RÁDIO UNIVERSITÁRIA DE AVEIRO

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Legislativas: IL promete contribuir para “uma solução de centro-direita reformista e estável”

O líder da IL afirmou hoje que o seu partido está disponível contribuir para uma “solução de centro-direita reformista e estável”, mas advertiu que será “exigente e rigoroso” para garantir que não servirá para fazer “mais do mesmo”.

Legislativas: IL promete contribuir para “uma solução de centro-direita reformista e estável”
Redação

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09 mai 2025, 14:22

“O nosso compromisso com os portugueses é, primeiro, mudança, reformas, exigência e, segundo, contribuir para uma solução de centro-direita, reformista e estável do ponto de vista político”, afirmou Rui Rocha em declarações aos jornalistas numa loja de ovos moles, em Aveiro, onde vestiu o avental e cozinhou o tradicional doce aveirense.

Sem querer pronunciar-se sobre as sondagens que indicam que a AD e a IL estão longe de, juntas, obter uma maioria absoluta, Rui Rocha disse que o importante é transmitir aos portugueses que “há uma oportunidade única de ter uma solução de centro-direita” a governar o país. “Mas uma solução de centro-direita que não é para fazer a mesma coisa. É para fazer muito mais: uma solução reformista, ambiciosa para o país e isso para reforçar a votação na IL”, disse.

O líder da IL disse que o seu partido tem “objetivos claros de transformação” do país e garantiu que será “rigoroso e sempre muito exigente” caso venha a integrar uma solução de centro-direita.

Interrogado sobre quais são as exigências que coloca para eventualmente coligar-se com a AD, Rui Rocha disse que é necessário “mudar o sistema de saúde e criar acesso à saúde para os portugueses, que hoje não têm”. “Nós temos de trazer mais casas para o mercado da habitação, seja de arrendamento, seja no mercado da construção. Temos de baixar os impostos aos portugueses, às famílias e às empresas e temos de diminuir a burocracia e rever o sistema eleitoral”, referiu, acrescentando que esses são os “objetivos claros da IL”.

Sobre se a AD e a IL não estão já a aproximar-se, uma vez que, por exemplo, ambas têm defendido parcerias público-privadas para os mesmos hospitais, Rui Rocha respondeu: “Não basta ter os ingredientes guardados numa gaveta, tirá-los quando dá jeito e depois guardá-los outra vez”.

“A IL não faz isso. A IL tem as pessoas, os ingredientes, a visão, mas quer usá-los mesmo para mudar o país. Outros, eventualmente, têm os ingredientes guardados nas gavetas, fazem uso deles como propaganda, uma vez ou outra, mas depois os ingredientes voltam à gaveta”, criticou, numa alusão à AD.

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Investimento no SC Beira-Mar está “atrasado” e Quintaneiro não garante a concretização do negócio
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Investimento no SC Beira-Mar está “atrasado” e Quintaneiro não garante a concretização do negócio

À entrada para 2026, o principal objetivo do SC Beira-Mar volta a ser o mesmo: a constituição de uma sociedade desportiva. Quem o diz é Nuno Quintaneiro, que, em entrevista à Ria, explica que o passo “é tão fundamental para o desenvolvimento do futebol sénior, como para dar espaço de crescimento e de aposta no ecletismo” do clube. Recorde-se que, em 2025, o SC Beira-Mar chegou a ter contas acertadas com o investidor brasileiro Breno Dias Silva. No entanto, segundo disse o presidente em Assembleia Geral no passado mês de julho, o empresário não conseguiu cumprir com os prazos pré-definidos com o clube e a direção acabou por desistir do negócio.  Mais tarde, na Assembleia de dia 31 de outubro, o presidente avançou que já existia um “princípio de acordo” com investidores nacionais que deveria ser formalizado em dezembro. Para além dos dez milhões de euros previstos para a operação, o investidor comprometia-se também a injetar 200 mil euros nas equipas principais de futebol do clube ainda na presente temporada. Nuno Quintaneiro revela agora que o investimento está “atrasado por razões que dizem respeito aos investidores”. Conforme aponta, o cronograma estabelecido em outubro “já está ultrapassado” e, portanto, ainda não foi possível concretizar o investimento inicial acordado. “Estamos agora em janeiro a tentar recuperar o atraso, mas naturalmente há aqui questões que não dependem só do clube – e, nessas questões, por mais que nós tentemos contribuir, colaborar, facilitar… encontramos sempre aqui dificuldades que não são do nosso lado”, explica o presidente. Para já, o primeiro impacto deve sentir-se no mercado de janeiro, onde o clube planeava reforçar a sua equipa principal. Embora assuma que a próxima época não deve ficar prejudicada, Quintaneiro afirma que o SC Beira-Mar queria “dar uma crescente qualidade em alguns setores do plantel principal”, mas que assim fica “muito condicionado”. Questionado sobre a possibilidade de o negócio ainda poder não se vir a realizar, o presidente não deu certezas: “Não vou fazer nenhum exercício de adivinhação futura (…) se se vai concretizar ou não… Não posso substituir quem está do outro lado da equação”, atirou. As reticências que mantém derivam das más experiências do passado, mas, até ao momento, “nada faz acreditar que as coisas não se vão concretizar”. O presidente sublinha que “quer acreditar que as pessoas irão cumprir o que acordaram com o clube, que são sérias e honestas” e que “os atrasos que têm tido são normais da vida corrente”. À entrada para o Ano Novo e num momento em que comemora 104 anos de história, o SC Beira-Mar está na luta pela manutenção no Campeonato de Portugal – neste momento, encontra-se no 9º lugar da Série B, a dois pontos e com mais um jogo do que o 10º, que será despromovido. Vindo de uma série de quatro jogos sem ganhar, Nuno Quintaneiro afirma que o clube continua com o objetivo da permanência, que foi estabelecido no início da temporada. A má fase “preocupa”, mas “a confiança no grupo é inabalável”, diz o presidente, que também afirma que a sorte não tem estado do lado dos beiramarenses: “Além de lesões, tivemos várias situações de doenças e de problemas físicos […] Desde que o campeonato começou, o Beira-Mar não teve um jogo em que tivesse contado com todo o plantel disponível, é algo incrível”. Para lá das indisponibilidades, o dirigente também tece duras críticas em relação às arbitragens, que, segundo afirma, têm vindo a “penalizar” o Beira-Mar. “Ninguém pense que só porque os resultados não estão a traduzir aquela que é a qualidade, o empenho e o trabalho da equipa, que isso vai representar uma descrença e uma desconfiança tal que leva a malta a duvidar de si própria”, sublinha o presidente. Quintaneiro acredita mesmo que o SC Beira-Mar vai fazer uma melhor segunda volta do campeonato e “alcançar tranquilamente o objetivo da manutenção”. Se não puder contar com o apoio previsto do investidor em janeiro, Nuno Quintaneiro assume que o clube “não tem folga” para se aventurar no mercado de inverno. O orçamento é “extremamente restritivo” e, por isso, as adições ao plantel estarão sempre condicionadas à saída de jogadores. Nesse sentido, o presidente reconhece a falta de jogadores capazes de “causar desequilíbrios” na frente do terreno e que consigam capitalizar as oportunidades de golo criadas, mas diz que “um jogador que tem golo (…) tem sempre um mercado, do ponto de vista financeiro, muito mais exigente para poder atacar”. As restrições financeiras que o Beira-Mar tem são, de facto, uma condicionante muito grande”, admite. A pensar já na próxima temporada, contando com a integração do novo parceiro, Nuno Quintaneiro acredita que os objetivos devem passar pela construção de um plantel que queira atacar a subida à Liga 3. No entanto, frisa, “essa resposta terá de ser dada pelas pessoas responsáveis pelo investimento e não tanto pela direção do clube”. Na mensagem de aniversário do presidente publicada nas redes sociais do clube, o estabelecimento de uma nova sede social do clube em Aveiro é uma das metas traçadas para 2026. À Ria, Nuno Quintaneiro recorda que a criação desta sede é um compromisso da Câmara Municipal de Aveiro (CMA) que remonta a 2016 que nunca chegou a ser cumprido. Nas palavras do presidente, o espaço – que pode ser instalado ou construído no centro da cidade – deve contar com uma loja do clube: “Falta-nos uma referência num espaço central da cidade com qualidade para servir clientes, para receber turistas, para receber os nossos sócios e adeptos, de modo que possamos apostar numa receita importante de merchandising”. Atualmente, o clube conta apenas com um gabinete na antiga Junta de Freguesia de Vera Cruz que, para Nuno Quintaneiro, “é muito pequenino, minúsculo”. “Visou salvaguardar um serviço que o clube não tinha quando fechou a antiga Casa do Beira-Mar, mas temos que perceber que essa função transitória e precária já ultrapassou em muito o prazo que deveria ter durado”, aponta.

NAS IDEIAS Club, Bloco Comunidade e UA promovem treino que mistura corrida e exercícios de força
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NAS IDEIAS Club, Bloco Comunidade e UA promovem treino que mistura corrida e exercícios de força

Animada pelo DJ Madel, a atividade já fechou as inscrições com cerca de “50” participantes previstos, segundo explica João Vítor, um dos responsáveis do NAS IDEIAS Club. Dirigida a qualquer praticante de atividade física, a prova tem “um estímulo” diferente dos treinos normais, de acordo com o organizador: “Os nossos treinos normais têm uma vibe mais tranquila. A malta pode usar esta prova [o “Dual”] para se preparar para a prova a sério que vai haver cá em Aveiro, que é o Hybrid Day”. “Penso que é mais para as pessoas experimentarem e começarem a fazer exercício físico. Tentámos também aqui o lado da comunidade universitária, obviamente de uma forma mais divertida. Poder aqui puxar um bocado os limites das pessoas e ver até onde é que elas conseguem ir”, defende João Vítor, que nota também que a prova terá dois níveis de exercícios para se adaptar aos diferentes ritmos dos participantes. A parceria com a UA “faz todo o sentido” para a organização, que acredita que pode “começar a dar outra vida” à pista de atletismo. Embora ainda sem saber por onde pode ser explorada a colaboração, João Vítor sublinha que “é importante estar perto da comunidade aveirense”. Apesar de as inscrições já terem encerrado, a adesão ao evento é gratuita. A participação é feita em duplas, sendo que cada par deve correr oito voltas em torno da pista de atletismo, intercaladas com um exercício de força. Com menos de um ano de existência, o grupo NAS IDEIAS Club nasceu da vontade de ter grupos de exercício físico em Aveiro que fugisse aos “muitos run clubs” que já existiam. É o que explica João Vítor que conta à Ria “não ser pessoa de correr corridas contínuas”, mas “gostar mais de um estímulo de força”. “Estava a começar a haver mais provas de HYROX [competição de fitness indoor que combinam corrida e treino funcional], começou a ser uma coisa na moda… Começámos a fazer com cinco pessoas e, quando vimos, começaram a ser dez, 15 pessoas. Depois passámos para a zona da Foz de Prata e apanhámos a altura do verão, começaram a juntar-se mais e mais e mais até sermos 50/60 pessoas de forma regular”, aponta o responsável, que diz ter sido incitado a participar pelo amigo Filipe Marçal, fundador do NAS IDEIAS. Com o frio, a iniciativa teve de passar para dentro de portas e encontrou apoio na Escola Secundária José Estevão, que cedeu o espaço porque o grupo funciona sem fins lucrativos. João Vítor afirma que os fundos que a organização recebe são fruto de donativos voluntários dos participantes e que revertem para a compra de material. Com uma comunidade no WhatsApp com mais de 500 participantes, o projeto tem crescido e ambiciona outros voos. O responsável afirma que o grupo de trabalho está “a tentar que as coisas sejam mais organizadas e mais profissionais”, de forma que “um dia haja mesmo uma organização a sério, que consiga ter alguma estrutura e que nos consiga fazer sobreviver disto, para também o projeto não morrer”. Os treinos decorrem todas as terças e quintas-feiras, pelas 19h00.

Obra do Mercado de Santiago continua suspensa apesar da aprovação de trabalhos complementares
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Obra do Mercado de Santiago continua suspensa apesar da aprovação de trabalhos complementares

De acordo com a autarquia, os trabalhos complementares aprovados representam um investimento de “278.056,20 euros, acrescido de IVA à taxa legal, com um prazo de execução de 30 dias”. Na reunião foi ainda aprovada a “supressão de trabalhos no valor de 18.644,31 euros, correspondente a uma redução de 0,8% do valor da adjudicação, sem lugar a indemnização ao empreiteiro”. Tal como avançado pela Ria, a obra do Mercado de Santiago está suspensa desde março de 2025, após a identificação de “graves problemas estruturais” nos pilares do primeiro piso. Na nota, o Município recorda que a intervenção tem como objetivo “modernizar o edifício, criar novas lojas, melhorar os acessos e qualificar o estacionamento”. “A empreitada foi interrompida para análise técnica aprofundada, encontrando-se o projeto em reavaliação, de forma a integrar as correções necessárias e assegurar que a intervenção possa prosseguir de forma segura, sustentável e duradoura, salvaguardando o interesse público”, relembra ainda a nota.

Aveiro revê regulamento de ocupação do espaço público onde se enquadram artistas de rua
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Aveiro revê regulamento de ocupação do espaço público onde se enquadram artistas de rua

Segundo uma nota de imprensa às redações, a decisão resulta da “experiência de aplicação do regulamento, que, apesar de globalmente positiva, revelou a necessidade de clarificar e simplificar procedimentos, prever novos suportes publicitários e redefinir critérios associados à ocupação do espaço público, nomeadamente no que respeita a esplanadas abertas e fechadas, cavaletes, expositores e ocupações temporárias ligadas a atividades de caráter social, desportivo e religioso”. Conforme recorda a autarquia, um dos aspetos centrais da alteração prende-se com a ocupação do espaço público por artistas de rua. “O atual regulamento integrou, pela primeira vez, normas sobre esta matéria, mas a sua aplicação prática evidenciou dificuldades que justificam a criação de uma regulamentação própria, mais clara e detalhada, sobretudo face ao aumento do número de pedidos e à crescente diversificação das atuações nas zonas centrais da cidade, áreas igualmente marcadas por forte pressão turística”, explicou. Recorde- se que, tal como noticiado pela Ria, entre a burocracia, a falta de diálogo e decisões consideradas restritivas, vários artistas de rua têm abandonado Aveiro, segundo o coletivo “A Rua Também é Palco”. Na altura, José Ribau Esteves, ex-presidente da Câmara de Aveiro, rejeitou as críticas, destacou o investimento feito na cultura nos últimos 12 anos e defendeu que os artistas de rua devem ser pagos diretamente pela autarquia. Na nota, o Município relembra ainda que a revisão pretende assegurar uma “gestão equilibrada do espaço público, salvaguardando a segurança, a fluidez pedonal, a acessibilidade e a convivência harmoniosa entre residentes, visitantes, operadores económicos e utilizadores do espaço urbano”. Assim, “todos os interessados, cidadãos, entidades e associações com interesses legalmente protegidos, podem apresentar contributos no prazo de dez dias, a contar da publicação do respetivo edital, para a elaboração do projeto de alteração ao regulamento”, conclui a nota.

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Investimento no SC Beira-Mar está “atrasado” e Quintaneiro não garante a concretização do negócio
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À entrada para 2026, o principal objetivo do SC Beira-Mar volta a ser o mesmo: a constituição de uma sociedade desportiva. Quem o diz é Nuno Quintaneiro, que, em entrevista à Ria, explica que o passo “é tão fundamental para o desenvolvimento do futebol sénior, como para dar espaço de crescimento e de aposta no ecletismo” do clube. Recorde-se que, em 2025, o SC Beira-Mar chegou a ter contas acertadas com o investidor brasileiro Breno Dias Silva. No entanto, segundo disse o presidente em Assembleia Geral no passado mês de julho, o empresário não conseguiu cumprir com os prazos pré-definidos com o clube e a direção acabou por desistir do negócio.  Mais tarde, na Assembleia de dia 31 de outubro, o presidente avançou que já existia um “princípio de acordo” com investidores nacionais que deveria ser formalizado em dezembro. 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Embora assuma que a próxima época não deve ficar prejudicada, Quintaneiro afirma que o SC Beira-Mar queria “dar uma crescente qualidade em alguns setores do plantel principal”, mas que assim fica “muito condicionado”. Questionado sobre a possibilidade de o negócio ainda poder não se vir a realizar, o presidente não deu certezas: “Não vou fazer nenhum exercício de adivinhação futura (…) se se vai concretizar ou não… Não posso substituir quem está do outro lado da equação”, atirou. As reticências que mantém derivam das más experiências do passado, mas, até ao momento, “nada faz acreditar que as coisas não se vão concretizar”. O presidente sublinha que “quer acreditar que as pessoas irão cumprir o que acordaram com o clube, que são sérias e honestas” e que “os atrasos que têm tido são normais da vida corrente”. À entrada para o Ano Novo e num momento em que comemora 104 anos de história, o SC Beira-Mar está na luta pela manutenção no Campeonato de Portugal – neste momento, encontra-se no 9º lugar da Série B, a dois pontos e com mais um jogo do que o 10º, que será despromovido. Vindo de uma série de quatro jogos sem ganhar, Nuno Quintaneiro afirma que o clube continua com o objetivo da permanência, que foi estabelecido no início da temporada. A má fase “preocupa”, mas “a confiança no grupo é inabalável”, diz o presidente, que também afirma que a sorte não tem estado do lado dos beiramarenses: “Além de lesões, tivemos várias situações de doenças e de problemas físicos […] Desde que o campeonato começou, o Beira-Mar não teve um jogo em que tivesse contado com todo o plantel disponível, é algo incrível”. Para lá das indisponibilidades, o dirigente também tece duras críticas em relação às arbitragens, que, segundo afirma, têm vindo a “penalizar” o Beira-Mar. “Ninguém pense que só porque os resultados não estão a traduzir aquela que é a qualidade, o empenho e o trabalho da equipa, que isso vai representar uma descrença e uma desconfiança tal que leva a malta a duvidar de si própria”, sublinha o presidente. Quintaneiro acredita mesmo que o SC Beira-Mar vai fazer uma melhor segunda volta do campeonato e “alcançar tranquilamente o objetivo da manutenção”. Se não puder contar com o apoio previsto do investidor em janeiro, Nuno Quintaneiro assume que o clube “não tem folga” para se aventurar no mercado de inverno. O orçamento é “extremamente restritivo” e, por isso, as adições ao plantel estarão sempre condicionadas à saída de jogadores. Nesse sentido, o presidente reconhece a falta de jogadores capazes de “causar desequilíbrios” na frente do terreno e que consigam capitalizar as oportunidades de golo criadas, mas diz que “um jogador que tem golo (…) tem sempre um mercado, do ponto de vista financeiro, muito mais exigente para poder atacar”. As restrições financeiras que o Beira-Mar tem são, de facto, uma condicionante muito grande”, admite. A pensar já na próxima temporada, contando com a integração do novo parceiro, Nuno Quintaneiro acredita que os objetivos devem passar pela construção de um plantel que queira atacar a subida à Liga 3. No entanto, frisa, “essa resposta terá de ser dada pelas pessoas responsáveis pelo investimento e não tanto pela direção do clube”. Na mensagem de aniversário do presidente publicada nas redes sociais do clube, o estabelecimento de uma nova sede social do clube em Aveiro é uma das metas traçadas para 2026. À Ria, Nuno Quintaneiro recorda que a criação desta sede é um compromisso da Câmara Municipal de Aveiro (CMA) que remonta a 2016 que nunca chegou a ser cumprido. Nas palavras do presidente, o espaço – que pode ser instalado ou construído no centro da cidade – deve contar com uma loja do clube: “Falta-nos uma referência num espaço central da cidade com qualidade para servir clientes, para receber turistas, para receber os nossos sócios e adeptos, de modo que possamos apostar numa receita importante de merchandising”. Atualmente, o clube conta apenas com um gabinete na antiga Junta de Freguesia de Vera Cruz que, para Nuno Quintaneiro, “é muito pequenino, minúsculo”. “Visou salvaguardar um serviço que o clube não tinha quando fechou a antiga Casa do Beira-Mar, mas temos que perceber que essa função transitória e precária já ultrapassou em muito o prazo que deveria ter durado”, aponta.

Sérgio Godinho, Ana Lua Caiano e Chico César passam pelo Cine-Teatro de Estarreja até março
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Sérgio Godinho, Ana Lua Caiano e Chico César passam pelo Cine-Teatro de Estarreja até março

Segundo uma nota de imprensa enviada às redações, a programação de janeiro arrancou ontem, dia 4, com um “Encontro de Trupes de Reis”. Segue-se este sábado, 10 de janeiro, o tradicional concerto de Ano Novo “A Grande Viagem”, proporcionado pela Banda Bingre Canelense (BBC) e dirigido pelo maestro Paulo Almeida. Ainda este mês, é a vez de Sara Barradas e Diogo Martins levaram à cena a peça de teatro “Se Acreditares Muito”, no dia 17, que conta a história de Alex e Rupert, um casal improvável, mas a quem um encontro no metro fez despertar uma chama. Arranca ainda o ciclo de concertos íntimos com o espetáculo “Dois Pares de Botas” (dia 24) que nasceu da vontade de Nena e Joana Almeirante de criar um concertoonde toda a inspiração se baseia na música country. Já em fevereiro, Ana Lua Caiano (dia 28) mostra o seu trabalho através da original fusão musical que combina música tradicional portuguesa com música eletrónica. Para este mês está ainda marcado o regresso do “Trampolim Fado” (dia 21) que contará com Matilde Cid e André Baptista. A encerrar, a Orquestra das Beiras voltará a marcar presença nas comemorações da "Elevação de Estarreja a Cidade" (dia 31), que contará como convidado com ocontrabaixista Rafael Aguiar. Em março, o Ballet do Douro apresenta “Camilo Vida e Obra” (dia 7). No dia seguinte, 8, é a vez da Orquestra Filarmonia das Beiras proporcionar, mais uma vez, ao público infantil e às famílias um concerto de família “Animália”. A programação de música inclui ainda o concerto do estarrejense Joaquim Ferreira (dia 14), finalista da presente edição noThe Voice Portugal 2025. Segue-se a companhia de música teatral com o espetáculo “A liberdade a passar por aqui” no dia 15 de março. A encerrar a programação trimestral estará ainda Chico César com o espetáculo “Aos Vivos” (dia 21) e Sérgio Godinho com “LIBERDADE25”, no dia 28. A programação inclui também as “Quintas de Cinema”, que trarão filmes europeus e de autor, passando pelo cinema infantil e de cartaz. A programação completa pode ser consultada aqui.

Depois de várias horas fechada, A1 reabre entre Aveiro Sul e Mealhada
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Depois de várias horas fechada, A1 reabre entre Aveiro Sul e Mealhada

Segundo fonte do Destacamento de Trânsito da GNR de Santa Maria da Feira à agência Lusa, o trânsito esteve cortado naquele troço devido a uma colisão entre dois pesados, antes das 14:00. Entretanto, a autoestrada reabriu pelas 16h45. Conforme noticiado pela Ria, o acidente chegou a provocar uma fila de veículos de 16 quilómetros.

Ílhavo: Festival Cabelos Brancos nomeado para os Iberian Festival Awards
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Ílhavo: Festival Cabelos Brancos nomeado para os Iberian Festival Awards

Segundo uma nota de imprensa enviada às redações, o evento está a concorrer às categorias “Best Non Music Festival”, "The Innovation Award", "Contribution to Sustainability e Contribution to Equality”. No caso da primeira categoria, a mesma integra a votação do público que está disponível “até de 15 de janeiro”, no site oficial dos prémios. O Município recorda ainda que na última edição, o Festival Cabelos Brancos contou com “cerca de 16 mil participantes”, afirmando-se como um “projeto cultural singular, centrado na valorização das pessoas mais velhas através da arte e no combate ao idadismo, colocando artistas seniores no centro da programação e da criação contemporânea”. A cerimónia de entrega dos prémios terá lugar em Ponta Delgada, nos Açores, no dia 14 de março. Os Iberian Festival Awards visam distinguir os projetos mais relevantes da indústria de festivais na Península Ibérica.