também gerir as suas atividades, não como se fosse uma empresa, (…) mas para resultados. Baseado nesse princípio temos de ser sustentáveis”, relembrou. “A sustentabilidade, consideramos que não é suportada por fundos públicos. É suportada pela sua atividade, que deve ter (...) juntamente com fundos públicos, mas também executada para fundos e resultados privados. Temos de ter uma estratégia, que é aquilo que está a ser efetuado, de expertise técnico, em inovação, e partindo de um ponto (…) que é a criatividade”, sustentou. Atualmente, a Universidade de Aveiro (UA) é a acionista do PCI que detém a maior percentagem, neste momento “42%” do parque. Para o diretor-geral a relação da UA com o PCI é “fundamental”, já que para si esta relação representa o “total complementar” da “cadeia de inovação”. “Porquê? Uma startup, antes de ser uma empresa, é uma ideia e, antes de ser uma ideia, é um estudo científico ou tecnológico, é um projeto de doutoramento, etc (…). Esta horizontalidade e verticalidade e (…) o seu approach [aproximar] ao ecossistema empresarial, através da UA, é fundamental (…). Todo o projeto que tem capacidade para ser uma empresa inovadora de sucesso, deve ter uma componente científico-tecnológica (…) e quem o executa é a nossa Universidade de Aveiro”, atentou. Ainda sobre as conquistas do futuro, Luís Barbosa avançou que um outro objetivo estratégico do PCI passa pela edificação de “centros de excelência”. “A ideia e o objetivo fundamental desta unidade de negócio (…) é de reter os casos de sucesso que passam no nosso parque. Reter como? Reter no sentido de uma empresa que escala e cresce no PCI é, simultaneamente, uma entidade que pode inspirar e que pode mesmo suportar outras startups daquele setor, em particular que podem efetivamente ser casos de sucesso de novo (…). Nós temos lotes em todo o parque [e o objetivo] é ter esses lotes [edificados como] Centros de Excelência físicos”, esclareceu. Neste momento, há já “várias manifestações de interesse”, nomeadamente, do “Norte da Europa”. “Temos neste momento quatro processos em negociação, em diversos setores (…). Temos o setor agroalimentar, o setor daquilo que se chama API connectivity (…) e os setores da mobilidade (…). Contamos, durante o exercício 2025, ter decisões tomadas para começar efetivamente a instalar estes projetos”, expôs. O diretor-geral mostrou-se ainda com “grandes” expectativas com a aprovação da Zona Livre Tecnológica (ZLT), em Aveiro, defendendo que esta “é um dos veículos privilegiados e fundamentais para aquilo que é a tecnologia de inovação e para o ecossistema de inovação e empreendedorismo”. “É um veículo importante que nós temos na região de Aveiro, que permite que entidades internacionais e nacionais se deslocalizem para cá, se instalem para cá, objetivamente no parque, como é evidente, e que possam desenvolver todo este processo de desenvolvimento tecnológico, de certificação e pré-homologação”, explorou. Já com um olhar crítico, relativamente, à altura de construção do PCI [entre 2014 e 2015] em que moradores e ambientalistas expressaram preocupação pela sua construção por atravessar uma área de reserva agrícola nacional, Luís Barbosa não tem dúvidas de que “foi uma boa decisão”. “Pela sua localização, pelo seu enquadramento no ecossistema de inovação, nomeadamente próximo à UA, pelo seu enquadramento junto de zonas aéreas, marítima e terrestre (…) e, sobretudo, com a atratividade de todo o ecossistema de Aveiro pode ser e é um veículo atrativo e uma entidade atrativa para investimento externo (…). Temos agora (…) a nossa missão de gerar resultados e criar resultados para que o nosso ecossistema, as nossas autarquias e a nossa comunidade usufruam destes resultados diretamente e é esta a nossa missão que nos move”, exprimiu. Confrontado ainda com os estudos [na fase de planeamento do PCI] que previam a criação de cinco mil postos de trabalho direto em dez anos, o diretor-geral admitiu que a “meta é alcançável”, mas não “neste período de tempo”. “A constituição dos postos de trabalho que estavam equacionados poderão ser diretos ou indiretos. É importante considerar isso. No entanto, considero que é uma realidade e que há uma visão que é executável no tempo e é isso que é a nossa estratégia para 2030”, reforçou.
AETTUA investe “cerca de 25 mil euros” e renova “sede” no DETI
Desde a passada segunda-feira que a 4.1.3.0 do DETI ganhou uma 'nova cara' fruto do investimento da AETTUA. Daniel Ferreira, presidente da AETTUA explicou à Ria que a ideia surgiu logo “no início do mandato”. “Nós queríamos fazer algo mais disruptivo e diferente e uma das iniciativas que o departamento está a liderar, neste momento, é precisamente a renovação das salas”, explicou. “O DETI é um dos departamentos mais antigos da Universidade e acaba por não ter as condições mais adequadas ao ensino, precisamente, por ter uma idade já muito avançada”, alertou o presidente da AETTUA. Recorde-se que no passado dia 27 de fevereiro, o DETI inaugurou um novo espaço: o “Aquário By Sky” concebido para atividades de estudo e convívio. Daniel frisou que a Associação quis “imitar” estes “parceiros empresariais” do departamento com a diferença de que aqui foi a própria AETTUA a fazer as obras, o design e a pensar nos elementos desta sala. “Quero agradecer ao diretor e à pivot da unidade orgânica… Os dois foram impecáveis. Trabalharam quase tanto como nós na medida em que foram eles que nos ajudaram em todos os aspetos de contactar com os serviços adequados e de toda a burocracia”, realçou. Com um investimento de “cerca de 25 mil euros”, Daniel Ferreira deixou ainda a nota de que toda a requalificação foi feita com “fundos próprios da AETTUA”. “A AETTUA não é uma associação de estudantes, mas uma associação que, legalmente, representa todos os professores, funcionários e alunos do departamento. As principais receitas provêm da atividade da associação que são conferências e eventos para os associados e também de serviços de consultoria para entidades externas”, expôs. Este 'novo' espaço que agora serve de “sede” da Associação servirá, segundo o presidente da AETTUA, para “os associados que fazem parte da equipa conseguirem trabalhar para os eventos de trabalho da associação”. “O nosso próximo passo é conseguirmos expandir para um outro espaço no departamento para um uso mais alargado por toda a gente”, referiu. Neste seguimento, Daniel Ferreira disse ainda que a Associação tem o objetivo de “renovar a chamada zona de acesso livre - uma parte do primeiro piso que está aberta 24 horas do dia para todos os alunos, professores e funcionários- do DETI. “A ideia é nós conseguirmos renová-la toda. (…) Até ao final do ano civil queremos deixar, pelo menos, 50% da zona de acesso livre renovada. É a nossa meta”, partilhou com uma risada. Na inauguração que contou também com a presença de Paulo Jorge Ferreira, reitor da UA foi ainda assinado um protocolo de colaboração com a Universidade.
Região de Aveiro congratula-se com alta velocidade até Vilar Formoso
"Este corredor é importante e é uma sinergia que temos vindo a trabalhar em conjunto com Viseu, cidade que não tem uma ligação ferroviária”, disse Jorge Almeida. Para o presidente da CIRA, a inclusão do corredor Aveiro/Vilar Formoso no Plano Ferroviário Nacional “dá indicações para ser estudado seriamente”. “Esse é o corredor que defendemos e ao figurar no Plano afasta outras supostas soluções, menos capazes, na nossa ótica", comentou. O Plano Ferroviário Nacional (PFN) publicado esta quarta-feira no DR prevê a construção faseada de uma nova linha ferroviária entre Aveiro e Vilar Formoso, detalhando que a futura ligação será projetada com separação de tráfegos, à semelhança do Eixo Atlântico, com uma Linha de Alta Velocidade (LAV) para passageiros e a Linha da Beira Alta dedicada a passageiros e mercadorias. “A LAV deverá atingir os 250 quilómetros/hora, com uma estação em Viseu, passagem pela Guarda e ligações à Beira Alta, perto de Mangualde e Celorico da Beira”, descreve o Plano. O presidente da CIRA, que preside também à Câmara de Águeda, manifestou também a sua satisfação pela inclusão naquele documento estratégico da modernização da Linha do Vouga, perspetivando a sua integração nos sistemas de Aveiro e Porto, com nova ligação à Linha do Norte em Espinho. “É também Importante para a região a modernização da Linha do Vouga, com cariz suburbano, que aponta para a eletrificação, pelo menos a médio prazo e para a beneficiação do material circulante, com a recolocação dos pontos de paragem”, disse. Jorge Almeida destacou ainda a manutenção da bitola métrica: "mantém a bitola métrica, o que para mim é muito bom, dado o interesse também turístico da Linha do Vouga”. “Permite manter os comboios de via estreita a funcionar, e o serviço de passageiros não perde nada, bem pelo contrário, e mantemos todas essas hipóteses em aberto", acrescentou.
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